“Há quantos meses que não vemos isso? O que estamos fazendo é desativar alguns leitos. Neste momento, com o fato vacinal, há uma queda. Se for necessário, iremos ativar outra vez”, disse o prefeito Colbert Filho (MDB) em entrevista ao programa Rotativo News, na Rádio Sociedade News, nesta quarta-feira (4).
Centro Pós-Covid
“Estamos nos preparando para a fase pós Covid. As pessoas estão tendo doenças que não víamos antes. Doenças cardíacas de nível psicológico e quadros de insuficiência cardíaca”.
Vacinação “Melhorou. Recebemos, aproximadamente, 14 mil doses na última sexta-feira. Há dois dias que não temos vacina para a primeira dose, continuamos a vacinar em todos os distritos e estamos com um ritmo importante. O Ministério da Saúde tem enviado uma maior quantidade de imunizantes”.
Retorno às aulas “Dia 23 de agosto. A volta será híbrida – uma parte dos alunos em uma semana e a outra parte na semana seguinte. As aulas serão transmitidas. Está na hora de voltarmos a ter as atividades escolar”.
O governo de São Paulo entregou nesta quarta-feira (4) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) mais 2 milhões de doses da vacina contra covid-19 CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.
Segundo a Agência Brasil, com a nova entrega, as liberações chegam à marca de 64,8 milhões de doses fornecidas ao Ministério da Saúde desde 17 de janeiro, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Na noite do último domingo (1º), o instituto recebeu uma carga de 2 mil litros de matéria-prima para produzir e entregar mais 4 milhões de doses da CoronaVac.
Na segunda-feira (2), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, a abertura de um inquérito administrativo sobre ataques à legitimidade das eleições.
O plenário do TSE também aprovou, com votação unânime, um pedido feito ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado no inquérito das fake news. O pedido foi feito diretamente por Luís Roberto Barroso, presidente do TSE, a Alexandre de Moraes, ministro do STF. O presidente Jair Bolsonaro e o ministro Barroso têm protagonizado trocas de acusações, de forma direta e indireta, sobretudo acerca do voto impresso auditável.
Nas redes sociais, internautas levantaram a hashtag #BarrosoNaCadeia, que se tornou um dos assuntos mais comentados no mundo no Twitter. Até o fim da manhã desta quarta-feira (4), a tag já contava com mais de 260 mil menções na plataforma.
O deputado estadual Carlos Geilson (PSDB) defendeu uma maior atenção a causa animal, durante live em sua rede social, na tarde desta quarta-feira (4). A live contou com a participação da protetora animal, Patrícia Santos, do projeto Patinhas de Rua.
Entre outras preocupações com a causa animal, Geilson também destacou o abandono de cães e gatos nas ruas, durante a pandemia da Covid-19. O aumento do número de casos de abandono seria em decorrência, principalmente, da queda da renda de muitas famílias e do próprio desemprego.
Geilson também falou sobre a necessidade da criação de uma clínica veterinária pública para atender as famílias de baixa renda em Feira de Santana. “Vamos atuar em busca de apoio nesse sentido, fomentando alternativas que garantam o bem estar animal”, disse na live.
A protetora Patrícia Santos reforçou a necessida de apoio à causa animal, assim como a criação de pontos estratégicos que garantam a reabilitação de animais em situação de abandono retirados das ruas da cidade.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pretende chamar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para depor após declarações do chefe do Executivo sobre a existência de uma suposta fraude eleitoral. Também devem ser convocados os demais participantes da live que tratou sobre o assunto na última quinta-feira (29). Entre os integrantes estava o ministro da Justiça, Anderson Torres.
O inquérito administrativo iniciado nesta terça-feira (3) pode deixar o presidente inelegível caso avance.
As investigações miram nas recentes declarações do chefe do Palácio do Planalto, de que as eleições de 2022 podem não ocorrer caso não haja aprovação do voto impresso auditável.
A sugestão de abrir um inquérito sobre o caso veio do corregedor-geral Eleitoral, ministro Luís Felipe Salomão.
Além da investigação, o TSE também encaminhou a live para o STF (Supremo Tribunal Federal), onde ocorre a apuração contra as fake news, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
A Bahia recebe nesta quarta-feira (04) um total de 249.230 doses de vacina contra Covid-19. A primeira remessa, com 86.600 doses de Coronavac, chegou ao estado em um voo que pousou no aeroporto de Salvador às 9h20.
Já a segunda carga, com 165.630 doses da vacina produzida pela Pfizer/BioNTech, está previsto para pousar no aeroporto de Salvador às 16h50.
Os imunizantes Coronavac serão destinados para primeira e segunda aplicações, enquanto que a Pfizer/BioNTech para a primeira. Depois do recebimento, as vacinas serão conferidas pela equipe da coordenação de imunização da Secretaria da Saúde do Estado e devem começar a ser enviadas para as regionais de saúde, de onde serão encaminhadas para os municípios nesta quinta-feira.
A carga será dividida, exclusivamente, entre os municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), instância deliberativa da saúde que reúne representantes dos 417 municípios do Estado.
Com as duas remessas desta quarta, a Bahia chegará ao total de 11.582.140 doses de vacinas recebidas, sendo 4.120.500 da Coronavac; 5.586.900 da AstraZeneca/Oxford; 1.619.940 da Pfizer e 254.800 da Janssen.
O Secretária de Saúde da Bahia (Sesab) não é mais comandada por Fábio Vilas-Boas. Nesta terça-feira (3), o agora ex-secretário pediu exoneração da pasta, após reunião com o governador Rui Costa (PT), onde foi entregue uma carta com o pedido, aceito pelo governador. A saída se deu após o caso de ofensa contra a chef do restaurante Preta, Angeluci Figueiredo (reveja aqui).
Na carta, o médico agradeceu a confiança do governador que lhe fez o convite e que “me deu a oportunidade de contribuir para uma verdadeira revolução na saúde visando atender a quem mais precisa”. Fábio também desculpou-se por episódios recentes envolvendo a empresária Angeluci Figueiredo.
Vilas-Boas chegou a pedir desculpas pelo ato, que se deu, por não ter sido atendido no restaurante, pois o local estava sem funcionar em razão do mau tempo que fazia no último domingo (1º), em Salvador. Após o ocorrido, Fábio foi alvo de muitas críticas, entre elas, de parlamentares e entidades, que repudiaram as ofensas do secretário da Saúde contra empresária (veja aqui). O então titular da Sesab chegou a ser flagrado por câmeras invadindo o estabelecimento (veja mais aqui).
De médico premiado da cardiologia a agente político e protagonista dentro do governo Rui Costa na luta contra a Covid-19, o agora ex-secretário mudou desde que assumiu a pasta em 1° de janeiro de 2015. Vilas-Boas vinha ganhando força e mesmo sem filiação partidária, o médico já foi ventilado como pré-candidato à prefeitura de Salvador e era cotado para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados ou na Assembleia Legislativa. Com a exoneração, as chances de voos políticos diminuem.
Depois de seis meses seguidos com uma média de mais de mil vítimas diárias de covid-19, o Brasil registrou ontem (2) o terceiro dia consecutivo com a média móvel de sete dias abaixo desse patamar, segundo o painel de dados Monitora Covid-19, mantido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
A média móvel de mortes é calculada somando as mortes confirmadas nas últimas 24 horas com as que foram registradas nos seis dias anteriores. O resultado é dividido por sete. Esse dado é observado por pesquisadores para avaliar a tendência de evolução da pandemia de forma mais clara, já que menos informações são notificadas pelas secretarias de saúde municipais e estaduais nos fins de semana e ficam represadas nos primeiros dias de semana, gerando grande oscilação nos números.
Em queda desde a segunda quinzena de junho, a média móvel de mortes chegou a menos de mil (988,86) em 31 de julho, e manteve esse patamar em 1° de agosto (987,14) e 2 de agosto (960,14). Essa foi a primeira vez que a média ficou abaixo de mil desde 23 de janeiro deste ano, quando atingiu 1.021,29 vítimas. Daquela data até o fim de julho, o Brasil viveu o período mais letal da pandemia, com picos em que a média móvel superou 3 mil mortes diárias.
Pesquisadores da Fiocruz apontam o avanço da vacinação como a explicação para a redução nas mortes e internações por covid-19. No último boletim Observatório Covid-19, divulgado na semana passada, a fundação ressaltou, entretanto, que o número de óbitos se mantém em patamar muito elevado e que os casos de covid-19 continuam aumentando.
“A diferença entre a curva de novos casos e a curva de óbitos é mais um indício da nova fase da pandemia no Brasil, em que há intensa circulação do vírus, mas com menor impacto sobre as demandas de internação e sobre o número de mortes”.
Apesar da queda das últimas semanas, o patamar da média móvel de mortes ainda supera a maior parte do ano passado. Enquanto em 2021 houve mais de seis meses seguidos com mais de mil vítimas diárias, em 2020, o indicador ficou acima desse nível entre 4 e 10 de junho, entre 19 e 29 de junho e entre 3 de julho e 7 de agosto. Também foram registradas mais de mil vítimas em 10, 11 e 22 de agosto, segundo o painel de dados da Fiocruz.
Entre setembro e novembro de 2020, a média móvel de mortes por covid-19 no Brasil recuou, chegando a 323 mortes diárias em 11 de novembro. A partir daí, houve uma nova tendência de alta, fechando o ano com 706 mortes diárias em 31 de dezembro. Fatores como o relaxamento das medidas de isolamento, as festas de fim de ano e a disseminação da variante Gama (P.1) fizeram com que a média móvel de mortes continuasse a aumentar em janeiro até igualar e superar os piores momentos da pandemia em 2020.
A situação continuou a piorar em fevereiro e março, e o Brasil registrou mais de 2 mil mortes diárias na média móvel de forma ininterrupta entre 17 de março e 10 de maio. Enquanto a maior média móvel de vítimas registrada em 2020 foi de 1.096.71 mortes diárias, em 25 de julho, o indicador chegou a 3.123, 57 mortes em 12 de abril de 2021.
A média de mortes caiu ao longo de maio de 2021, mas ainda se manteve acima de 1,5 mil vítimas por dia. Entre 6 e 19 de junho, houve uma nova alta, e a média voltou a superar as 2 mil mortes. Desde então, a tendência é de queda.
Após a grande repercussão gerada pelo fato, o governo da Bahia divulgou, nesta terça-feira (3), uma nota em que lamenta o episódio em que o secretário de Saúde do estado, Fábio Vilas-Boas, xingou a chef de cozinha Angeluci Figueiredo, do restaurante Preta, de “vagabunda”.
No texto, a Secretaria de Comunicação sinaliza que considera “inadmissível qualquer tipo de agressão” e manifesta “total solidariedade à empresária Angeluci Figueiredo e a todas as mulheres”.
O caso em questão aconteceu no domingo (1º) e veio à tona na segunda (2). A chef cancelou a reserva feita pelo secretário no restaurante Preta, localizado na Ilha dos Frades, na Baía de Todos-os-Santos, diante do mau tempo. A reação do secretário foi enviar mensagens para a proprietária do estabelecimento com ofensas. Durante conversa divulgada através de um aplicativo de mensagens com Angeluci, Vilas-Boas chamou a chef de “vagabunda”.
Nesta terça-feira (3), o presidente Jair Bolsonaro propôs uma manifestação na Avenida Paulista com a sua presença, como forma de dar um “último recado” acerca do voto impresso auditável.
– Se o ministro Barroso continuar sendo insensível, como parece que está sendo insensível, se o povo assim desejar, porque eu devo lealdade ao povo brasileiro, [haverá] uma concentração na Paulista para darmos o último recado para aqueles que ousam açoitar a democracia. Repito: o último recado, para que eles entendam o que está acontecendo, e passem a ouvir o povo, e passem a entender que o Brasil tem 8,5 milhões de quilômetros quadrados, e não um pedacinho dentro do DF. Eu estarei lá – declarou o presidente em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada.
O chefe do Executivo afirmou que, se o povo estiver com ele, a vontade popular será cumprida.
– Se o povo estiver comigo, nós vamos fazer [com] que a vontade popular seja cumprida. Até porque, senhor ministro Barroso, a própria Constituição diz que todo poder emana do povo. Eu li a Constituição, [a] interpretei e [a] respeito. Eu jogo dentro das quatro linhas da Constituição, e o Barroso, tenho certeza, joga fora. Eu não vou deixar de cumprir o meu dever de presidente da República.
A proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui a mudança no sistema de votos do Brasil está prevista para ser votada pela Câmara dos Deputados na próxima quinta-feira (5).