O preço médio da cesta básica apresentou uma redução de 0,72% em agosto, em Feira de Santana. O levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), por meio do Departamento de Articulação e Informação Econômica, apontou que o valor passou de R$484,83, em julho, para R$481,32 no mês passado.
Entre os produtos que mais contribuíram para a redução estão o tomate, que apresentou queda de 31,39%, seguido pela batata inglesa, com redução de 29,38%, e pela cenoura, que ficou 23,72% mais barata. A banana-prata teve redução de 14,86%, enquanto a cebola apresentou queda de 13,92%.
Por outro lado, alguns produtos tiveram aumento de preço no período. O peixe registrou a maior alta, de 19,14%, seguido pelo mel, com aumento de 16,64%, e pelo coco seco, que apresentou elevação de 15,20%.
A pesquisa também passou a acompanhar os preços do botijão de gás de cozinha de 13 quilos e da arroba do boi. Como o monitoramento desses produtos começou em agosto, ainda não há dados anteriores que permitam uma comparação com o mês de julho.
No primeiro levantamento do botijão de gás, os preços encontrados entre as marcas pesquisadas variaram de R$98 a R$112. A diferença de R$14 entre o menor e o maior valor reforça a importância de pesquisar antes da compra. Já a arroba do boi foi acompanhada durante as quatro semanas de agosto e manteve a cotação estável em R$340 durante todo o período.
Para a secretária da Settdec, Marcia Ferreira, mesmo diante da redução no valor médio da cesta, o consumidor deve ficar atento às diferenças de preços entre os estabelecimentos. “Mesmo com a redução do valor médio da cesta, as diferenças entre os preços dos produtos reforçam a importância da pesquisa. Comparar estabelecimentos e marcas pode representar uma economia significativa para o consumidor”, afirmou.
A pesquisa de preços da Settdec permite acompanhar mensalmente as oscilações dos produtos e oferece ao consumidor informações que podem ajudar na hora de escolher onde e o que comprar. Com a inclusão do gás de cozinha e da arroba do boi, o levantamento passa a acompanhar também outros itens de impacto no orçamento das famílias e na economia local.

*Secom


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, ordenou nesta sexta-feira (4) a retirada do nome do ministro André Mendonça do inquérito das fake news.

O pedido foi feito pelo colega Alexandre de Moraes na noite desta quinta-feira (3), em forma de retaliação ao magistrado que ordenou a quebra de sigilo das investigações da Polícia Federal (PF), em que se mostra um suposto elo entre Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

De acordo com o chefe da Suprema Corte, a medida foi tomada com base na necessidade da verificação processual de Moraes.

Segundo Fachin, Mendonça só deverá apresentar esclarecimentos nos prazos de cinco dias, já estabelecidos por ele, sobre a condução do relatório da Polícia Federal (PF), em que é relator, que mostrou as conversas entre o banqueiro mineiro e Moraes.

Ainda na mesma decisão, o presidente pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste a respeito do pedido de Moraes de incluir o colega no inquérito.

Nesta sexta-feira (4), Edson Fachin determinou um prazo de cinco dias para que o ministro André Mendonça e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestem sobre o procedimento de investigação aberto pelo colega de Corte, Alexandre de Moraes, sob a acusação de cometer abusos na investigação do caso Master e INSS.

No novo pedido, Fachin pede a Mendonça explicações sobre a forma, o conteúdo e a regularidade do procedimento que adotou diante das investigações e condução do caso que cita Moraes e Vorcaro.

Segundo o ministro, o pedido não faz juízo de valor sobre andamento de processo contra integrante da Suprema Corte e tem como objetivo reunir informações.

*Diário do Poder
Foto: Luiz Silveira


O clima entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a se acirrar após o ministro André Mendonça solicitar verbalmente ao presidente da Corte, Edson Fachin, o afastamento cautelar do ministro Alexandre de Moraes. A solicitação formal, detalhando supostos abusos de conduta e reiterando a necessidade de investigar a relação entre Moraes e Daniel Vorcaro (ex-controlador do Banco Master), deve ser protocolada em breve via petição.

A iniciativa ocorre logo após Moraes pedir a abertura de um inquérito contra Mendonça por improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade, alegando o direcionamento de apurações ligadas ao Banco Master e a fraudes no INSS para atingir adversários políticos e autoridades como o próprio Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Desdobramentos e decisões da Presidência

  • Origem da disputa: O embate ganhou força com a decisão de Mendonça de retirar o sigilo do relatório da Polícia Federal referente às mensagens atribuídas a Vorcaro que citavam Moraes. Enquanto Mendonça defende o julgamento aberto do material no plenário do STF, Moraes nega ser o destinatário de tais mensagens.
  • Medida de Edson Fachin: Sem decidir de imediato sobre o pedido de afastamento, o presidente do STF estipulou um prazo de cinco dias para que Alexandre de Moraes, André Mendonça, o procurador-geral da República (Paulo Gonet) e o diretor-geral da PF (Andrei Rodrigues) prestem esclarecimentos sobre os acontecimentos do caso.

*Conexão Política Brasil


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edison Fachin, determinou nesta quinta-feira (3) que os ministros do tribunal André Mendonça e Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, se manifestem em até 5 dias úteis sobre os acontecimentos que causaram uma crise no STF.

“Cabe à Presidência do tribunal zelar para que a possível apreciação colegiada seja feita, a tempo e modo, com o elevado senso de responsabilidade que os fatos reclamam, sempre assegurando o respeito às garantias constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório”, disse Fachin.

O presidente do STF afirmou ser necessário colher informações sobre:


o cumprimento pela PF das regras estabelecidas na Lei Orgânica da Magistratura em relação a autoridades com foro no STF;


“indícios de que credenciais de acesso institucional tenham sido utilizadas para avaliar documento estritamente particular e de que informações sujeitas ao sigilo judicial foram reveladas a pessoa investigada”;


as circunstâncias em que o ministro Mendonça determinou a identificação de pessoas mencionadas nas investigações do caso Master;

eas medidas tomadas para o controle externo da atividade policial.

A decisão de Fachin foi tomada após Mendonça retirar, na terça-feira (1), o sigilo sobre um relatório da Polícia Federal que expõe mensagens e contatos entre o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ministro Alexandre de Moraes.
Relação Moraes e Vorcaro: veja os possíveis caminhos no STF do relatório que revelou diálogos entre os dois
Mendonça sugeriu na mesma decisão que os elementos constantes dos relatórios da PF sobre o caso fossem avaliados pelo plenário da Corte.

“Diante do teor das informações apresentadas pela autoridade policial, independentemente de qual venha a ser a manifestação exarada pela douta Procuradoria-Geral da República, o caminho inevitável dos presentes autos leva ao Plenário deste Supremo Tribunal Federal, instância soberana para analisar, de modo técnico e estritamente jurídico, os novos elementos trazidos pela autoridade policial”, sugeriu Mendonça, na decisão em que levantou o sigilo do processo.


Possíveis ‘vícios de forma’


Após a divulgação das informações, Mendonça pediu que a PGR se manifestasse sobre o tema. O procurador Paulo Gonet – mencionado nos relatórios publicizados por Mendonça – afirmou que a investigação é nula e não poderia ter sido feita sem um pedido do Ministério Público ou da própria PF.

“Ao lado da apreciação posterior de eventuais vícios de forma, decorrentes da dúvida suscitada pela PGR, as informações ali trazidas pela Polícia Federal, se reconhecidas, recomendam seja cumprido o dever da Presidência do Supremo Tribunal Federal de velar pelas prerrogativas do Tribunal (art. 13, I, do RISTF)”, afirmou Fachin na decisão desta quinta.

*g1
Foto: Antonio Augusto/STF


O mesmo relatório que traz a troca de mensagens entre Daniel Vorcaro e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) mostra uma nota da Polícia Federal (PF) dizendo que não encontrou indícios suficientes para abrir um inquérito específico ou adotar medidas investigativas contra o parlamentar. A conclusão consta da análise de dados extraídos do celular do ex-banqueiro.

Segundo o documento, as conversas registradas não apresentam elementos que indiquem, por si só, a prática de crime por Nikolas. A PF também não apontou vantagem indevida ou promessa de benefício relacionada aos contatos entre o deputado e Vorcaro.

– Não foram identificados indícios suficientes para sugerir a abertura de inquérito específico ou adoção de medidas investigativas em face do deputado Nikolas Ferreira – diz a PF.

As mensagens analisadas incluem contatos relacionados a uma publicação sobre o financiamento de um evento em Londres e uma conversa sobre um ativo minerário. O relatório registra os diálogos, mas não apresenta conclusão de que Nikolas tenha cometido alguma irregularidade.

Nesta quinta-feira (3), Nikolas confirmou que conversou com Vorcaro em duas ocasiões. Ao colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, o deputado afirmou que não recebeu dinheiro do ex-banqueiro e negou ter cometido qualquer irregularidade.

Em um dos contatos, ocorrido em 2024, Nikolas disse que procurou Vorcaro após descobrir que o Banco Master havia financiado um evento em Londres. O parlamentar havia apresentado um pedido pela Lei de Acesso à Informação para identificar quem havia custeado a participação de autoridades brasileiras.

O segundo contato, segundo o deputado, ocorreu em 2025. Nikolas afirmou que encaminhou a Vorcaro o contato de seu amigo e advogado Thiago Rodrigues de Faria, que buscava tratar de um ativo minerário. Ele disse que apenas fez a ponte entre os dois.

Ao comentar as conversas, Nikolas declarou que não voltou a falar com Vorcaro depois que surgiram notícias sobre as investigações envolvendo o ex-banqueiro. O deputado também afirmou que não recebeu recursos ou fechou contratos com ele.

– Não houve nenhum contrato fechado, nunca recebi nenhum centavo dele – declarou Nikolas.

*Pleno.News
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acusou o ministro André Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. O documento foi enviado ao ministro Edson Fachin, presidente da Corte, para providências.

Moraes utilizou-se do chamado Inquérito das Fakes News (aberto em 2019) para pedir as providências contra o colega de Corte.

De acordo com o magistrado, André Mendonça teria praticado uma série de condutas tipificadas, inclusive como quebra de imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos, devido à retirada do sigilo de relatório da Polícia Federal que expôs conversas de Moraes com Daniel Vorcaro.

Na decisão, Moraes diz que Mendonça favoreceu “determinados grupo políticos” e o acusa de usurpação da direção das investigações das autoridades policiais.

O ministro ainda o acusa de condução irregular das tratativas de eventual colaboração premiada de Daniel Vorcaro, direcionamento de determinados alvos para investigação (como o próprio Moraes e o senador Davi Alcolumbre), por “motivos pessoais e políticos”, inclusive com a indicação prévia de medidas cautelares a serem apresentadas pela Polícia Federal.

Moraes aponta diversas medidas tomadas pelo ministro André Mendonça, no âmbito da Operação Compliance Zero e Operação Sem Desconto, que “teriam configurado usurpação da direção das investigações das autoridades policiais”.

O ministro aponta ainda flagrante perda da imparcialidade, em virtude de “indícios crescentes de enviesamento da condução da supervisão judicial, manifestados em direcionamento temático de intensidade progressiva quanto a linha investigativa determinada”, e quebra da cadeia de custódia das provas apreendida.

André Mendonça também teria participado indevidamente de negociações de colaboração premiada para Vorcaro, oferecendo benefícios extralegais.

*Metrópoles
Foto: Igo Estrela


A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Feira de Santana realizou, nesta quarta-feira (2), uma ação de fiscalização ambiental nas instalações do Aeroporto de Feira de Santana, operado pela empresa AFS Aeroporto de Feira de Santana S.A.

Durante a fiscalização, a equipe constatou que o empreendimento permanecia em funcionamento com a licença ambiental vencida desde dezembro de 2025. Também foi verificado que, até a presente data, a empresa responsável pela operação do aeroporto não havia protocolado o pedido de renovação da licença perante o órgão ambiental competente.

Além da ausência de licença válida, a fiscalização identificou o não cumprimento de condicionantes ambientais estabelecidas na portaria anteriormente vigente. Diante dessas irregularidades, foram adotadas as medidas administrativas cabíveis, com a suspensão temporária das atividades do empreendimento até a sua regularização ambiental.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Jaciara Costa, ressaltou que a fiscalização tem como objetivo garantir que empreendimentos potencialmente causadores de impactos ambientais cumpram as exigências previstas na legislação.

“Nosso papel é fiscalizar e assegurar que as atividades sejam desenvolvidas dentro das normas ambientais. A licença e o cumprimento das condicionantes não são meras formalidades. São instrumentos que garantem o acompanhamento e o controle dos impactos causados pelo empreendimento, protegendo o meio ambiente e a coletividade”, afirmou.

As condicionantes ambientais são obrigações técnicas e administrativas estabelecidas pelo órgão ambiental para autorizar e controlar o funcionamento de um empreendimento. Essas medidas são fundamentais para prevenir, controlar e mitigar os impactos ambientais decorrentes da atividade, estabelecendo procedimentos de monitoramento, manutenção, gerenciamento de resíduos, controle de riscos e outras ações necessárias à proteção do meio ambiente e da coletividade.

O cumprimento das condicionantes não constitui uma mera formalidade documental, mas um requisito essencial para demonstrar que o empreendimento possui condições ambientais adequadas para continuar operando. Quando essas obrigações não são atendidas, o órgão ambiental deixa de ter garantias de que os impactos associados à atividade estão sendo devidamente acompanhados e controlados.

A suspensão possui caráter preventivo e temporário. As atividades somente poderão ser retomadas após a empresa adotar as providências determinadas pela fiscalização, comprovar o cumprimento das obrigações ambientais pendentes e regularizar o licenciamento perante o órgão competente.

Jaciara Costa reforçou, ainda, que a medida adotada pela Secretaria segue o procedimento administrativo previsto para situações de irregularidade ambiental.

“A suspensão é uma medida preventiva e temporária. Assim que as pendências forem solucionadas e as exigências ambientais forem devidamente cumpridas, o processo poderá avançar para a regularização. O que buscamos é garantir que o empreendimento opere com segurança ambiental e dentro da legislação”, destacou.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente reforça que a manutenção da licença ambiental válida e o cumprimento integral de suas condicionantes são responsabilidades do empreendedor e requisitos indispensáveis para o funcionamento regular de qualquer atividade potencialmente causadora de impactos ambientais.

*Secom


O médico Octavio Guarçoni vai receber o Título de Cidadão Feirense no dia 24 de setembro. A homenagem será feita pela Câmara Municipal de Feira de Santana para reconhecer o trabalho dele na área da saúde e os serviços prestados à população local.

A cerimônia vai acontecer às 18h30, na Câmara de Vereadores. Depois da homenagem, haverá um encontro para convidados a partir das 20h, no Restaurante Noz, no bairro Santa Mônica.


A Prefeitura de Feira de Santana informou que o prefeito José Ronaldo de Carvalho encaminhou ao Ministério Público documentos relacionados à declaração de que 700 pessoas teriam morrido na fila da regulação no município em 2025.

A informação foi confirmada em nota divulgada pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Feira de Santana, na noite desta quarta-feira (2). Segundo a gestão municipal, a documentação foi apresentada ao Ministério Público após o prefeito tornar pública a informação.

De acordo com a Prefeitura, as declarações de José Ronaldo estão fundamentadas em informações e documentos apresentados ao órgão. Cabe agora ao Ministério Público analisar o conteúdo, verificar os fatos e adotar as providências que considerar cabíveis.

A gestão municipal também reforçou a necessidade de discutir a situação da regulação de pacientes e os impactos da espera por atendimento para a população que depende da rede pública estadual de saúde.

Ainda segundo a Prefeitura, o encaminhamento da documentação ao Ministério Público demonstra a disposição da administração municipal em submeter as informações aos órgãos de controle para que os fatos sejam devidamente apurados.

Confira a nota na íntegra:

A Prefeitura de Feira de Santana esclarece que o prefeito José Ronaldo de Carvalho já encaminhou ao Ministério Público documentação referente à informação de que 700 pessoas morreram na fila da regulação no município em 2025. A documentação foi entregue após o prefeito tornar pública a informação.

A gestão municipal reafirma que as declarações feitas pelo prefeito estão fundamentadas em informações e documentos apresentados ao Ministério Público, órgão competente para analisar o conteúdo, verificar os fatos e adotar as providências que considerar cabíveis.

O prefeito José Ronaldo mantém a posição de que é necessário discutir com transparência a situação da regulação de pacientes e seus impactos sobre a população que depende da rede pública estadual de saúde.

A Prefeitura ressalta, ainda, que a entrega da documentação ao Ministério Público representa justamente a disposição da gestão em submeter as informações aos órgãos de controle, permitindo a devida apuração dos fatos.


O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) recebeu nesta quarta-feira (2) o apoio do prefeito de Piatã, Marcos Paulo (PSD), que deixou a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). A adesão e amplia o movimento de lideranças que integravam o grupo governista e passam a apoiar o ex-prefeieto de Salvador na disputa estadual.

O anúncio foi feito em vídeo gravado durante encontro com Neto nesta quarta. Também participaram o deputado federal Paulo Azi (União Brasil) e o ex-prefeito de Piatã Edwilson Marques, conhecido como Ed.

Marcos Paulo afirmou que a decisão representa não apenas seu posicionamento, mas também o sentimento que identifica entre moradores de Piatã e da Chapada Diamantina. “Estamos aqui para reafirmar o compromisso de Piatã e da Chapada com ele. A gente tem a certeza de que Neto governador vai olhar com muito carinho por Piatã e pela Chapada Diamantina. Neto, estamos aqui para dizer que, em nome de Marcos Paulo e Ed, nosso povo lá te apoia nessa caminhada de vitória para governador da Bahia”, declarou o prefeito.

Neto agradeceu a adesão e afirmou que o novo apoio aumenta sua confiança na vitória nas eleições de outubro. O candidato também assumiu o compromisso de estabelecer uma parceria direta com a Prefeitura de Piatã caso seja eleito governador.

“Quero lhe agradecer de coração pela sua parceria, pelo seu apoio, que para mim, nesse momento, traz ainda mais confiança em nossa vitória. Nós vamos mudar a Bahia. Vocês vão ter um governador parceiro, um governador amigo. Nos próximos dois anos, que coincidem com o final da sua gestão, eu quero fazer por Piatã o que não foi feito nos últimos 20 anos. Esse é o meu compromisso”, afirmou.

Durante o encontro, Neto destacou especialmente os desafios da saúde na Chapada Diamantina. Segundo ele, a proposta é ampliar a presença do Estado em parceria com os municípios, garantindo leitos hospitalares, atendimento de urgência e emergência e assistência médica à população.

O candidato também citou o fortalecimento da economia local, com atenção especial aos pequenos produtores e agricultores. Neto ressaltou a vocação de Piatã para a cafeicultura, reconhecida pela produção de cafés especiais premiados e comercializados dentro e fora do país. “Vamos chegar junto para ampliar a produção, para ajudar quem vive no campo, quem vive da terra, melhorar as condições das estradas e melhorar o acesso à água”, disse.