Após o jogo contra o Sport pela Copa do Nordeste, o Fortaleza teve o ônibus apedrejado na noite da quarta-feira (21), na BR-232, no Curado, na Zona Oeste do Recife. Segundo o clube cearense, seis jogadores ficaram feridos com o ataque dos vândalos e foram levados para o Real Hospital Português, no bairro do Paissandu, na área central da cidade.
O ataque aconteceu após o empate por 1 a 1 entre os dois times na partida que aconteceu na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. A equipe do Fortaleza voltava para o hotel em que estava hospedada quando o ônibus foi atacado pelos vândalos.

Um vídeo publicado pelo clube cearense no Instagram mostra as pedras que foram jogadas contra o ônibus, que ficou com várias janelas quebradas e estilhaços de vidros sobre as poltronas. Nas imagens, ainda é possível ver manchas de sangue em alguns dos assentos do veículo.
“Eu estava no ônibus, vi torcedores com camisa amarela, já vi uma bomba no nosso ônibus, quebrou toda a lateral do vidro do ônibus, seis atletas que ficaram lesionados”, afirmou Marcelo Paz, CEO do Fortaleza, ao ge.

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Um tema extremamente crucial para o futuro do nosso estado: a educação, ver a proposta do governo Professor Jerônimo que sugere a aprovação em massa nas nossas escolas, independentemente do desempenho dos alunos durante o ano letivo. Devo dizer, com toda a firmeza, que considero essa ideia não apenas um completo absurdo, mas também um profundo desrespeito com o povo da Bahia.

É imperativo entender que a qualidade da educação que é oferecido aos filhos de baianos e baianas é a base para o desenvolvimento futuro do nosso estado. Estar satisfeito com medidas que visam apenas inflar estatísticas sem se preocupar com o verdadeiro aprendizado é ignorar o potencial de cada um dos nossos jovens. Isso explica, em parte, por que estamos enfrentando um baixo índice de educação há anos, afirmou Matheus.

E completou dizendo “ Não podemos e não devemos aceitar essa situação como nossa realidade inalterável. A educação de qualidade vai muito além de possuir escolas com excelentes infraestruturas. Ela é construída com base em um ensino que realmente agregue valor, na capacidade incrível que sei que nossos professores possuem, e no acompanhamento criterioso do desempenho de cada aluno, independentemente de quem seja.”

E outra, devemos olhar para exemplos de sucesso como o Ceará e Pernambuco, que no Nordeste apresentam os melhores índices de educação, que devemos buscar inspiração. Esses estados demonstram que, com as políticas certas e um comprometimento real com a educação, podemos alcançar resultados extraordinários. Portanto, é rejeitável qualquer proposta de aprovação em massa sem a devida consideração pelo aprendizado e desenvolvimento dos alunos, finalizou Matheus.


O governo da Argentina fixou um aumento de 30% no salário mínimo no total entre fevereiro e março, de acordo com o porta-voz da Presidência na terça-feira (20), em meio a uma inflação de mais de 250% ao ano.

Durante uma reunião realizada na última quinta-feira (15), o Conselho do Salário Mínimo — composto pelo governo, pelas câmaras empresariais e pelos sindicatos, pediu um aumento de 85%. O porta-voz Manuel Adorni firmou que não foi possível um acordo.

“Não foi possível que as partes chegassem a um acordo na discussão sobre o salário mínimo, afirmou. Nesse contexto, acrescentou o porta-voz, “o governo deve arbitrar entre as partes e fixar um salário mínimo”, algo que o presidente Javier Milei havia inicialmente rejeitado.

O valor foi estabelecido em 180 mil pesos para fevereiro (US$ 204 na taxa oficial de câmbio, ou R$ 1.007), o que representa um aumento de 15% em relação aos 156 mil pesos atuais. E em 202,8 mil pesos para março (US$ 230, ou R$ 1.136), um aumento de 30% em relação ao valor atual.

O ajuste salarial ocorre em um momento de avanço de tensões sociais na Argentina, onde a pobreza atinge 57% da população, segundo um estudo do Observatório da Dívida Social da Universidade Católica Argentina (UCA) divulgado no último fim de semana. Desde o último ajuste salarial em dezembro, a inflação argentina foi de 25,5% naquele mês e de 20,6% em janeiro, totalizando uma inflação interanual de 254%.

*Metro1
Foto: Reprodução/Redes sociais


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luis Roberto Barroso, negou, na noite de terça-feira (20), o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que o ministro Alexandre de Moraes fosse impedido de atuar no inquérito sobre a suposta tentativa de golpe de Estado. As informações são do portal InfoMoney.

Segundo as investigações da Operação Tempus Veritatis, da PF, Bolsonaro e auxiliares diretos, incluindo militares do alto escalão do governo, teriam planejado um golpe de Estado que seria deflagrado após a derrota do ex-presidente na eleição de 2022.

“Não houve clara demonstração de qualquer das causas justificadoras de impedimento”, afirmou Barroso.

Em petição protocolada há uma semana, a defesa de Bolsonaro argumentou que Moraes não poderia ser interessado e, ao mesmo tempo, juiz do caso. O magistrado aparece nas investigações como alvo dos supostos golpistas.

Moraes figura nas investigações da Polícia Federal (PF) como alvo de uma minuta de decreto de golpe de Estado que previa sua prisão. Dessa forma, segundo a defesa de Bolsonaro, ele não poderia julgar o caso por ser interessado no processo.

Os advogados argumentaram que Moraes teria autorizado medidas cautelares contra pessoas que supostamente lhe infligem receio pessoal, “ou seja, assumiu, a um só tempo, a condição de vítima e de julgador”, diz a defesa do ex-presidente.

O presidente do STF, contudo, considerou o argumento insuficiente. Barroso anotou que “os fatos narrados na petição inicial não caracterizam, minimamente, as situações legais que impossibilitam o exercício da jurisdição pela autoridade arguida”.

Em paralelo, Barroso também negou outros 191 pedidos para afastar Moraes da relatoria dos inquéritos sobre o 8 de janeiro de 2023. Todos os pedidos foram apresentados, em separado, pelas defesas de réus e investigados.

*Bahia.ba
Foto: Carlos Moura/STF


O Senado aprovou nesta terça-feira (20), por 62 votos favoráveis, dois votos contrários e uma abstenção, um projeto de lei que proíbe a “saidinha”, benefício que permite a saída temporária de presos. Os dois parlamentares que votaram contra a proposição foram os senadores Cid Gomes (PSB-CE) e Rogério Carvalho (PT-SE).

A autorização é dada aos detentos que tenham cumprido ao menos um sexto da pena, no caso de primeira condenação, e um quarto, quando reincidentes. As “saidinhas” ocorrem até cinco vezes por ano e não podem ultrapassar o período de sete dias. Com a aprovação do projeto no Senado, a matéria agora voltará para a Câmara, que terá que apreciar as emendas feitas ao texto.

Uma das alterações em relação ao texto que veio da Câmara foi proposta pelo senador Sergio Moro (PL-PR). Ele apresentou uma emenda ao relator da proposta, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para permitir o benefício aos presos que frequentarem cursos supletivos profissionalizantes, ensino médio ou superior. A emenda foi acatada por Flávio.

Uma das principais discussões ocorreu em torno de um destaque do senador Fabiano Contarato (ES), líder do PT na Câmara. Ele pedia que presos por crimes hediondos e inafiançáveis, como tortura, tráfico de entorpecentes, terrorismo, lei de segurança nacional, crimes hediondos e racismo também fossem alvo da restrição das “saidinhas”. A proposta, porém, foi rejeitada.

– Peço às senhoras e aos senhores senadores, não vamos trazer essa discussão do 8 de janeiro, que é o que esse destaque quer. A sociedade espera de nós seriedade – afirmou o senador Flávio Bolsonaro, argumentando que os detidos pelos atos de 8 de janeiro de 2023 seriam atingidos pela medida proposta por Contarato.

Além do fim da saidinha, a proposta aprovada no Senado também prevê a exigência de exames criminológicos para a progressão de regime penal e o monitoramento eletrônico obrigatório dos detentos que passam para os regimes semiaberto e aberto. O exame deve avaliar “autodisciplina, baixa periculosidade e senso de responsabilidade”.

*Pleno.News
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado


Nesta segunda-feira (19), a Justiça Federal arquivou uma ação movida contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por supostamente ter incitado atos antidemocráticos no dia 7 de Setembro de 2021. Entidades ligadas ao Direito entraram com uma ação pedindo a condenação do então presidente da República.

O processo havia sido remetido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à primeira instância após o ex-presidente perder o foro privilegiado. Responsável pelo julgamento, o juiz Antonio Claudio Macedo Da Silva acolheu o pedido do Ministério Público Federal (MPF), que considerou inexiste “justa causa para subsidiar eventual deflagração de persecução penal em Juízo”.

Na visão do MPF, o discurso feito por Bolsonaro naquela ocasião não possui ligação com os atos ocorridos no dia 8 de janeiro de 2023.

Durante o ato do feriado do 7 de Setembro, o presidente criticou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, dizendo que não cumpriria mais nenhuma decisão monocrática do mesmo.

– Qualquer decisão do senhor Alexandre de Moraes, este presidente não mais cumprirá. A paciência do nosso povo já se esgotou. Ele tem tempo ainda de pedir o seu boné e ir cuidar da sua vida. Ele, para nós, não existe mais – afirmou Bolsonaro.

Para o MPF, a ação deveria ser arquivada, porque as palavras do político não passaram de “meras bravatas revestidas de um trivial descontentamento motivado por discursos políticos e acalorados, onde as ideias são disseminadas de forma mais energética e incisiva, não se consubstanciando, por si só, em um fato ilícito a ser perscrutado pelos órgãos de repressão penal”.

*Pleno.News
Foto: EFE/ Joedson Alves


A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que, devido às fortes chuvas que ocorrem na região, os atendimentos nas Unidades de Saúde dos bairros Mangabeira, Pé de Serra, Fonte de Lili, George Américo, Feira X e CSU foram suspensos temporariamente na tarde desta terça-feira, 20.

A SMS está monitorando de perto a situação e tomará as medidas para a retomada segura dos serviços assim que as condições melhorarem. Pedimos a compreensão da comunidade e reforçamos nosso compromisso com a segurança da população.

A comunidade afetada pela suspensão temporária de atendimentos pode buscar assistência em unidades próximas. Para aqueles que residem na Mangabeira, a unidade do Videiras está disponível. Moradores próximos ao CSU podem dirigir-se à USF Parque Ipê 1, 2 e 3 ou Parque Ipê 4 e 5. Já os residentes em Pé de Serra podem buscar atendimento no posto de saúde de São José.

Para as pessoas que necessitam de atendimento na USF Feira X – 2, a orientação é dirigir-se à USF Feira X – 1 e 3 como alternativa. Já os pacientes da USF George 3 e 4; Campo Limpo 4 têm à disposição a USF Campo Limpo 1, 5 e 6 para buscar assistência.

Os pacientes da região Fonte do Lili podem ser atendidos na USF Queimadinha 1, 2 e 3, ou optar pela USF Queimadinha 4 e 5.

*Secom/PMFS


Hoje a volta para a escola foi ainda mais especial para o pequeno João Miguel Andrade. É que nesta segunda-feira, 19, tanto ele, quanto os mais de mil estudantes matriculados na Escola Municipal José Raimundo Pereira de Azevedo, no conjunto Feira VII, puderam comemorar a entrega da unidade escolar.

“Eu estou muito feliz porque as minhas aulas voltaram e vou aproveitar cada cantinho dessa escola maravilhosa junto com os meus coleguinhas”, contou.

Dona Raylla Marques, mãe dos estudantes Cauã Guilherme Marques e Ana Mell Marques, fez questão de acompanhar os filhos no primeiro dia de aula e conferir de pertinho toda a mudança feita nas instalações da escola.

“Está impecável, toda preparada para receber os alunos nesse novo ano que se inicia.Fico feliz e tranquila de saber que os meus filhos têm acesso a uma educação de qualidade, numa estrutura fantástica como essa. Fico triste porque este é o último ano de um deles aqui e eu gosto muito do trabalho que é realizado”, disse.

Há 28 anos atendendo a comunidade, passou por uma grande transformação e foi totalmente modernizada. “A unidade de ensino precisava dessa interferência, há uma demanda muito grande nessa região, visto que são 40 turmas para atender a 1.070 estudantes. Utilizamos materiais de alta resistência, o piso foi substituído, as redes elétrica e hidráulica também foram reestruturadas, todos os ambientes foram climatizados. A quadra de esportes foi reformada, o auditório foi ampliado, além de todo material pedagógico disponibilizado para a realização do trabalho”, explica a secretária Anaci Paim.

A escola tem dois módulos. O primeiro tem dois pavimentos com cômodos administrativos, 13 salas de aula, refeitório, salas multiuso, de vídeo e laboratórios, entre outros, banheiro adaptado e depósito. O módulo 2 conta com sete salas de aula, salas para os setores administrativos, auditório com dois camarins e capacidade para 90 pessoas, biblioteca, almoxarifado, salas de oficina e arquivo, além de banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Todos os ambientes são climatizados e possuem aparelhos de ar condicionado instalados.

Durante a cerimônia de inauguração, o prefeito Colbert Martins Filho destacou a importância de dar, cada vez mais, melhores condições para o ensino e aprendizagem. “Nós investimos aqui mais de 8 milhões de reais, renovamos a escola que presta um serviço extremamente importante para as pessoas que moram aqui nessa região. Temos professores qualificados e comprometidos e toda a estrutura necessária para que a educação de qualidade seja acessível para toda a rede municipal. A prefeitura quer fazer isso e nós vamos fazer isso da melhor forma possível”.

A escola homenageia o professor José Raimundo Pereira de Azevedo, que foi prefeito, vice-prefeito e ocupou o cargo de secretário de Educação de Feira de Santana por três vezes.

Vacinação contra a dengue

A inauguração da Escola Municipal José Raimundo Pereira de Azevedo também foi marcada pela vacinação dos estudantes contra a dengue. A Prefeitura disponibilizou mais de mil doses para a imunização da garotada.

Para dona Andreia Souza, mãe da estudante Maria Eduarda Souza, a vacinação nesse momento é muito importante diante dos casos da doença. “É mais uma proteção para eles, me tranquiliza saber que ela estará vindo para escola imunizada”, pontua.

*Secom/PMFS


A Polícia Federal (PF) intimou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o coronel Marcelo Costa Câmara, ex-ajudante de ordens, a prestarem depoimento na próxima quinta-feira (22). Bolsonaro deverá esclarecer suposto envolvimento em organização para suposta tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, no âmbito da investigação que deflagrou a Operação Tempus Veritatis na semana passada.

O Estadão confirmou a intimação com a defesa do ex-presidente e do coronel, que acrescentaram que devem pedir adiamento.

O advogado Eduardo Kuntz, responsável pela defesa de Costa Câmara, afirmou que a “ampla defesa” de seu cliente está “totalmente comprometida por falta de acesso aos elementos da investigação”. Sem essas informações, Kuntz diz que a defesa está impedida de trabalhar e que o depoimento deveria ser adiado.

Marcelo Câmara está preso deste o último dia 8. Segundo a investigação, ele era o “responsável por um núcleo de inteligência não oficial do presidente da República, atuando na coleta de informações sensíveis e estratégicas para a tomada de decisão de Jair Bolsonaro”.

Outros presos na operação foram o coronel Bernardo Romão Correa Neto, o major Rafael Martins de Oliveira e o ex-assessor especial para Assuntos Internacionais de Bolsonaro, Filipe Garcia Martins. Os quatro já passaram por audiência de custódia e seguem em prisão preventiva.

A operação mirou também aliados do ex-presidente, como os generais Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, além do almirante Almir Garnier Santos e ex-ministros do governo como Anderson Torres. Segundo a Polícia Federal, o entorno de Bolsonaro teria se dividido em diferentes núcleos com funções como “desinformar a população, atacar o sistema eleitoral, pressionar militares e elaborar documentos jurídicos” que atendessem aos interesses para manter o ex-presidente no poder.

*Pleno.News com informações AE
Foto: Victor Chagas e Bruno Koressawa / PL


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou o embaixador do Brasil em Israel, Frederico Meyer, a retornar ao território brasileiro. Com a decisão, a embaixada em Tel Aviv será liderada por um encarregado de negócios, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo.

A determinação foi feita após o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmar que entraria em contato com Meyer para “uma dura conversa de repreensão”, por Lula ter comparado os ataques contra os palestinos na Faixa de Gaza ao Holocausto.

O retorno de um embaixador ao seu país de origem é considerado uma forma de tornar pública a postura contrária de um governo à nação em que ele estava instalado. Mesmo assim, não representa o fim das relações diplomáticas entre ambos os países.

Repercussão do discurso
A fala de Lula desencadeou em uma série de recriminações por parte de Israel ao governo brasileiro. O Ministério das Relações Exteriores israelense declarou, nesta segunda-feira (19), o petista como “persona non grata”, titulado dado a um líder que não é mais bem-vindo no país.

Além disso, o ministro de Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, esteve com Meyer no Museu do Holocausto, o Yad Vashem, onde fez uma reprimenda ao embaixador em razão da declaração de Lula. A escolha do memorial como ponto de encontro não foi à toa, já que reuniões como esta costumam ocorrer em chancelarias.

*Metro1
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado