O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, encerrou a sessão desta terça-feira (15) com o placar em 4 a 3 a favor da separação dos casos envolvendo Alexandre de Moraes e André Mendonça. Caso alcance 4 x 4 na retomada da votação, a decisão final é de Fachin, que já havia se posicionado contra o julgamento conjunto dos dois casos.
A votação começou com uma questão de ordem apresentada pelo ministro Gilmar Mendes, que defendeu que os processos fossem redistribuídos e analisados de forma conjunta. Os ministros Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes acompanharam a posição de Gilmar.
Do outro lado, Fachin, André Mendonça e Luiz Fux votaram pela separação dos casos. Cármen Lúcia também havia votado contra a junção, mas o ministro Flávio Dino, que havia indicado posição favorável à separação dos casos, pediu vista antes da conclusão do julgamento e não teve o voto computado.
Com o pedido de vista, Fachin não precisou dar um voto de desempate, que é prerrogativa do presidnete da Corte. A análise da questão fica interrompida e deverá ser retomada após as eleições.
Durante sua manifestação, Moraes defendeu que os processos fossem julgados em conjunto e apontou o risco de decisões contraditórias. “Não há razão para que a instrução e o julgamento não sejam conjuntos!”, afirmou. Segundo o ministro, as alegações envolvem “bases fáticas e probatórias comuns” e há risco de “decisões contraditórias e de tumulto processual” caso os casos sejam analisados separadamente.
Fux, por sua vez, sustentou que os fatos analisados nos processos são diferentes e, por isso, não haveria risco de decisões contraditórias que justificasse a reunião dos casos. O julgamento foi marcado por bate-boca entre ministros e críticas à condução de Mendonça e Fachin.
Uma troca de farpas entre os ministros Gilmar Mendes e André Mendonça marcou a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (15). Durante o julgamento de um relatório da Polícia Federal envolvendo Alexandre de Moraes, o relator reagiu a uma crítica do decano e o acusou de ser “leviano”.
Gilmar questionava a condução do processo quando afirmou que havia um suposto caráter eleitoral na forma como o caso foi levado ao tribunal. Mendonça interrompeu e respondeu:
“O senhor está sendo leviano”, respondeu Mendonça.
O decano continuou a crítica e classificou a condução do caso como uma atitude “covarde” e “vil”.
“É uma atitude covarde, vil. Já disse isso antes: até a máfia tem ética. É preciso ter decência. Não se comporta assim”, declarou.
Em seguida, Gilmar voltou a afirmar que o processo teria sido conduzido de maneira eleitoral.
“Evidente condução eleitoral. Isso não se faz. Pessoas decentes não fazem isso”, disse.
Mendonça reagiu novamente:
“Não aponte o dedo para mim. Não está falando com qualquer um. Respeite esse tribunal.”
Gilmar respondeu: “Quem não se dá respeito não merece respeito.”
Moraes também discutiu com Mendonça
Antes do confronto entre Gilmar e Mendonça, Alexandre de Moraes também havia elevado o tom da sessão ao questionar a condução do processo pelo relator.
Moraes defendeu que os procedimentos envolvendo sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro fossem analisados conjuntamente com o caso relacionado à atuação de Mendonça.
“Não há como julgar hoje [a situação de Moraes] sem julgar [a situação de André Mendonça]. Quem tem medo da Polícia Federal?”, perguntou Moraes.
“Não é questão de medo não”, respondeu Mendonça.
“Eu não estou perguntando a vossa excelência”, afirmou Moraes.
“Mas eu estou lhe respondendo”, rebateu Mendonça.
Em outro momento, Moraes questionou supostas iniciativas para incluí-lo em uma colaboração premiada.
“Quem chamou a Polícia Federal e exigiu que a Polícia Federal colocasse um colega na colaboração premiada? Vamos trazer aqui testemunhas que eu vou indicar. Não só policiais, mas também advogados”, afirmou.
Mendonça respondeu: “Mentira.”
Moraes ainda afirmou que a atuação questionada estaria relacionada a interesses políticos.
“Inclua o ministro Alexandre. Por quê? Porque está a serviço de um grupo político que quis dar um golpe neste país”, declarou.
Julgamento é suspenso
A discussão ocorreu durante a análise de procedimentos relacionados à investigação sobre o Banco Master e ao relatório produzido pela Polícia Federal.
Os ministros divergiram sobre a tramitação dos processos e a condução das investigações. Flávio Dino apresentou uma questão de ordem para suspender o julgamento, proposta também defendida por Gilmar Mendes.
O decano defendeu que os procedimentos relacionados ao caso fossem reunidos e analisados conjuntamente pelo plenário, com redistribuição da relatoria por sorteio. A proposta também prevê manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Após o embate entre os ministros, o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu a sessão.
Entenda o caso
A crise entre os ministros se intensificou depois que André Mendonça retirou o sigilo de documentos da Polícia Federal relacionados às investigações do Banco Master.
Um dos relatórios apontou 52 mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, além de encontros entre os dois e de um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da mulher do ministro, Viviane Barci de Moraes.
Moraes acusou Mendonça de fazer uma liberação “seletiva” dos autos e de omitir documentos. O relator negou as acusações e afirmou que manteve sob sigilo apenas informações necessárias à preservação de investigações em andamento e dados de terceiros.
A disputa também envolveu o acesso ao conteúdo extraído do celular de Vorcaro. Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes solicitaram acesso integral ao material.
Na segunda-feira (14), a Polícia Federal confirmou ter entregue cópias do acervo digital aos três gabinetes, após determinação de Zanin. A PGR também se manifestou favoravelmente à ampliação do acesso.
Diante das divergências, Fachin decidiu separar os processos. O caso envolvendo as mensagens entre Vorcaro e Moraes começou a ser analisado pelo plenário nesta terça-feira (15), enquanto as acusações de Moraes contra Mendonça foram reservadas para uma sessão marcada para 23 de setembro.
A Prefeitura de Feira de Santana iniciou, na manhã desta segunda-feira (14), uma força-tarefa para a limpeza e revitalização da Lagoa Salgada, um dos principais mananciais do município. Considerada a maior ação já realizada para a recuperação do espelho d’água, a operação começou com a retirada de resíduos e detritos de áreas que vêm sendo aterradas e ocupadas irregularmente.
A mobilização reúne equipes da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Semmam), Secretaria de Serviços Públicos (SESP), Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), Secretaria de Prevenção à Violência (Seprev), Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedeso), Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) e Agência Reguladora de Feira de Santana, além da Guarda Municipal, Defesa Civil e do apoio da Polícia Militar.
Para o primeiro dia de trabalho, foram mobilizadas cinco caçambas e duas retroescavadeiras. O maquinário está sendo utilizado para retirar entulhos, resíduos e materiais depositados irregularmente na área da lagoa, especialmente em trechos onde houve avanço de aterros sobre o manancial.
Segundo a secretária de Meio Ambiente, Jaciara Costa, a operação marca o início efetivo do plano de recuperação da Lagoa Salgada. Além da limpeza, a força-tarefa também atua na desobstrução de áreas ocupadas e na identificação de construções e criatórios instalados em áreas de preservação permanente (APP).
“Hoje já estamos em operação de limpeza, revitalizando os locais que estão com resíduos e áreas onde já começou o aterramento da lagoa. Estamos desobstruindo esse ambiente e retirando estruturas irregulares, como pequenas casas para criação de animais. Também temos famílias que iniciaram construções em áreas de APP e que já foram notificadas”, explicou.
Jaciara destacou que a recuperação do manancial será realizada de forma integrada e que a Prefeitura pretende avançar para uma revitalização completa da região.
“É uma lagoa com mais de 5 mil metros de extensão e precisamos cuidar desse corpo hídrico. Percebemos áreas sendo invadidas, assoreamento e um alto nível de poluição. É importante preservar para que possamos viver melhor. Ao mesmo tempo, essas famílias que ocupam áreas indevidas terão condições de buscar moradias em locais adequados”, afirmou.
Trabalho integrado
O secretário de Serviços Públicos, Justiniano França, ressaltou que a atuação conjunta das secretarias é fundamental para garantir o avanço da operação. A SESP participa principalmente com as caçambas utilizadas na retirada dos resíduos, enquanto as retroescavadeiras são disponibilizadas pela Seinfra.
“Estamos dando suporte com as caçambas para começar a limpeza da área que foi aterrada na lagoa. Tenho certeza de que esse trabalho vai proporcionar ao prefeito a possibilidade de executar o grande projeto que ele tem para a Lagoa Salgada. Só vamos sair daqui quando concluirmos toda essa limpeza da parte que foi aterrada”, afirmou.
O secretário também chamou atenção para a quantidade de resíduos encontrados no local. “A ação aqui foi devastadora em relação à quantidade de resíduos que foram jogados nessa área, e a obrigação nossa agora é retirar”, destacou.
Durante o primeiro dia da operação, uma pessoa tentou impedir o avanço da força-tarefa e acabou sendo detida pela Guarda Municipal. A ocorrência foi encaminhada para a delegacia com apoio da Polícia Militar.
Assistência aos moradores
A ação também contou com a presença da equipe do Plantão Social, da Sedeso. Os profissionais realizaram orientações e atendimento aos moradores da localidade, com encaminhamentos para programas e serviços da assistência social.
A participação da equipe social integra a estratégia da Prefeitura de aliar a recuperação ambiental à assistência às famílias que eventualmente estejam em situação de vulnerabilidade ou ocupando áreas inadequadas.
A força-tarefa terá continuidade nos próximos dias, com a limpeza das áreas degradadas, retirada de resíduos e desobstrução de trechos ocupados irregularmente. A iniciativa faz parte de um projeto mais amplo da Prefeitura para recuperar a Lagoa Salgada, preservar o manancial e, posteriormente, avançar com ações de urbanização e qualificação do entorno.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o relatório da Polícia Federal sobre suas supostas conversas com Daniel Vorcaro, do Banco Master, teve participação de agentes externos, “provavelmente estrangeiros”, em uma tentativa de interferir nas eleições brasileiras de 2026. A declaração consta em uma defesa de 44 páginas apresentada à Corte na madrugada desta terça-feira (15), antes do julgamento que analisará a abertura de uma investigação contra ele.
Moraes questionou o prazo de 72 horas para a elaboração do documento e afirmou que os metadados mostram que o relatório foi aberto e finalizado no mesmo dia em um computador da PF. Segundo o ministro, o material teria sido produzido fora da corporação, enviado à instituição e apenas inserido no sistema. Ele sustentou que a medida comprometeria a cadeia de custódia e impediria a verificação da autenticidade e da integridade dos dados.
O ministro também relacionou a suspeita ao afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, determinado por André Mendonça e posteriormente revertido por Flávio Dino. Moraes citou ainda as pressões internacionais contra integrantes do STF, incluindo as sanções aplicadas pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky, mas não identificou o país, órgão ou autoridade estrangeira que teria participado da elaboração do relatório.
Na manifestação, Moraes alegou que o acesso ao material extraído do celular de Vorcaro pode ter permitido o compartilhamento dos dados com terceiros, inclusive possíveis autoridades estrangeiras. Ele acusou Mendonça de direcionar a investigação para incriminá-lo e classificou a apuração como uma “farsa” destinada a atribuir-lhe condutas ilícitas.
O presidente do banco BTG Pactual, André Esteves, afirmou, nesta segunda-feira (14), que acredita que a eleição presidencial será decidida no detalhe. A instituição divulgou mais cedo, em parceria com a Nexus, mais uma pesquisa de intenções de voto.
Durante um evento em São Paulo, Esteves avaliou que a disputa será semelhante à do último pleito.
— Eu acho que a eleição vai ser 51% a 49%, só não sabemos pra quem — pontuou. Em 2022, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito com 50,83%, contra 49,17% de Jair Bolsonaro (PL).
O executivo ressaltou ainda que as pesquisas têm apresentado pouca variação e considera praticamente improvável a chance de a disputa ser resolvida no primeiro turno.
— A eleição deve ir para o segundo turno, e me parece estatisticamente muito difícil de se resolver no primeiro turno — declarou.
O levantamento desta segunda-feira apontou que Lula tem 40%, contra 36% de Flávio Bolsonaro (PL). Em um eventual segundo turno, o petista aparece em empate técnico tanto com Flávio quanto com Augusto Cury (Avante).
O banqueiro acrescentou que o próximo ocupante do Palácio do Planalto herdará um país estruturalmente superior ao dos anos de 1994 e 2002. Para ele, a sociedade brasileira adotou medidas adequadas ao longo das últimas décadas.
— Independente do candidato, aquele que for vai pegar um país muito mais arrumado do que no passado — afirmou.
Na quarta-feira (16), o Comitê de Política Monetária (Copom) realizará uma nova reunião. A taxa Selic está em 14%, com previsão de um corte de 0,25 ponto percentual. Esteves avalia que falta alcançar juros civilizados, apontando a necessidade de reduzir o indicador atual logo pela metade.
— Levar juros de 14% para sete por cento é perfeitamente possível, e é uma mudança de patamar que tem um enorme impacto na sociedade. As medidas são simples, todas vão em direção de equilíbrio fiscal — disse.
O CEO enfatizou que o ajuste fiscal do governo precisa englobar cortes de despesas e adequação das receitas. Como exemplo de distorção no sistema, ele citou o alto volume de títulos isentos de impostos no mercado, considerando essa política prejudicial aos cofres públicos.
— E eu sou detentor e emito esses títulos. Mas, simplesmente, está errado. Isso tem a ver com receita — concluiu.
Neste domingo (13), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), durante o ato realizado na Concha do Araxá, em Macapá (AP). Em seu discurso, o parlamentar questionou a atuação do senador diante de problemas de infraestrutura e segurança no estado.
Nikolas também afirmou ter sido alvo de manifestações contrárias antes do evento. Segundo ele, foram usados bonecos, cartazes, panfletos e carros com bandeiras em ações para tentar dificultar a realização do ato, que precisou mudar de endereço até chegar à Concha do Araxá.
– Eu vi boneco meu enforcado, eu vi cartazes, panfletos me atacando. Eu vi carros com bandeiras, sem pessoas dentro, pra poder vir lá trabalhar o nosso manifestação. Mas sabe o que é interessante? Eu queria ver essa disposição toda pra poder levar água pro Amapá – afirmou.
Na sequência, o deputado direcionou a cobrança a Alcolumbre e mencionou dados sobre saneamento no estado. Nikolas também citou a violência e fez uma crítica direta ao senador, diante do público que acompanhava o ato.
– Eu queria saber, ô Colômbia, a sua disposição em um Macapá que 85% não tem 40% de esgoto. Eu quero aqui puxar uma salva de palmas pro Davi Alcolumbre, porque esse estado é o estado mais violento do país. Davi Alcolumbre, lave a sua boca pra falar de Nicolas Ferreira – declarou.
O ato foi anunciado por Nikolas como uma forma de pressionar Alcolumbre a dar andamento aos pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O evento reuniu outros parlamentares e influenciadores de direita.
Durante o discurso, Nikolas também afirmou que pretende voltar ao Amapá uma vez por ano. Ele disse ainda acreditar que o ex-presidente Jair Bolsonaro poderá acompanhá-lo em uma próxima visita ao estado.
– E eu não tenho dúvidas que ano que vem quem vai estar aqui do meu lado vai ser Jair Messias Bolsonaro. Tentaram nos calar, tentaram nos perseguir, mas nós continuaremos – disse.
O Vitória desperdiçou uma grande chance de ganhar a primeira fora de casa no Campeonato Brasileiro. Na tarde deste domingo (13), o Rubro-Negro chegou a abrir 2 a 0 no placar, mas acabou cedendo o empate em 2 a 2 ao Mirassol, no estádio do Maião, pela 27ª rodada. Renê marcou duas vezes no primeiro tempo, mas Bruno Santos e Edson Carioca evitaram a derrota da equipe paulista aos 45 minutos.
Com a igualdade, o time baiano caiu para o 12º lugar na tabela de classificação com 33 pontos, cinco de vantagem sobre a zona de rebaixamento. Com 29, o Leão caipira assumiu a 15ª posição.
O Vitória volta a jogar no próximo domingo (20), às 16h, contra o Cruzeiro, no Barradão, pela 28ª rodada.
O JOGO
O Vitória saiu na frente aos dois minutos de bola rolando com Renê. O atacante rubro-negro aproveitou uma falha inacreditável de Muralha. Após tiro de meta cobrado por Lucas Arcanjo, o zagueiro não conseguiu cortar, o goleiro do time paulista saiu, mas acabou sendo encoberto pela bola, que sobrou para o centroavante dominar e tocar para o gol vazio. Mirassol 0x1 Vitória
O Rubro-Negro quase ampliou novamente com Renê aos sete minutos, que tocou de cabeça a bola cruzada na área e Muralha fez a defesa.
O Vitória marcou o segundo gol novamente com Renê aos 11 minutos. Erick descolou ótimo lançamento para o centroavante, que tocou na saída de Muralha para balançar as redes. Mirassol 0x2 Vitória
Aos 41 minutos, o técnico Rafael Guanaes foi obrigado a mexer no time. O atacante Gustavo Silva, o Mosquito, sentiu um problema físico e foi substituído por Edson Carioca.
O Vitória teve o terceiro gol anulado aos 13 minutos. Cobrança de escanteio de Mateus Silva, a bola é desviada no primeiro pau, Zé Vitor cabeceou, Muralha tentou encaixar e acabou entrando com a pelota e tudo. Mas o lance terminou sendo invalidado dois minutos depois, o árbitro Ramon Abatti Abel foi chamado ao VAR e apontou impedimento de Luan Cândido na jogada.
O Mirassol diminuiu o prejuízo aos 22 minutos com Bruno Santos. Reinaldo chutou cruzado, a bola bateu no centroavante, que fez o giro e soltou a bomba para estufar as redes. Mirassol 1×2 Vitória
O Rubro-Negro foi salvo pela trave duas vezes aos 38 e 39 minutos. Na primeira, Shaylon cruzou na medida e Bruno Santos cabeceou no poste da meta de Lucas Arcanjo. Depois, Edson Carioca bateu da entrada da área e carimbou o travessão.
O Mirassol empatou aos 45 minutos com Edson Carioca. Shaylon descolou belo passe para o camisa 95, que bateu de primeira e acertou o canto de Lucas Arcanjo. Mirassol 2×2 Vitória
O público recorde que visitou o Parque de Exposição João Martins da Silva durante a 47ª Expofeira consolida a mostra agropecuária como o maior e mais importante evento do gênero do interior baiano. Para este ano a projeção é de que mais de 400 mil visitantes tenham passado pelo evento durante os oito dias.
A estimativa de público foi apresentada pelos secretários de Agricultura, Silvaney Araújo, e de Comunicação, Joilton Feitas, no início da tarde deste domingo (13), durante a apresentação de balanço do evento para a imprensa.
Joiton Freitas observou com satisfação a presença do grande público, em especial na noite de sábado (12), quando atraído ao parque pela 47ª Expofeira. “Este ano ampliamos de 18 mil metros quadrados parabrisa de 100 mil metros quadrados de área de estacionamento e, mesmo assim, tinha muitos carroa estacionados ao longo da avenida Noide Cerqueira”, destacou.
Enquanto isso o secretário Silvaney Araújo atribuiu o sucesso da Expofeira à determinação do prefeito José Ronaldo em promover investimentos que resultem em transformar Feira de Santana na capital do agronegócio durante a realização do evento. “Este ano tivemos o retorno do rodeio depois de 20 anos, também a realização do team penning, os leilões de animais e ampliação do número de expositores “, destacou.
A fiscalização do Procon de Feira de Santana está atenta às compras e vendas realizadas no Parque de Exposição de Feira de Santana durante a 47ª Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira 2026).
A observação está sendo rigorosa quanto aos prazos de validade dos produtos que estão sendo vendidos, bem como aos preços cobrados por eles.
“Não estamos sendo tolerantes com alimentos inadequados para o consumo”, disse o superintendente do órgão, Maurício Carvalho. O produto será apreendido e descartado.
Outro ponto não menos importante que está sendo observado pela fiscalização é o preço que está sendo cobrado nas barracas. O que se busca é a cobrança de preços justos e o combate aos exageros.
“Quem achar que está sendo prejudicado deve nos procurar que imediatamente vamos procurar o comerciante para que nos explique os valores cobrados”, disse o superintendente.
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), aceitou a solicitação do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, para retirar o sigilo do caso Master.
“Registro, ainda, que estão sendo adotadas as providências administrativas necessárias à remessa de cópia integral dos referidos autos, em HD próprio, à Presidência e aos Gabinetes dos eminentes ministros”, prosseguiu Mendonça.
Em seu pedido, Fachin sustentou que o processo que diz respeito às mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro tem relação direta com o caso Master e será julgado na próxima terça-feira (15).
O presidente do STF menciona em sua decisão a necessidade de ser tornada pública a investigação que levou à prisão de Vorcaro em março deste ano e de todos os procedimentos nela contidos ou a ela relacionados.
A ordem de Fachin ressalva apenas o que diga respeito a diligências cujo sigilo seja imprescindível à realização da medida. Essas poderão permanecer em sigilo.
A medida foi feita “de ofício”. Ou seja, feita por ele mesmo, não atendendo a pedido de nenhuma parte.