ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Os surpreendentes resultados da economia russa após 1 ano de guerra

No dia 24 de fevereiro de 2022 o mundo acompanhava atônito a invasão da Rússia à Ucrânia, desencadeando um conflito militar que persiste até hoje, sem sinais de paz à vista. Na época, as previsões para a economia eram bastante pessimistas após a Rússia sofrer sanções rigorosas do Ocidente. Consequentemente, o rublo atingiu uma baixa recorde em relação ao dólar americano, o banco central russo aumentou significativamente as taxas de juros e a bolsa de valores de Moscou foi fechada por vários dias. Os economistas calculavam uma contração acima de 10% no PIB do país, mas a realidade é diferente das projeções. 

De acordo com a Economic Expert Group, agência oficial de estatísticas da Rússia, a economia contraiu 2,1% em 2022, contrariando a previsão de queda de 12%. Na estimativa do banco central russo, a queda no PIB deve ser menor em 2023, de 1,5%. Se essa projeção se concretizar, o tombo seria de 3,6% no biênio, um número relevante, mas pequeno comparado a contrações registradas em outros países fora do contexto de guerra, como o Brasil, que chegou a cair mais de 6% entre 2015 e 2016. Segundo especialistas, existem várias razões pelas quais a economia russa superou as expectativas, mas a principal é o petróleo e o gás. 

Apesar de a União Europeia ter sancionado as importações russas, o bloco continuou a comprar petróleo e gás russos durante grande parte do ano de 2022 devido à alta dependência energética. Além disso, os russos encontraram novos parceiros comerciais na China, Índia e Turquia, aumentando exportações para esses aliados e também se beneficiando com as chamadas importações paralelas, nas quais os produtos ocidentais chegam ao país por meio desses parceiros. 

O banco central russo registrou um superávit comercial recorde de 227 bilhões de dólares em 2022, impulsionado em grande parte pelas exportações de energia do país. Segundo o Wilson Center, think tank de pesquisa independente, as receitas de petróleo e gás da Rússia em 2022 foram excepcionalmente altas, alcançando 164,2 bilhões de dólares de janeiro a novembro, um aumento de quase 30% em relação ao ano anterior. O número é relevante, mas ainda está abaixo da média de 60% registrado com receita de exportação antes da guerra. Mesmo com perda na exportação em volume, os altos preços do barril estão beneficiando o país. 

A experiência russa em lidar com sanções há quase dez anos, desde a anexação da Crimeia em 2014, também tornou a economia resiliente. O banco central russo, que possui conhecimento em gerenciamento de crises, agiu rapidamente com elevação na taxa de juros para evitar fuga de capitais dos bancos e controlar a inflação. A inflação passou de 8,4% para 11,9% em 2022, enquanto a taxa de juros subiu de 9,5% para 20% assim que a guerra estourou. Atualmente, a taxa está em 7,5% com uma projeção de inflação de 6% para 2023, acima, porém, não muito distante, da meta estabelecida pelo banco central de 4%.

Em entrevista para a o jornal alemão Deutsche Welle, Christopher Weafer, sócio-fundador da Macro-Advisory Ltd Weafer, consultoria independente para investidores alocados na Rússia, diz que a década de sanções que o país enfrentou testou fortemente seus bancos, e o país se tornou relativamente autossuficiente em indústrias cruciais, especialmente na produção de alimentos.

Mas especialistas da Wilson Center calculam que, se o preço da mistura dos Urais, o principal tipo de petróleo exportado pela Rússia, se mantiver em 50 dólares ao longo de 2023, o orçamento russo terá uma perda de cerca de 7,7% de suas receitas. Com o mundo se encaminhando para uma recessão, a demanda por petróleo deve frear e a Rússia pode começar a sentir o declínio na sua economia.

VEJA


Joe Biden e Zelensky em Kiev, na segunda-feira (20); dias seguintes a visita foram de agitação política entre Estados Unidos e Rússia - Evan Vucci/Pool via REUTERS/File Photo
Joe Biden e Zelensky em Kiev, na segunda-feira (20); dias seguintes a visita foram de agitação política entre Estados Unidos e Rússia Imagem: Evan Vucci/Pool via REUTERS/File Photo

A guerra na Ucrânia completou um ano hoje — com ao menos 210 mil mortos — 30 mil deles, civis. Mas apesar da perda humana e material, o conflito parece não ter data para acabar, com o presidente russo Vladimir Putin, responsável pela invasão, afirmando que pretende seguir com os ataques ao país vizinho para se proteger de uma “derrota estratégica” apoiada por países estrangeiros.

Às vésperas do aniversário, Putin colocou a culpa da guerra no “Ocidente”, enquanto os Estados Unidos anunciaram um apoio de US$ 500 milhões às tropas ucranianas, durante uma visita secreta do presidente Joe Biden à capital do país, Kiev.

Em seu tradicional discurso sobre o estado da nação, transmitido na terça-feira (21), o presidente russo afirmou que “fez tudo o que podia para evitar” o conflito, mas que decidiu invadir a Ucrânia para evitar um suposto ataque à Crimeia, anexada por Moscou em 2014 — uma decisão não reconhecida internacionalmente.

“O povo da Ucrânia se tornou refém do regime em Kiev e seus senhores ocidentais, que ocuparam o país no sentido político, militar e econômico”, disse Putin no discurso. “As elites ocidentais estão tentando esconder seus objetivos de infligir uma derrota estratégica à Rússia. Eles pretendem transformar o conflito local numa confrontação global. É assim que entendemos e vamos reagir de acordo”, prosseguiu.

Visita de Biden à Ucrânia

O presidente dos Estados Unidos chegou “de surpresa” em Kiev, capital da Ucrânia, na segunda-feira (20). Uma visita à Polônia, país vizinho, estava agendada para o mesmo dia, mas a visita ao território em guerra não tinha sido confirmada pela Casa Branca.

Biden foi recebido por Volodymyr Zelensky, líder ucraniano, e caminhou com ele pelas ruas da capital, apesar do alarme aéreo em vigor em todo o país diante dos ataques das forças russas. Ele ainda anunciou um apoio de US$ 500 milhões de dólares — incluindo equipamento militar — ao país em guerra.

Horas depois, já em Varsóvia, o líder norte-americano reafirmou o apoio à Ucrânia, dizendo que “Kiev permanece em pé” e “livre” apesar da guerra. Ele declarou ainda que o país “nunca será uma vitória da Rússia”.

O discurso ousado foi compartilhado por sites oficiais do governo dos Estados Unidos na terça-feira (21).

Putin suspende tratado nuclear

Horas antes da fala de Biden em Varsóvia, ainda no discurso à nação, Putin anunciou a suspensão da participação da Rússia no tratado Novo Smart, um acordo bilateral de desarmamento nuclear com os Estados Unidos.

O documento foi assinado em 2010 pelos presidentes Barack Obama e Dmitry Medvedev e representava o último tratado de controle de armas entre os dois países, limitando o número de ogivas nucleares que cada um possui.

A suspensão aconteceu depois de os Estados Unidos reclamarem que Putin não permitia que seus inspetores visitassem o arsenal russo, um direito garantido pelo tratado para garantir seu cumprimento. Em resposta, o governo russo defendeu que não era apropriado autorizar inspeções enquanto os países enfrentam tensões relacionadas à guerra na Ucrânia.

Autoridades russas afirmam que o país continuará prestando contas sobre seu arsenal, acabando apenas com as visitas, mas Putin já insinuou que tem planos de testes nucleares.

putin discurso - Sputnik/Sergei Savostyanov/Pool Reuters - Sputnik/Sergei Savostyanov/Pool Reuters
Vladimir Putin em discurso à nação, que aconteceu na Assembleia Federal em Moscou, na terça (21) Imagem: Sputnik/Sergei Savostyanov/Pool Reuters

Biden minimiza situação, mas fala em “grande erro” russo

Em resposta à suspensão do tratado, Joe Biden disse ontem à ABC News que não interpreta a decisão de Vladimir Putin como um sinal de que ele considera usar armas nucleares, apesar de considerá-la “não muito responsável”.

Questionado se a situação tornava o mundo menos seguro, Biden disse: “Eu acho que estamos menos seguros quando abandonamos acordos de controle de armas que são de muito interesse de ambas as partes e do mundo. Mas a ideia de que isso significa que eles estão pensando em usar armas nucleares, mísseis balísticos intercontinentais…não há evidência disso.”

Putin vai contra tom diplomático e fala em míssil ‘ultrapotente’

Indo contra o tom de Biden, o presidente russo afirmou em novo discurso, na manhã de hoje, que deseja colocar em serviço o modelo mais recente do Sarmat, um míssil intercontinental anunciado em 2022.

Ele já foi descrito por Putin como um míssil capaz de “burlar todos os sistemas antiaéreos” e que “fará aqueles que tentam ameaçar a Rússia refletirem duas vezes”.

O presidente afirmou que o Sarmat, chamado de Satã II pelos ocidentais, tem um alcance quase ilimitado, mas de acordo com o canal CNN, que citou fontes americanas que pediram anonimato, o teste mais recente dele fracassou ainda esta semana.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, se recusou a comentar a afirmação.

Retirada de embaixadores

Além dos Estados Unidos, a Rússia também entrou em conflitos recentes com outros membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte que apoiaram o financiamento das tropas ucranianas.

O embaixador da Estônia foi expulso de Moscou depois que seu país foi acusado de “russofobia”. O Ministério de Relações Exteriores russo afirmou em 23 de janeiro que as autoridades estonianas “destruíram de propósito” as relações com o Kremlin ao reduzir o tamanho da embaixada russa em Talinn, capital estoniana.

Membro da OTAN, a Estônia apoiou que a Alemanha cedesse tanques de guerra para a Ucrânia. Margus Laidre, funcionário diplomático que trabalhava em Moscou, foi informado que tinha até 7 de fevereiro para sair do país.

Ele foi o primeiro embaixador expulso pela Rússia após a invasão. Em resposta, a Estônia também expulsou o representante russo que estava em seu país, dando o mesmo prazo para sua saída.

Solidária, a Letônia também expulsou o embaixador russo em seu país, dando a ele até 27 de fevereiro para ir embora. Pioneira, a Lituânia já tinha feito o mesmo em abril do ano passado, depois que o governo ucraniano acusou as forças russas de matarem civis na cidade de Bucha. Seu embaixador na Rússia foi convocado a voltar pelo próprio governo, e não expulso.

A relação diplomática entre os países se mantém, mas com status “rebaixado”. Agora, os assuntos entre as nações são comandados por um chargé d’affaires — ou encarregado de negócios — que assume as responsabilidades diplomáticas na ausência de um embaixador.

A embaixadora dos Estados Unidos na Rússia, Lynne Tracy, permanece em Moscou. Ela foi convocada para uma reunião com o Ministério das Relações Exteriores na terça (21) para responder às reclamações russas sobre o envolvimento “agressivo” do governo Biden na guerra da Ucrânia, afirmando que o auxílio bélico ao país prova que os Estados Unidos são “falsos” ao dizer que não são parte do conflito.

Informações UOL


Imagem foi feita por piloto de caça norte-americano 

Imagem feita por piloto de caça norte-americano mostra o balão espião chinês sobre o território dos EUA - 03/02/2023 | Foto: Divulgação/Departamento de Defesa dos EUA

Na quarta-feira 22, o Pentágono divulgou uma foto aproximada do balão espião chinês que sobrevoou o país por dias, antes de ser abatido pelo governo norte-americano na Carolina do Norte. A imagem foi feita em 3 de fevereiro.

As autoridades suspeitam que o equipamento tenha feito registros importantes do território, como o de um dos três centros de comando do arsenal de mísseis balísticos intercontinentais do país, localizado no Estado de Montana.

Depois de revelada a origem do balão, os Estados Unidos intimaram a China. O Partido Comunista (PCC) alegou tratar-se de um objeto para fins meteorológicos que perdeu o rumo e acabou indo em direção aos EUA. A Casa Branca, contudo, não acreditou na versão do PCC e mandou derrubar o balão.

Partes dos detritos, incluindo sua carga útil, foram recuperados e estão sendo analisados, conforme informou a vice-secretária de imprensa do Pentágono, Sabrina Singh.

O balão espião chinês e sua trajetória

O Departamento de Estado dos EUA informou que o balão tinha diversas antenas em um arranjo que “provavelmente conseguia coletar e geo-localizar comunicações”. Os painéis solares da máquina eram grandes o suficiente para produzir energia para operar “vários sensores ativos de coleta de inteligência”.

Algumas características do balão foram reveladas:

A máquina iniciou sua viagem controlada em território norte-americano em 28 de janeiro. O balão foi rastreado sobre Montana no início de fevereiro, logo depois de viajar pelas Ilhas Aleutas e pelo Canadá.

Informações Revista Oeste


Casos teriam ocorrido principalmente na África, mas também no México, na Espanha, na América do Sul e nos Estados Unidos 

Três jornalistas do grupo fingiram ser possíveis clientes para coletar informações durante vários meses com os 'hackers'

Uma empresa clandestina de manipulação eleitoral nas redes sociais de Israel foi usada para influenciar dezenas de eleições em todo o mundo, principalmente na África, mas também em outros locais, como México, Espanha, América do Sul e Estados Unidos, revelou um grupo de jornalistas investigativos.

A empresa, sem existência legal, chamada de “Team Jorge” pelos jornalistas, seguindo o pseudônimo de um dos seus responsáveis, Tal Hanan, é composta de ex-membros dos serviços de segurança israelenses, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira, 15, pela organização francesa Forbidden Stories, que reúne jornalistas de 30 veículos, incluindo Le Monde, Der Spiegel e El Pais.

Três jornalistas do grupo fingiram ser possíveis clientes para coletar informações durante vários meses sobre o “Team Jorge”. A estrutura afirma ter “atuado em 33 campanhas eleitorais em nível presidencial”, disse a seus falsos clientes, segundo a rádio France, onde trabalha um dos repórteres infiltrados.

Das 33 campanhas para as eleições, relatou outro funcionário ouvido pelos jornalistas, “dois terços delas ocorreram na África anglófona e francófona, 27 foram bem-sucedidas”. No México, a empresa teria atuado em favor de Tomás Zerón, ex-funcionário do governo investigado pelo desaparecimento de 43 estudantes em 2014, afirma a organização.

Na Espanha, “Team Jorge” teria influenciado o referendo, não reconhecido pelo governo espanhol, organizado pelos separatistas catalães em 2014, ainda conforme as informações da rádio France.

Posteriormente, Tal Hanan foi procurado pelos jornalistas, mas negou qualquer irregularidade.

Informações Revista Oeste


Tremor completou uma semana, e, embora trabalhos de busca estejam mais lentos, sobreviventes ainda são encontrados.

Na Turquia, Fantástico vai a uma cidade que é parte das origens do Cristianismo

O número de vítimas fatais do violento terremoto de 6 de fevereiro na Turquia e Síria chegou a 35.225, de acordo com os dados oficiais atualizados nesta segunda-feira (13). 

O terremoto de 7,8 graus de magnitude provocou 31.643 mortes no sul da Turquia, informou a Autoridade de Gestão de Desastres e Emergências (AFAD). As autoridades sírias registram 3.581 óbitos na Síria

Também nesta segunda-feira, a Organização das Nações Unidas (ONU) disse que, a partir de agora, a tendência é que a busca por sobreviventes esteja chegando ao fim. Agora, disse a ONU, o foco deve se voltar a garantir abrigo e condições básicas aos sobreviventes e desabrigados. 

Ainda assim, nesta madrugada uma mulher foi resgatada após uma semana debaixo dos escombros

Fase mais lenta de resgate

Os esforços de resgate entraram em uma fase mais lenta, e as populações dos dois países têm discutido quem são os culpados pela falta de trabalhadores especializados nesse tipo de tarefa

Turquia prende empreiteiros de prédios destruídos no terremoto

Turquia prende empreiteiros de prédios destruídos no terremoto 

A Justiça da Turquia afirmou também que está iniciando processos judiciais contra 130 pessoas que, supostamente, participaram de incorporações de imóveis que foram construídos com má qualidade e de forma ilegal, sem observar as regras de engenharia que os tornariam mais resistentes a tremores de terra. 

A Turquia tem códigos de construção que atendem aos padrões atuais de engenharia sísmica, mas esses raramente são aplicados. Essa é uma das razões por que milhares de prédios caíram de lado ou desabaram sobre os residentes. 

O ministro da Justiça da Turquia, Bekir Bozdag, disse no domingo que 134 pessoas estão sendo investigadas por sua suposta responsabilidade na construção de edifícios que não resistiram aos terremotos, segundo a agência de notícias estatal turca Anadolu. 

Ele disse que três foram presos enquanto aguardam julgamento, sete pessoas foram detidas e outras sete foram impedidas de deixar o país. 

Bozdag prometeu punir qualquer um dos responsáveis, e os promotores começaram a coletar amostras de edifícios para provar os materiais usados nas construções. Os terremotos foram fortes, mas vítimas, especialistas e pessoas em toda a Turquia estão culpando a má construção por multiplicar a devastação.

Informações G1


Número já superou as mortes causadas pelo terremoto e o Tsunami de Fukushima

O sismo, de magnitude de 7,8, atingiu a Turquia e a Síria na segunda-feira 6 | Foto: Reprodução/Canva

Os terremotos que atingiram a Síria e a Turquia em 6 de fevereiro já causaram mais de 27.200 mortes e deixaram mais de 85 mil pessoas feridas, segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A agência de saúde das Nações Unidas solicitou US$ 42,8 milhões para atender às necessidades mais urgentes.

Segundo estimativas da OMS, na Turquia, mais de quatro mil prédios desabaram, sendo 15 hospitais com danos parciais ou totais. Na Síria, onde o sistema de saúde já estava enfraquecido pela guerra civil, pelo menos 20 unidades de saúde, incluindo quatro hospitais, no noroeste do país foram atingidos.

Segundo dados da Agência de Monitoramento de Desastres e Emergência da Turquia, o número de mortos no país chegou a 22.327. Na atualização mais recente de feridos, o ministro da Saúde turco, Fahrettin Koca, informou que 80.278 ficaram feridas por conta dos terremotos.

A Síria contabilizou pelo menos 4.922 mortes. O Ministério da Saúde informou 1.347 mortes, segundo a emissora norte-americana CNN. Outras 2.295 pessoas se feriram. As áreas controladas por rebeldes, no noroeste do país, registraram mais 2.167 mortes e mais de 2.950 feridos.

O número de vítimas já superou as mortes causadas pelo terremoto e o tsunami que atingiram a cidade japonesa de Fukushima, em 2011. Os desastres naturais também resultaram em um acidente nuclear na usina da região. Mais de 18 mil pessoas morreram.

Os terremotos na Turquia e na Síria também ultrapassaram as mortes registradas em 1999, quando tremores de 7,4 graus na escala Richter atingiram a região turca de Izmit, próxima à Grécia. Na época, cerca de 17 mil pessoas morreram. 
Informações Revista Oeste


Rato é flagrado roubando colar de diamantes de joalheria; VEJA VÍDEO

Um rato foi flagrado pegando um colar de diamantes do mostruário de uma joalheria na Índia, gerando curiosidade no motivo de a joia ter atraído o mamífero.

Nas imagens, o roedor desce de uma estrutura no teto na loja, avalia a distância entre o local onde está e a peça brilhante e cuidadosamente salta para concluir o furto.

O caso aconteceu em uma loja chamada Kisna, que é especializada nesse tipo de pedra preciosa.

https://twitter.com/RajeshHinganka2/status/1619374003113852930?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1619374003113852930%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=safari-reader%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2023%2F02%2Frato-e-flagrado-roubando-colar-de-diamantes-de-joalheria-veja-video%2F

A cena fez sucesso nas redes sociais, chamando atenção pela proximidade do Valentine’s Day, o Dia dos Namorados em muitos países, comemorado 14 de fevereiro. Houve também brincadeiras de que ele foi treinado para isso – o que não tem comprovação até o momento.

“O roubo deve ter sido para a ratinha dele”, comentou uma pessoa, no Twitter. “Se preparando para o Dia dos Namorados”, disse outra. “Ele parece treinado pra roubar”, teorizou um terceiro.

Informações TBN


Número de mortos após terremoto na Turquia e na Síria passa de 12 mil 

Tremor de magnitude 7,8 atingiu os países na madrugada de segunda-feira (6); mais de 100 abalos secundários também foram registrados

Pelo menos 12.049 pessoas morreram na Turquia e na Síria após o terremoto de magnitude 7,8 que atingiu a região na segunda-feira (6). O número de feridos nos dois países chega a 58.087.

O número de mortos subiu para 9.057 na Turquia, segundo o presidente turco, Tayyip Erdogan. Outras 52.979 pessoas estão feridas.

Na Síria, o número de mortos é de ao menos 2.992, incluindo 1.730 mortes em áreas controladas por rebeldes no noroeste, de acordo com os Capacetes Brancos, uma organização voluntária. E pelo menos 1.262 mortes em áreas controladas pelo governo da Síria, de acordo com a mídia estatal.

Os feridos no país ultrapassam 5.108.

Dias após o terremoto e apesar do frio na região, as equipes de resgate ainda buscam por sobreviventes nos escombros.

Cerca de 23 milhões podem ser afetados por terremoto na Síria e Turquia, diz OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que cerca de 23 milhões de pessoas podem ser afetadas pelo forte terremoto que atingiu a Síria e a Turquia na segunda-feira (6), deixando mais de 11.000 mortos.

“Os mapas gerais de eventos mostram que potencialmente 23 milhões de pessoas estão expostas, incluindo cerca de 5 milhões de populações vulneráveis, sendo mais de 350.000 idosos e 1,4 milhão de crianças”, disse o oficial sênior de emergências da OMS, Adelheid Marschang, à reunião do conselho-executivo da agência de saúde das Nações Unidas (ONU) em Genebra.

O chefe da OMS expressou sua preocupação com a situação, chamando-a de “corrida contra o tempo”.

Informações TBN


Condições climáticas nas regiões afetadas na Turquia dificultaram o acesso das equipes de resgate, segundo vice-presidente turco Fuat Oktay.

4 pontos sobre o terremoto na Turquia: onde aconteceu e quais as causas e consequências

4 pontos sobre o terremoto na Turquia: onde aconteceu e quais as causas e consequências 

A contagem oficial de mortos por conta do maior terremoto em 80 anos na Turquia e na Síria, na madrugada de segunda-feira (6), subiu nesta terça-feira (7) para pelo menos 7.794

Mais de 40 horas após o tremor, que durou um minuto e meio e abalou fortemente a região central da Turquia e o noroeste da Síria, milhares de pessoas ainda estão sendo resgatadas, e outras milhares seguem desaparecidas

O número total de mortos leva em conta as contagens dos dois países. Na tarde desta terça-feira, o número de mortos na Turquia aumentou para 5.894. Na Síria, o balanço de mortos é de mais de 1.900. Os dados foram compilados pelos governos dos países e por grupos de resgate. 

Até agora, sabe-se que: 

Terremoto na Turquia e na Síria

Tremor de magnitude 7,8 deixou mais de 5 mil mortos na Turquia e na Síria, na madrugada de 6 de fevereiro de 2023. No dia seguinte, milhares de pessoas ainda estavam desaparecidas.

Resgate de vítimas do terremoto em Iskenderun, na Turquia, na noite desta segunda-feira (6). — Foto: Umit Bektas/Reuters 

O inverno no Hemisfério Norte — que provoca temperaturas negativas na região — deve ser um dos grandes desafios nas buscas dos próximos dias. 

O vice-presidente turco disse também nesta terça-feira que as condições climáticas severas dificultaram os resgates e o envio de ajuda às regiões afetadas. Ele disse que apenas veículos de resgate e ajuda estão autorizados a entrar ou sair deHatay, Kahramanmaras e Adiyaman, três das províncias mais afetadas. 

As operações de resgate estão se concentrando nessas três províncias e em Malatya, acrescentou Oktay. 

‘Áreas silenciosas’ preocupam OMS

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, disse nesta terça-feira que está especialmente preocupado com áreas da Turquia e da Síria de onde nenhuma informação havia surgido após o terremoto

“Estamos especialmente preocupados com as áreas em que ainda não temos informações. O mapeamento de danos é uma maneira de entender onde precisamos focar nossa atenção”, disse Adhanom.

Mais de 45 países, além de organismos internacionais como a própria OMS, enviaram ajuda humanitária ou equipes de resgate para ajudar na busca por sobreviventes na Turquia e na Síria.

Informações G1


Atleta estava desaparecido desde que o primeiro, e maior, abalo sísmico aconteceu na Turquia.

O jogador ganês Christian Atsu - Foto de 2019 — Foto: Ozan Kose/AFP

O jogador ganês Christian Atsu – Foto de 2019 — Foto: Ozan Kose/AFP 

O jogador ganês Christian Atsu foi encontrado vivo após ter sido soterrado durante o terremoto que atingiu a Turquia nesta segunda-feira (6). A informação foi confirmada pelo vice-presidente do Hatayspor, clube no qual Atsu joga. 

O atleta foi dado como desaparecido na província de Hatay, na Turquia, após o abalo sísmico de magnitude 7,8 que derrubou milhares de edifícios e matou mais de 5.000 pessoas até a manhã desta terça-feira (7) na Turquia e na Síria. 

“Christian Atsu foi retirado ferido. Nosso diretor esportivo, Taner Savut, infelizmente ainda está sob os escombros”, disse o vice-presidente do clube, Mustafa Ozak, à uma rádio turca. 

Atsu jogou na Premier League pelo Newcastle United e Everton, emprestado pelo Chelsea, e ingressou no Hatayspor em setembro de 2022. A última vez que o jogador foi selecionado para atuar pela seleção de Gana foi em 2019. 

Ozat disse a outro veículo local que vários jogadores e dirigentes já foram resgatados dos escombros.

Informações G1

1 94 95 96 97 98 150