O regime de Kim Jong-un pune com a morte quem foge de seu país
O diplomata norte-coreano Ri Il Kyu entrou no Ministério das Relações Exteriores em 1999 | Foto: Reprodução/Twitter/X/@LiveupdatesUS
Ri Il Kyu, um diplomata norte-coreano de alto escalão, desertou com sua família para a Coreia do Sul em novembro do ano passado, informou a mídia sul-coreana, nesta terça-feira, 16. Esta é a deserção de mais alto nível desde 2016.
O próprio diplomata, que era conselheiro na Embaixada da Coreia do Norte em Cuba, confirmou a informação ao jornal sul-coreano Chosun Ilbo.
Funções de Ri Il Kyu na embaixada
Na embaixada, Ri Il Kyu tinha a tarefa de evitar que a Coreia do Sul e Cuba estabelecessem relações diplomáticas. No entanto, em fevereiro, os dois países formalizaram laços, conforme noticiou o Chosun Ilbo.
“Comprei passagens aéreas e liguei para minha mulher e filho para contar sobre minha decisão, seis horas antes da deserção”, afirmou Ri Il Kyu. “Não disse Coreia do Sul, mas disse: vamos morar no exterior.”
Desertores norte-coreanos enfrentam punições severas. O regime chega a exterminar quem não cumpre ordens. Nos últimos anos, o número de norte-coreanos que fugiram do regime de Kim Jong-un diminuiu em virtude das restrições nas fronteiras com a China.
Em 2023, ao menos 196 norte-coreanos chegaram a Seul, capital sul-coreana. Na década passada, foram 2,7 mil, conforme dados do governo sul-coreano.
Os detalhes das deserções muitas vezes demoram meses para emergir. Os que escolhem o país vizinho para viver passam por um curso de educação sobre a sociedade sul-coreana.
Diplomata norte-coreano já recebeu elogios de Kim Jong-un
Ri Il Kyu, que entrou no Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte em 1999, recebeu elogios do ditador Kim Jong-un por negociar a liberação de um navio norte-coreano apreendido no Panamá, em 2013.
Ele decidiu desertar depois de se desiludir com o regime e de ter seu pedido de tratamento médico no México negado no ano passado. Seus pais e sogros, que poderiam enfrentar represálias, já morreram.
A última deserção de alto nível foi a de Tae Yong-ho, ex-vice-embaixador no Reino Unido, em 2016.
“Espero que todos os ex-diplomatas norte-coreanos unam forças e trabalhem duro para que o movimento de unificação realize o sonho do povo norte-coreano de ter seus filhos vivendo livremente na Coreia do Sul”, disse Tae Yong-ho, no Facebook, nesta terça-feira. “Bem-vindo, Ccnselheiro Ri Il Kyu!”
O presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, prometeu, no último domingo, 14, mais apoio financeiro para desertores norte-coreanos. Além disso, disse que dará incentivos fiscais para empresas que os empregarem. Ele deu essa declaração durante a cerimônia inaugural do Dia dos Desertores Norte-Coreanos.
A Coreia do Norte fechou algumas embaixadas no ano passado para reorganizar sua capacidade diplomática. A Coreia do Sul acredita que isso é um sinal das dificuldades causadas pelas sanções.
Uma equipe de cientistas de renome, provenientes da Universidade de Derby, no Reino Unido, e da Universidade de Uppsala, na Suécia, fez uma descoberta surpreendente no Estreito de Davis, uma área geográfica situada entre o Canadá e a Groenlândia. Estes pesquisadores, através de um estudo complexo envolvendo dados sísmicos e de gravidade, identificaram um novo microcontinente, uma revelação que vem mexer com as teorias existentes sobre a tectónica da região.
O que levou à detecção deste fenômeno geológico foi o mapeamento preciso da espessura da crosta terrestre na área. Os dados indicam que a região possui uma crosta continental consideravelmente mais espessa do que as médias globais, variando de 19 a 24 quilômetros, um indicativo claro de características continentais.
O que é um Microcontinente?
Microcontinentes são segmentos de crosta continental que foram separados de maiores massas de terra. Eles são perfeitamente delineados e geralmente cercados por uma crosta oceânica mais fina. A descoberta no Estreito de Davis sugere que este bloco tectônico pode ter se desprendido do continente maior em algum momento durante a história geológica da Terra.
Qual o Significado Desta Descoberta para a Ciência?
Este achado não é apenas uma nota de rodapé no livro da ciência geológica, ele tem implicações profundas para a nossa compreensão de como as placas continentais se movimentam e se comportam. A equipe de pesquisa sugere que este processo de formação de bacias e expansão do leito oceânico no Mar de Labrador e na Baía de Baffin começou há aproximadamente 118 milhões de anos, com a separação dos continentes realizando-se há cerca de 61 milhões de anos.
Impacto deste Estudo no Entendimento das Placas Tectônicas
O estudo publicado na revista Gondwana Research é um marco importante para a geologia. Ele não só esclarece os processos por trás da formação desta região peculiar do planeta, mas também fornece dados valiosos que podem ajudar a prever e entender os movimentos tectônicos futuros e suas possíveis consequências para o ambiente e para a humanidade.
Embora o Estreito de Davis seja uma região bastante explorada e estudada, mistérios como este mostram que ainda há muito a aprender sobre o nosso planeta. A descoberta do microcontinente fornece uma nova janela para os eventos tectônicos de grande escala que moldaram a Terra como a conhecemos hoje.
A expectativa é que este novo conhecimento possa ser utilizado para melhorar os modelos geológicos existentes e, talvez mais significantemente, ajudar os cientistas a prever e mitigar os impactos de atividades tectônicas futuras. Com o progresso contínuo na tecnologia de mapeamento e investigação, continuaremos a descobrir mais sobre os segredos escondidos sob nossos pés.
Thomas Matthew Crooks, 20, foi identificado pelo FBI como o atirador Imagem: HANDOUT / AFP
Thomas Matthew Crooks, identificado pelo FBI como o atirador que tentou matar o ex-presidente Donald Trump, pediu para não trabalhar no último sábado (13), dia do atentado.
O que aconteceu
Crooks disse ao chefe que precisava da folga porque tinha “algo para fazer”. As informações foram divulgadas pelas autoridades policiais à CNN.
Jovem disse aos colegas que estaria de volta ao trabalho no domingo. Ele trabalhava como auxiliar em uma casa de repouso para idosos.
Administradora da casa de repouso enalteceu bom comportamento do jovem. “Estamos chocados e tristes ao saber de seu envolvimento, pois Thomas Matthew Crooks desempenhou seu trabalho sem problemas”, disse Marcie Grimm, administradora do local, em um comunicado.
A casa de repouso ainda disse que está “cooperando totalmente” com a polícia.Segundo Marcie Grimm, Crooks não tinha antecedentes criminais quando foi contratado.
Colega de trabalho disse que Crooks era “o cara mais doce”. “Ele era um rosto amigável no corredor”, afirmou o companheiro de trabalho e ex-colega de classe, que falou sob condição de anonimato à CNN. “Era sempre bom vê-lo (…) Ele era sempre aberto para conversas. Muito educado e um pouco quieto, mas tudo bem”, contou.
“Ele não era um radical.” O colega afirmou ainda que não reconhece a imagem construída acerca de Crooks após o ataque contra Trump. Segundo o colega, Crooks não expressava opiniões políticas no trabalho. “É difícil ver tudo o que está circulando na internet porque ele era realmente uma boa pessoa que fez algo muito ruim. E eu só esperava saber o porquê”, conclui.
O que se sabe sobre o atirador
Crooks era de Bethel Park, Pensilvânia, a cerca de 64 km do local do comício. O FBI e a polícia de Pittsburgh informaram que os disparos contra Donald Trump estão sendo tratados como “tentativa de assassinato” e não descartam a possibilidade de haver outras pessoas envolvidas no episódio.
O atirador estava registrado no Partido Republicano, o mesmo de Trump. Apesar do registro, Crooks doou US$ 15 (R$ 81) para um comitê progressista em 20 de janeiro de 2021. Foi nessa data que o presidente Joe Biden foi empossado. O “Progressive Turnout Project” é uma organização que se dedica a impulsionar candidaturas democratas. A iniciativa também investe financeiramente em organizações focadas em engajar jovens eleitores.
FBI diz que família do atirador também está “cooperando com as investigações federais”. A informação é da agência de notícias Associated Press.
Crooks usou um rifle AR-style 556. A arma foi comprada pelo pai dele, segundo autoridades do FBI. Os investigadores tentam entender como ele teve acesso ao rifle.
Agência federal suspeita que jovem tenha agido sozinho. Ainda não foi encontrado nenhum indicativo de que outra pessoa teria atuado no atentado.
FBI também diz que já recebeu mais de 2.000 pistas sobre atirador. Investigadores ainda buscam motivação do crime. Até o momento, não encontraram nenhuma postagem do jovem nas redes sociais com tom ameaçador.
Em uma operação repleta de tensão, a Força Aérea Bolivariana da Venezuela abateu uma aeronave que supostamente violou seu espaço aéreo no último domingo (14/7). A bordo do avião, identificado apenas por sua matrícula parcial brasileira, estava um piloto com passaporte mexicano, cujas ações levantaram suspeitas de operações ilegais.
O episódio desencadeou uma série de estratégias defensivas por parte dos militares venezuelanos, destacando o rigor com que o país trata a violação de seu espaço aéreo. Importante destacar que, segundo comunicados oficiais, todas as tentativas de comunicação com o piloto resultaram em fracasso, culminado no trágico desfecho.
⏯️ Venezuela abate avião com matrícula brasileira e piloto morre
Dentro do avião, um homem foi encontrado morto. Ele possuía passaporte mexicano e licença de voo norte-americana
A aeronave de pequeno porte foi primeiramente identificada pelos sistemas de radar venezuelanos, operando em altitude baixa e sem transmitir sinais convencionais de identificação. Essa ação contra a soberania nacional, como classificada pelos militares, acionou o rigoroso “Plano de Alerta Antecipada” na Venezuela.
Quais Foram as Circunstâncias da Intervenção Militar?
O Comando Estratégico Operacional da Força Aérea Bolivariana, sob a liderança do Comandante Domingo Hernández Laréz, relatou que, mesmo após várias tentativas de comunicação e comandos para que a aeronave pousasse, o piloto optou por ignorar as instruções. Em um ato de desespero, tentou fugir, realizando manobras evasivas, o que levou à sua interceptação rápida e eficaz pelos caças venezuelanos.
Entre os documentos do aviador morto durante a ação da Venezuela, foi encontrado um passaporte mexicano | Foto: Reprodução/Redes sociais
Possíveis Motivações por Trás da Violação de Espaço Aéreo pelo Avião
Após a interceptação, foi revelado que o aviador possuía um passaporte mexicano e uma licença de voo norte-americana. Junto a isso, a falta de comunicação e os documentos parcialmente ocultos levantam suspeitas de que o ato não foi apenas uma violação acidental de espaço aéreo, mas talvez uma operação relacionada ao narcotráfico. Essa hipótese fica ainda mais robusta dada a complexidade do cenário e o histórico de rotas utilizadas para tráficos na região.
A aeronave modelo Piper PA-34-200T, agora sob custódia das autoridades venezuelanas, desempenha um papel crucial nas investigações que se seguirão. Seu reabastecimento forçado e pouso emergencial demonstram que o piloto não tinha a intenção de entrar em espaço venezuelano, levantando questões sobre sua rota e destinos originais.
Repercussões do Incidente
Este evento ressalta a severidade com que a Venezuela encara violações de seu espaço aéreo. Além disso, ele provoca uma análise mais profunda sobre a segurança aérea na América do Sul e as consequências de operações ilegais que desafiam a soberania nacional. Enquanto isso, a investigação continua, com o intuito de decifrar completamente os motivos por trás dessa misteriosa e fatal jornada aérea.
O incidente desafiou a segurança aérea venezuelana.
A aeronave foi classificada como “alvo hostil”.
O piloto, falecido, carregava documentos que indicam possíveis atividades ilícitas.
Este evento serve como um lembrete sombrio das complexidades envolvidas na gestão do espaço aéreo nacional e das realidades do tráfico que parece se entrelaçar tristemente com operações aéreas clandestinas.
A missão utiliza tecnologia de ponta e homenageia as vítimas do naufrágio e do submarino Titan
O naufrágio do Titanic aconteceu em 1912 | Foto: Atlantic Productions/Magellan
Uma nova expedição ao Titanic, a primeira desde a tragédia do submarino da OceanGate, foi lançada, com o objetivo de criar o registro fotográfico mais detalhado já feito do naufrágio. A missão, que começou na última sexta-feira, 12, envolve uma equipe de especialistas em imagem, cientistas e historiadores.
Uma empresa norte-americana vai inspecionar o local onde o Titanic está por veículos subaquáticos operados remotamente. A companhia deve realizar um serviço memorial no mar, nos próximos dias, para homenagear os 1,5 mil passageiros e tripulantes do Titanic. O projeto também vai homenagear as vítimas do submarino Titan, que implodiu em junho de 2023.
De acordo com a emissora britânica BBC News, que entrevistou membros da expedição em Rhode Island, nos Estados Unidos, a equipe usa tecnologia de ponta para escanear cada parte do Titanic e obter novos insights sobre o naufrágio.
A RMS Titanic Inc, empresa norte-americana que possui os direitos exclusivos de resgate de itens do navio, organiza a expedição. A companhia já trouxe cerca de 5,5 mil objetos à superfície, mas a intenção desta visita é atualizar o reconhecimento do local com novas imagens e escaneamento.
Equipe deve comparar imagens do Titanic
A equipe planeja comparar os novos registros com imagens de 2010, para avaliar o impacto dos oceanos e de outras expedições. Eles também esperam descobrir novas áreas de deterioração e possíveis acessos desobstruídos ao interior do navio.
“A tecnologia está melhorando em um ritmo incrível, e somos capazes de fazer mais agora do que há dois anos”, informou a empresa.
A companhia utilizou dois veículos robóticos para capturar milhões de fotografias de alta resolução e criar um modelo 3D dos destroços, segundo a BBC. David Gallo, co-líder da expedição, afirmou que deseja “ver o naufrágio com uma clareza e precisão nunca antes alcançadas”. Evan Kovacs, responsável pelo programa de imagem, disse que seu sistema pode capturar o Titanic com “perfeição”.
A equipe pretende revisitar o estado de objetos já conhecidos, como as caldeiras, que se espalharam quando o navio quebrou. Eles também esperam localizar itens previamente avistados, como um candelabro e um segundo piano Steinway. A estrutura de madeira do piano pode ter se deteriorado, mas a placa de ferro fundido, que segurava as cordas, pode ainda estar lá.
Em entrevista após atentado, Trump elogiou os agentes do serviço secreto que mataram o atirador que tentou assassiná-lo no sábado (13/7)
Em entrevista concedida ao jornal New York Post, Donald Trump elogiou os agentes do serviço secreto que mataram o jovem atirador que tentou assassiná-lo durante um comício na Pensilvânia, nos Estados Unidos (EUA), na tarde do último sábado (13/7). “Eu deveria estar morto”, disse o ex-presidente.
Trump descreveu a experiência como “muito surreal” e comentou: “Você nunca sabe como vai reagir até que algo assim aconteça. Eu não deveria estar aqui, eu deveria estar morto”.
Segundo Trump, os agentes “atiraram nele entre os olhos” e fizeram um “trabalho fantástico”. O ex-presidente destacou que o ocorrido foi “surreal para todos nós”.
A entrevista ocorreu a bordo do avião que levava Trump para a convenção do Partido Republicano em Milwaukee, que começa nesta segunda-feira (15/7).
Trump explicou que o discurso que faria na convenção, onde deve ser oficialmente nomeado como candidato do Partido Republicano, foi modificado após o atentado. Originalmente, o foco da fala seria no sentido de criticar o presidente Joe Biden.
“Quero tentar unir nosso país, mas não sei se isso é possível. As pessoas estão muito divididas. Esta é uma chance de unir todo o país, até mesmo o mundo inteiro. O discurso será muito diferente do que seria dois dias atrás”, disse o republicano.
Quem é o homem que atirou em Trump?
O atirador foi identificado como Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, registrado como eleitor republicano, conforme os dados de eleitores da Pensilvânia. Os registros correspondem ao nome, à idade e ao endereço dele. Segundo o FBI, o rapaz agiu sozinho.
Segundo a imprensa norte-americana, Crooks residia no subúrbio de Bethel Park, em Pittsburgh, a cerca de 56 Km ao sul do comício de Trump, e se formou na Bethel Park High School, em 2022.
Atirador foi abatido
De acordo com o serviço secreto dos EUA, os tiros foram disparados de um telhado. Em um comunicado, o órgão informou que uma pessoa disparou várias vezes em direção ao palco a partir de uma “posição elevada”, fora do local do comício.
O atirador e um apoiador de Trump morreram no local, conforme divulgado pelas autoridades americanas.
Durante o atentado, Trump foi atingido de raspão na orelha direita, enquanto um apoiador perdeu a vida na plateia. O sniper foi abatido pelos agentes de segurança presentes.
Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, aparece em um episódio de Os Simpsons e sofre um atentado
Donald Trump sofreu uma tentativa de assassinato no último sábado (13/7), enquanto discursava na Pensilvânia, Estados Unidos. E essa cena já foi vista e você sabe aonde. Conhecido por “adivinhar” o futuro, o seriado Os Simpsons teve uma cena em que o ex-presidente dos EUA discursa e sofre um atentado.
Entretanto, no desenho animado, ele é morto e aparece deitado em um caixão, com os olhos fechados e com os braços cruzados sobre a barriga, enquanto um segurança está ao lado. Naquela ocasião, ele havia acabado de vencer as eleições de seu país, outra previsão acertada dos roteiristas. O episódio foi ao ar em 2000.
Trump é retirado às pressas sangrando de comício; atirador é morto
Donald Trump saiu às pressas e sangrando de um comício em Pensilvânia, nos Estados Unidos, após tiros serem disparados no local. Ainda não há informações precisas sobre o que de fato aconteceu, mas a imprensa diz que o ex-presidente está bem e que duas pessoas, incluindo o possível atirador, morreram. A polícia trata o caso como tentativa de assassinato.
Além do suspeito, um espectador teria morrido. As últimas informações são do The Washington Post. O promotor distrital do condado de Butler, Richard Goldinger, confirmou os dois óbitos e o estado de saúde de Trump ao periódico.
Vídeos que circulam nas redes mostram o ex-presidente discursando e sendo interrompido pelos disparos de arma de fogo. Ele se abaixa, é cercado por seguranças e aparece com marcas de sangue no rosto.
Antes de ser retirado, Trump ergue o punho para as câmeras e gesticula por sete segundos.
Veja vídeo do momento dos tiros:
URGENTE: Donald Trump deixa comício com a cabeça sangrando após barulho semelhante a disparos.
Candidato à Presidência dos EUA foi cercado pelo Serviço Secreto e saiu andando do local.
Circula no X, antigo Twitter, imagens de uma pessoa que teria sido alvejada no evento:
Trump está na disputa à Presidência dos Estados Unidos, que terá eleições em novembro. O rival Joe Biden tem trabalhado com a equipe, neste momento, para retirar anúncios da campanha que seriam veiculados hoje, em sinal de respeito.
Biden diz rezar por Trump
O atual presidente dos EUA também emitiu nota dizendo ter sido informado sobre o tiroteio no comício de Donald Trump, na Pensilvânia, e do estado de saúde de Trump.
“Estou grato em saber que ele está seguro e bem. Estou rezando por ele e sua família e por todos aqueles que estiveram presentes no comício, enquanto aguardamos mais informações. Jill e eu estamos gratos ao Serviço Secreto por tê-lo colocado em segurança. Não há lugar para esse tipo de violência na América. Devemos nos unir como uma nação para condená-lo”, escreveu Biden.
Mais tarde, o mandatário também disse tentar fazer contato com Trump.
Lula chama de atentado
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou o episódio como um atentado que “deve ser repudiado veementemente por todos os defensores da democracia e do diálogo na política”. “O que vimos hoje é inaceitável”, publicou.
Bolsonaro e Milei
Ex-presidente do Brasil e aliado ideologicamente de Trump, Jair Bolsonaro (PL) foi às redes sociais manifestar solidariedade. “Nossa solidariedade ao maior líder mundial do momento. Esperamos sua pronta recuperação. Nos veremos na posse.”
O argentino Javier Milei repostou um tweet opinando que “os globalistas estão desesperados para derrubar Trump”. “Eles não podiam colocá-lo na prisão. Agora eles tentaram matá-lo. Você não percebe o que está em jogo neste momento, enquanto a mídia trabalha para enganar as pessoas?”, repostou o presidente da Argentina.
Orelha Trump aparece com sangue enquanto ele é retirado às pressas do palco Imagem: Anna Moneymaker/Getty Images/AFP
O FBI e a polícia de Pittsburgh informaram que os disparos contra Donald Trump estão sendo tratados como “tentativa de assassinato” e não descartam a possibilidade de haver outras pessoas envolvidas no episódio.
“As investigações podem levar dias, semanas e até meses para fechar todas as pontas”” George Bivens, tenente-coronel do departamento de polícia local.
Como foi o atentado
O ex-presidente dos EUA Donald Trump ficou ferido na orelha após tiros serem disparados. Ele discursava em um comício neste sábado (13) em Butler, na Pensilvânia.
As autoridades dos Estados Unidos identificaram o autor dos disparos como Thomas Matthew Crooks, de 20 anos. Registrado como eleitor do Partido Republicano, segundo banco de dados de eleitores da Pensilvânia, ele foi morto por agentes do Serviço Secreto ainda no sábado (13), em Butler.
Duas pessoas morreram, sendo uma delas o atirador. A ação está sendo investigada como uma possível tentativa de assassinato. De acordo com Anthony Guglielmi, chefe de comunicações do Serviço Secreto, o atirador disparou vários tiros de uma “posição elevada” fora do comício. Ele foi “neutralizado” por agentes. Um participante do comício foi morto e outras duas pessoas estão gravemente feridas.
Em uma rede social, Trump disse que um tiro atravessou a parte superior da sua orelha. “Senti a bala rasgando a pele”, escreveu.
Trump discursava no momento do ataque. O ex-presidente falava ao microfone, quando é possível ouvir os tiros. Trump leva a mão à orelha e se abaixa. Em seguida, agentes do Serviço Secreto correm para protegê-lo no palanque.
Depois, Trump é erguido pelos agentes. Enquanto é retirado pelos seguranças, ergue o punho em direção à multidão. Imagens mostram a parte superior da orelha de Trump sangrando.
Porta-voz disse que o ex-presidente “está bem”. “O presidente Trump agradece às autoridades policiais e aos socorristas por sua ação rápida durante esse ato hediondo. Ele está bem e está sendo examinado em um centro médico local”, disse Steven Cheung. No final da noite, a agência de notícias Bloomberg informou que o ex-presidente havia recebido alta.
Atirador foi morto pelo Serviço Secreto. De acordo com Anthony Guglielmi, chefe de comunicações do órgão, o atirador disparou vários tiros de uma “posição elevada” fora do comício. Ele foi “neutralizado” por agentes do Serviço Secreto.
Trump é retirado do palco durante um comício em Butler, na Pensilvânia Imagem: Anna Moneymaker/Getty Images/AFP
Atirador estaria em cima de telhado. Segundo a CNN, duas fontes policiais disseram que o atirador estava em um telhado. O promotor do condado de Butler, Richard Goldinger, disse que seu principal detetive informou que o atirador estava em um prédio próximo ao local.
Biden presta solidariedade. Presidente e candidato à reeleição, Joe Biden se solidarizou com Trump. Ele escreveu no X que está “grato” por Trump estar bem. “Estou rezando por ele e sua família e por todos aqueles que estiveram presentes no comício, enquanto aguardamos mais informações.”
Serviço Secreto protege Trump durante comício Imagem: Anna Moneymaker/Getty Images/AFP
Filho de Trump diz que pai está de “ótimo humor”. O filho mais velho do ex-presidente, Donald Trump Jr., disse que falou com o pai por telefone e que ‘ele está de ótimo humor’. ‘Ele nunca vai parar de lutar para salvar a América, não importa o que a esquerda radical jogue contra ele,’ disse sobre seu pai em um comunicado.
O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro e outros aliados de Trump prestaram apoio ao candidato republicano. “Nossa solidariedade ao maior líder mundial do momento. Esperamos sua pronta recuperação. Nos veremos na posse”, disse Bolsonaro. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que ficou “chocado” com o incidente.
Presidente Lula classificou o episódio como “inaceitável”. “O atentado contra o ex-presidente Donald Trump deve ser repudiado veementemente por todos os defensores da democracia e do diálogo na política. O que vimos hoje é inaceitável”.
Ex-presidente dos EUA e candidato à Presidência foi vítima de tentativa de assassinato neste sábado, 13
Donald Trump foi aparentemente ferido na orelha de raspão | Foto: Reprodução/Twitter/X
O porta-voz de Donald Trump, Steven Cheung, disse que o ex-presidente “está bem”, depois de ter sofrido um atentado em um comício na Pensilvânia neste sábado, 13.
“O presidente Trump agradece às autoridades e aos socorristas pela sua ação rápida durante este ato hediondo. Ele está bem e está sendo examinado em um centro médico local. Mais detalhes virão”, disse Cheung, em comunicado.
O chefe de comunicações do Serviço Secreto dos Estados Unidos, Anthony Guglielmi, o ex-presidente está seguro.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump precisou ser retirado do palco durante um comício no Estado norte-americano da Pensilvânia, neste sábado, 13, depois de fortes barulhos de tiros.
O incidente ocorreu na cidade de Butler e contou com a rápida ação do Serviço… pic.twitter.com/nYYdau7lCb
“Um incidente ocorreu na noite de 13 de julho, num comício de Trump na Pensilvânia. O Serviço Secreto implementou medidas de proteção e o ex-presidente está seguro. Esta é agora uma investigação ativa do Serviço Secreto e mais informações serão divulgadas quando disponíveis”, explicou Guglielmi em comunicado.
Ele saiu com um ferimento na orelha e estava sangrando. Também gritou de volta para a multidão e ergueu o punho. Posteriormente, o ex-presidente foi levado para um veículo e retirado do local.
O ex-presidente americano levou a mão à orelha assim que os barulhos começaram e deixou o local com o que parece ser sangue no rosto (veja o vídeo acima). Segundo o seu porta-voz de campanha, ele está bem.
Após o incidente, o ex-presidente Jair Bolsonaro publicou: “Nossa solidariedade ao maior líder mundial do momento. Esperamos sua pronta recuperação. Nos veremos na posse.”
Já a Casa Branca emitiu um comunicado dizendo que o presidente Joe Biden foi informado sobre o incidente no comício de Trump, mas ele ainda não se pronunciou.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, postou que ele e a esposa ficaram “chocados com o aparente ataque ao presidente Trump” e que rezam “por sua segurança e rápida recuperação”.
O governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, disse nas redes sociais que “violência direcionada a qualquer partido político ou líder político é absolutamente inaceitável”.
O mesmo foi dito pelo senador americano Bernie Sanders, que escreveu: “Desejo a Donald Trump, e a qualquer outra pessoa que possa ter sido ferida, uma rápida recuperação”.
Luis Almagro, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), também se pronunciou sobre o caso: “Condenamos nos termos mais veementes o ataque de hoje ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump. A violência não tem absolutamente nenhum lugar nas eleições, na política ou nas nossas sociedades”.
No X, o bilionário Elon Musk afirmou que apoia Trump totalmente e que espera sua rápida recuperação.