Celulares já lançados continuarão à venda e clientes terão suporte, garante a companhia
Sede da LG Foto: Reprodução
A LG anunciou neste domingo (4) que está saindo do mercado de smartphones. O comunicado foi feito pela própria empresa em seu site, onde diz que a decisão foi tomada no intuito de permitir que a empresa “concentre recursos em áreas de crescimento, como componentes de veículos elétricos, dispositivos conectados, casas inteligentes, robótica, inteligência artificial e soluções business-to-business, bem como plataformas e serviços”.
De acordo com a empresa sul-coreana, os celulares já lançados continuarão à venda. Além disso, todos os seus clientes terão o suporte da empresa, caso precisem, “por um período que irá variar de acordo com a região”.
A companhia não citou nada sobre possíveis demissões, mas disse que “os detalhes relacionados ao emprego serão determinados a nível local”. Os planos são para que o fechamento da divisão seja concluído até o final de julho de 2021.
Já havia rumores sobre a possibilidade do encerramento do negócio de celulares da LG. A empresa chegou a afirmar anteriormente que esperava fazer com que sua divisão de smartphones se tornasse lucrativa em 2021.
Comunicado oficial da LG:
Desde o segundo semestre de 2015, o nosso negócio global de celulares tem sofrido uma perda operacional por 23 trimestres consecutivos, resultando em um acumulado de aproximadamente 4,1 bilhões de dólares (US) até o final de 2020.
Depois de avaliar todas as possibilidades para o futuro do nosso negócio de celulares, o Headquarter Global decidiu por fechar esta divisão a fim de fortalecer sua competitividade futura por meio de seleção e foco estratégico.
Como uma companhia que valoriza profundamente a contribuição de cada funcionário, cliente e parceiro LG, nós comunicaremos de forma aberta e transparente durante este processo, buscando uma abordagem justa e pragmática, enquanto atendemos as obrigações jurídicas.
É com tristeza que compartilhamos esta notícia com os nossos clientes e parceiros que, ao longo de todos estes anos, nos demonstraram confiança e nos deram apoio.
A LG Electronics do Brasil agradece vocês e irá se concentrar fortemente em seus negócios de modo a continuar a fornecer produtos e serviços inovadores que tornarão a vida melhor.
Os ingredientes das vacinas da Johnson & Johnson e da AstraZeneca foram misturados na fábrica da Emergent BioSolutions. O governo dos EUA determinou que a unidade será administrada pela Johnson e que fará um único produto.
Seringa é enchida com vacina da Johnson durante imunização em Louisville, no estado americano do Kentucky, nesta segunda-feira (15). — Foto: Jon Cherry / Getty Images via AFP
O governo dos Estados Unidos ordenou no sábado (3) que a Johnson & Johnson passe a gerenciar uma fábrica da empresa Emergent BioSolutions, que produzia vacinas da Covid-19 desenvolvida pela própria Johnson & Johnson, que foi obrigada a jogar fora um lote de 15 milhões de doses que não atendiam aos padrões de qualidade.
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A Emergent BioSolutions também foi proibida de produzir as vacinas da AstraZeneca, de acordo com uma reportagem do “New York Times”.
Os trabalhadores na fábrica da Emergent BioSolutions misturaram ingredientes das duas vacinas, há semanas, segundo o jornal.
As vacinas estragadas não chegaram a ser envasadas.
O governo deu a ordem justamente para que não haja mais misturas com ingredientes das duas vacinas.
A Johnson afirmou que assumirá responsabilidade plena pela fábrica e disse que vai entregar as 100 milhões de doses que o governo contratou até o fim de maio.
A vacina da AstraZeneca não foi aprovada nos EUA.
A AstraZeneca afirmou que vai procurar uma alternativa com o governo norte-americano para encontrar uma fábrica que possa produzir doses.
O governo criticou a empresa farmacêutica por usar dados antigos na apresentação de seus resultados. Depois disso, os estudos foram revistos.
Um médico que trabalha para um órgão do governo e deu entrevista à agência Reuters, mas que não quer ser identificado, afirmou que o país pode não precisar das vacinas da AstraZeneca, mesmo se elas forem aprovadas pelos EUA.
O governo do país acertou com o México e com o Canadá que vai enviar cerca de 4 milhões de doses de vacina da AstraZeneca produzidas nos EUA.
De acordo com as autoridades de saúde do Canadá, mais de 40 pessoas foram afetadas por uma doença cerebral misteriosa na província de New Brunswick, na região leste do país. As vítimas da condição neurológica potencialmente nova relatam mudanças de comportamento, dores inexplicáveis e alucinações.
Segundo a Dra. Jennifer Russell, diretora médica de saúde da província canadense, esta é “muito provavelmente uma nova doença”. Durante uma entrevista no dia 18 de março, as autoridades de saúde pública explicaram que há pelo menos 43 casos dessa condição neurológica misteriosa em investigação no local, sendo que 35 já foram confirmados e outros oito ainda são suspeitos.
Canadenses investigam nova doença neurológica que já afetou mais de 40 pessoas (Imagem: Reprodução/Bret Kavanaugh/Unsplash)
Quais os sintomas da doença descoberta no Canadá?
De acordo com os relatos médicos, as pessoas afetadas pela doença misteriosa apresentam uma série de sintomas neurológicos, como mudanças de comportamento, distúrbios do sono, dores inexplicáveis, alucinações, problemas de coordenação e dores musculares. Segundo a Dra. Russell, os sintomas apresentam algumas semelhanças com a doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD). Esta é uma doença cerebral rara e fatal causada por príons — partículas de proteínas que atuam como agentes infecciosos e que costumam ser neurodegenerativas.
Na medicina, pesquisadores sabem que algumas doenças causadas por príons podem ser contraídas ao consumir o tecido cerebral de um indivíduo ou animal infectado, por exemplo. Inclusive, alguns relatos apontam para casos incomuns de pessoas que contraíram a doença após comer tecido infectado.
No entanto, a CJD e outras doenças causadas por príons foram descartadas pelos primeiros testes de laboratório. Dessa forma, a ideia é que esta seja uma doença completamente nova ou uma variante desconhecida das doenças causadas por príons. Isso potencialmente significa que é uma nova variante da doença do príon ou talvez uma doença completamente nova.
“Ainda não conseguimos encontrar um agente causador, exceto que tudo o que analisamos até agora sugere que se trata de uma exposição ambiental de algum tipo que é adquirida através de alimentos, água, ar, atividades profissionais ou de lazer”, explica o neurologista Alier Marrero, membro de um hospital em Moncton e um dos responsáveis pela investigação. Nesse processo, estão em investigação substâncias encontradas em frutos do mar e uma neurotoxina produzida por algas marinhas.
Quem foi afetado pela doença neurológica até agora?
A misteriosa doença neurológica já afetou grupos de diferentes idades, incluindo jovens. Em comum, os casos estão concentrados geograficamente em dois pontos da província: na Península Acadiana, na porção nordeste da região; e na região de Moncton, no sudeste. A partir dessa centralização, os investigadores pensam que a causa da condição está relacionada a algum produto consumido localmente.
Até agora, nenhum outro caso foi encontrado fora da província, segundo especulam as autoridades locais. No entanto, suspeitas da doença já eram encontradas há anos na província, mas a informação não ganhava destaque. O primeiro caso dessa condição pode ter sido identificado ainda em 2015, só que os números aumentaram de forma considerável nos últimos anos. Em 2019, 11 supostos casos foram relatados e, em 2020, outros 24 relatos foram feitos sobre a nova condição neurológica. Agora, já são mais de 35, segundo as autoridades locais.
Mike Pompeo afirma ter evidências que comprovam que vírus da Covid teve origem em laboratório
Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA Foto: EFE/Andre Pain
Nesta terça-feira (30), o ex-chefe da diplomacia dos Estados Unidos Mike Pompeo utilizou as redes sociais para fazer denúncias quanto à posição da OMS e da China nos estudos sobre a origem da Covid-19.
Ele diz que o relatório dos especialistas sobre as origens da Covid-19 é “uma farsa” que dá continuidade à “campanha de desinformação” do Partido Comunista da China e da Organização Mundial da Saúde (OMS).
– O relatório da OMS é uma continuação simulada da campanha de desinformação do PCC (Partido Comunista da China). É por isso que recomendei que deixássemos a OMS. O Dr. Tedros colaborou com Xi para ocultar a transmissão de humano para humano em uma conjuntura CRÍTICA. WIV (Instituto de Virologia de Wuhan) continua sendo a fonte mais provável do vírus – e a OMS é cúmplice – escreveu.
Mike acusou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, de ser cúmplice de Xi Jinping e afirma ter evidências que comprovam que o Coronavírus poderia ter sido desenvolvido no Instituto de Virologia em Wuhan.Em relatório divulgado nesta terça-feira (30), a OMS sustenta que a possível origem da Covid-19 seja carnes congeladas de origem animal e descarta quase que totalmente a hipótese de vazamento de um laboratório.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recebeu do embaixador americano no Brasil, Todd Chapman, a informação de que os Estados Unidos só poderão fazer eventual doação de vacinas ao país a partir de maio deste ano.
De acordo com a CNN, em conversa com Queiroga na manhã desta terça-feira (30), o embaixador ponderou que há uma lei em vigor nos EUA que proíbe a exportação de vacinas neste momento, seja por doação, venda ou permuta. Chapman avisou, contudo, que o cenário será reavaliado pelos americanos em abril, quando os americanos devem decidir se liberam ou não a exportação a partir de maio.
Na conversa com Queiroga, o embaixador não citou especificamente qual vacina poderia ser doada ou permutada. Por outro lado, o governo brasileiro já manifestou desejo de o que país encaminhe um lote de 10 milhões de doses da vacina da AstraZeneca não usado pelos americanos.
Sobre as doses da Pfizer e da Janssen já contratadas pelo Brasil, Chapman disse ao ministro da Saúde que fica a cargo das empresas, que são americanas, decidirem sobre uma eventual antecipação do envio dos imunizantes aos brasileiros.
Alguns resultados, inclusive, ‘precisam’ ser entregues ainda este ano
Presidente dos EUA Joe Biden Foto: Stefani Reynolds/EFE
O governo dos EUA fez nesta segunda-feira (29) pressão pública sobre o Brasil e cobrou compromisso claro no combate ao desmatamento ilegal no país. Segundo um oficial do Departamento de Estado dos EUA, esta manifestação teria que acontecer “o mais rápido possível”.
Os EUA pedem que o Brasil zere a prática até 2030, com fiscalização e punições ambientais mais rígidas e resultados apresentados ainda neste ano.
– Queremos ver medidas tangíveis para aumentar a fiscalização contra o desmatamento ilegal. Um sinal político de que o desmatamento ilegal não será mais tolerado. Queremos ver uma queda real este ano, sem esperar cinco ou dez anos – disse o oficial.
Segundo o oficial norte-americano, os dois países têm mantido conversas e os americanos atuam para convencer o Brasil a adotar metas mais ambiciosas em relação à meta de zerar as suas emissões de carbono. Ao longo da conversa com jornalistas, o representante tentou amenizar o tom da cobrança ao dizer que o governo americano não está “impondo” parâmetros ao brasileiro.
– Nós não falamos que “esse é número para esse ano” (em relação aos índices desejados de redução do desmatamento), mas nós temos uma visão muito forte de que esse não é um programa no qual não se faz nada por uma década e, de repente, em 2030, faz tudo. Assim não vai funcionar – afirmou.
– Ao mesmo tempo, gostaríamos de ver alguma pressão em termos de como aqueles que estão desmatando são tratados, há certas penalidades que gostaríamos de ver aplicadas […] Não estamos dizendo como o Brasil precisa agir. Essa é, claro, uma decisão soberana, mas nos parece que há medidas que precisam ser tomadas – declarou.
Países como os Estados Unidos e integrantes do continente europeu têm intensificado suas conversas com o Brasil nos últimos meses por conta da proximidade com a Conferência do Clima das Nações Unidas que será realizada em novembro deste ano em Glasgow, no Reino Unido. A meta anunciada pelo governo por conta do Acordo de Paris é zerar suas emissões de carbono até 2060.
Pelo segundo ano consecutivo, o Papa Francisco celebrou a missa do Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa, em uma Basílica de São Pedro com número reduzido de fiéis devido às restrições do coronavírus.
A tradicional procissão com ramos de oliveira também foi cancelada para cumprir as normas sanitárias e Francisco abençoou os 100 fiéis que estavam presentes à distância, do altar.
Informações: Metro1
“Entramos na Semana Santa. Pela segunda vez vivemos no contexto da pandemia. No ano passado estávamos mais chocados, este ano estamos mais afetados. E a crise econômica está mais grave”, afirmou o Papa.
Nick Slatten tinha perdido comprovante, mas conseguiu achar e já planeja comprar casa
Nick e sua noiva pretendem comprar uma casa e fazer alguns investimentos Foto: Reprodução/Tennessee Lottery
No Tennessee, EUA, um homem conseguiu encontrar o bilhete de loteria que havia perdido. O comprovante do prêmio de 1 milhão de dólares (R$ 5 milhões) estava intacto, no chão de um estacionamento.
Nick Slatten, que mora na cidade de Sparta, descobriu no último dia 11 que acertou todos os números da loteria estadual Tennessee Cash. Ele tinha comprado o bilhete na véspera do sorteio, após sair do trabalho. As informações são da AFP.
– Fiquei atordoado. Não conseguia acreditar – disse ele.
Porém, por um momento a alegria deu lugar ao pânico, quando Nick percebeu que o bilhete não estava mais com ele. Nick voltou aos locais onde tinha ido e respirou aliviado ao ver que o papel estava no estacionamento de uma loja de autopeças.
– É um bilhete de um milhão, e alguém pisou em cima dele – falou.
Com o prêmio, Slatten e sua noiva planejam comprar uma casa e fazer reparos em seus carros. Eles pretendem continuar em seus empregos, mas “sem muitas preocupações” financeiras, visto que farão alguns investimentos.
O ataque marcou o segundo tiroteio em massa nos Estados Unidos no intervalo de apenas uma semana
Atirador matou dez pessoas em um supermercado no estado do Colorado Foto: EFE/EPA/Boulder Police Department
Um homem abriu fogo contra clientes de um supermercado em Boulder, Colorado, na segunda-feira (22) deixando ao menos dez mortos – entre eles, o policial Eric Talley, de 51 anos, o primeiro a chegar ao local – e vários outros feridos. Um suspeito está sob custódia, mas ainda não há informações sobre a motivação do crime.
Dezenas de veículos policiais ocuparam as ruas ao redor da loja, enquanto os agentes tentavam deter o atirador, que ficou ferido durante a ação. Vídeos exibiram o homem, algemado e com uma perna ensanguentada, mancando enquanto caminhava.
Testemunhas descreveram uma cena caótica, com clientes correndo para as saídas depois que os tiros foram disparados. Uma pessoa disse o jornal The Denver Post que o atirador não falou nada – “ele apenas entrou e começou a atirar”. Imagens gravadas por uma testemunha mostraram pelo menos duas pessoas feridas e móveis no chão do lado de fora do mercado.
As autoridades do Departamento de Polícia de Boulder não confirmaram quantos agressores estavam envolvidos ou quantas pessoas ficaram feridas. Pouco depois das 17h (20h, horário de Brasília), a corporação informou que estava respondendo a outro chamado envolvendo um “indivíduo armado e perigoso”.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, foi informado ainda na noite de segunda-feira sobre o tiroteio e receberá atualizações sobre novos desdobramentos, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki. Em comunicado, o governador do Colorado, Jared Polis, lamentou a ocasião, e afirmou que “todos os recursos públicos estão disponíveis” para estabelecer a segurança.
– Meu coração está partido enquanto assistimos a este evento indescritível se desdobrar em nossa comunidade de Boulder – afirmou.
O ataque marcou o segundo tiroteio em massa nos Estados Unidos em uma semana. No último dia 16, oito pessoas foram baleadas e mortas – incluindo seis mulheres asiáticas – em episódios registrados em três locais diferentes – uma casa de massagem e dois spas – em dois condados do Estado americano da Geórgia. Um suspeito, identificado como Robert Long, de 21 anos, foi detido.
O republicano está atualmente restrito no Twitter, Facebook e Instagram
Donald Trump terá plataforma própria na web Foto: Zach Gibson/EFE
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump deverá retornar às redes sociais com uma plataforma própria entre os próximos dois e três meses.
O anúncio foi feito pelo seu conselheiro de campanha Jason Miller, que, em entrevista à Fox News, afirmou que “isto irá redefinir o jogo, todos irão olhar para o que vai acontecer”. Segundo o conselheiro, a plataforma será “grande e terá dezenas de milhões de pessoas”.
Trump segue restrito em plataformas como Twitter, Facebook e Instagram. Miller afirmou que os comunicados do republicano seguem impactantes, “talvez pelo tom mais presidencial”.
De acordo com o conselheiro, há mais de uma empresa interessada em realizar os planos de Trump, mas não especificou quais seriam, ou mais detalhes.