Geralmente em uma caixa de papelão ou amarrados por uma corda. É assim que os profissionais do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) encontram os animais abandonados na porta da instituição. Muitas vezes saudáveis. Somente no ano passado, o órgão atendeu 361 ocorrências de animais abandonados e casos de maus-tratos.
A médica veterinária e coordenadora do CCZ, Mirza Cordeiro, enfatiza que o local é destinado para a saúde dos pets e controle de doenças zoonóticas.“O CCZ não abriga animais”, alerta.
Ações educativas têm sido realizadas nas escolas e nos eventos do CCZ que visam conscientizar a população sobre a guarda responsável e a não abandonar o pet. “Os donos devem se comprometer em cuidar, vacinar, castrar e alimentar”, orienta Mirza Cordeiro.
Maus-tratos e abandono são classificados como crime de acordo com a Lei 9.605/98, artigo 32, que prevê pena de três meses a um ano de detenção. Recentemente a pena para violência contra cães e gatos aumentou de 2 a 5 anos de prisão. Nos casos de violência até a morte, a pena é aumentada de um sexto a um terço.
ADOÇÃO DE ANIMAIS
Os cães e gatos abandonados estão disponíveis para adoção. Os animais são saudáveis e estão vacinados, castrados, vermifugados e com os devidos exames diagnósticos já feitos.
Para adotar o interessado deve ter idade maior que 18 anos e comparecer ao CCZ com documento de identidade e comprovante de residência. O órgão funciona de segunda a sexta-feira.
Feira de Santana apresentou uma redução de 59,2% dos casos da Covid. Entre os dias 25 e 31 de dezembro foram registrados 81 exames positivos, contra 33 nos primeiros sete dias de janeiro.A redução vem após um registro de 3.842 casos da doença durante dezembro. Neste mês, foram detectados pacientes com sequenciamento genético das subvariantes da Ômicron – BQ.1, BQ1.1, BQ1.22 e BA.5.3.7.De acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Carlita Correia, o registro destas subvariantes influenciaram no aumento de casos.“O processo de contaminação destas subvariantes acontece mais rápido em comparação às outras, o que resultou no aumento de casos. A equipe fez o monitoramento dos pacientes infectados e todos evoluíram sem gravidade ou necessidade de internamento”, explicou a coordenadora.
LOCAIS DE TESTAGEM
O exame disponibilizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs) é o teste rápido de antígeno – feito por meio de amostra nasal e apresenta o resultado em menos de 20 minutos – realizado por ordem de chegada de segunda a sexta-feira.
Na UPA e policlínicas municipais são realizados o RT-PCR e o teste rápido de antígeno. O serviço é ofertado gratuitamente todos os dias, das 7h às 19h.
O critério para fazer o exame é ter ao menos um sintoma gripal ou se teve contato com pessoas que testaram positivo, mas está assintomático. Para fazê-lo, é necessário levar documento de identidade e cartão SUS.
Apesar de alguns transtornos que o aumento das chuvas provocam para a zona urbana de Feira de Santana, na zona rural as grandes chuvas que caem nas propriedades são recebidas com muita comemoração, principalmente, após períodos de estiagem.Com o aumento das chuvas de verão no início do ano muitos agricultores estão preparando o terreno para novos plantios na esperança de boas colheitas em 2023.
Adriana Lima de Jesus, secretária de formação do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar de Feira de Santana, relatou que as chuvas de verão abrem espaço para o cultivo de sementes favoráveis às chuvas de verão.
“Geralmente o mês de janeiro não costuma ser chuvosos, mas este ano, da forma como o ano iniciou nós já temos uma boa expectativa. Conforme a tradição quando os três primeiros dias do ano se iniciam com chuva é sinal de que o ano vai ser favorável principalmente para a questão da agricultura familiar, então diante disso estamos com uma grande esperança e expectativa. E daqui os dias já estaremos limpando o solo para a a preparação da plantação”, contou.
O período de chuvas de verão é ideal para o plantio do feijão-de-corda, do Mangalô, do Andu e da mandioca.
“Todos esses cultivos se favorecem com a chuvas de verão”, relatou.
Frutas
De acordo com Adriana, as chuvas favorecem o cultivo da acerola.
“Quase em todas as comunidades as acerolas estão se perdendo com a quantidade de chuva. A safra de caju foi perdida, não existe no nosso município. A manga ela está sendo razoável, mas quase que não estamos tendo muita safra de manga, a seriguela que também está vindo aí, o que dá a condição de termos frutos com mais qualidade sendo favorável ao crescimento do fruto no momento certo. Cada fruta tem um período e essas são favoráveis para a época”, explicou a secretária.
Nem todos os produtores tem como fazer a medição da quantidade de chuva.
“Os produtores medem mais na questão do olhar. O início do mês foi de muita chuva no nosso município tanto na zona rural quanto na zona urbana, o que eu considero muito bom para o homem do campo”, informou.
De acordo com o sindicato, existe a previsão de que pode chover por mais alguns dias.
“Nem tudo às vezes dá certo, mas a nossa expectativa é que aconteça e que venha a favorecer o homem do campo, porque é de lá que ele tira o seu sustento”, observou.
Contribuições da Chuva
Conforme destacou Adriana, a chuva é o milagre da terra.
“Sem chuva não há condição de produção. Então, quando a gente ver a chuva é momento da gente se alegrar e colocar as nossas energias na terra para que a produção aconteça e a alimentação possa chegar até as nossas mesas com fartura”, pontuou.
Prejuízos
Adriana observou que as pessoas que não possuem moradia digna sofrem com as chuvas.
“As pessoas que não tem moradia adequada sofrem com as consequências das chuvas. Quando exagerada, determinados produtos ficam ‘bêbados’. Mas neste período não temos nenhuma cultura que traga essa consequência”, afirmou.
Papel do Sindicato
Segundo Adriana contou ao Acorda Cidade, o papel do sindicato é lutar, reivindicar e representar o homem do campo.
“Temos o papel de aumentar a nossas expectativa em relação a produção de alimentos, então diante disso estamos com esse incentivo e com o pensamento positivo que este ano vamos plantar e colher com dignidade”, destacou.
De acordo com o último censo, aproximadamente, o município possui cerca de 40 mil agricultores que sobrevivem da agricultura familiar.
“Desde que me entendo como gente eu sou trabalhadora rural. Nasci no campo, saí por um período na zona urbana por uma necessidade”, informou a moradora do distrito de Matinha, Terezinha de Jesus, 54 anos.
Uma das culturas específicas para a época, segundo Terezinha, é o milho, o feijão, a mandioca e frutas diversas.
“No período de estiagem tem umas culturas específicas como o feijão-de-corda”, lembrou.
Os produtos cultivados, conforme Teresinha, são para consumo próprio e para a comercialização.
“A gente consome uma parte e o restante a gente vende para comprar outros produtos que a gente costuma não produzir na zona rural. E as frutas, como temos uma fábrica de polpas de fruta no nosso município, conseguimos colocá-las na fábrica para a produção de polpas, como frutas de caju, tamarindo, manga, acerola”, elencou.
A agricultora relatou que muitos agricultores nesse período estão plantando milho e feijão-de-corda.
“Eu não comecei ainda, porque como o meu terreno é pouco, eu estou aguardando para plantar o feijão de outro cultivo”, explicou.
Teresinha tem esperança que a chuva permaneça nos próximos dias.
“A gente iniciou um ano com um período bom de chuva e a esperança é que a chuva permaneça e que a gente consiga fazer uma boa plantação nesse ano”, desejou a agricultora.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
Os comerciantes da Rua Barão do Rio Branco, em Feira de Santana, estão assustados com a frequência de arrombamentos e furtos que seus comércios estão vivenciando nos últimos meses.
Nesta segunda-feira (9), a comerciante Andreia Trabuco relatou ao Acorda Cidade que sua loja foi arrombada duas vezes no ano passado e mais uma vez nesta semana.
“A gente não tem uma noção sobre o horário em que os arrombamentos acontecem, mas a gente imagina que seja durante a madrugada, porque inclusive percebemos que eles acenderam alguns materiais aqui e a gente acredita que seja para gerar uma claridade maior na loja, para eles conseguirem pegar algo a mais”, descreveu.
Foto: Arquivo Pessoal (Reprodução)
Andreia trabalha com o conserto de impressoras e observou que algumas ferramentas de trabalho foram roubadas.
“Eles levaram algumas ferramentas novas que tinham sido compradas. E isso dificulta bastante, porque são ferramentas do dia a dia. Além de ser um prejuízo acaba atrasando o nosso serviço”, lamentou.
A comerciante contou ao Acorda Cidade que a sua loja não é a única que está sofrendo com os arrombamentos e a falta de segurança.
“A gente tem um grupo com os comerciantes daqui da rua, porque a gente paga um serviço de segurança privada, e nesse grupo a gente sempre tá conversando sobre os atos que acontecem por aqui. Recentemente teve uma loja de celulares que novamente sofreu com uma tentativa de arrombamento e outras lojas aqui que a gente não pode citar o nome, mas já teve outras vítimas como nós aqui também”, informou a comerciante.
Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade.
Os funcionários da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Queimadinha, em Feira de Santana, restringiram os atendimentos na manhã desta terça-feira (10), devido à falta de pagamento.De acordo com um funcionário que atua na área de serviços gerais, além do pagamento referente ao mês de dezembro estar atrasado, as férias estão vencidas há seis meses.
“A situação aqui é que todos os funcionários estão com as férias vencidas. Tem funcionários aqui sem receber há pelo menos dois meses, e a empresa não passa nenhuma informação, mas continuamos trabalhando aqui. As minhas férias, por exemplo, estão vencidas há seis meses, e a versão da empresa é que não tem dinheiro para pagar”, relatou.
Outra funcionária da UPA, que atua na área da recepção, informou à reportagem do Acorda Cidade que os pacientes estão sendo atendidos e após a triagem é verificado o grau de prioridade.
“Eu trabalho aqui desde quando esta unidade foi inaugurada, mas a situação está igual para todo mundo. Os funcionários estão sem receber, férias vencidas, e a gente fica aqui sem saber o que fazer. Os pacientes quando chegam aqui, são atendidos, passam pela triagem, e só depois é verificado o grau de prioridade para o atendimento, ainda mais agora com a outra UPA da Mangabeira fechada, então as pessoas estão se deslocando para cá”, contou.
A empresa que administra a UPA é a Insaúde.
Em entrevista ao Programa Acorda Cidade, na manhã desta terça-feira (10), o prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, informou que irá verificar o que está motivando os atrasos dos salários.
“Esta empresa está totalmente em dias, e pelo que estou vendo, a reclamação é com relação aos salários que realmente deveria ter sido feito até o 5º dia útil, isso é uma obrigação. Todos os recursos foram pagos em dias, agora vamos verificar o que está acontecendo com a empresa, que vem inclusive mantendo um nível de regularidade razoável, mas de qualquer forma, não é possível ter estes atrasos”, informou.
Ainda segundo o gestor municipal, a prefeitura obriga que a empresa faça o pagamento.
“Existe o contrato que obriga a empresa a fazer o pagamento, e só depois a prefeitura faz o ressarcimento deste pagamento. Então até um determinado dia do mês, a empresa nos apresenta uma nota, a prefeitura tem um prazo de 10 dias para verificar se essa nota efetivamente é real, se foi aplicada, e assim, faz o ressarcimento”, explicou.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
Cumprindo determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) desmontou acampamentos de bolsonaristas antidemocráticos. A ação simultânea foi realizada nas cidades de Salvador, Alagoinhas e Feira de Santana, na tarde desta segunda-feira (9).
Coordenada pelo Comando de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar, guarnições do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Choque, do Batalhão Especializado em Policiamento de Eventos (Bepe), do Águia e da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) foram até o bairro da Mouraria e iniciaram o processo de negociação. Seis toldos, cadeiras, banheiros químicos e isopores, que davam suporte aos radicais de extrema direita, foram removidos.
Equipes de negociação do Bope dialogam com os radicais para evitar aglomeração na porta do Quartel General da 6ª Região.
Foto: Paulo José/ Acorda Cidade | A frente do 35º BI em Feira de Santana já foi desocupado
O vereador Ivamberg Lima (PT) deu entrada no Ministério Público (MP) na tarde desta segunda-feira (9), em uma ação contra o município de Feira de Santana por permitir o fechamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Mangabeira.Em entrevista ao Acorda Cidade, o vereador afirmou que esteve na unidade de Saúde e não constatou nenhuma irregularidade que a Secretaria Municipal de Saúde alegou.
“Quando soubemos da nota que a secretaria colocou nos meios de comunicação dizendo que a UPA seria fechada, porque estava com baixo atendimento e com problemas na rede elétrica, eu fui pessoalmente constatar o que estava acontecendo. Ao chegar lá, verifiquei que não tinha danos nenhum na parte física, todas as luzes estavam acesas, inclusive a questão do oxigênio, dei a volta no entorno da unidade e quando entrei, tinham três funcionários na recepção sem atender ninguém. Questionei o motivo e eles disseram que a UPA não estava atendendo nenhum paciente e quem chegasse ali iriam encaminhar para outra unidade de Saúde”, afirmou.
De acordo com o vereador, a unidade é responsável por atender os moradores dos bairros da Mangabeira, Conceição e Santo Antônio dos Prazeres, que juntos, somam em torno de 46 mil pacientes.
“A secretaria informou que o fechamento foi devido ao baixo número de procura por parte dos pacientes, isso seria uma piada, mas nós sabemos e constatamos a grande fila de pessoas em portas de unidades, procurando atendimento. Aquela UPA é de urgência e emergência que atende aos bairros da Mangabeira, Conceição e Santo Antônio dos Prazeres, são três bairros populosos daqui de Feira que chegam a ter cerca de 46 mil moradores e todas estas pessoas não serão mais atendidas? Por isso estou aqui no dia de hoje com uma representação junto ao Ministério Público, para que o MP possa acionar a prefeitura e ela dizer o real motivo do fechamento, porque se for questão de reforma, eu não vejo necessidade de suspender total atendimento, queremos que abra imediatamente para que os serviços voltem a funcionar”, destacou.
Ainda segundo Ivamberg Lima, o problema pode está sendo causado por falta de gestão, já que a suplementação foi aprovada no intuito dos funcionários receberem os salários.
“Eles alegaram também que os atendimentos estavam sendo suspensos, porque os funcionários já estavam parando com as atividades, porém aquela UPA é administrada pela IGI [Instituto de Gestão Integrada], mas pelo visto não está sabendo gerir ou não está pagando corretamente aos funcionários. Vimos que há poucos dias, a Câmara aprovou a ordem de suplementação, e foram milhões, a gente sabe que falta de dinheiro, não é? Inclusive, a última vez que conversei com estes profissionais, eles informaram que ainda não tinham recebido o pagamento do mês de novembro, isso não é cabível”, concluiu.
Prefeitura comunica ao Ministério Público fechamento temporário da UPA da Mangabeira
Por meio da Secretaria Municipal de Comunicação, a prefeitura de Feira informou que comunicou ao MP sobre o fechamento. Confira informação na íntegra:
Por meio da Secretaria Municipal de Comunicação, a prefeitura de Feira informou que comunicou ao MP sobre o fechamento. Confira informação na íntegra:
A Secretaria Municipal de Saúde encaminhou para o Ministério Público Estadual um comunicado sobre o fechamento temporário da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do bairro Mangabeira. No documento a SMS esclarece os motivos da decisão e ressalta que a demanda de pacientes está sendo distribuída para outras unidades.
A decisão quanto ao fechamento temporário foi motivada por uma série de fatores, tais como: necessidade de revitalização da unidade, queda da procura por atendimentos pela população e restrição de atendimentos dos médicos da referida unidade. A SMS também informa ao MP que houve um problema no quadro de energia impossibilitando a operação do gerador. A situação interrompeu o funcionamento de equipamentos usados em pacientes, inclusive, dos que estavam aguardando regulação.
A Secretaria de Saúde também relata ao MP que em consequência da baixa procura por atendimento havia na unidade apenas dois pacientes aguardando por regulação. Eles já foram transferidos para o Hospital Geral Clériston Andrade e UPA da Queimadinha. Novas informações serão encaminhadas ao Ministério Público após avaliações técnicas que estão sendo feitas na unidade.
Na manhã desta segunda-feira (09), a unidade recebeu visitas técnicas da secretária de Saúde, Cristiane Campos; da chefe da Vigilância Sanitária, Maria Cristina Rosa; e do superintendente de Operações e Manutenção da Prefeitura, João Vianey. Reparos na rede elétrica estavam sendo realizados por técnicos da empresa IGI.
A secretária de Saúde, Cristiane Campos, observa que a UPA da Queimadinha e as oito policlínicas municipais tem condições de atender satisfatoriamente a demanda oriunda da UPA da Mangabeira. Ela acrescenta que a lotação nas demais unidades é uma consequência da morosidade do sistema de regulação do estado.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade
Todos os estabelecimentos de ensino da rede privada de Feira de Santana estarão recebendo, a partir desta segunda-feira (9), a notificação da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-FSA) acerca da lista de material escolar. A recomendação do órgão junto as escolas particulares visa assegurar os direitos dos consumidores e o cumprimento da legislação federal. O Procon está solicitando informações das unidades de ensino sobre todos os procedimentos relativos a volta as aulas. A lista de material escolar é o aspecto que mais preocupa do órgão.
“Deixamos sempre claro que material que é de uso coletivo não pode ser exigido do consumidor, visto que estes custos já devem estar inclusos no cálculo das mensalidades“, explica do superintendente do Procon de Feira de Santana, Maurício Carvalho.
A lista de itens proibidos e permitidos, elaborada pelo Procon/FSA, está disponível para conhecimento dos consumidores. A relação foi elaborada com base na Lei Federal 9.870/99, e em conformidade com o Procon Bahia. Além da proibição de exigência de material de uso coletivo, o superintendente também observa que as escolas não devem exigir marcas ou indicar fornecedores na lista de material escolar.
“Exceto no que se refere a livros e apostilas. Também é vedada a inclusão de itens sem vínculo direto com as atividades pedagógicas desenvolvidas no processo de aprendizagem”, acrescenta.
Maurício explica ainda que assim que as escolas forem notificadas elas terão cinco dias para fornecerem as informações. “Nós estaremos checando e havendo alguma discordância, alguma situação que venha a ferir o direito do consumidor, o Procon estará agindo. Lavrando, se necessário, os autos de constatação para que os estabelecimentos sejam punidos se estiverem em desacordo com o que estabelece a legislação”, pontua.
O superintendente ressalta também que os consumidores que se sentirem lesados devem formalizar denúncia ao órgão de forma online ou presencialmente. “Pode ser feito através do aplicativo Procon Feira de Santana ou presencialmente na rua Castro Alves, sede do órgão, ou no Shopping Cidade das Compras, onde temos uma unidade avançada de atendimento”, completa.
As informações são da Secretaria de Comunicação Social
Foi preso na última sexta-feira (6), na cidade de Santa Luzia, na Paraíba, o acusado de matar o professor José Eduardo Menezes Castro de Jesus, 42 anos, a golpes de pá, no bairro Jardim Cruzeiro em Feira de Santana, no dia 27 de outubro de 2021.
O professor foi dado como desaparecido até o corpo ser encontrado enterrado nos fundos de uma padaria em construção na Rua Andaraí, no mesmo bairro, no dia 29 de outubro.
A prisão
Segundo o delegado Rodolfo Faro, titular da Delegacia de Homicídios, o acusado estava foragido e foi preso por policiais militares da Paraíba, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva.
“Ele já vinha sendo procurado pela Delegacia de Homicídios de Feira de Santana desde o cometimento deste delito como autor, segundo as investigações. Com o apoio da Polícia Militar do estado da Paraíba, após investigações realizadas pela Delegacia de Homicídio, foram realizadas diversas diligências que culminaram com a prisão deste indivíduo. Foi um crime bárbaro que chamou a atenção da sociedade de Feira pela crueldade. As investigações foram rápidas, chegamos de imediato à elucidação deste crime, representamos pela prisão preventiva, tendo em vista que o autor fugiu da cidade logo após o delito, e trabalhamos ao longo do ano no intuito de localizá-lo”, informou o delegado ao Acorda Cidade.
Rodolfo Faro informou que o investigado será recambiado para o Conjunto Penal de Feira de Santana nos próximos dias. De acordo com o delegado, inicialmente ele fugiu para uma cidade do interior da Bahia e posteriormente as investigações apontaram que ele teria se mudado para o estado da Paraíba, sua cidade natal.
Com informações do repórter Aldo Matos do Acorda Cidade
Após o assassinato de três detentos do Conjunto Penal de Feira de Santana (VEJA), entre a noite de sábado (7) e a madrugada de domingo (8), 25 presos foram transferidos da unidade feirense para o Presídio de segurança máxima, em Serrinha.
Segundo o diretor do Presídio de Feira, José Freitas, a mudança foi realizada após o registro de grupos rivais na unidade do pavilhão 8, que resultou na morte dos três detentos, que eram integrantes de uma facção criminosa.
As vítimas foram identificadas como Júlio César da Silva Rocha, de 31 anos; Everson Avelino de Jesus, de 23; e Marcos Antônio Vitória Nunes, de 32. De acordo com o boletim policial, Júlio César e Antônio tiveram suas cabeças decapitadas.
“Os autores dos crimes utilizaram cordão de nylon para matar os detentos; já o terceiro foi asfixiado”, disse Freitas, em entrevista ao repórter Denivaldo Costa, no programa Subaé Notícias. Ele também ressaltou que o banho de sol foi suspenso durante o domingo, após os assassinatos que ocorreram entre sexta e sábado em Feira de Santana.
O coordenador da Polícia Civil de Feira de Santana, delegado Roberto Leal, informou que todos os detentos negam participação nos crimes. Ainda de acordo com o delegado, “as mortes fora do Presídio, desde o dia 5 deste ano, acabaram refletindo diretamente nos assassinatos dentro da unidade prisional”.
(Com informações e foto do repórter Denivaldo Costa, Blog Central de Polícia).