Vai começar a disputa pela taça da Copa do Mundo do Qatar! Imagem: FIFA/FIFA via Getty Images
Será que o hexa vem? Ou o Brasil completará 20 anos sem um título mundial? A Copa do Mundo do Qatar está cada vez mais perto e, junto com a chegada dela, não podemos deixar de dar aqueles clássicos palpites sobre quem vai levar a taça para casa, não é?
O UOL Esporte convocou seus colunistas, e 18 deles fizeram as suas apostas para as seguintes categorias: campeão, vice-campeão e zebra, sendo que a resposta para este último é livre, valendo tanto para alguma seleção que surpreenda como para alguma que decepcione.
E, no que depender dos nossos colunistas, o hexa vem! Foram oito votos para a seleção brasileira, com a Argentina aparecendo em seguida, com cinco. Outros dois times também foram citados: França, com quatro votos, e Inglaterra, com um.
O pontapé inicial da Copa do Mundo acontece no próximo dia 20, domingo, com o duelo entre Qatar x Equador, às 13h (de Brasília). Já a estreia da seleção de Tite está marcada para o dia 24, contra a Sérvia, às 16h.
Veja o resultado do ‘bolão’ e os palpites dos colunistas:
CAMPEÃO
Brasil (8 votos) Argentina (5 votos) França (4 votos) Inglaterra (1 voto)
VICE
Argentina (6 votos) França (4 votos) Inglaterra (3 votos) Espanha (2 votos) Brasil (1 voto) Portugal (1 voto) Bélgica (1 voto)
Imagem: Lucas Figueiredo/CBF
ALICIA KLEIN Campeão: Brasil Vice: Argentina Zebra: Sérvia
AMARA MOIRA Campeão: Argentina Vice: Portugal Zebra: Brasil fora nas oitavas (perdendo pra Gana nos pênaltis)
ANDRÉ ROCHA Campeão: Argentina Vice: Espanha Zebra: Brasil fora na primeira fase
ANDREI KAMPFF Campeão: Brasil Vice: Argentina Zebra: Dinamarca
BRUNO ANDRADE Campeão: Brasil Vice: França Zebra: Equador
DANILO LAVIERI Campeão: Brasil Vice: Bélgica Zebra: Dinamarca
JULIO GOMES Campeão: Brasil Vice: Espanha Zebra: França não chega nem nas quartas
MARCEL RIZZO Campeão: Inglaterra Vice: Argentina Zebra: Qatar
MENON Campeão: Argentina Vice: França Zebra: Uruguai
MILLY LACOMBE Campeão: Argentina Vice: Inglaterra Zebra: Sérvia
MILTON NEVES Campeão: França Vice: Argentina Zebra: Dinamarca
PERRONE Campeão: França Vice: Brasil Zebra: Dinamarca
RAFAEL REIS Campeão: Argentina Vice: Inglaterra Zebra: Dinamarca
RENATO MAURÍCIO PRADO Campeão: França Vice: Argentina Zebra: Polônia
RODOLFO RODRIGUES Campeão: Brasil Vice: Inglaterra Zebra: Sérvia
RODRIGO COUTINHO Campeão: Brasil Vice: França Zebra: Sérvia
RODRIGO MATTOS Campeão: Brasil Vice: França Zebra: Sérvia
VITOR GUEDES Campeão: França Vice: Argentina Zebra: Dinamarca
O campeão Palmeiras vai levar uma premiação de cerca de R$ 45 milhões, a mais alta já paga na história da competição — o Atlético-MG recebeu R$ 40 milhões em 2021. O segundo colocado, o Internacional, receberá em torno de R$ 42,7 milhões.
O dinheiro vai sendo reduzido gradativamente conforme a posição na tabela de classificação ao final da última rodada da Série A. No G-4, por exemplo, o terceiro colocaria deve faturar R$ 40,5 milhões, enquanto o quarto pode colocar no caixa aproximadamente R$ 38,2 milhões.
Na parte de baixo da tabela, só há premiação até o 16º lugar, que receberá algo em torno de R$ 15 milhões. Os quatro rebaixados para a Série B não recebem nada.
Veja uma estimativa de quanto cada clube deve receber:
Ele largou na ‘pole position’ depois de vencer a corrida sprint de sábado (12)
Foto: Reprodução/ Youtube
O piloto britânico George Russell, da Mercedes, venceu neste o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 neste domingo (13) à frente de seu companheiro de equipe e compatriota, Lewis Hamilton, e do espanhol Carlos Sainz, da Ferrari.
Russell largou na ‘pole position’ depois de vencer a corrida sprint de sábado (12), manteve a liderança de ponta a ponta para conseguir a primeira vitória de sua carreira na F1.
A corrida deste domingo foi marcada por uma acidente na primeira volta envolvendo o australiano Daniel Ricciardo (McLaren) e o dinamarquês Kevin Magnussen (Haas), que obrigou a entrada do ‘safety car’ na pista.
Paquetá faz trabalho físico na seleção brasileira Imagem: Lucas Figueiredo/CBF
A realização da Copa do Mundo no meio da temporada traz uma rotina diferente para a semana de preparação da seleção brasileira, na comparação com Mundiais anteriores.
O torcedor mais atento deve ter se acostumado com as cenas de jogadores na esteira, cheio de eletrodos, conectados a aparelhos modernos, que fornecem índices minuciosos sobre os corpos de quem pratica esporte de alto rendimento. Neste ano, a ciência segue como aliada. A comissão técnica quer os jogadores “fresh” — termo em inglês que remete ao frescor —, mas o tempo e a condição física dos convocados demandam uma abordagem diferente.
São 10 dias entre a apresentação de amanhã (14) para os treinos em Turim, na Itália, e a estreia no Qatar, diante da Sérvia. Antes de chegar a Doha, o Brasil usará o CT da Juventus como base.
Além disso, a realização da Copa do Mundo entre novembro e dezembro faz com que o Mundial seja uma extensão do ritmo de competição dos clubes. Quem atua na Europa, está no meio da temporada. Os brasileiros, por sua vez, precisam lidar com o ônus de um ano inteiro de trabalho. Na seleção brasileira, a maioria (23 dos 26) se encaixa no primeiro cenário.
De todo modo, os primeiros dias em Turim servirão como “detox”, numa tentativa dos preparadores físicos e fisiologistas da seleção de deixar os jogadores à disposição de Tite em condições similares, independentemente de onde tenham vindo.
Nos primeiros dias, a estratégia é reduzir a carga de trabalho para que na quarta-feira Tite consiga dar um treino mais robusto no campo.
“Não existe grupo homogêneo, as pessoas são diferentes. Mas quero deixá-los fresh, limpos, a partir de quarta-feira. Com certeza quarta-feira todos no campo”, disse o preparador físico Fábio Mahseredjian.
Há dois jogadores que reservam um cuidado maior da comissão técnica, porque vieram de lesões recentes e ainda não têm tantos minutos em campo desde então: o meia Lucas Paquetá e o atacante Richarlison.
O primeiro voltou a atuar no domingo passado, após período afastado por lesão no ombro. O segundo participou de cerca de meia hora da derrota do Tottenham para o Nottingham Forest, na quarta-feira.
“Talvez o Richarlison chegue e faça mais um exame só para controle, para a gente ajustar treino com a comissão técnica. Não vale a pena refazer os exames todos porque eles já estão no meio da temporada. Geralmente, a gente faz isso antes da Copa porque é um reinício de 15 dias de treinamento. Agora, vamos mais para orientar a preparação física com alguns testes de força. A prioridade, acredito, é técnico/tático”, explica Guilherme Passos, fisiologista da seleção, ao UOL Esporte.
A seleção programou um treino por dia no CT da Juventus até sexta-feira. No sábado, a delegação viaja para o Qatar e deve chegar no hotel por volta de 23h30 do horário local (17h30, de Brasília). A estreia contra a Sérvia, dia 24, será às 16h (de Brasília), no estádio Lusail.
Mas o trabalho de quem supervisiona a parte física da seleção não se restringe ao período que antecede a Copa. Como a duração do Mundial no Qatar será dois dias menor, o intervalo entre jogos também será reduzido. O segundo jogo do Brasil, contra a Suíça, já acontece no dia 28. Haverá um foco significativo na recuperação dos atletas, momento em que os fisioterapeutas e massagistas entrarão em ação para manter todo mundo “fresh” pelo maior tempo possível.
Narrador deve ficar no hospital por pelo menos três dias
Galvão Bueno Foto: Reprodução / TV Globo
O narrador Galvão Bueno, da TV Globo, deve passar ao menos três dias internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após testar positivo para Covid-19. Em um vídeo publicado neste sábado (12) nas redes sociais, Galvão destacou que a ida para o hospital foi uma forma de precaução.
– Para quem torce por mim, uma ótima notícia! O doutor Davi Lewi achou que seria bom ficar aqui no Einstein por três dias para ser monitorado e fazer muita fisioterapia – declarou.
O narrador disse que não está tomando qualquer remédio contra a doença, mas ressaltou que faz exercícios duas vezes por dia para que consiga se recuperar a tempo de narrar a Copa do Mundo, que começa no próximo dia 20 de novembro no Catar.
Esta é pelo menos a segunda vez que Galvão testa positivo para a Covid-19. O narrador já havia testado positivo para a doença em janeiro deste ano, mas não teve grandes complicações. Na época, ele disse que estava bem por estar “devidamente vacinado, com todas as doses”.
George Russell, da Mercedes, durante a qualificação de sprint no Autódromo de Interlagos Imagem: EVARISTO SA / AFP
O britânico George Russell, da Mercedes, venceu a corrida sprint e largará na primeira posição do GP de São Paulo, amanhã, em Interlagos. Lewis Hamilton completará a primeira fila e a dobradinha da Mercedes na ponta do grid de largada, que acontecerá às 15h (de Brasília).
Russell venceu a agitada corrida sprint, que é um teste classificatório e mais curto para a corrida do domingo, e o ferrarista Carlo Sainz chegou em segundo. Mas o espanhol foi punido por trocar de motor, perdeu cinco posições e terá que largar em sétimo. Vantagem também para o atual campeão Max Verstappen, que acabou em quarto na corrida curta, mas subiu para a terceira posição do grid.
Veja como largam os pilotos no GP de São Paulo:
1 George Russell (Mercedes) 2 Lewis Hamilton (Mercedes) 3 Max Verstappen (Red Bull Racing) 4 Sergio Pérez (Red Bull Racing) 5 Charles Leclerc (Ferrari) 6 Lando Norris (Mclaren) 7 Carlos Sainz (Ferrari) / Chegou em 2º, mas foi punido por troca de motor 8 Kevin Magnussen (Haas) 9 Sebastian Vettel (Aston Martin) 10 Pierre Gasly (Alphatauri) 11 Daniel Ricciardo (Mclaren) 12 Mick Schumacher (Haas) 13 Guanyu Zhou (Alfa Romeo) 14 Valtteri Bottas (Alfa Romeo) 15 Fernando Alonso (Alpine) 16 Yuki Tsunoda (Alphatauri) 17 Lance Stroll (Aston Martin) 18 Esteban Ocon (Alpine) 19 Nicholas Latifi (Williams) 20 Alexander Albon (Williams)
Sprint quase toda de pneus macios
Max Verstappen (Red Bull) e Nicholas Latifi (Williams) foram os únicos que escolheram largar com pneus médios. Todos os outros pilotos começaram a sprint, uma corrida curta sem pit stops, de pneus macios.
Verstappen mostrou logo nas primeiras voltas, mais uma vez, por que é o campeão antecipado da temporada. Mesmo com pneus médios, mais lentos, segurou firmemente a tentativa de ultrapassagem de George Russell, que tentou por fora e por dentro. Mas o holandês não conseguiu segurar por muito tempo a velocidade dos pneus macios que o perseguiam.
Na 12ª volta, Russell chegou perto de Verstappen de novo. A insistência foi tanta que na 15ª volta, na saída da curva do sol, o britânico enquadrou, botou de lado e fez o holandês comer poeira. Neste momento, o delírio em Interlagos foi completo — provando que a torcida da Mercedes segue fortíssima no país.
Sainz vai bem, mas é punido
Ao fim da prova, o campeão da temporada foi ultrapassado por Sainz e por Hamilton. A punição ao espanhol já era esperada: o ferrarista trocou o motor de combustão interna de seu carro e, agora, iniciará o GP ao lado de Magnussen. O dinamarquês, que largou na pole da sprint após surpreender no treino de ontem, terminou a corrida em sétimo.
O “brasileiro” Hamilton
O britânico recebeu nesta semana o título de cidadão honorário brasileiro, e pareceu pilotando em casa. Largou em oitavo e na sexta volta já estava na quarta posição. Quando Hamilton ultrapassou Verstappen, além de empolgar grande parte das arquibancadas de Interlagos, provocou êxtase na Mercedes. Assim que o hexacampeão superou o atual bi, foi possível ouvir gritos e aplausos dentro dos boxes da equipe alemã.
Clima tenso na Alpine
As F1 de Fernando Alonso e Esteban Ocon se tocaram na largada. O espanhol não gostou da atitude do colega e, pelo rádio, reagiu com ironia: “Perdi a asa dianteira graças ao nosso amigo”.
Pouco depois, o espanhol afirmou de novo que Ocon o prejudicou: “Bom trabalho dele”. O toque provocado por Ocon e a resposta de Alonso escancaram o clima pouco amistoso entre os pilotos da Alpine.
Stroll em exagero
A ultrapassagem de Lance Stroll sobre Sebastian Vettel foi considerada perigosa. O canadense da Aston Martin jogou o companheiro de time para fora da pista. A experiência de Vettel evitou um acidente grave. Logo depois, o alemão recuperou sua 11ª posição.
Stroll foi punido com dez segundos. Irritado com a decisão da FIA, o canadense caminhou rapidamente pelo paddock conversando apenas com um funcionário da Aston Martin.
Magnussen foi, de longe, o piloto que mais gerou empolgação nos torcedores antes da sprint. “É, Magnussen!”, bradavam os espectadores nas arquibancadas de Interlagos assim que as luzes vermelhas se apagaram.
Os gritos, no entanto, duraram pouco: Verstappen, ainda no começo da prova, ultrapassou o piloto da Haas e pôs fim à sensação do fim de semana.
Foi uma surpresa a pole de Kevin Magnussen para a sprint. Na sexta, o dinamarquês registrou a melhor volta (1m11s674) do primeiro treino livre, o que lhe garantiu o privilégio de largar em primeiro hoje. O bom resultado conquistado na chuva não se sustentou na pista seca. Magnussen acabou perdendo seis posições.
A uma semana do início da Copa do Mundo 2022, o narrador global Galvão Bueno está internado após ter contraído a Covid-19. Galvão deu entrada, na noite de sexta-feira (11), no hospital Albert Einstein, em São Paulo.
A internação se deu para agilizar a recuperação. Nas redes sociais, o locutor compartilhou um vídeo fazendo exercícios terapêuticos e tranquilizou os fãs. “Pra quem torce por mim, uma ótima notícia: O Dr. Davi Lewi achou que seria bom ficar aqui no Einstein por três dias para ser monitorado e fazer muita fisioterapia”, escreveu.
Por conta do teste positivo de Covid, a TV Globo suspendeu o programa Bem, Amigos, previsto para ser exibido na próxima segunda-feira (14). A atração é uma homenagem a Galvão antes de sua última Copa do Mundo.
Gabigol e Neymar durante treino da seleção brasileira na Neo Química Arena após suspensão de jogo contra a Argentina Imagem: Lucas Figueiredo/CBF
Principal nome da seleção brasileira, o atacante Neymar comentou sobre a não convocação de Gabigol, do Flamengo, para a Copa do Mundo. Em entrevista ao canal “3 na Área”, o jogador do Paris Saint-Germain esclareceu que nada teve a ver com o fato do camisa 9 rubro-negro não ser lembrado por Tite.
“Esses dias, após a convocação, saiu que eu não convoquei (para a Copa do Mundo) o Gabigol. Milhares de sites falaram sobre isso. Seria ao contrário. Eu seria o primeiro a falar para ele (Tite) convocar o Gabigol”, disse Neymar.
Segundo o portal “Em Off”, Neymar teria pedido a Tite que não chamasse Gabriel Barbosa para o Mundial do Qatar. O motivo? O relacionamento do jogador do Flamengo com Rafaella Santos, irmã do camisa 10 do PSG e da seleção.
Gabigol e Rafaella tiveram alguns relacionamentos, com idas e vindas, mas hoje não estão mais juntos. Ainda de acordo com o portal, Neymar “tem ressentimentos” do atleta rubro-negro e considera o ex-cunhado “um moleque”.
Ainda no podcast, Neymar declarou que tem ótima relação com Gabi e afirmou que torce pelo jogador. O camisa 10 citou ainda que conversou com o jogador do Fla, após o título da equipe na Libertadores, no fim de outubro, e parabenizou o atacante.
“Eu sou amigo pessoal dele. Torço por ele, gosto dele como jogador. Para mim, ele é um craque. Depois que eles (Flamengo) ganharam a Libertadores eu falei com ele por vídeo. São coisas que inventam sem sentido, é triste”, desabafou Neymar.
“Eu não respondi ninguém, estou falando disso pela primeira vez e porque foi engraçado”, frisou.
Com Neymar, mas sem Gabigol, a seleção brasileira se apresenta em Turim a partir de domingo (13) para a reta final de preparação para a Copa do Mundo. Na Itália, os jogadores canarinhos ficam até o dia 19, quando viajam para Doha. No Qatar, o Brasil segue a preparação para a estreia no Mundial, contra a Sérvia, no dia 24.
Gabriel Jesus terá de defender a liderança do Inglês antes de ir para o Qatar Imagem: Getty Images
Para até 18 dos 26 jogadores convocados por Tite para defender a seleção brasileira na Copa do Mundo, o último fim de semana antes da viagem para o Qatar-2022 será de muito trabalho e doses cavalares de preocupação.
Com exceção do lateral direito Daniel Alves (Pumas), do meia-atacante Raphinha (Barcelona) e do trio do Real Madrid formado por Éder Militão, Rodrygo e Vinícius Júnior, todos os outros jogadores que correrão atrás do hexa no Oriente Médio atuam por clubes que irão a campo mais uma vez até domingo.
Ou seja, eles estarão sujeitos à competitividade normal de uma partida do futebol e aos riscos de lesão inerentes à prática.
Em tese, nada muito fora da rotina normal de trabalho de um atleta. A diferença é que qualquer novo problema físico neste momento significa uma possibilidade enorme de corte da seleção e de adeus à oportunidade de disputar a Copa.
E poucos são os clubes que poderão se dar ao luxo de poupar seus convocáveis nesta última rodada pré-Mundial.
O Palmeiras, já campeão brasileiro, vai dar descanso ao goleiro Weverton contra o Internacional. O Flamengo, que também não tem muito mais a fazer frente o Avaí, na despedida da Série A, fará o mesmo com Everton Ribeiro e Pedro.
Já as outras equipes, que estão no meio da temporada na Europa e ainda correndo atrás de pontos que serão importantes lá na frente, não podem fazer muita coisa para proteger seus convocados… até porque eles são muitos.
O Arsenal, de Gabriel Jesus e Gabriel Martinelli, por exemplo, precisa da força máxima contra o Wolverhampton para defender a liderança do Campeonato Inglês. O Manchester City, que está na sua cola, também não irá abdicar de Ederson frente o Brentford.
Outro exemplo: Alex Sandro, Bremer e Danilo, da Juventus, jogam no domingo contra a Lazio, em confronto direito pela terceira posição do Italiano.
De todos os clubes do Velho Continente que cederão jogadores à seleção, somente o Sevilla tem uma possibilidade bem concreta de poupar seu convocável (Alex Telles), já que enfrenta o Velarde, da sexta divisão espanhola, pela primeira rodada da Copa do Rei. A equipe andaluz, no entanto, ainda não se pronunciou sobre o tema.
Em busca do fim de um jejum de 20 anos sem conquistar o torneio de futebol mais importante do planeta, o Brasil estreia contra a Sérvia, em 24 de novembro, no estádio Iconic, em Lusail. Depois, ainda enfrenta Suíça (dia 28) e Camarões (2 de dezembro) dentro do Grupo G.
Caso avance para a reta final do torneio, a seleção número um da história terá como adversário nas oitavas de final algum time oriundo do Grupo H, que reúne Portugal, Gana, Uruguai e Coreia do Sul.
A Copa do Mundo do Qatar-2022 será a primeira disputada no Oriente Médio e contará com a participação de sete das oito seleções que já levantaram a taça. Pela segunda edição consecutiva, a tetracampeã Itália não conseguiu a classificação e será baixa.
O torneio será disputado fora do seu período habitual por causa do calor que faz no país-sede no meio do ano, o auge do verão no Hemisfério Norte. Por isso, começará no próximo dia 20 e tem a final marcada para 18 de dezembro.
Essa será a última edição da competição da Fifa com o formato que vem sendo utilizado desde a França-1998. A partir do Mundial seguinte, organizada por Estados Unidos, Canadá e México, serão 48 participantes na disputa pelo título.
O último fim de semana pré-Copa dos convocados
Alisson (Liverpool): Southampton, amanhã, Campeonato Inglês Ederson (Manchester City): Brentford, amanhã, Campeonato Inglês Weverton (Palmeiras): Internacional, domingo, Campeonato Brasileiro Danilo (Juventus): Lazio, domingo, Campeonato Italiano Daniel Alves (Pumas): livre Alex Sandro (Juventus): Lazio, domingo, Campeonato Italiano Alex Telles (Sevilla): Velarde, domingo, Copa do Rei Marquinhos (PSG): Auxerre, domingo, Campeonato Francês Thiago Silva (Chelsea): Newcastle, amanhã, Campeonato Inglês Éder Militão (Real Madrid): livre Bremer (Juventus): Lazio, domingo, Campeonato Italiano Casemiro (Manchester United): Fulham, domingo, Campeonato Inglês Lucas Paquetá (West Ham): Leicester, amanhã, Campeonato Inglês Fred (Manchester United): Fulham, domingo, Campeonato Inglês Fabinho (Liverpool): Southampton, amanhã, Campeonato Inglês Bruno Guimarães (Newcastle): Chelsea, amanhã, Campeonato Inglês Éverton Ribeiro (Flamengo): Avaí, amanhã, Campeonato Brasileiro Richarlison (Tottenham): Leeds United, amanhã, Campeonato Inglês Neymar (PSG): Auxerre, domingo, Campeonato Francês Raphinha (Barcelona): livre Antony (Manchester United): Fulham, domingo, Campeonato Inglês Gabriel Jesus (Arsenal): Wolverhampton, amanhã, Campeonato Inglês Rodrygo (Real Madrid): livre Vinícius Júnior (Real Madrid): livre Gabriel Martinelli (Arsenal): Wolverhampton, amanhã, Campeonato Inglês Pedro (Flamengo): Avaí, amanhã, Campeonato Brasileiro
A seleção brasileira estreia no dia 24 de novembro contra a Sérvia
Quando faltam apenas 10 dias para o início da Copa do Mundo, Pelé afirmou que confia demais na conquista do título mundial pelo Brasil. O Rei do Futebol, que completou 82 anos no final de outubro, usou seus perfis nas redes sociais para expressar, nesta quinta-feira (10), a esperança de que a equipe de Tite saia vitoriosa no Catar.
“São apenas mais dez dias até a Copa do Mundo e eu mal posso esperar para ver nossa seleção entrar em campo. Podem até achar que estou confiante demais, mas sinto que veremos o Brasil vitorioso novamente”, afirmou Edson Arantes do Nascimento.
Nas postagens, Pelé também recordou que fez parte da equipe que conquistou a primeira Copa para o Brasil, em 1958 na Suécia (o Rei do Futebol também fez parte das vitoriosas campanhas de 1962 e 1970): “Na última vez que eu usei a camisa da seleção brasileira nós inauguramos as três estrelas sobre o escudo, agora já temos cinco. Mal posso esperar para ver essa camisa com seis estrelas”.
O Mundial do Catar será iniciado no dia 20 de novembro, com a partida entre os donos da casa e o Equador. A seleção brasileira estreia no dia 24 de novembro, a partir das 16h (horário de Brasília), em jogo contra a Sérvia pelo Grupo G da competição.