O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, participou nesta terça-feira (13), de um grande evento político em Vitória da Conquista em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Recebido pela prefeita Sheila Lemos (União Brasil), Neto destacou que a decisão de apoiar o presidenciável foi tomada após uma conversa sobre os compromissos de Flávio com a Bahia e o Nordeste.
O encontro reuniu o senador Angelo Coronel (Republicanos), o presidente do PL na Bahia e candidato ao Senado nas eleições deste ano, João Roma, além de deputados, prefeitos e lideranças políticas de Vitória da Conquista e de municípios da região.
Durante o evento, ACM Neto afirmou que o segundo turno da eleição presidencial representa uma oportunidade de mudança no país. Ele criticou o governo do presidente Lula (PT) e citou problemas enfrentados pela população baiana, ao citar a fila da regulação e a crise de violência.
“De um lado, é uma opção de continuar vivendo o que eu considero já um passado. A outra opção é dar oportunidade para um novo futuro, para um novo momento, para o Brasil e para os brasileiros. Depois que estive com Flávio na semana passada e conversamos sobre os compromissos dele com a Bahia, saí convencido de que esse era o caminho a seguir, de apoiar Flávio, de apostar na mudança política do Brasil e de acreditar que ele vai ser um presidente comprometido com a Bahia e com o Nordeste”, afirmou.
O ex-prefeito destacou que espera, em caso de vitória de Flávio, viabilizar projetos de infraestrutura considerados estratégicos para o desenvolvimento da Bahia. Entre as prioridades, citou a recuperação das rodovias federais, especialmente a BR-116, que atravessa Vitória da Conquista e tem grande importância para a economia regional.
“Claro que a gente espera, com a sua vitória, ter condições de viabilizar projetos importantes para o nosso estado que foram prometidos ao longo desses quase 20 anos e não foram cumpridos. Melhorar a situação das rodovias na Bahia. Aqui eu chamo a atenção, de maneira especial, para a BR-116, pelo grande interesse que tem para Vitória da Conquista”, pontuou.
Neto também apontou a segurança pública e a retomada do crescimento econômico como prioridades que espera ver contempladas em um eventual governo de Flávio Bolsonaro.
“Que possa, como presidente, ajudar a colocar ordem na criminalidade, na violência que a gente vive hoje no Brasil, em especial em nosso estado. E, como presidente, ajude o país a voltar a crescer, que a gente tenha o horizonte de reduzir a taxa de juros, de geração de emprego, de prosperidade e crescimento. É isso que nós queremos. Eu tenho certeza de que, com Flávio presidente, a Bahia vai crescer mais e vai ter um presidente que olhe de maneira mais especial pelos baianos. É por isso que estou ao lado dele”, declarou.
Nesta terça-feira (13), o presidente Luiz Inácio lula da Silva (PT) confirmou que pretende participar do debate promovido pela TV Band no próximo domingo (18). O petista também disse que esperar que seu adversário nas eleições, o senador Flávio Bolsonaro (PL), também compareça ao evento.
Mais cedo, Flávio, que disputa a Presidência pelo PL, afirmou que não deveria participar deste debate e que avaliava se participaria do evento promovido pela TV Globo. De acordo com a TV Band, o debate do próximo domingo está mantido e o púlpito do candidato que não for ficará vazio.
– Domingo eu estarei no debate da Bandeirantes. Eu espero que meu adversário compareça, para que o povo possa ter conhecimento da diferença de programas e da diferença de candidaturas – disse o petista.
O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, publicou um vídeo em suas redes sociais nesta terça-feira (13) em que pede votos para o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições. Neto afirma destacou o compromisso assumido por Flávio de trabalhar pelo desenvolvimento do estado e do Nordeste.
“O Brasil está entrando em uma nova era. E a Bahia não pode ficar na contramão de tudo isso. Até mesmo para não correr o risco de ficar ainda mais para trás”, afirmou o ex-prefeito, ao convidar os eleitores a refletirem sobre o futuro do estado.
Na mensagem, ACM Neto se dirige especialmente aos baianos que votaram nele para governador no primeiro turno, mas que fizeram escolhas diferentes na disputa presidencial, incluindo eleitores de outros candidatos e até mesmo do presidente Lula (PT).
“Nesse momento, eu queria conversar com você que votou em mim porque entendia que a nossa proposta era a melhor para a Bahia, mas que para presidente você votou em Caiado, em Cury, Renan, Zema ou até em Lula. Pessoal, o futuro da Bahia não pode ser o passado. A Bahia precisa andar para frente junto com o Brasil. Por isso, eu peço o seu voto para Flávio”, declarou.
O ex-prefeito também relembrou o encontro que teve com Flávio Bolsonaro na semana passada, em Brasília, quando anunciou publicamente seu apoio à candidatura presidencial, ao lado do ex-ministro João Roma (PL). Na ocasião, Neto destacou a importância de um compromisso do candidato com os interesses da Bahia e da região Nordeste.
“Tive a oportunidade de conversar muito com ele na semana passada e ele assumiu o compromisso de trabalhar de corpo e alma pela Bahia e pelo Nordeste. Então, pense com carinho, vote 22. Vamos votar para mudar a Bahia e o Brasil”, ressaltou.
A propaganda eleitoral na televisão volta nesta sexta-feira (9) com estratégias distintas dos candidatos à Presidência no segundo turno. Lula (PT) deve reforçar o discurso de que uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL) ameaça programas sociais, enquanto o senador pretende se apresentar como alternativa de mudança ao atual governo.
Na quinta-feira (8), Lula publicou nas redes sociais um vídeo direcionado aos eleitores que não votaram nem nele nem em Flávio no primeiro turno. A peça tenta atrair indecisos e eleitores que ainda não escolheram um dos candidatos e afirma que, se o senador vencer, a população perderá benefícios como Farmácia Popular, atendimento com especialistas no Sistema Único de Saúde (SUS) e acesso ao tratamento com canetas emagrecedoras.
Segundo integrantes da campanha petista, a propaganda na televisão seguirá a mesma linha, com menções ao Bolsa Família e ao SUS. Lula também deve destacar a promessa de ampliar programas sociais em um eventual novo mandato.
Flávio aposta em propostas e no discurso de mudança
Do lado do PL, a previsão é que a primeira propaganda tenha um tom mais propositivo, com apresentação de propostas e tentativa de rebater o que aliados classificam como “narrativas” sobre o senador nas redes sociais.
A estratégia é reforçar o discurso de mudança e conquistar eleitores insatisfeitos com o governo Lula. De acordo com aliados de Flávio, as primeiras peças devem construir uma imagem positiva do candidato, enquanto as seguintes poderão adotar um tom mais crítico à gestão petista.
Como funciona a propaganda eleitoral
A propaganda eleitoral gratuita será exibida até 23 de outubro, dois dias antes da votação, marcada para 25 de outubro. Na disputa presidencial, Lula e Flávio terão cinco minutos cada por bloco, totalizando dez minutos de programa.
A ordem de exibição começa pelo candidato que recebeu mais votos no primeiro turno, com alternância nas apresentações seguintes. Como Flávio terminou a primeira etapa da eleição à frente de Lula, o senador terá a primeira propaganda exibida.
Os programas presidenciais serão transmitidos de segunda-feira a sábado, das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10 no rádio. Na televisão, os horários serão das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.
Nos estados em que haverá segundo turno para governador, os candidatos também terão cinco minutos cada por bloco. A disputa estadual ocorrerá no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e Distrito Federal.
Além dos programas em rede, os candidatos terão inserções ao longo da programação das emissoras, com duração de 30 a 60 segundos, veiculadas entre 5h e meia-noite.
Na Metropole, o Jornal da Bahia passará a começar às 7h10, logo após o primeiro bloco de propaganda eleitoral, exibido das 7h às 7h10. Já o Jornal da Metropole no Ar será transmitido a partir das 12h10, depois do segundo bloco, que vai ao ar das 12h às 12h10. A propaganda eleitoral para presidente será exibida de segunda a sábado, com 10 minutos diários em cada bloco, divididos igualmente entre os dois candidatos.
Terceiro colocado nas eleições presidenciais de 2026, o escritor Augusto Cury (Avante) conversou com Flávio Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (8/10) e decidiu apoiar o senador no segundo turno.
Segundo apurou a coluna, Flávio e Cury conversaram por chamada de videochamada. Na conversa, o escritor pediu ao senador para assumir alguns compromissos por escrito, o que Flávio topou.
Na carta assinada por Flávio, o presidenciável do PL se comprometeu com temas como o fim da reeleição para presidente da República, a proteção às mulheres e pela pacificação nacional.
Ao todo foram oito compromissos assumidos. A maioria deles com a promessa do candidato em defender “revoluções” em áreas como a telemedicina, na agricultura e produção de alimentos, e no cooperativismo.
O anúncio oficial, segundo apurou a coluna, deve acontecer por meio de um vídeo a ser gravado por Cury nas próximas horas. O escritor, como noticiou a coluna, está em viagem para a Europa.
Logo após o primeiro turno, Augusto Cury evitou anunciar apoio. Em entrevista à imprensa na noite do domingo (4/10), o escritor disse que silenciaria sobre o segundo turno
“Eu me silencio completamente em relação àqueles que estarão no segundo turno, se é que vai haver segundo turno, e dizendo o seguinte, que ninguém está autorizado em meu nome e nem em nome do Júlio a pedir ou dizer que vai apoiar qualquer um dos candidatos. E eu gostaria de me silenciar em relação a isso”, disse no domingo. Augusto Cury obteve 3.448.569 votos no primeiro turno, o equivalente a apenas 2,89% dos votos válidos. Com isso, ficou em terceiro, atrás de Lula e de Flávio Bolsonaro.
Adolfo Sachsida também promete fortalecer programas sociais, reduzir impostos e rever gastos do governo caso o candidato do PL vença a eleição.
Adolfo Sachsida, coordenador da área de economia do plano de governo da campanha do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL)…
O economista Adolfo Sachsida, responsável pela coordenação da área econômica do plano de governo de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta quinta-feira (8) que a Petrobras, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil não serão privatizados caso o senador vença o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.
A declaração foi feita em um vídeo publicado na rede social X. Segundo Sachsida, não há previsão de privatização dessas empresas estatais em um eventual governo de Flávio Bolsonaro.
O economista também afirmou que os servidores públicos serão tratados com respeito. Ele lembrou que é funcionário concursado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desde 1997.
Economista critica remunerações elevadas no serviço público
Durante a manifestação, Sachsida questionou os salários de até R$ 200 mil mensais recebidos por alguns funcionários públicos. Para ele, remunerações desse valor não seriam compatíveis com o serviço público.
O coordenador da área econômica também defendeu a manutenção e a ampliação dos programas sociais. Segundo ele, a proposta da campanha não se limita a preservar as políticas existentes, mas prevê seu fortalecimento.
Plano prevê ajuste fiscal e redução de impostos
Sachsida afirmou ainda que um eventual governo de Flávio Bolsonaro pretende promover um ajuste fiscal, com a revisão de despesas consideradas excessivas. O economista também criticou a estrutura administrativa federal e mencionou a quantidade de ministérios como um dos pontos a serem revistos.
Na área econômica, ele prometeu reduzir impostos e burocracia, com o objetivo de diminuir os custos das empresas e facilitar a atividade dos empreendedores. Segundo Sachsida, a iniciativa busca estimular a geração de empregos e renda.
Ao final, o economista classificou como falsas as informações que contradizem as propostas apresentadas e orientou os eleitores a consultar o plano de governo no site oficial da campanha.
Fonte: Poder360, publicado em 8 de outubro de 2026.
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, reuniu governadores e parlamentares aliados nesta quinta-feira (8), em Brasília, para reforçar a articulação política de sua campanha no segundo turno das eleições de 2026. Durante o encontro, o senador destacou a importância de ampliar o apoio eleitoral e mencionou gestores estaduais que não estão alinhados ao seu grupo político.
Entre os nomes citados está a governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), que anunciou neutralidade na disputa presidencial. Flávio afirmou que, caso seja eleito, pretende manter uma relação institucional com os governos estaduais, independentemente da filiação partidária dos respectivos gestores.
A declaração ocorre em meio às articulações para conquistar novos apoios na reta final da campanha, especialmente entre eleitores que ainda não definiram seu voto.
Campanha busca votos de indecisos
Durante o discurso, Flávio Bolsonaro ressaltou que o resultado da eleição ainda está em aberto e pediu empenho de aliados para ampliar sua votação. O candidato orientou apoiadores a dialogarem com eleitores indecisos, pessoas que não compareceram às urnas no primeiro turno e até mesmo aqueles que votaram em candidatos adversários.
A estratégia faz parte da mobilização para o segundo turno, quando as campanhas intensificam as negociações políticas e buscam ampliar suas bases eleitorais.
Governadores e partidos ampliam articulação
O encontro em Brasília reuniu 14 governadores aliados, além de outras lideranças políticas que participaram das articulações em torno da candidatura do PL. Entre os presentes estavam Tarcísio de Freitas, de São Paulo; Jorginho Mello, de Santa Catarina; e Eduardo Riedel, de Mato Grosso do Sul.
Flávio também conta com o apoio formal de partidos como Podemos e Novo, além da federação formada por PP e União Brasil. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) declarou apoio individual ao senador, embora sua legenda tenha optado pela neutralidade na disputa presidencial.
No primeiro turno, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 45,16%. A diferença foi de 1,87 ponto percentual, equivalente a aproximadamente 2,2 milhões de votos.
Com o cenário eleitoral ainda em disputa, as alianças regionais, a mobilização dos apoiadores e a conquista dos eleitores indecisos estão entre os principais desafios das campanhas para a etapa final da eleição.
Fonte: Poder360, com informações da reportagem de Ludmyla Barros, publicada em 8 de outubro de 2026.
A primeira pesquisa de intenção de voto para o segundo turno das eleições presidenciais apontou que Flávio Bolsonaro (PL) ampliou sua vantagem sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No primeiro turno, Flávio ficou 1,88 ponto percentual à frente do petista. Agora, sem os demais concorrentes, o candidato do PL chegou a 3,12 pontos percentuais.
No levantamento realizado pelo instituto Veritá, Flávio foi citado por 51,56% dos eleitores ouvidos, enquanto Lula foi o escolhido por 48,44%. A empresa ouviu 40.500 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal. O resultado foi divulgado por meio das redes sociais da empresa.
O levantamento foi publicado inicialmente na noite de segunda-feira (5), um dia após o primeiro turno, mas, em poucos minutos, a publicação saiu do ar. A Veritá disse que não foi informada sobre o motivo da retirada temporária do conteúdo das redes.
— As duas publicações previstas para as 20 horas foram postadas, mas permaneceram visíveis ao público por apenas alguns minutos, passando depois a aparecer somente para os administradores do perfil. (…) Nesse curto período, os informativos alcançaram cerca de meio milhão de visualizações em menos de dez minutos. Ainda não sabemos o motivo da restrição — disse.
O instituto alcançou o melhor nível de acerto do primeiro turno entre as demais pesquisadoras. A Veritá apontava que Flávio teria 47% e Lula, 45%, praticamente cravando o resultado. Gerp e Futura/100% Cidades também obtiveram excelentes índices.
A pesquisa divulgada nesta semana ouviu os 40.500 eleitores entre os dias 26 de setembro e 2 de outubro. As margens de erro variam entre 2 e 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa consta no TSE sob os seguintes registros: BR-02268, BR-09649, BR-08027, BR-05342, BR-029816, BR-08782, BR-08274, BR-01346, BR-05946, BR-01770, BR-09434, BR-02068, BR-06095, BR-09847, BR-03172, BR-06091, BR-02454, BR-01993, BR-00437, BR-05406, BR-02958, BR-09126, BR-01717, BR-00261, BR-04355, BR-01487 e BR-09668/2026.
O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, reforçou o apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial e destacou o pedido para que o candidato priorize a Bahia em um eventual governo. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (7), nas redes sociais, Neto aparece ao lado do presidenciável e do ex-ministro da Cidadania João Roma, e afirma que pretende atuar como interlocutor do estado junto ao governo federal.
“Flávio, eu conversei com você e fiz um pedido, o pedido de que você possa cuidar da Bahia e cuidar dos baianos. Que você seja o presidente da República, que entre pra história como presidente que mais trabalhou pelo Nordeste e pela nossa grande Bahia”, afirmou Neto.
Na mensagem, Neto também destacou que pretende cobrar ações do governo federal para a Bahia mesmo que o governador do estado seja de outro partido.
“Eu disse a Flávio que mesmo o governador do estado sendo de outro partido, ele vai cuidar da Bahia, vai trabalhar pelos baianos e vocês tenham certeza, eu vou estar aqui cobrando isso, acompanhando isso e é claro, sendo sempre esse interlocutor do nosso estado, do nosso povo e da nossa gente ao lado do nosso presidente Flávio Bolsonaro”, declarou.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, afirmou que pretende ampliar investimentos na Bahia em áreas como energia, petróleo, inteligência artificial, data centers, agricultura e turismo.
“Eu quero muito investimento pra Bahia. É na parte de energia, é na parte de petróleo, é na parte de inteligência artificial, é na parte de data, é na parte de agricultura, é na parte do turismo”, afirmou.
O presidenciável também falou sobre educação, emprego e programas de transferência de renda. Flávio defendeu que famílias beneficiárias do Bolsa Família tenham acesso a melhores oportunidades de estudo e trabalho.
No vídeo, ACM Neto voltou a defender a necessidade de mudança no país e afirmou que o resultado do primeiro turno, realizado em 4 de outubro, mostrou, na avaliação dele, um novo momento político.
“Ficou claro que o Brasil quer mudança. Ficou claro que existe um novo momento em nosso país. Ficou claro que chegou a hora da gente construir uma nova história, uma história de prosperidade, uma história de crescimento, uma história onde o brasileiro volte a ser feliz”, disse.
Ao final, Neto reforçou que pretende participar ativamente da campanha de Flávio Bolsonaro na Bahia no segundo turno. “A partir de hoje entramos na campanha pra valer”, afirmou.
A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu na mais recente pesquisa PoderData/Aya, aproximando o parlamentar do índice registrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O levantamento ouviu 3.000 eleitores de 5 a 7 de outubro; a margem de erro é de 1,8 ponto percentual…
De acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados afirmam que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum. O percentual representa uma queda em relação à pesquisa anterior, quando a rejeição ao senador era de 46%.
Já Lula aparece com 46% de rejeição. Na rodada anterior, o presidente registrava 47%. Com isso, a diferença entre os dois pré-candidatos passou a ser de três pontos percentuais.
Considerando a margem de erro de 1,8 ponto percentual, os índices mostram um cenário de proximidade entre os dois nomes. A pesquisa também evidencia o alto nível de resistência que ambos enfrentam no eleitorado.
A redução da rejeição a Flávio ocorre em um momento de consolidação de seu nome como uma das principais alternativas do campo político ligado ao bolsonarismo para a disputa presidencial de 2026.
Ao mesmo tempo, Lula segue enfrentando uma parcela significativa do eleitorado que declara não considerar seu nome para o voto, cenário que pode ter peso importante na definição da disputa, especialmente entre os eleitores ainda indecisos.
A pesquisa PoderData/Aya foi realizada entre os dias 5 e 7 de outubro de 2026, com 3 mil eleitores. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%.