A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu na mais recente pesquisa PoderData/Aya, aproximando o parlamentar do índice registrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O levantamento ouviu 3.000 eleitores de 5 a 7 de outubro; a margem de erro é de 1,8 ponto percentual…

De acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados afirmam que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum. O percentual representa uma queda em relação à pesquisa anterior, quando a rejeição ao senador era de 46%.

Já Lula aparece com 46% de rejeição. Na rodada anterior, o presidente registrava 47%. Com isso, a diferença entre os dois pré-candidatos passou a ser de três pontos percentuais.

Considerando a margem de erro de 1,8 ponto percentual, os índices mostram um cenário de proximidade entre os dois nomes. A pesquisa também evidencia o alto nível de resistência que ambos enfrentam no eleitorado.

A redução da rejeição a Flávio ocorre em um momento de consolidação de seu nome como uma das principais alternativas do campo político ligado ao bolsonarismo para a disputa presidencial de 2026.

Ao mesmo tempo, Lula segue enfrentando uma parcela significativa do eleitorado que declara não considerar seu nome para o voto, cenário que pode ter peso importante na definição da disputa, especialmente entre os eleitores ainda indecisos.

A pesquisa PoderData/Aya foi realizada entre os dias 5 e 7 de outubro de 2026, com 3 mil eleitores. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%.

Fonte: Poder360/PoderData.


Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

A primeira pesquisa divulgada sobre o segundo turno das eleições presidenciais saiu nesta quinta-feira (8), e revela que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) saiu na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com seis pontos de vantagem. De acordo a pesquisa PoderData/Aya, Flávio tem 53% no segundo turno em votos válidos, contra 47% de Lula.

Em relação ao resultado do primeiro turno, Flávio Bolsonaro, que teve 47,03% dos votos válidos, estaria conquistando seis pontos percentuais. Já o presidente Lula, que saiu das urnas com 45,16%, estaria subindo dois pontos percentuais. 

Os entrevistados também responderam sobre quem tem maior chance de vitória no dia 25 de outubro. Para 57% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro é quem tem mais chances de se eleger presidente, e outros 37% afirmam que Lula é que sairá vencedor. 

A pesquisa mostra ainda um sentimento de derrota maior entre os eleitores de Lula que os de Flávio. Os que declaram ter votado em Flávio no 1º turno, 92% confiam que o senador será eleito. 

No grupo lulista, a taxa de confiança no seu candidato cai para 76%. Entre os eleitores que declaram voto em outros candidatos no 1º turno,  Flávio é mais citado que o petista como provável vencedor do confronto. 

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, em parceria com o Aya Bancah.  Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 705 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-08134/2026.
 

FONTE: Bahia Notícias


O resultado das eleições de 2026 abriu caminho para uma possível dança das cadeiras partidárias na Bahia. Ao todo, 15 deputados eleitos pelo estado — quatro federais e 11 estaduais — pertencem a partidos ou a uma federação que não conseguiram superar a cláusula de desempenho nacional e, por isso, podem mudar de legenda sem perder o mandato.

A regra, na prática, dá maior liberdade partidária aos parlamentares eleitos por essas legendas. Diferentemente dos deputados vinculados a partidos que superaram a cláusula de desempenho, eles poderão buscar uma nova sigla sem depender da janela partidária ou de outra hipótese de justa causa para preservar o mandato. A mudança pode provocar uma reacomodação das bancadas tanto na Câmara dos Deputados quanto na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) a partir de 2027.

A possibilidade está prevista na Constituição Federal. Quando um partido não alcança os requisitos da cláusula de desempenho, fica assegurado ao candidato eleito o mandato e é facultada sua filiação, sem perda da cadeira, a outro partido que tenha atingido os critérios estabelecidos pela Constituição. Entre os deputados federais baianos, a situação alcança Pastor Sargento Isidório, Neto Carletto e Elmo Vaz, todos do Avante, e Félix Mendonça Júnior, do PDT. Avante e PDT estão entre as legendas que não atingiram a cláusula de desempenho nas eleições deste ano.

O Avante conseguiu eleger três dos 39 representantes da Bahia na Câmara dos Deputados. Isidório foi, inclusive, o candidato a federal mais votado do estado, com 248.147 votos. Neto Carletto ficou entre os primeiros colocados, com 197.240 votos, enquanto Elmo Vaz também garantiu uma cadeira. Pelo PDT, Félix Mendonça Júnior conquistou a reeleição.

O efeito é ainda maior na Assembleia Legislativa da Bahia. Somente Avante e PDT elegeram dez deputados estaduais, cinco de cada partido. Pelo Avante, foram eleitos Tancredo Isidório, com 82.883 votos; Léo de Neco, com 81.903; Vitor Azevedo, com 68.806; Silva Neto, com 66.967; e João de Furão, com 58.510 votos. Vitor foi o único reeleito.

No PDT, as cinco cadeiras ficaram com Luciano Pinheiro, que recebeu 92.339 votos; Marcinho Oliveira, com 83.074; Neto Coelho, com 54.429; Josafá Marinho, com 47.464; e Cacau da Mata, com 47.216 votos. Marcinho foi reeleito. Há ainda Kleber Rosa (PSOL), eleito deputado estadual com 68.921 votos. O PSOL disputou a eleição integrado à Federação PSOL/Rede, que também não conseguiu cumprir os requisitos nacionais da cláusula de desempenho.

Com isso, são 11 deputados estaduais eleitos na Bahia vinculados a partidos ou federação que ficaram abaixo da cláusula: cinco do Avante, cinco do PDT e um do PSOL/Rede.

A cláusula de desempenho ficou mais rigorosa em 2026. Para superar a barreira, partidos ou federações precisavam obter pelo menos 2,5% dos votos válidos para deputado federal no país, distribuídos em pelo menos nove estados, com um mínimo de 1,5% em cada um deles, ou eleger pelo menos 13 deputados federais distribuídos em nove estados.

PDT, Avante, Federação PSOL/Rede e Federação PRD/Solidariedade estão entre os que não alcançaram os critérios. No caso do PDT, por exemplo, o partido ficou com cerca de 1,6% dos votos nacionais e elegeu apenas seis deputados federais. A PSOL/Rede chegou a eleger 15 deputados, mas não alcançou a distribuição por estados exigida pela regra.

*Bahia Notícias
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil


O ex-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) declarou, nesta terça-feira (6), apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026. O anúncio ocorreu durante um encontro em Goiânia, que também reuniu o governador eleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), e o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Caiado justificou o apoio como uma questão de coerência com sua trajetória política e de oposição ao PT. “Eu estou aqui para fazer o que é a coerência da minha vida, que é poder derrotar o PT em uma eleição e tem 40 anos que faço isso”, declarou. Antes de anunciar a decisão, ele também relembrou sua relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que o apoio a Flávio seria o desejo do ex-presidente.

A manifestação de Caiado ocorreu depois do apoio declarado por Tarcísio. Também participaram do encontro o senador eleito Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil), senadora eleita. Gracinha também declarou apoio a Flávio e afirmou: “Vemos no primeiro turno que cada um defendeu o que acreditava. Agora estamos no segundo turno, onde nossas diferenças são bem menores do que o que nos une”.

Após a votação do primeiro turno, Caiado havia afirmado que discutiria seu posicionamento com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Os votos válidos obtidos pelo ex-candidato ficaram próximos da diferença registrada entre Flávio Bolsonaro e Lula no primeiro turno, de cerca de 2,3 milhões de votos.

*Metro1
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil


O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), fechou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) para a presidência da República no segundo turno das eleições. A aliança foi decidida nesta terça-feira (6), em Brasília, em uma reunião que contou com a participação de lideranças da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP.

No primeiro turno, Neto declarou apoio à candidatura do amigo Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás. A ideia do então candidato ao governo da Bahia era se afastar de Flávio, para garantir votos de eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Após ver sua estratégia ser derrotada nas urnas, Neto sinalizou, na noite de domingo (4), que sua próxima missão seria ajudar a derrotar Lula no segundo turno. “Temos a convicção de que, para mudar a Bahia, vai ser preciso primeiro mudar o Brasil”, declarou naquela oportunidade.

Agora, ACM Neto deve oferecer sua estrutura partidária e econômica para realizar a campanha de Flávio Bolsonaro na Bahia. O grupo já trabalha, inclusive, para receber o candidato do PL para um ato eleitoral em Salvador.

Primeiro turno mostrou força do PT na Bahia
No último domingo, o resultado eleitoral da Bahia mostrou a força do PT entre os baianos. Além da vitória do governador Jerônimo Rodrigues (PT) no primeiro turno, com 55,8% dos votos válidos, o partido também emplacou a eleição dos senadores Rui Costa (30,07%) e Jaques Wagner (27,65%), e garantiu 66,17% dos votos válidos para Lula.

Na disputa proporcional, o PT também se destacou como a maior legenda do estado, elegendo 7 integrantes para a Câmara dos Deputados e 14 para a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Considerando a Federação Brasil da Esperança, que os petistas formam ao lado de PCdoB e PV, o número sobe para 10 deputados federais e 20 deputados estaduais.

O União Brasil de ACM Neto, por sua vez, elegeu 6 para a Câmara e 5 para a ALBA, enquanto o PL ficou com 4 deputados federais e 7 deputados estaduais.

*Bahia.ba
Foto: Reprodução Redes sociais


A defesa de Jair Bolsonaro (PL) pediu nesta segunda-feira (5) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorize uma visita de Flávio Bolsonaro (PL) ao pai antes do encerramento da restrição atualmente em vigor.

O pedido ocorre após Flávio Bolsonaro conquistar uma vaga no segundo turno da eleição para a Presidência da República. O senador enfrentará Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na próxima etapa da disputa.

Os advogados também solicitaram a revogação da medida que suspendeu as visitas de Flávio ao ex-presidente. Segundo a defesa, o período determinado para a restrição já está próximo do fim e não teriam surgido novos fatos que justificassem a continuidade da proibição.

Medida foi estabelecida por 90 dias
A suspensão das visitas foi determinada por Moraes em julho e tem duração prevista de 90 dias, com término marcado para 11 de outubro.

Na decisão que estabeleceu a medida, o ministro apontou que Flávio teria sido utilizado para divulgar uma manifestação de Bolsonaro com conteúdo relacionado à política e às eleições.

Agora, a defesa argumenta que o cenário que levou à restrição deve ser reavaliado. O pedido principal é pelo fim antecipado da suspensão, permitindo que as visitas voltem a seguir as regras que estavam valendo anteriormente.

Defesa apresenta alternativa caso pedido seja negado
Os advogados também incluíram uma segunda possibilidade no pedido encaminhado ao STF. Caso Moraes não autorize a retomada das visitas de imediato, a defesa quer que seja permitido ao menos um encontro entre Flávio e Bolsonaro antes de 11 de outubro.

A intenção, segundo os advogados, seria realizar uma visita de caráter exclusivamente familiar. O encontro seria previamente combinado com o local onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, incluindo a definição de data e horário.

Foto: Reprodução / Redes Sociais


O presidente estadual do PL na Bahia, João Roma, afirmou nesta segunda-feira (5) que o desempenho do partido nas eleições de 2026 representa uma ampliação da força da legenda no estado. Segundo ele, o resultado nas disputas proporcionais cria uma estrutura política mais ampla para os próximos anos.

Roma destacou principalmente o crescimento da bancada do PL na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) e as votações obtidas pelos candidatos da legenda.

“O PL mais do que dobra o resultado da última eleição na Assembleia Legislativa. É uma marca grandiosa e mostra que existe um movimento político crescendo no nosso estado”, afirmou.

João Roma destaca quadros do partido
O dirigente partidário também ressaltou a eleição de mulheres e a votação de candidatos que, segundo ele, conseguiram ampliar a presença do PL entre diferentes segmentos do eleitorado baiano.

Para Roma, o resultado não se limita à composição da próxima legislatura, mas demonstra a consolidação de uma estrutura partidária construída durante os últimos anos.

“São deputados que fizeram um grande trabalho, colocaram seus posicionamentos nas ruas e conseguiram estabelecer conexão com os nossos eleitores. Estamos construindo uma grande bancada”, declarou.

PL mira expansão no estado
Além do desempenho na Bahia, Roma relacionou o resultado estadual ao crescimento do partido em outras regiões do país. O ex-ministro afirmou que a legenda chega fortalecida à segunda etapa da disputa presidencial.

“O resultado das eleições foi muito positivo para o PL em todo o Brasil, inclusive aqui na Bahia. O partido continua sendo uma das grandes forças políticas do país e chega ao segundo turno com a expectativa de eleger o próximo presidente”, afirmou.

Após a eleição, o presidente estadual do PL disse que a prioridade será manter a organização da legenda e ampliar a interlocução com municípios e lideranças políticas.

A estratégia inclui a formação de novas alianças e a preparação do partido para os próximos ciclos eleitorais, além da atuação dos deputados eleitos na Assembleia.

“A política vai muito além de uma eleição. Temos um trabalho construído, pessoas que acreditam nas nossas ideias e uma responsabilidade ainda maior a partir de agora. Vamos continuar trabalhando”, concluiu.

*Bahia.ba
Foto: Max Haack


Os senadores eleitos Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) registraram vantagem sobre os demais candidatos em algumas das principais cidades da Bahia nas eleições de 2026. Apesar da predominância da dupla petista em municípios importantes, João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) também conquistaram resultados expressivos em algumas das maiores cidades do estado.

O site Bahia Notícias, que realizou um levantamento com os resultados da disputa pelo Senado em alguns dos principais municípios baianos para identificar onde os candidatos foram mais votados e onde acabaram superados pelos adversários.

Em Salvador, maior colégio eleitoral do estado, Rui Costa liderou a votação. O petista recebeu 639.827 votos válidos, correspondentes a 26,9% do total. Jaques Wagner apareceu na sequência, com 572.163 votos (24,1%). João Roma ficou em terceiro lugar na capital baiana, com 531.955 votos (22,4%), enquanto Angelo Coronel registrou 501.636 votos (21,1%).

O cenário foi diferente em Feira de Santana. Na segunda maior cidade da Bahia, João Roma e Angelo Coronel superaram os dois candidatos petistas. Roma recebeu 149.681 votos (26%), enquanto Coronel teve 142.308 (24,7%). Rui Costa ficou com 137.932 votos (24%), seguido por Jaques Wagner, com 127.109 (22,1%).

Em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, João Roma também apareceu à frente, com 87.636 votos (25,4%). Rui Costa ficou em segundo, com 84.937 votos (24,6%). Angelo Coronel registrou 83.699 votos, enquanto Jaques Wagner teve 77.558 votos.

Já em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), Rui Costa e Jaques Wagner lideraram a disputa. Os petistas registraram 28,1% e 26,8% dos votos, respectivamente. João Roma ficou com 21,7%, seguido por Angelo Coronel, com 20,8%.

Em Juazeiro, no Norte do estado, Rui Costa também ficou à frente, com 68.714 votos, seguido por Jaques Wagner, com 65.578. Na cidade, os dois petistas superaram os demais candidatos. Em Lauro de Freitas, por outro lado, o resultado foi favorável a João Roma e Angelo Coronel. Roma recebeu 55.992 votos, enquanto Coronel registrou 50.195 votos válidos, superando Rui Costa e Jaques Wagner no município da RMS.

CIDADES ONDE OS CANDIDATOS FORAM MAIS FORTES E MAIS FRACOS
Além do levantamento sobre as principais cidades, o Bahia Notícias também analisou os resultados registrados no Mapa Eleitoral para identificar os municípios onde os quatro principais candidatos tiveram seus maiores e menores percentuais de votação.

Entre os candidatos, Angelo Coronel apresentou seus melhores resultados em Acajutiba, com 42% dos votos, Ipecaetá, com 41,1%, e Formosa do Rio Preto, com 41%. Já os menores percentuais foram registrados em Itaguaçu, com 6%, além de Caetanos e Santa Brígida.

João Roma teve seu melhor desempenho em Luís Eduardo Magalhães, onde alcançou 36,5% dos votos. Itamaraju e Caldeirão Grande também aparecem entre os municípios onde o candidato apresentou percentuais mais altos. Por outro lado, Roma registrou resultados mais baixos em Itaguaçu (6,3%), Ribeira do Amparo (6,5%) e Andorinha (7,3%).

Rui Costa teve seus maiores percentuais em Itaguaçu, com 45%, Ribeira do Amparo, com 44%, e Mansidão, com 43,3%. Os menores resultados do petista foram registrados em Luís Eduardo Magalhães, com 13,3%, além de Presidente Jânio Quadros e Itamaraju.

Jaques Wagner, por sua vez, teve seu melhor desempenho em Itaguaçu, com 42,3%, seguido por Presidente Dutra, com 41,8%, e Caetanos, com 41,5%. Os menores percentuais foram registrados em Acajutiba (7,6%), Formosa do Rio Preto (8,2%) e Ipecaetá (8,3%).

*Bahia Notícias
Foto: Divulgação


A abstenção no 1º turno das eleições 2026 bateu recorde com 33,4 milhões de pessoas que não compareceram às urnas, representando 21,08% do total de eleitores. Em 2022, a abstenção foi 20,9%, o que representou 32,7 milhões de pessoas. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A abstenção desse domingo (4) foi semelhante à das eleições municipais de 2024, que costumam registrar uma ausência maior que as eleições nacionais. Há dois anos, 33,7 milhões de pessoas não foram votar no 1º turno para prefeito e vereador, chegando a 21,68% do eleitorado total.

O 1º turno da eleição de 2026 contava com 158,7 milhões de eleitores aptos a votar. Desses, 125,2 milhões compareceram aos colégios eleitorais. De cada dez eleitores, dois não foram às urnas. Considerando o primeiro turno das eleições gerais, a abstenção desse domingo só foi menor que a de 1998, quando 21,49% do eleitorado não compareceu aos colégios eleitorais.

Dos que compareceram às zonas eleitorais, 2,3 milhões votaram em branco para presidente, o que representou 1,84% do eleitorado, e 3,6 milhões anularam o voto presidencial, o que representou 2,93% do total de votos válidos. Os eleitores que não votaram no 1º turno, ainda podem votar no 2º turno, desde que estejam com o título regularizado.

*Agência Brasil
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil


A Bahia registrou 75 ocorrências de crimes eleitorais durante o primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Ao todo, 13 pessoas foram autuadas por delitos como boca de urna, propaganda irregular e desacato.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), as ocorrências foram registradas durante a operação montada para garantir a segurança da população e o direito ao voto em todo o estado. A ação das forças policiais e de bombeiros foi encerrada na madrugada desta segunda-feira (5).

O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, destacou o trabalho realizado por policiais, peritos e bombeiros durante o primeiro turno. “Importante reconhecer a dedicação e lisura dos policiais, peritos e bombeiros na primeira parte da Operação Eleições 2026. Com muito profissionalismo foi garantido o direito ao voto”, afirmou.

A operação de segurança será mantida e reforçada para o segundo turno das eleições. As forças de segurança atuarão novamente para garantir a realização da votação em todo o estado.

*Metro1
Foto: SSP-BA