O APUB sindicato, representante dos professores das instituições federais de ensino superior da Bahia, vai realizar nesta sexta-feira (24), pela manhã, uma assembléia geral para discutir o possível encerrameto da greve dos docentes.
A conferências vai ocorrer no Salão Nobre da Reitoria da UFBA. Além da manutenção da paralisação, vai ser discutido o posicionamento da categoria sobre as propostas de reajuste salarial feita pelo governo federal em mesas de negociação. Assim como o orçamento das Instiuições federais de ensino e a política nacional de assistência estudantil.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou uma nova proposta de reajuste para os professores de universidades e colégios federais, na última semana. A proposta atual prevê diferentes níveis de reajuste para a categoria. Para os que ganham mais receberiam um aumento de 13,3% até 2026. Já os que ganham menos, de 31%, até o fim do governo Lula. No entanto, nenhuma parte desse reajuste viria em 2024.
O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, se posiciona de forma contundente em resposta às recentes declarações do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, sobre os índices de alfabetização no estado. Durante uma entrega de vans escolares, o governador afirmou que a responsabilidade pela alfabetização dos estudantes recai sobre os municípios. Em resposta, o prefeito Colbert criticou duramente a postura do governo estadual em relação à educação.
“É um absurdo o governo do estado distribuir van e achar que isso é solução para a educação”, declarou Colbert Martins. Ele argumenta que a medida não aborda os problemas estruturais e pedagógicos que afetam a qualidade da educação nas escolas baianas.
Além disso, Colbert criticou a política educacional do governo estadual, destacando que “um governo que aprova estudante por decreto, não pode afirmar nada sobre educação.” Essa afirmação se refere a medidas adotadas pelo governo que, segundo ele, comprometem a integridade do processo educacional ao permitir a progressão automática de estudantes sem a devida avaliação de aprendizado.
O prefeito de Feira de Santana também apontou uma correlação entre os índices de analfabetismo e a base eleitoral do partido do governador. “Os piores índices de analfabetismo são nas regiões onde o PT governa”, afirmou Colbert Martins. A Bahia tem o maior número absoluto do país, 1,4 milhão, de não alfabetizados.
Colbert Martins defende que a verdadeira solução para os desafios educacionais do estado passa por investimentos em infraestrutura escolar, qualificação de professores e desenvolvimento de programas pedagógicos eficientes, ao invés de medidas paliativas como a distribuição de veículos.
Dessa forma, o prefeito de Feira de Santana reafirma seu compromisso com uma educação de qualidade e critica o que considera ser a abordagem inadequada do governo estadual em relação aos problemas educacionais da Bahia.
O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é um importante programa do governo brasileiro que facilita o acesso ao ensino superior para milhares de estudantes. Criado em 2001, o Fies oferece financiamento a alunos que desejam cursar instituições de ensino superior privadas, focando em cursos bem avaliados pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Com diversas mudanças e inovações ao longo dos anos, o programa tem se adaptado para atender melhor às necessidades dos estudantes, garantindo que a educação superior seja uma realidade para um número crescente de brasileiros. Neste texto, exploraremos as recentes mudanças no Fies, como verificar a lista de espera, os passos após a pré-seleção, e a introdução do Fies Social, destinado a estudantes de baixa renda.
O que é o Fies?
O Fundo de Financiamento Estudantil, conhecido como Fies, é um programa governamental que proporciona financiamento a estudantes que desejam ingressar em instituições de ensino superior privadas. Criado pela Lei nº 10.260, em 12 de julho de 2001, o programa é direcionado a cursos com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
Quais foram as mudanças do Fies?
Em 2024, o MEC inovou ao estender o prazo de convocação da lista de espera do Fies, que agora vai até o dia 17 de maio. A extensão foi uma adaptação às necessidades dos estudantes, fornecendo mais uma chance para aqueles que aguardavam na lista de espera. Essa mudança faz parte do processo seletivo de primeiro semestre do programa.
Como verificar a lista de espera do Fies?
Os estudantes que não foram selecionados na chamada única agora têm a chance de verificar sua colocação através da lista de espera. Para isso, é necessário acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior com suas credenciais gov.br. Importante destacar que não ocorrerá novo ranqueamento, ou seja, as posições na lista são definidas pela nota já atribuída no Enem.
O que fazer após ser pré-selecionado na lista de espera do Fies?
Após serem pré-selecionados na lista de espera, os candidatos devem complementar suas inscrições online. O procedimento inclui o fornecimento de informações detalhadas necessárias para a formalização do financiamento. É crucial que esse passo seja cumprido dentro de três dias úteis após a divulgação do resultado da pré-seleção para garantir a vaga no programa.
O que é o Fies Social e quem pode se beneficiar?
Outra grande novidade de 2024 é a introdução do Fies Social. Esta modalidade é destinada a alunos de baixa renda inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Para estes, o financiamento pode chegar a cobrir 100% dos encargos educacionais, com 50% das vagas reservadas especialmente para esse grupo.
Como o Fies Social facilita o acesso ao ensino superior?
As mudanças promovidas no Fies e a implementação do Fies Social são passos significativos para tornar a educação superior mais acessível. Além disso, incentiva as instituições a manterem padrões elevados de qualidade e a se adaptarem às exigências do Sinaes, garantindo uma educação de excelência para mais brasileiros.
Com estes ajustes, o governo busca não apenas facilitar o acesso ao ensino superior, mas também garantir que o investimento educacional esteja alinhado com a capacitação profissional eficaz e acessível para todos os segmentos da população brasileira.
Reforçando o compromisso com a excelência educacional, a inovação e o futuro das próximas gerações, a Prefeitura de Feira de Santana entrega ao distrito de Jaíba, nesta sexta-feira, 17, às 9h, a nova estrutura da Escola Cívico-Militar Municipal Quinze de Novembro. A unidade escolar foi construída do zero e tem capacidade para atender a 1.050 estudantes, do 6o ao 9o ano do Ensino Fundamental.
O espaço amplo conta com 16 salas distribuídas em dois pavimentos, incluindo espaços para os laboratórios de Ciências, Matemática e Robótica, sala de recursos, além de diretoria, secretaria, sala de reuniões, biblioteca, auditório com dois camarins e capacidade para 180 pessoas, cozinha, refeitório espaçoso e confortável com capacidade para 120 pessoas, pátios externo e interno e quadra poliesportiva.
Priorizando o conforto e a segurança dos estudantes, o prédio conta com uma central de ar que torna mais eficiente o desempenho de refrigeração dos ambientes, além de um acesso na entrada da unidade para o ônibus que faz o transporte escolar dos estudantes.
“A escola tem uma instalação totalmente moderna, com monitoramento por câmaras, projeto de combate a incêndios e com espaços seguros e confortáveis. Um investimento feito com 100% de recursos próprios do município e que é uma contribuição muito significativa para a educação municipal, no distrito de Jaíba, congregando pessoas de todas as regiões próximas”, destaca a secretária de Educação, Anaci Paim.
Conforme o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), esta é a última semana para que candidatos interessados em obter isenção na taxa de inscrição do Enem 2024 apresentem seus recursos. O prazo final é até as 23h59 do dia 17 de maio, horário de Brasília.
Quem tem direito a isenção no Enem?
O Inep detalha que têm direito à isenção da taxa do Enem 2024: estudantes do último ano do ensino médio em escolas públicas, ex-estudantes que concluíram o ensino médio em escola pública ou como bolsistas em instituições privadas e indivíduos em situação de vulnerabilidade socioeconômica cadastrados no Cadastro Único para programas sociais do governo federal.
Como solicitar a revisão da isenção do Enem?
Os pedidos de revisão devem ser feitos através da Página do Participante no site oficial do Inep. É crucial que os interessados não percam o prazo, uma vez que não será possível fazer novos pedidos ou apelos após esta data.
A importância do Enem na educação superior
O Enem, amplamente reconhecido como o principal exame para acesso à educação superior no Brasil, funciona como uma ferramenta de avaliação do desempenho dos estudantes no término da educação básica. Os resultados do exame são utilizados por universidades públicas e privadas para selecionar estudantes em seus processos seletivos.
Como garantir isenção no Enem 2024 e justificar ausências anteriores?
Além da solicitação de isenção, os candidatos também devem estar atentos à necessidade de justificar ausências anteriores. Quem foi isento em 2023 mas não compareceu ao exame precisa justificar essa falta para garantir isenção novamente em 2024. Todos os resultados dos recursos serão anunciados no dia 24 de maio pelo Inep.
Acesse o edital de isenção: página do Inep dedicada às informações sobre isenção e justificativa de ausência.
Edital do Enem 2024: informações detalhadas sobre o procedimento completo do exame.
Plataforma Gov.br: para mais serviços e informações úteis.
Procurar entender os critérios e manter-se bem informado é essencial para todos os candidatos aspirantes ao Enem 2024. Acesse os links fornecidos pelo Inep para evitar problemas e garantir que todos os procedimentos sejam concluídos com sucesso.
Onde encontrar informações adicionais sobre o Enem 2024?
Para dúvidas frequentes ou mais informações, os candidatos podem acessar a página de orientações do Enem e a de perguntas frequentes disponibilizadas pelo Inep. A assessoria de comunicação do instituto também está à disposição para esclarecimentos adicionais.
Nos dias 14 e 15 de maio, o cenário jurídico do interior da Bahia será palco de um evento imperdível: o Encontro de Tribunais, promovido pela UNIFAN. O evento acontecerá no Cajueiro Convenções, às 19h. Este encontro reunirá autoridades jurídicas, profissionais e estudantes em um ambiente propício para discutir os desafios e oportunidades do sistema judicial. Com uma programação abrangente e enriquecedora, o evento promete ser um momento de aprendizado, networking e inspiração para todos os participantes. Além disso, para abrir o evento com uma atmosfera ainda mais especial, teremos a apresentação da renomada Orquestra da NEOJIBA. Serão abordados temas relevantes e atuais, proporcionando insights valiosos para quem atua ou deseja ingressar no campo jurídico. O Encontro de Tribunais é uma oportunidade única para se conectar com profissionais renomados, trocar experiências e ampliar horizontes. Contaremos com a presença do desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, José Soares F. Aras; da juíza do trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, Silvia Teixeira; do desembargador do Tribunal Regional da 1ª Região, Wilson Alves de Souza; dentre outros grandes nomes da área. Será também uma excelente ocasião para conhecer as últimas tendências e inovações no mundo jurídico, contribuindo para o aprimoramento constante dos participantes. Não fique de fora deste evento marcante, faça parte deste momento histórico para a comunidade jurídica do interior da Bahia. Prepare-se para se inspirar, aprender e fortalecer sua rede de contatos no maior encontro de tribunais da região. Garanta já a sua participação, inscreva-se https://www.sympla.com.br/evento/encontro-de-tribunais-unifan/2380774 e esteja pronto (a) para vivenciar uma experiência inesquecível no Encontro de Tribunais da UNIFAN.
O projeto que estabelece a regulamentação para o pagamento dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) aos servidores da educação de Feira de Santana já foi encaminhado pela Prefeitura para a Procuradoria da Câmara Municipal. São R$ 189 milhões de reais.
Em entrevista ao Rotativo News, nesta terça-feira (7), o presidente da Agência Reguladora, Carlos Alberto Moura Pinho, detalhou como será feito os pagamentos.
Nesta terça-feira, 7, o bairro Gabriela vai ganhar mais duas importantes unidades escolares que atenderão à educação infantil. As entregas do Centro Municipal de Educação Infantil Professora Elisabeth Gomes Martins e da Escola Municipal de Educação Infantil Evaldo Gomes Martins beneficiarão mais de 300 famílias. É que, juntas, as unidades de ensino poderão atender até 380 crianças, de 2 a 5 anos de idade.
O Centro Municipal de Educação Infantil Professora Elisabeth Gomes Martins, localizado na rua Tradição, será inaugurado às 9h. A unidade de ensino funcionará em tempo integral, atendendo a 180 crianças de 2 a 5 anos. O Cmei é uma unidade escolar construída do zero.
Com 1.318m² de área construída, a obra contempla 10 salas de aula e está dividida em dois blocos: o primeiro conta com secretaria, sala dos professores, direção, almoxarifado, sanitários masculino e feminino, lactário, cozinha, refeitório, 02 salas de aula, fraldário, solário, sanitário infantil adaptado, lavanderia, despensa e depósito de lixo. No segundo bloco estão distribuídas 08 salas de aula, 04 sanitários infantis, 04 solários, sala multiuso, 02 sanitários dos professores e depósito.
Às 10h, é a vez da Escola Municipal de Educação Infantil Evaldo Gomes Martins, localizada na rua Bravo, que tem capacidade para 200 matrículas de crianças de 4 e 5 anos de idade. Esta também é uma nova construção e contempla 05 salas de aula, brinquedoteca, área para parque infantil, pátio coberto e pátio descoberto, refeitório, sala dos professores, despensa para material de limpeza, despensa para material pedagógico, cantina, cozinha e despensa.
A lista de 2024 é liderada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA), mas há três representantes latino-americanos — um deles no Brasil.
Praça do Relógio na USP — Foto: Cecília Bastos/Usp Imagens
Na lista das 100 melhores universidades do mundo, uma delas é brasileira e somente outras duas também são da América Latina.
A lista de 2024 elaborada pela empresa de análise Quacquarelli Symonds (QS) é liderada mundialmente pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA, o MIT), seguido pela Universidade de Cambridge e pelaUniversidade de Oxford, ambas no Reino Unido.
🎓O ranking QS é um dos mais prestigiados do mundo. O principal fator que ele leva em consideração é a reputação acadêmica, mas inclui também outras métricas como o número de docentes por aluno.
👩🏽🏫 Os avaliadores analisaram mais de 17 milhões de artigos acadêmicos e as opiniões de mais de 240 mil professores e especialistaspara elaborar a lista, que é publicada há duas décadas.
👋🏼Este ano, incorporaram nas suas métricas as oportunidades de emprego proporcionadas pelas instituições acadêmicas e pelas redes internacionais de pesquisas que possuem.
10 melhores universidades do mundo
Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA
Universidade de Cambridge, no Reino Unido
Universidade de Oxford, no Reino Unido
Universidade de Harvard, nos EUA
Universidade de Stanford, nos EUA
Imperial College de Londres, no Reino Unido
Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH), na Suíça
Universidade Nacional de Cingapura (NUS), em Cingapura
University College de Londres (UCL), no Reino Unido
Universidade da California, em Berkeley, nos EUA
As três universidades latino-americanas entre as 100 melhores do mundo
1. Universidade de São Paulo (USP)
A Universidade de São Paulo (USP), fundada em 1934 após a unificação de diversas faculdades já existentes, é hoje a maior e mais prestigiada universidade do Brasil, com mais de 65,7 mil alunos, segundo o levantamento do QS World University Rankings.
A USP, que ocupa o 85º lugar no ranking mundial, é uma universidade pública e gratuita, financiada principalmente pelo Estado de São Paulo, além de um grupo de empresas e parte do orçamento nacional.
A universidade vem subindo posições na lista nos últimos anos, passando do 121º lugar em 2022 para o 85º este ano.
A sua reputação acadêmica é uma das mais elevadas, assim como a sua rede internacional de pesquisa e os seus resultados em termos de colocação profissional.
Em 2023, a USP lançou 50 bolsas de pós-doutorado exclusivas para pesquisadores negros, em um país onde 56% da população se identifica dessa forma, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Além disso, aqui no Brasil, há mais de uma década existe o sistema de cotas que reserva metade das vagas para alunos provenientes de escolas públicas, o que tem sido considerado um marco nas mudanças no sistema educacional brasileiro.
2. Universidade Nacional Autônoma do México
Alguns lugares abaixo, a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) ocupa a 93ª posição, tendo também melhorado sua posição nos últimos anos.
Fundada em 1910 como uma universidade nacional, seus quase 160 mil alunos – mais de 4,2 mil deles estrangeiros –, segundo dados do QS World University Rankings, a tornam a maior da América Latina e do mundo.
A UNAM tem três vencedores do prêmio Nobel entre seus ex-alunos.
3. Universidade de Buenos Aires
A Universidade de Buenos Aires (UBA), embora tenha caído em um ano do 67º para o 95º lugar, é uma das melhores universidades da América Latina.
Fundada em 1821 na Argentina, é uma universidade pública gratuita onde se formaram cinco ganhadores do prêmio Nobel.
Dos seus mais de 117.000 estudantes, 29.500 são estrangeiros, de acordo com o QS World University Rankings — a maior proporção de estudantes estrangeiros entre as instituições de ensino da região.
A Universidade de Buenos Aires enfrenta uma situação delicada devido à decisão do governo argentino de estender o mesmo orçamento de 2023 para 2024 num país com uma inflação interanual de 276%.
Na semana passada, o conselho superior da universidade declarou emergência orçamental e convocou uma manifestação em defesa da instituição acadêmica para o próximo dia 23 de abril.
Em todo o país, pelo menos 48 universidades, 71 institutos federais (IFs) e um campus do Colégio Pedro II estão atualmente em greve, conforme apontado por um levantamento realizado pelo G1. Professores e servidores dessas instituições estão reivindicando mudanças significativas, incluindo reestruturação de carreira, recomposição salarial e orçamentária, e revogação de normas implementadas nos governos Temer e Bolsonaro.
Os níveis de paralisação variam. Em algumas instituições, tanto professores quanto técnicos-administrativos aderiram à greve, enquanto em outros casos, apenas os professores ou apenas os técnicos estão paralisados.
O Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), que representa os professores e demais servidores federais, afirmou que, apesar das reuniões com o Governo Federal desde 2023, nenhuma proposta satisfatória foi apresentada para atender às reivindicações dos servidores.
Por outro lado, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) ainda não respondeu aos questionamentos até o momento da publicação desta reportagem.
O Ministério da Educação, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que está empenhado em buscar alternativas para valorizar os servidores da educação, mantendo um diálogo franco e respeitoso com as categorias. A pasta também informou que está participando das mesas de negociação que tratam das condições de trabalho dos servidores nas instituições de educação.
Abaixo, confira como está a situação pelo país:
Norte
Acre: servidores da Universidade Federal do Acre (Ufac) e do Instituto Federal do Acre (Ifac) estão em greve.
Amapá: servidores do Instituto Federal do Amapá (IFAP) e da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) aderiram à paralisação.
Pará: as federais do Pará (UFPA), do Oeste do Pará (Ufopa), Federal Rural da Amazônia (Ufra), e o Instituto Federal do Pará (IFPA) e a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) também estão em greve.
Rondônia: a Universidade Federal de Rondônia (Unir) e o Instituto Federal de Rondônia também estão paralisados.
Tocantins: um campi do Instituto Federal do Tocantins está em greve.
Nordeste
Alagoas: tanto a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) quanto o Instituto Federal de Alagoas (IFAL) estão paralisados.
Bahia: 17 campi do Instituto Federal da Bahia também entraram em greve.
Ceará: estão em greve a Universidade Federal do Ceará (UFC) Universidade Federal do Cariri (UFCA) Universidade Federal da Integração Luso-Afro Brasileira (Unilab) e o Instituto Federal do Ceará (IFCE).
Maranhão: técnicos e professores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) também aderiram à paralisação.
Paraíba: estão em greve os técnicos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e professores e técnicos do Instituto Federal da Paraíba (IFPB).
Pernambuco: a greve afeta pelo menos a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
Piauí: dois campi do Instituto Federal do Piauí e a Universidade Federal do Piauí (UFPI) Campus Teresina estão em greve.
Rio Grande do Norte: o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) aderiram à paralisação.
Sergipe: estão paralisados o Instituto Federal de Sergipe (IFS) e a Universidade Federal de Sergipe (UFS).
Sul
Rio Grande do Sul: a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a Universidade Federal do Rio Grande (FURG), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e três campi do Instituto Federal do RS estão paralisados.
Paraná: a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR) também estão em greve.
Santa Catarina: estão em greve servidores da Universidade Federal de SC (UFSC), da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), do Instituto Federal Catarinense (IFC) e do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC)
Sudeste
Espírito Santo: tanto o Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) quanto a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) estão em greve.
Minas Gerais: estão em greve a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), a Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ), a Universidade Federal de Viçosa (UFV), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), o Centro Federal de Educação Tecnológica (Cetef), quatro campi do Instituto Federal de Minas Gerais e o Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM).
Rio de Janeiro: os técnicos-administrativos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) estão em greve; no Colégio Pedro II os professores estão em greve.
São Paulo: seis campi do Instituto Federal de São Paulo e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) foram afetados pela paralisação dos servidores.
Centro-Oeste
Distrito Federal: a Universidade de Brasília (UnB) está paralisada.
Mato Grosso: 18 campi do Instituto Federal do Mato Grosso também aderiram à paralisação, assim como a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Mato Grosso do Sul: o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) estão em greve.
Goiás: a Universidade Federal de Goiás (UFG), a Universidade Federal de Catalão (UFCat), a Universidade Federal de Jataí (UFJ) e dois campi do Instituto Federal de Goiás também estão em greve.