O JP Morgan, o maior banco do mundo com sede nos Estados Unidos, emitiu um comunicado na quarta-feira (27) destacando o índice MSCI Brazil como o pior em escala global. Esse índice monitora o desempenho das 56 principais empresas de grande e médio porte listadas na bolsa de valores brasileira, com 30% delas pertencentes ao setor financeiro.
Enquanto isso, os índices das empresas norte-americanas listadas na S&P 500 e na Nasdaq ocupam quatro das cinco primeiras posições, com o índice Topix do Japão em segundo lugar. As ações brasileiras mais valorizadas, representando 85% do MSCI Brazil, incluem empresas como Vale, Petrobras, Itaú, Bradesco, Ambev, B3, WEG, Suzano e Itaúsa. A avaliação leva em consideração os retornos acumulados nos últimos doze meses, evidenciando o MSCI Brazil como o pior, de acordo com o JP Morgan.
Apesar do Brasil ser a 9ª maior economia do mundo, seu mercado financeiro é considerado incipiente, representando apenas 1% do mercado global de ações. Um exemplo alarmante dessa situação foi observado recentemente na bolsa de Nova York, quando o valor de mercado da Truth Social, rede social do ex-presidente Donald Trump, atingiu 10% do valor da estatal brasileira Petrobras em um único dia.
Por sua vez, a Petrobras perdeu impressionantes R$ 50 bilhões em valor de mercado há três semanas, em uma única sessão. Diante desses dados, o mercado financeiro brasileiro enfrenta desafios significativos, com impactos importantes na economia nacional e na confiança dos investidores, especialmente em meio a uma postura intervencionista por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a um cenário global complexo.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira (27) que o Banco Central precisa estudar melhor os fundamentos da economia e acrescentou que aumentar juros é a forma burra de se controlar a inflação.
Em entrevista a jornalistas após a divulgação dos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o ministro foi questionado sobre a última ata do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC, que fez referência a um mercado de trabalho mais apertado e o potencial impacto disso na inflação.
“Não estou nem criticando o Banco Central. Estou alertando que eles têm que olhar melhor, estudar mais. Está faltando estudar um pouco, fundamentos da economia”, disse o ministro.
Segundo ele, existem duas maneiras de controlar a inflação. “Uma forma é restringir, é aumento de juros, é corte de crédito. Isso aqui você controla a inflação, sim, mas é a forma burra de fazer.”
Já o “jeito inteligente” de controlar a inflação, na avaliação de Marinho, é pelo lado da oferta.
“Vai crescer a demanda de consumo, as empresas não devem esperar faltar mercadoria lá na gôndola do supermercado. Elas têm que antecipar a velocidade da linha contratando mais gente, botando mais oferta de produtos. É assim que controla a inflação de forma inteligente”, disse.
Ministro do Trabalho diz que Banco Central precisa “estudar fundamentos da economia”.
“Existem duas maneiras de controlar a inflação. Uma forma é restringir (…) mas é a forma burra de fazer. O jeito inteligente é você controlar a inflação pela oferta”, afirmou Luiz Marinho… pic.twitter.com/MfKYXQotoP
A questão da oferta e demanda de produtos é apenas uma das causas da inflação entre aquelas apontadas pelo Banco Central em seu site.
A alta de preços também pode ser gerada por pressões de custos —como salários que crescem mais que as receitas da empresa—, inércia inflacionária e expectativas de inflação, por exemplo.
Em sua página, o BC diz também que, com preços estáveis, há condições mais propícias para que a economia cresça, favorecendo a criação de empregos e o aumento do bem-estar na sociedade.
O empresário Juscelino Brito teve a oportunidade de compartilhar um pouco da experiência e visão empreendedora dele tanto no âmbito da Farmácia Brito quanto no papel de presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana (CDL), durante uma entrevista ao programa Rotativo News com Joilton Freitas (Rádio Sociedade News FM 102.1), nesta terça-feira (26). Brito destacou o compromisso da Farmácia com a excelência no atendimento aos clientes e a constante busca por inovação no setor. Além disso, o empresário abordou o papel estratégico da CDL na promoção do desenvolvimento econômico local ressaltando a importância da união entre os empresários e a colaboração com as autoridades municipais e estaduais para enfrentar os desafios e explorar as oportunidades do mercado. Sua liderança na CDL tem sido fundamental para impulsionar iniciativas que beneficiam não apenas os associados, mas toda a comunidade empresarial de Feira de Santana.
Resultados de pesquisa Datafolha divulgados nesta segunda-feira, 25 de março, mostram que os brasileiros estão pessimistas com a economia.
Segundo o levantamento, 41% dos brasileiros acreditam que a economia piorou nos últimos meses, contra 28% que viram melhora.
Essa é a primeira vez que o pessimismo supera o otimismo.
No estudo anterior, de dezembro, o pessimismo estava em 35% e o otimismo, em 33%, o que configurava empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.
O Datafolha também perguntou sobre as perspectivas para o futuro.
Nesse âmbito, a expectativa de melhora para os próximos meses caiu de 47% para 39% desde dezembro, ainda acima da expectativa de piora, que foi de 22% a 27%.
Os brasileiros estão mais pessimistas também com aspectos específicos da economia, em especial inflação e desemprego.
Exatos 60% esperam piora da inflação. Em dezembro, o índice era de 51%. Quanto ao desemprego, a previsão de alta foi de 39% a 46%.
Reprovação empata com aprovação
O índice de reprovação do governo Lula entrou em empate técnico com o de aprovação pela primeira vez no terceiro mandato, segundo pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, 21 de março.
A reprovação, que envolve avaliações de “ruim” ou “péssimo”, está em 33%, enquanto a aprovação, “ótimo” e “bom”, fica em 35%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Avaliação do governo como “regular” chega a 30%.
A aprovação oscilou três pontos para baixo e a reprovação, três para cima, desde a última pesquisa, de dezembro.
Lula derrete em 2024
Pesquisa da Atlas Intel divulgada nesta quinta-feira, 7 de março, mostra que a avaliação dos brasileiros sobre o governo Lula caiu em todas as áreas em 2024.
“Vista como uma âncora de sustentação da aprovação do governo, a imagem negativa de Lula superou numericamente sua imagem positiva pela primeira vez desde agosto de 2022”, destacou o instituto.
Hoje, a imagem de Lula é negativa para 49%, enquanto a positiva está em 47%. Em janeiro era positiva para 53% e negativa para 45%.
Segundo o CEO da Atlas Intel, Andrei Roman, o resultado mais importante da pesquisa é esse: “Tradicionalmente, a popularidade pessoal do Lula era a principal âncora da aprovação dos seus governos. Pela 1a vez, o governo passa a ter uma percepção melhor de desempenho do que o presidente”.
Quedas
Entre janeiro e março, as avaliações positivas, “ótimas” e “boas”, caíram de 40% a 28% em “Justiça e combate à corrupção” e de 36% a 24% em segurança pública.
Essas foram as quedas mais vertiginosas.
A derrocada foi de 47% para 38% sobre relações internacionais, de 38% a 30% sobre “Responsabilidade fiscal e controle de gastos”, de 48% a 41% sobre “Direitos Humanos e igualdade racial”, e de 36% a 24% sobre meio ambiente.
Nesse meio tempo, as avaliações negativas, “ruins” e “péssimas”, decolaram. A avaliação negativa sobre segurança pública subiu 14 pontos, de 52% a 66%.
As avaliações negativas sobre “Responsabilidade fiscal e controle de gastos” e “Justiça e combate à corrupção” também estão acima dos 50% incluindo a margem de erro.
Elas chegam a 58% e 55%, respectivamente.
A Atlas Intel entrevistou 3.154 pessoas de todo o Brasil entre 2 e 5 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos, com nível de confiança de 95%.
A atual situação da economia global parece bastante complexa quando consideramos análises de curto prazo. Isso se deve a uma série de eventos recentes que causaram mudanças e impactos significativos em todo o mundo, como a pandemia, os conflitos internacionais como os entre Rússia e Ucrânia, perturbações na cadeia de abastecimento e reduções no comércio internacional, entre outros.
Apesar desses eventos, muitos especialistas acreditam que a economia global está em um processo de recuperação, com projeções indicando um crescimento estável de 3,1% até o final deste ano e 3,2% até 2025.
De acordo com uma pesquisa importante conduzida pelo The Goldman Sachs Group, Inc., os anos de maior crescimento econômico global provavelmente já passaram. Assim, espera-se que haja uma continuidade dos padrões atuais, com mudanças significativas menos prováveis no futuro próximo.
Embora seja difícil realizar análises detalhadas de curto prazo, podemos utilizar projeções feitas pelo The Goldman Sachs Group, Inc. para identificar as principais economias do mundo até 2040.
Para uma compreensão mais profunda das futuras maiores economias mundiais, recorremos ao estudo e projeção da The Goldman Sachs Group, Inc., cruzando dados com previsões da PwC para o período entre 2028 e 2050. Além disso, baseamo-nos no PIB atual desses países para fazer projeções até 2040.
Segue abaixo a lista das principais economias do mundo até 2040:
10º lugar: Brasil
Projetado para alcançar um Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente 3,5 trilhões de dólares, o Brasil emerge como uma economia promissora, impulsionada pela diversificação econômica em setores como agronegócio, mineração e energia, além de um mercado interno robusto.
9º lugar: Rússia
Espera-se que a Rússia atinja um PIB de 3,7 trilhões de dólares até 2040, com sua economia beneficiando-se da abundância de recursos naturais, especialmente petróleo e gás natural.
8º lugar: França
Com uma projeção de PIB de 3,9 trilhões de dólares, a França destaca-se como uma das economias mais estáveis da Europa, impulsionada por uma economia diversificada e inovações tecnológicas.
7º lugar: Indonésia
A Indonésia é projetada para alcançar um PIB de 4 trilhões de dólares até 2040, impulsionada pelo crescimento do consumo interno, expansão industrial e investimento estrangeiro direto.
6º lugar: Reino Unido
Com um PIB previsto de 4,3 trilhões de dólares, o Reino Unido mantém sua posição como uma das economias mais influentes, especialmente em setores como serviços financeiros e tecnologia da informação.
5º lugar: Japão
Espera-se que o Japão mantenha sua posição como uma das principais economias do mundo, com um PIB projetado de 5,2 trilhões de dólares, apesar dos desafios demográficos enfrentados pelo país.
4º lugar: Alemanha
Com um PIB estimado em 5,3 trilhões de dólares, a Alemanha continua como a maior economia da Europa, impulsionada por suas fortes indústrias de manufatura e exportação.
3º lugar: Índia
Projetada para ser uma das histórias de sucesso econômico do século 21, a Índia deve alcançar um PIB de 13,2 trilhões de dólares, impulsionada por uma demografia favorável e reformas econômicas.
2º lugar: Estados Unidos
Com um PIB projetado de 32 trilhões de dólares, os Estados Unidos devem ser ultrapassados pela China como a maior economia mundial, mantendo sua posição com base em inovação tecnológica e liderança em diversos setores.
1º lugar: China
Projetada para se tornar a maior economia do mundo, a China deve alcançar um PIB de 34,1 trilhões de dólares, impulsionada por investimentos em infraestrutura, tecnologia e educação, além de iniciativas globais como o “Belt and Road”.
Transações pelo menor valor possível subiram 43% em 2023 e estão sendo usadas para comunicação
Mais de 35 milhões de transações via Pix no valor de um centavo foram registradas no ano passado. As informações são do Banco Central (BC), que registrou um aumento de 43% nessas transferências instantâneas de valor insignificante, em relação a 2022.
Lançada em 2020, a modalidade caiu no gosto da população. E o Pix de um centavo tem sido usado como forma de comunicação. Ao efetivar a transferência, o pagador pode escrever uma mensagem de até 140 caracteres para o recebedor da quantia.
A estudante Maria Alice Oliveira, de 16 anos, conta que a transação de um centavo normalmente é usada para brincadeiras entre ela e os amigos.
— Teve uma vez que minha amiga me mandou fingindo que era um alerta de golpe na minha conta. Outra vez eu bloqueei um amigo brincando (em aplicativos de mensagem), porque ele estava me irritando. Ele me mandou o Pix desesperado pedindo para desbloquear — disse.
Na estreia
No ano de estreia da ferramenta, foram registradas apenas 236 mil transações de um centavo. Um ano depois, o número já cresceu para 9,2 milhões, segundo dados do BC. As transações continuaram crescendo, com 24,6 milhões de transferências do tipo em 2022.
No Pix, é possível usar telefone, CPF ou CNPJ, e-mail, e uma combinação aleatória de algarismos como chave do sistema de pagamento.
Os números sorteados foram 03, 07, 11, 35, 38 e 56
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Sem acertadores das seis dezenas no sorteio desta quinta-feira (21), a Mega-Sena acumulou novamente e poderá pagar um prêmio estimado em R$ 83 milhões no próximo sábado (23). Os números sorteados foram 03, 07, 11, 35, 38 e 56.
Apesar de ninguém ter legado a sena, a quina teve 172 apostas ganhadoras, que vão receber o prêmio individual de R$ 24.864,59. Já a quadra registrou 9.237 vencedores, que vão embolsar R$ 661,42, cada um.
O próximo sorteio será realizado às 20h (horário de Brasília) do sábado (23) e as apostas podem ser feitas até as 19h do mesmo dia nas agências lotéricas ou pela internet. O jogo simples, com seis dezenas, custa R$ 5.
Entre os anos de 2017 e 2023, a União desembolsou um total de R$ 10,2 bilhões em locação de imóveis, com um custo de R$ 1,4 bilhão apenas no ano passado. Após uma sequência de quedas nos anos anteriores, os gastos com aluguel voltaram a subir em 2023, registrando um aumento de 3,2%. Essas despesas incluem prédios dos Três Poderes.
Apesar dos altos investimentos em locação, a arrecadação proveniente do aluguel de prédios públicos foi significativamente baixa, totalizando apenas R$ 11,2 milhões nos últimos 7 anos, com uma receita de R$ 1,2 milhão em 2023.
O Ministério da Gestão e Inovação (MGI) destacou iniciativas para reduzir os custos com aluguel, como o ColaboraGov (Centro de Serviços Compartilhados), que promove o compartilhamento de serviços administrativos entre os ministérios, gerando economia aos cofres públicos. Além disso, o MGI mencionou o projeto Racionaliza, que busca eficiência na gestão administrativa e na redução de custos com serviços de manutenção predial.
Em relação às vendas de imóveis públicos, o governo Lula negociou 30 imóveis no ano passado, arrecadando R$ 51,2 milhões. Desde 2018, foram vendidos 356 prédios, resultando em uma receita total de R$ 982 milhões.
O Ministério da Gestão e Inovação afirmou que não possui uma meta de vendas de imóveis, priorizando a correta destinação dos mesmos para atividades de interesse social. Em fevereiro deste ano, foi lançado o programa Imóvel da Gente, com o objetivo de dar finalidade a cerca de 1.000 prédios da União sem uso, destinando-os para habitação, hospitais, clínicas e outros usos múltiplos.
Combustíveis, gasolina, etanol Imagem: Tom Merton/Getty Images
O etanol segue sendo de longe o melhor dos combustíveis para se abastecer no Brasil do ponto de vista financeiro, segundo novo levantamento feito pela empresa de logística e gestão de frotas Ticket Log, fornecido com exclusividade ao UOL Carros.
Segundo o estudo, abastecer atualmente com gasolina em vez de etanol só vale a pena em três das 27 unidades federativas do Brasil: Maranhão, Roraima e Rio Grande do Sul.
“Na primeira quinzena de março, 12 estados brasileiros registraram aumento no preço da gasolina, dez apresentaram redução e apenas cinco fecharam a quinzena com o preço estável”, diz Douglas Pina, diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil, proprietária da Ticket Log.
Segundo o executivo, esse comportamento de preço da gasolina resultou em uma média nacional comercializada a R$ 5,91 no país, com redução de 0,17%, ante fevereiro. Já o etanol ficou mais caro em 15 estados, mais barato em sete e estável em cinco – fator que puxou a média nacional do combustível para cima, refletindo em aumento de 0,54 em relação a fevereiro, com o litro comercializado a R$ 3,75 em média.
Como é feito o cálculo
Definição dos Estados onde o etanol é mais vantajoso tem como base o IPTL (Índice de Preços Ticket Log)
Índice aponta o custo em reais por quilômetro rodado, levando em conta o preço médio do litro do combustível e o consumo médio
Consumo é fixado em 8,5 km/l para o álcool e em 11,5 km/l para a gasolina. Há variações, dependendo do veículo
É preciso considerar que o combustível de origem vegetal eleva o consumo em aproximadamente 30%, com variação para baixo ou para cima.
Por esse motivo, só vale a pena usar etanol quando a diferença no preço supera percentualmente a redução na autonomia
Veja onde vale a pena abastecer com etanol*
+ Acre – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,79 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,56
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,77 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,59
+ Alagoas – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,30 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,51
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,08 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,53
+ Amapá – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,85 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,57
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,60 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,57
+ Amazonas – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,27 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,50
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,15 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,53
+ Bahia – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,28 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,50
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,97 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,52
+ Ceará – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,62 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,54
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,27 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,55
+ Distrito Federal – Preço médio do litro do etanol: R$ 3,90 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,46
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,90 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,51
+ Espírito Santo – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,19 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,49
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,99 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,52
+ Goiás – Preço médio do litro do etanol: R$ 3,71 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,44
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,88 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,51
+ Mato Grosso – Preço médio do litro do etanol: R$ 3,49 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,41
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,14 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,53
+ Mato Grosso do Sul – Preço médio do litro do etanol: R$ 3,74 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,44
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,03 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,52
+ Minas Gerais – Preço médio do litro do etanol: R$ 3,77 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,44
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,84 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,51
+ Pará – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,62 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,54
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,31 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,55
+ Piauí – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,15 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,49
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,90 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,51
+ Paraíba – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,08 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,48
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,73 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,50
+ Paraná – Preço médio do litro do etanol: R$ 3,91 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,46
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,03 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,52
+ Pernambuco – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,23 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,50
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,88 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,51
+ Rio de Janeiro – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,06 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,48
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,83 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,51
+ Rio Grande do Norte – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,36 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,51
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,12 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,53
+ Rondônia – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,71 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,55
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,46 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,56
+ Santa Catarina – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,28 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,50
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,89 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,51
+ São Paulo – Preço médio do litro do etanol: R$ 3,57 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,42
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,72 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,50
+ Sergipe – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,51 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,53
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,31 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,55
+ Tocantins – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,33 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,51
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,20 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,54
Veja onde vale a pena abastecer com gasolina*
+ Maranhão – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,47 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,53
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,78 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,50
+ Rio Grande do Sul – Preço médio do litro do etanol: R$ 4,36 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,51
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 5,76 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,50
+ Roraima – Preço médio do litro do etanol: R$ 5,02 – Custo por km rodado com etanol: R$ 0,59
– Preço médio do litro da gasolina comum: R$ 6,62 – Custo por km rodado com gasolina comum: R$ 0,58
* Preços médios relativos à primeira quinzena de março de 2024
A inflação no mês de fevereiro acelerou para todas as faixas de renda. As famílias de renda média alta foram as que mais sentiram a alta nos preços, que afetou as mensalidades escolares e o preço dos combustíveis.
Os dados estão no Indicador Ipea de Inflação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
De janeiro para fevereiro, a inflação no segmento de rnédia alta subiu 0,88% – a maior alta no período. Já a menor inflação para o período, de 0,78%, foi registrada na classe de renda muito baixa, impactada pelo aumento dos alimentos no domicílio e das tarifas de ônibus urbano e de integração.
No acumulado em 12 meses até fevereiro, enquanto as famílias de renda muito baixa tiveram a menor taxa de inflação (3,56%), a faixa de renda alta registrou a taxa mais elevada (5,44%).
Em fevereiro, pelo terceiro mês consecutivo, o principal impacto para as classes com rendas mais baixas veio do grupo alimentos e bebidas, refletindo a alta nos preços de alimentos no domicílio, especialmente em itens importantes da cesta de consumo, como arroz (3,7%), feijão (5,1%), batata (6,8%), cenoura (9,1%), ovos (2,4%) e leite (3,5%). Em menor intensidade, o grupo transporte também impactou a inflação dos segmentos de menor renda, repercutindo os reajustes das passagens de ônibus urbano (1,9%) e do transporte público por integração (9,4%).
Já para as classes de renda média, média alta e alta, o foco de pressão inflacionária em fevereiro, veio do grupo educação, influenciado pelo aumento de 6,1% das mensalidades escolares. No caso dos transportes, embora os reajustes da gasolina (2,9%) e do etanol (4,5%) também tenham contribuído positivamente para a inflação das famílias dos estratos mais elevados de renda, em fevereiro, a queda de 10,7% das passagens aéreas gerou um forte alívio sobre a inflação nesta faixa.