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Lote será do imunizante Oxford/Astrazeneca

Brasil receberá doses de vacina do consórcio Covax Facility Foto: EFE/Martin Alipaz

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou nesta sexta-feira (30), a chegada ao Brasil de uma remessa de 4 milhões de doses da vacina AstraZeneca, fruto do consórcio internacional Covax Facility. Em 17 de abril, o governo já havia anunciado a chegada das vacinas a partir de maio.

– Teremos nesse fim de semana a chegada de 4 milhões de vacinas AstraZeneca oriundas do Covax: 200 mil doses no sábado e no domingo, em dois voos, sendo o primeiro com 1,7 milhões de doses e o segundo com 2,1 milhões de doses – informou em pronunciamento à imprensa nesta tarde.

Mais cedo, Queiroga participou de coletiva de imprensa conduzida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Ele pediu aos países com doses excedentes da vacina que compartilhem os imunizantes com o Brasil. O ministro também negou atrasos nas imunizações e afirmou ser possível terminar 2021 com toda a população brasileira vacinada.

No pronunciamento desta tarde, Queiroga destacou ainda que, com as entregas da remessa do Covax Facility no final de semana, o país terá recorde de recebimento de vacinas somando 17 milhões nos últimos seis dias. Entram nesta conta um milhão de doses da Pfizer recebidas ontem e doses produzidas nos últimos dias pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pelo Instituto Butantan.

O primeiro lote de vacinas da Pfizer que chegou ontem deve ser distribuído na segunda-feira (3), para as capitais dos estados, segundo o secretário executivo da pasta, Rodrigo Cruz.

– Para não se sobrecarregarem com os estoques, os estados e municípios em conjunto com o governo federal pactuaram que vacinas Pfizer serão encaminhadas na segunda-feira par as 27 capitais – afirmou.

Na fala à imprensa, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, ressaltou que hoje a fundação bateu o recorde de entrega de imunizantes com 6,5 milhões de doses.

– Estamos operando com a capacidade de produção de 1 milhão de doses por dia – disse.

Ela citou que a capacidade de produção é de um milhão de doses por dia e também garantiu que a Fiocruz dispõe de insumos para os próximos meses.

– Temos assegurados o Insumo Farmacêutico Ativo, o IFA, para as entregas de maio, início de junho e novas remessas prevista para totalizarmos 100,4 milhões de doses, além das 4 milhões que vieram do Instituto Serum (da Índia) também sob nossa responsabilidade – afirmou Trindade.

*Estadão


A agência pondera, no entanto, que a Fiocruz ainda precisará realizar lotes em escala comercial da vacina com IFA produzido localmente

Frasco com vacina de Oxford/AstraZeneca – Foto: Benoit Tessier/Reuters

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, em decisão nesta sexta-feira (30), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) a produzir no Brasil o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina de Oxford e da AstraZeneca.

 A decisão da Anvisa se baseou em uma inspeção técnica na fábrica da Fiocruz em Bio-Manguinhos. O IFA é o insumo biológico essencial para a produção de imunizantes. Hoje, o Brasil só produz vacinas mediante importação de IFAs, sobretudo da China.

A agência pondera, no entanto, que a Fiocruz ainda precisará realizar lotes em escala comercial da vacina com IFA produzido localmente. Quando os testes forem concluídos, a Fundação submeterá os resultados à Anvisa antes de poder iniciar a produção para valer, com a entrega de doses ao SUS.

Apuração do analista de política da CNNLeandro Resende aponta que a Fiocruz informou ao Tribunal de Contas da União (TCU) não ter um cronograma para a produção 100% nacional da vacina de Oxford e da AstraZeneca.

A produção local é parte do contrato assinado pela Fiocruz com a universidade e a farmacêutica, que incluía a transferência de tecnologia para a entidade brasileira. No entanto, até que essa transferência seja concluída e a Anvisa autorize a produção local dos IFAs, a Fiocruz seguirá dependendo de importação dos insumos.

Informações CNN Brasil


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil

Em entrevista ao Valor Econômico, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, afirmou que os dados apresentados pelos russos sobre a vacina Sputnik V, contra a Covid-19, apontaram que a substância é “uma ameaça à saúde” dos brasileiros.

“A vacina Sputnik V foi rejeitada porque, nos documentos apresentados pelo próprio instituto russo, e também nas reuniões que fizemos com eles, foram apresentados dados que representavam uma ameaça à saúde da população”, disse Barra Torres.

Segundo ele, falta transparência por parte do Instituto Gamaleya e do Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF), responsáveis pela produção e distribuição dos imunizantes, respectivamente.

“Havia tanto uma escassez de informações transparentes e sólidas quanto, naquelas que foram apresentadas, índices inaceitáveis da presença de vírus replicante. É o vírus que pode se reproduzir de uma maneira não controlada, de uma maneira não evitável e, portanto, com consequências imprevisíveis e imponderáveis”, afirmou.

De acordo com Barra Torres, os russos fazem “manobra retórica” com a situação, o que inviabiliza qualquer chance de debate técnico com a equipe da Anvisa.

“Nenhuma chance [de acontecer um debate]. Até porque eles próprios sabem que isso é mais uma manobra de retórica. Essas análises envolvem dossiês em que a propriedade industrial, inclusive, tem que ser preservada. A Anvisa não é uma agência debatedora, é uma agência reguladora”, disparou.

Informações Conexão Política


Considerando a urgência em ampliar a vacinação para Covid-19, em Feira de Santana, e o fato de a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que começou em 12 de abril, estar em fase avançada, a Secretaria Municipal de Saúde decidiu desginar 21 Unidades de Saúde da Família (USFs) para vacinação contra a Covid, às terças e quintas-feiras.

Até o momento, as USFs estão vacinando apenas H1N1. A descentralização começa na próxima terça-feira, 4. Cada uma dessas unidades terá sua aréa de abrangência para itensificar e garantir a vacinação de toda a comunidade. Na zona rural todas as USFs permanecerão realizando a vacinação contra a Covid-19, às terças e quintas.

Às segundas, quartas e sextas, as 21 USFs continuam funcionando para vacinação exclusiva contra a Influenza.

“Conforme avaliação interna da Secretaria de Saúde verificamos que, levando a imunização contra a Covid também para as USFs a população terá o acesso facilitado à vacina. Isso só foi possível pois a vacinação contra a H1N1 está acontecendo de forma eficiente e rápida em nossa cidade”, explica o secretário de Saúde, Marcelo Britto.
Clique abaixo e confira a relação das Unidades de Saúde da Família e as aréas de abrangência.

Secom


O governador da Bahia, Rui Costa (PT)

Foto: Paula Froes
Em entrevista para a Globonews na manhã desta sexta-feira, 30, o governador Rui Costa afirmou que aplicaria a vacina russa Sputnik V na população da Bahia mesmo sem o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O petista, que assinou termo de intenção de compra de dez milhões de doses do imunizante, disse ainda que seria voluntário para a primeira aplicação da vacina, que teve sua importação vetada pela Anvisa por conta de supostas falhas de segurança na constituição do composto.

“Eu não só aplicaria, como seria o primeiro voluntário a tomar, e a minha família também. Não estaria propondo isso se não acreditasse. São mais de 20 milhões de pessoas no mundo, nenhum caso reportado”, ponderou.

Rui questionou ainda as alegações da agência de que teriam sido impedidos de entrar e fiscalizar as instalações do Instituto Gamaleya, na Rússia, algo rebatido pelo fundo russo durante a semana.

“A Anvisa declarou que foi impedida de ter acesso aos laboratórios russos. O instituto negou. Nós enviamos duas pessoas do Consórcio do Nordeste nos mesmos dias que a Anvisa estava lá. Hoje a gente fica na dúvida: quem está falando a verdade?”, questionou.

Informações: A Tarde


Foto: MS/Ailton de Freitas

O governo federal garantiu nesta sexta-feira (30) que toda a população brasileira estará totalmente imunizada contra a Covid-19 até o final do ano, como resultado de uma campanha, que garantiu, avança bem e a um ritmo constante.

– Nossa palavra em relação à imunização é esperança. Já temos doses suficientes para os próximos meses e é possível garantir que até o final de 2021 teremos toda a população totalmente vacinada – disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Ele afirmou que até ao início desta semana foram inoculadas 16 milhões de doses e lembrou que este número é superior ao da população total de muitos países.

Em entrevista coletiva virtual organizada em Genebra pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Queiroga disse ser iminente que o governo fechará um novo contrato com as farmacêuticas Pfizer/BioNTech para receber mais 100 milhões de doses da vacina.

O Brasil, que ontem ultrapassou a marca de 400 mil mortes por Covid-19, é o segundo país com mais vítimas da doença, depois dos Estados Unidos, e o terceiro com mais casos – mais de 14,5 milhões -, também atrás dos EUA e da Índia, agora o principal foco global da pandemia.

Além da vacinação, o ministro disse que o Brasil continua monitorando as variantes do vírus que existem ou que podem surgir.

– Estamos investigando se as variantes são suscetíveis às vacinas – afirmou.

Queiroga também lamentou as informações recebidas pela população que acabam questionando a eficácia ou segurança de certas vacinas, o que desestimula algumas pessoas de irem receber sua dose.

O ministro da Saúde argumentou que tais atitudes não fazem sentido e, referindo-se à vacina fabricada pela AstraZeneca, garantiu se tratar de um medicamento comprovadamente eficaz e seguro.

EFE


Foto: Jorge MagalhãesÉ necessário apresentar RG, CPF e comprovante de residência

Nesta sexta-feira (30), a Secretaria Municipal de Saúde intensifica a vacinação contra a Covid-19. Idosos com 60 anos ou mais podem receber a primeira dose em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Feira de Santana, inclusive nas Unidades de Saúde da Família (USFs) nos distritos. A aplicação será por ordem de chegada, das 8h às 17h, e não precisa de agendamento.

Os trabalhadores da Saúde também podem ser vacinados com a primeira dose no estacionamento do Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA), das 8h às 12h. Para ser vacinado é necessário comprovar o vínculo de trabalho em uma instituição de saúde, apresentando algum documento. Os autônomos devem levar uma autodeclaração que comprovem sua atuação na área.

Além disso, outros documentos como identidade original com foto, CPF e comprovante de residência também são essenciais.  São considerados trabalhadores da saúde aquelas pessoas que atuam em clínicas, consultórios e entre outros locais que oferecem serviços de saúde.

Quem são os trabalhadores que podem tomar a vacina?
Trabalhadores da Assistência: Agentes Comunitários de Saúde; assistentes sociais; enfermeiros; farmacêuticos; fisioterapeutas; fonoaudiólogos; médicos; nutricionistas; odontólogos; psicólogos; técnicos e auxiliares de enfermagem e de saúde bucal e terapeutas ocupacionais.
Trabalhadores da Vigilância em Saúde:profissionais da vigilância sanitária, epidemiológica, saúde ambiental, saúde do trabalhador e dos laboratórios.
Trabalhadores da Gestão: secretários de saúde, diretores, coordenadores, gerentes, administradores, demais gestores.
Trabalhadores do apoio: auxiliares administrativos; almoxarifes; trabalhadores da copa e fornecimento de alimentação. 
Trabalhadores da Conservação:trabalhadores da conservação predial e trabalhadores da limpeza.

Confira os locais da vacinação:
 
Unidades Básicas de Saúde:
UBS Cassa
UBS Subaé 
UBS Caseb 1
UBS Caseb 2
UBS Baraúnas
UBS Irmã Dulce
UBS Mangabeira
UBS Serraria Brasil
UBS Jardim Cruzeiro
UBS Dispensário Santana
UBS CSU (Centro Social Urbano)Unidades de Saúde da Família nos distritos:
Bonfim de Feira
Maria Quitéria (São José)
Humildes
Tiquaruçu
Jaíba
Jaguara
Matinha

Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA)
Estacionamento


Foto: Thiago Paixão

São 13.050 doses da vacina de Oxford e 590 da CoronaVac 

Mais 13.640 doses da vacina contra a Covid-19 foram recebidas pela Secretaria Municipal de Saúde, nesta quinta-feira, 29. São 13.050 doses da vacina de Oxford/AstraZeneca, para aplicação em primeira dose em idosos entre 60 e 64 anos, quilombolas, trabalhadores das forças de segurança pública e salvamento, além de pessoas com comorbidades.

Também foram enviadas ao município 590 doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, para aplicação em segunda dose de idosos entre 65 e 69 anos, bem como trabalhadores das forças de segurança pública e salvamento. Segundo o secretário de Saúde, Marcelo Brito, as doses começarão a ser distribuídas nesta sexta-feira (30).

“Começa a distribuição das doses para todas as Unidades Básicas de Saúde, respeitando o cronograma de vacinação e fazendo as devidas modificações para atingir todos os grupos. Tudo requer planejamento para evitar aglomerações. Assim que o cronograma for reajustado, a vacinação será retomada com força total”, afirma o secretário.


Ministério da Saúde irá distribuir a vacina entre as 27 capitais, de forma igualitária, entre sexta-feira (30) e sábado (1º)

Foto: Reprodução/Vanderlei Duarte/EPTV
Foto: Reprodução/Vanderlei Duarte/EPTV

O avião que trazia 1 milhão de doses da vacina da Pfizer/BioNTech comprada pelo Brasil pousou na noite desta quinta-feira (29) no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas-SP. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, acompanhou o desembarque do primeiro lote de um contrato para 100 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19.

De acordo com o G1, o voo que trouxe as doses saiu da Bélgica, fez escala em Miami, nos Estados Unidos, e chegou a Viracopos com um atraso de 22 minutos da previsão inicial. O esquema montado para realizar o desembarque envolveu pelo menos 120 profissionais e forte esquema de segurança da Polícia Federal.

Ainda segundo a publicação, de Campinas, as doses serão encaminhadas para o centro de distribuição do governo federal em Guarulhos-SP, onde serão armazenadas em câmaras frias a uma temperatura de -70ºC.

O Ministério da Saúde informou que, por conta do curto espaço de tempo e das exigências de armazenamento, irá distribuir a vacina entre as 27 capitais do país de maneira proporcional e igualitária entre sexta-feira (30) e sábado (1º).

Informações Bahia.ba


Carregamento chegou a Montevidéu, no Uruguai, e depois será distribuído aos países da América do Sul

Vacinas serão aplicadas em seleções da Copa América, e torneios internacionais como a Copa Libertadores e a Sul-Americana Foto: Reprodução 

O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, confirmou que as 50 mil doses de vacinas contra a Covid-19, doadas pelo laboratório chinês Sinovac, foram recebidas pela entidade. O lote chegou a Montevidéu, no Uruguai, e depois será distribuído para os países da América do Sul.

– As vacinas para o futebol sul-americano já chegaram à América do Sul. A Conmebol se tornará a primeira organização civil do mundo a realizar uma vacinação que beneficiará milhares de famílias nos 10 países e representará uma valiosa cooperação com as campanhas de imunização promovidas pelos governos. A vacinação é um grande avanço em direção ao que todos almejamos: a volta plena do futebol, com sua explosão de cor, alegria e paixão, no campo e nas arquibancadas. A Conmebol está trabalhando incansavelmente e nos orgulhamos dos grandes passos que demos até agora. – publicou o dirigente nas redes sociais, com uma foto sua ao lado da taça da Copa América e na carga das vacinas.

As vacinas serão aplicadas nas seleções que disputarão a Copa América e nas equipes que participam de torneios internacionais da Conmebol, como a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana. A entidade também pretende imunizar times masculinos e femininos da primeira divisão dos dez países filiados, assim como árbitros e todos os envolvidos na organização dos eventos.

No Brasil, a CBF precisa de uma autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para receber as doses. Seguindo a Lei nº 14.125/2021, que autoriza a importação de vacinas contra o novo coronavírus em território nacional, os imunizantes terão de ser repassados primeiro ao SUS, para que sejam incorporados ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A pandemia afetou principalmente torneios de seleções organizados pela entidade. No ano passado, a Copa América precisou ser adiada. Em 2021, foi a vez de as Eliminatórias sentirem o impacto. As rodadas previstas para março acabaram desmarcadas. Entre competições de clubes, a Libertadores permaneceu paralisada em 2020 por cerca de seis meses.

*Estadão

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