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Foto: Thiago Paixão

Jorge Evangelista tem 55 anos, é hipertenso e diabético. Por isso, faz parte do grupo de pessoas com comorbidades inseridas na campanha de vacinação contra a Covid-19 em Feira de Santana. Compareceu cedo para receber a primeira dose na Unidade de Saúde da Família (USF) da Rua Nova — uma das 21 designadas para vacinação neste sábado, 8.
“Me sinto muito alegre e feliz com este momento que estão proporcionando. A emoção é grande que nem consigo esconder as lágrimas”, disse emocionado.
Grávidas, puérperas (até 45 dias pós parto) e lactantes (aleitamento materno exclusivo até os seis meses) com comorbidades (maiores de 18 anos), pessoas com deficiência intelectual moderada e severa, incluindo autistas, acima de 54 anos, trabalhadores da Educação também receberam a primeira dose da vacina.
A UniFTC, localizada na avenida Artêmia Pires, que tem sido parceira da Prefeitura de Feira durante a campanha de vacinação também foi um dos locais designados para a vacinação destes públicos. As doses foram aplicadas por ordem de chegada, sem a necessidade do agendamento, das 8h às 12h.
Ao todo, o Município já aplicou 157.773 doses — sendo que desse total 54.537 são pessoas que completaram o esquema de vacinação, ou seja, receberam as duas doses da vacina.

Secom


Vacina, frascos contendo CoronaVac, vacina da Sinovac contra coronavírus
Foto: Reuters/Amanda Perobelli/ Direitos Reservados

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deverá começar a fabricar a vacina da Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 com o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzido no Brasil no dia 15 de maio. A previsão foi feita pelo vice-presidente da instituição, Mario Moreira, em entrevista coletiva do Ministério da Saúde, em Brasília, nesta sexta-feira (7).

De acordo com o dirigente, a fundação está em condições de produzir e obteve a certificação de boas práticas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas ainda há procedimentos de avaliação a serem realizados, além do processo do registro definitivo do imunizante.

“Vamos ter que produzir lotes de validação acertados com procedimentos internacionais e a partir daí a gente já começa a produzir em escala industrial. Os testes deverão aguardar o registro definitivo da Anvisa. A expectativa é que em outubro tenhamos a liberação para entregar estes lotes produzidos de maio em diante”, disse Moreira.

A produção com o IFA nacional é resultado de um acordo de transferência de tecnologia entre a Fiocruz e o consórcio formado pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. Até o momento as doses produzidas dependem de IFA importado da China.

Falta de matéria-prima

A lentidão no envio dessas substâncias tem dificultado o andamento da imunização no Brasil. Na entrevista coletiva, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, foi perguntado sobre as ações para acelerar a liberação dos IFAs pela China diante do quadro da previsão do Instituto Butantan de cessar a produção da Coronavac na semana que vem pela falta da matéria-prima, anunciada pelo diretor da instituição, Dimas Covas.

“O governo federal trabalha sempre junto com Instituto Butantan. Estamos sempre junto com eles para monitorar o recebimento dos insumos. O ministro [Marcelo Queiroga] esteve presente hoje com o embaixador chinês [Yang Wanming]. Estamos sempre conversando quer com embaixada em Pequim ou com embaixador chinês no Brasil”, disse o secretário executivo.

Contudo, Cruz acrescentou que o Ministério da Saúde não tem ainda informações do governo chinês quanto ao envio de IFAs.

Balanço

O secretário executivo apresentou um balanço das vacinas contra a covid-19 adquiridas. Até o momento, haveriam 532,5 milhões de doses contratadas. Perguntado por jornalistas se todo este montante já teria garantia em contrato, Cruz respondeu que esse quantitativo estaria “pactuado”.

“Não dá para falar que vacina não está contratada. Ela está formalizada. Não há chance de não receber essas doses conforme previsão contratual. Existem doses que são contratadas diretamente pelo governo e outras que são entregues pela Fiocruz”, colocou.

De acordo com a previsão do governo federal, ainda há 20 milhões de doses da indiana Covaxin e mais 10 milhões da russa Sputnik V, mas os dois imunizantes tiveram as importações negadas pela Anvisa. Nocaso do imunizante russo, a direção da Anvisa afirmou que da forma como ele foi desenvolvido seria impossível a aprovação.

Balanço de vacinas pactuadas até 5 de maio:

– 12 milhões do Instituto Serum

– 210 milhões da Fiocruz e Oxford/AstraZeneca (100 milhões em processo de entrega e 110 milhões para entrega no 2º semestre, sendo 50 milhões de IFA importado e 60 milhões com IFA nacional)

– 130 milhões do Instituto Butantan (100 milhões já adquiridas e 30 milhões em processo final de formalização)

– 42,5 milhões de doses da Covax Facility

– 100 milhões de doses da Pfizer

– 38 milhões de doses da Janssen

Pendentes de aprovação pela Anvisa

– 20 milhões de doses da Covaxin

– 10 milhões de doses da Sputnik V

Informações Agência Brasil


Foto: Erasmo Salomao

A segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe influenza começa na terça-feira (11) e prossegue até o dia 8 de junho. Promovida pelo Ministério da Saúde em todo território nacional, a campanha teve início no mês passado e a estimativa é vacinar 79, 7 milhões de pessoas.

A segunda etapa é destinada a idosos com mais de 60 anos e professores. Cerca de 33 milhões de pessoas deverão ser imunizadas nessa fase.

A terceira fase, entre 9 de junho e 9 de julho, abrangerá cerca de 22 milhões de pessoas. Compõem esse público-alvo integrantes das Forças Armadas, de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; e adolescentes em medidas socioeducativas.

A campanha teve início no dia 12 de abril com a vacinação de crianças entre 6 meses e 6 anos, povos indígenas, trabalhadores da área da saúde, gestantes e mulheres puérperas (que estão no período de até 45 dias após o parto). Pessoas que tomaram a primeira ou a segunda dose da vacina contra a covid-19 devem esperar pelo menos 14 dias para tomar o imunizante contra a gripe.

De acordo com o vacinômetro da campanha, já foram aplicadas 6,9 milhões das 27, 3 milhões das doses distribuídas para todos os estados.

Agência Brasil


Foto: Thiago Paixão

Faixa etária, grupo prioritário ou locais de vacinação contra a gripe e coronavírus em Feira de Santana são algumas das dúvidas recorrentes recebidas pela Ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde. São em média 150 ligações atendidas por dia – três vezes mais se comparado ao período antes das campanhas.

Reclamações, elogios e outras demandas relacionadas aos serviços municipais de saúde também podem ser enviados ao setor, que atende através do número 3612-6636, 136 ou por e-mail: ouvidoria.sms@pmfs.ba.gov.br. A Ouvidoria funciona das 8h às 12h e 14h às 18h, de segunda a sexta-feira.

A população pode também contribuir fiscalizando, enviando denúncias e informando sobre a situação da vacina em sua região.

“É importante que as pessoas utilizem esse espaço para formalizar suas dúvidas, enviar questionamentos e reclamações. Dessa forma, a resolutividade é mais rápida”, enfatiza o secretário de Saúde, Marcelo Britto.

Secom


Pessoas com deficiência intelectual moderada e severa, incluindo autistas, acima de 55 anos, estão incluídas na lista de prioridades para a vacinação contra a Covid-19. A imunização para esse grupo pode ser realizada na UniFTc, localizada na avenida Artêmia Pires e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Para receber a vacina é necessário apresentar um documento de identificação, comprovante de residência, relatório ou receita médica.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) também ampliou a faixa etária da vacinação para trabalhadores da Educação e pessoas com comorbidades. Agora, quem tem 55 anos ou nasceu em 1966 pode receber a primeira dose. A vacinação para grávidas, puérperas (até 45 dias pós parto) e lactantes (aleitamento materno exclusivo até os seis meses) com comorbidades (maiores de 18 anos) não sofreu alteração de idade. As doses para esses grupos estão sendo aplicadas, exclusivamente, na UniFTC.

O fluxo da vacinação é dividido por data de nascimento. Das 8h às 12h estão sendo vacinados aqueles que nasceram entre os meses de janeiro a junho. Das 13h às 17h os que nasceram nos últimos seis meses do ano.

UBS – Além da vacinação para comorbidades, as UBSs continuam com a vacinação de primeira e segunda dose para idosos a partir de 60 anos. As UBSs Cassa, Caseb 1, Irmã Dulce e Baraúnas seguem aplicando a primeira dose em pessoas portadoras de síndrome de Down e transplantados, entre 18 e 59 anos.

Os trabalhadores da Saúde podem receber a segunda dose da vacina no Centro Social Urbano (CSU), no bairro Cidade Nova. Vale lembrar que a SMS designou as 21 Unidades de Saúde da Família (USFs) para vacinação contra a Covid, às terças e quintas-feiras.

Pessoas que convivem com o HIV/aids, maiores de 18 anos, podem receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19, a partir desta terça-feira, 04. A vacinação para esse público será realizada, exclusivamente, no Centro de Referência Dr. Leone Coelho Lêda (CSE), das 8h às 17h, por ordem de chegada. É necessário levar atestado médico ou receita com medicação contínua, RG, CPF e comprovante de residência.

Secom


Detentos idosos e com comorbidades são vacinados contra Covid-19 em presídios da Bahia
Foto: Divulgação/DPE

Os internos do sistema prisional baiano que se encaixam nos grupos prioritários já vacinados contra Covid-19 também receberam o imunizante, mesmo privados de liberdade. A vacinação foi acompanhada pela Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE/BA). Segundo o órgão, no fim do mês de março, todos os internos com mais de 59 anos nos conjuntos penais na Bahia já haviam recebido pelo menos uma dose de vacina.

Até esta terça-feira (04), 152 internos nos conjuntos prisionais da Bahia, incluindo idosos e algumas pessoas com comorbidades, já haviam sido vacinados – 55 na capital e 97 no interior. Com a chegada da vacinação para os portadores de comorbidades a DPE seguirá acompanhando a vacinação do novo grupo, também nas prisões.

“O direito à saúde é o mesmo. Não é porque ela está presa que ela perde a característica de idoso, ou de pessoa com comorbidade”, explicou o defensor Maurício Saporito. “Desde o início da fase prioritária de vacinação, a Defensoria se movimentou para garantir aos idosos privados de liberdade esse direito, pois é um ato de cidadania e civilidade”, pontuou o defensor Pedro Casali, que coordena a Especializada Criminal e de Execução Penal da DPE/BA.

Ao todo, internos de doze cidades baianas já receberam vacinas. Os detentos estão distribuídos da seguinte forma.: Salvador (55); Barreiras (1); Feira de Santana(24); Ilhéus (13); Itabuna (8); Jequié (8); Juazeiro (8); Paulo Afonso (7); Serrinha (5); Teixeira de Freitas (6); Valença (4); Vitória da Conquista (13). Ainda segundo informações da DPE, das 26 unidades prisionais em funcionamento na Bahia, 20 apresentaram casos positivos de Covid-19. O sistema penitenciário registrou, até o momento, 2.441 casos confirmados do novo coronavírus, sendo 1.432 deles em servidores e 1.009 pessoas privadas de liberdade. Destes, seis foram a óbito; quatro servidores e dois internos.

Informações: Metro1


Foto: Bruno Kelly

O Ministério da Saúde lançou hoje (5) uma pesquisa para descobrir qual a prevalência de covid-19 nos diferentes grupos sociais da população brasileira. O levantamento prevê a testagem sorológica, que identifica a presença de anticorpos, em 211.129 pessoas, de 274 municípios, incluindo capitais e suas respectivas regiões metropolitanas.

A amostragem será feita em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tendo como base a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio (Pnad) Covid-19. A previsão é de que sejam testados os moradores de 62.097 domicílios.

As amostras sorológicas serão processadas por unidades de apoio diagnóstico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Fortaleza e no Rio de Janeiro. Os testes devem permitir a detecção da resposta à infecção e à vacinação. Uma amostra de cada participante deve ser armazenada em um biorrepositório por até cinco anos.

Segundo o secretário nacional de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, os objetivos principais do inquérito sorológico, intitulado PrevCov, são: descrever as características socioeconômicas, demográficas e epidemiológicas dos participantes da pesquisa; estimar a magnitude da infecção pelo novo coronavírus nas capitais e regiões metropolitanas; e permitir cálculos mais precisos de morbidade e letalidade da doença.

Devem ser colhidos dados também sobre sintomas recentes ou anteriores, contatos com casos suspeitos, realização de testes e vacinação, bem como todo o histórico de saúde dos participantes. Não foi dada previsão para a conclusão do levantamento.

“Mais de R$ 200 milhões de reais foram investidos nessa ação de pesquisa”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no evento de lançamento da PrevCov, na sede do ministério, em Brasília. “Negacionismo é negar o que o governo federal tem feito na pesquisa, na ciência e na tecnologia”, afirmou ele.

Agência Brasil


Doses estão sendo aplicadas na UniFTC 

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ampliou a faixa etária da vacinação para trabalhadores da Educação e pessoas com comorbidades. Agora, quem tem 57 anos ou nasceu em 1964 pode receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19.

A vacinação para grávidas, mulheres em período pós parto e lactantes com comorbidades (maiores de 18 anos) não sofreu alteração. As doses estão sendo aplicadas para esse público, exclusivamente, na UniFTC, na avenida Artêmia Pires.

O fluxo da vacinação se mantém dividido por data de nascimento. Das 8h às 12h estão sendo vacinados aqueles que nasceram entre os meses de janeiro a junho. Das 13h às 17h os que nasceram nos últimos seis meses do ano.

Confira abaixo o arquivo com a relação das comorbidades que serão contempladas:

http://www.feiradesantana.ba.gov.br/arquivos/RELA%C3%87%C3%83O_DAS_COMORBIDADES_QUE_SERO_CONTEMPLADAS_NESTA_ETAPA_DA_VACINA%C3%87%C3%83O_CONTRA_A_COVID-19.pdf


Foto: Thiago Paixão

Nesta terça-feira, 4, a Secretaria Municipal de Saúde recebeu mais 12.020 doses da vacina Oxford/Astrazeneca. Elas serão aplicadas em primeira dose para os grupos prioritários inseridos na vacinação contra a Covid-19.


As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) continuam com a vacinação de primeira e segunda dose para idosos a partir de 60 anos. As UBSs Cassa, Caseb 1, Irmã Dulce e Baraúnas seguem aplicando a primeira dose em pessoas portadoras de síndrome de Down e transplantados. 


Os trabalhadores da Saúde também podem ser vacinados com a primeira e segunda dose da vacina. Vale lembrar que a SMS designou as 21 Unidades de Saúde da Família (USFs) para vacinação contra a Covid, às terças e quintas-feiras. 


Grávidas, puérperas e lactantes com comorbidades (maiores de 18 anos), trabalhadores da Educação e pessoas com comorbidades – ambos devem ter 58 anos ou nascido em 1963 – também podem receber a primeira dose da vacina. 


A imunização é realizada exclusivamente na UniFTC, avenida Artêmia Pires, com divisão de horários por data de nascimento. Das 8h às 12h serão vacinados aqueles que nasceram entre os meses de janeiro a junho. Das 13h às 17h os que nasceram nos últimos seis meses do ano. 

HIV/aids – Pessoas que convivem com o HIV/aids, maiores de 18 anos, podem receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19, a partir desta terça-feira, 04. 

A vacinação para esse público será realizada, exclusivamente, no Centro de Referência Dr. Leone Coelho Lêda (CSE), das 8h às 17h, por ordem de chegada. É necessário levar atestado médico ou receita com medicação contínua, RG, CPF e comprovante de residência.   


Jorge Queiroz é hipertenso. Tem 59 anos. Ele faz parte do grupo de pessoas com comorbidades inseridas na vacinação contra a Covid-19, em Feira de Santana. Na manhã de hoje, 4, ele recebeu a primeira dose do imunizante, na UniFTC, onde a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) montou uma estrutura para aplicação da vacina em 20 pontos simultâneos.

“É uma dose de alegria, porque a gente sabe a dificuldade que estamos enfrentando contra essa doença. A vacina renovou minhas esperanças”, disse sentindo-se mais seguro.

Grávidas, puérperas e lactantes com comorbidades (maiores de 18 anos), além de trabalhadores da Educação – com 58 anos ou nascidos em 1963 – também já podem receber a primeira dose da vacina.

Naiana Brito, grávida do seu primeiro filho, chegou por volta das 8h30 e, em cinco minutos, foi vacinada. “O atendimento foi muito rápido. Estou feliz por receber essa vacina. É uma alegria enorme”, revelou emocionada.

FAIXA ETÁRIA

Devido à baixa procura, a SMS ampliou a faixa etária da vacinação para trabalhadores da Educação e pessoas com comorbidades. Agora, quem tem 58 anos ou nasceu em 1963 pode receber a primeira dose. A vacinação para grávidas, puérperas e lactantes com comorbidades (maiores de 18 anos) não sofreu alteração.

Secom

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