A meta é vacinar 300 pessoas através do programa Consultório na Rua
A Prefeitura de Feira de Santana iniciou nesta segunda-feira, 14, a vacinação de pessoas em situação de rua, maiores de 18 anos, contra a Covid-19. A meta é vacinar 300 pessoas por meio do programa “Consultório na Rua”.
Segundo o Plano Nacional de Imunização, esse público foi incluído como prioridade no calendário da vacinação, uma vez que protagonizam maior exposição para serem infectados e por consequência, complicações de saúde que levam a óbitos.
Cleber Barbosa, de 44 anos, foi um dos primeiros vacinados. “É um momento de esperança para todos”, disse. Outras 49 pessoas também foram imunizadas.
A enfermeira do Consultório na Rua, Darlene Santos, afirmou que desde o início da campanha a equipe realiza o mapeamento das pessoas em situação de rua e o monitoramento para garantir a aplicação das duas doses da vacina.
“A vacinação já estava disponível para aquelas pessoas com mais de 60 anos ou que estão cadastradas em Centros de Acolhida (CA)”, disse.
A equipe multiprofissional atua em conjunto com o Setor de Imunização da SMS, bem como com os profissionais do Serviço de Abordagem Social e do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP), ambos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.
CONSULTÓRIO NA RUA
O programa Consultório na Rua é um serviço da Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde vinculado à Atenção Primária à Saúde.
A equipe é composta por médico, enfermeira, técnica de enfermagem, assistente social e psicólogo, que realizam atendimentos a pessoas em situação de rua, realizando a busca ativa e atendimento in loco.
A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a ampliação do prazo de validade da vacina da Janssen contra a covid-19 de três para quatro meses e meio, sob temperatura de 2ºC a 8ºC.
A aprovação ocorre após a publicação da informação de que doses previstas para este mês têm prazo de validade até dia o 27. Um lote de 3 milhões de doses estava previsto para chegar amanhã (14), mas foi adiado.
A decisão respondeu a um pedido da farmacêutica, subsidiária do grupo Johnson & Johnson, protocolado no dia 10 de junho. A Janssen possui autorização para uso em caráter emergencial no Brasil.
Em nota, a Anvisa afirma que a medida foi baseada em “criteriosa avaliação dos dados de qualidade dos estudos que demonstrou que a vacina tende a se manter estável pelo período (4,5 meses) bem como considerou decisão da agência norte-americana (Food and Drug Administration – US FDA), que também aprovou a referida alteração em 10 de junho de 2021”.
Compromisso consta em documento final da reunião de líderes do grupo
Foto: Raquel Portugal/FioCruz
Os líderes do G7, grupo de países que reúne sete das maiores economias do planeta, oficializaram neste domingo (13) a promessa de doar um total de 2 bilhões de doses de vacina contra a covid-19 para países pobres e em desenvolvimento, sendo 1 bilhão distribuídas até o final de 2022.
O compromisso consta na declaração finaldo encontro de cúpula, ocorrido na Baía de Carbis, na Cornualha, sudoeste do Reino Unido. O G7 é formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. A reunião do G7 começou na última sexta-feira (11) e terminou hoje.
“Tenho o prazer de anunciar que os líderes do G7 prometeram mais de 1 bilhão de doses para os países mais pobres do mundo – outro grande passo para vacinar o mundo”, afirmou o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, anfitrião do encontro, em postagem nas redes sociais.
“Os compromissos totais do G7 desde o início da pandemia preveem um total de mais de 2 bilhões de doses de vacina, com os compromissos desde nosso último encontro em fevereiro de 2021, incluindo aqui na Baía de Carbis, prevendo 1 bilhão de doses no decorrer do próximo ano”, diz o documento oficial da reunião. Ainda não há detalhes sobre quais países serão beneficiados pela doação das vacinas.
Além do esforço da doação de vacinas, o documento final do G7 aponta metas para fortalecer ações coletivas de defesa global na área da saúde, incluindo aumento da capacidade de fabricação de vacinas em todos os continentes, melhora dos sistemas de alerta precoce e suporte à ciência na tarefa de encurtar para até 100 dias o ciclo de desenvolvimento de vacinas seguras e eficazes, tratamentos e testes.
Meio ambiente
Tema central do encontro, ao lado da pandemia, a questão ambiental também foi abordada no documento final do G7. Pelo texto, os países falam em apoiar uma “revolução verde que crie empregos, reduza as emissões com vistas a limitar o aumento das temperaturas globais em 1,5 graus [Celsius]”.
Entre os compromissos, está o de zerar as emissões até 2050, reduzindo pela metade as emissões coletivas até 2030. O documento menciona a necessidade de melhorar o financiamento do clima até 2025 para conservar e proteger pelos menos 30% das terras e oceanos até o final da década.
Comércio
Em relação à economia, o G7 aponta a necessidade de uma reforma do sistema global de comércio, que torne a economia “mais resiliente”, incluindo um novo sistema tributário mundial. Essa proposta, encabeçada principalmente pelos Estados Unidos, tem o objetivo de criar uma alíquota global mínima que as maiores multinacionais, com atuação global, deverão pagar. O objetivo é romper com a lógica de concessões tributárias que essas empresas gozam ao longo de décadas para atuar em determinados países.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu mais um carregamento com ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de vacina contra a covid-19. A matéria-prima para produção de vacinas da AstraZeneca chegou no final da tarde de ontem (12) no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro.
Os insumos vieram do laboratório Wuxi Biologics, na China. De acordo com a Fiocruz, a entrega dessa remessa permitirá a continuidade da produção da vacina e garantirá entregas semanais ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) até 10 de julho.
Na sexta-feira (11), a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), entregou 2,7 milhões de doses da vacina de covid-19 ao PNI.
“Com esta remessa, a fundação atinge cerca de 53,8 milhões de doses entregues ao PNI. A pedido da Coordenação de Logística do Ministério da Saúde, as entregas semanais se manterão às sextas-feiras e não seguirão para o almoxarifado em São Paulo, conforme previsto anteriormente”, informou a Fiocruz.
Imunizantes chegam na terça-feira e serão distribuídas nas capitais
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
A agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos (FDA, sigla em inglês) aprovou neste sábado (12) o envio de 3 milhões de doses da vacina da Janssen, da Johnson & Johnson, ao Brasil. De acordo com ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, os imunizantes chegarão na terça-feira (15) no país.
O prazo de validade da vacina aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de três meses. A agência reguladora brasileira analisa a possibilidade de ampliar para quatro meses e meio. A decisão de estender a validade foi aprovada pelo FDA na última quinta-feira (10).
Segundo Queiroga, as vacinas serão distribuídas para as capitais por conta da logística e têm validade até o dia 27 de junho, que poderá ser estendido até o dia 8 de agosto caso seja prorrogado pela Anvisa.
“Assim temos mais agilidade em entregar essas doses à população brasileira”, explicou Queiroga. De acordo com ministro, o imunizante assegura 85% de segurança em casos severos de covid-19.
A vacina da Janssen é aplicada em dose única. A previsão é que o imunizante comece a ser distribuído aos estados em 48 horas, ou seja, a partir de quinta-feira (17). O ministro da Saúde informou ainda que houve um desconto de 25% no valor dos imunizantes e que o pagamento acontecerá apenas pelas doses, de fato, aplicadas.
Copa América
Segundo Queiroga, os membros da delegação venezuelana que estão no Brasil para participar da Copa América foram testados positivos para covid-19 estão em quarentena, isolados. Ao todo, oito jogadores e quatro integrantes da equipe permanecerão no país até testarem negativo para a doença.
A competição começa neste domingo (13), a partir das 18h (horário de Brasília), com Brasil e Venezuela se enfrentando no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.
Há suspeita de quatro casos de covid-19 entre jogadores da seleção da Bolívia. No entanto, a Conmembol ainda aguarda os resultados dos exames tipo RT-PCR para confirmar ou não os casos. A seleção boliviana joga contra o Paraguai na segunda-feira, às 18h, em Goiânia.
A prefeitura de Feira de Santana, através da Procuradoria Geral do Município e do Procurador Geral Alberto Moura Pinho, entrou com uma ação na justiça com um pedido liminar no Tribunal de Justiça da Bahia contra o ato do secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas Boas, de negar distribuição de vacinas da Janssen para Feira.
O motivo da ação é a informação divulgada pelo Governo do Estado, de que a Bahia receberá 180.600 (cento e oitenta mil e seiscentas) doses de Vacinas Janssen contra o COVID-19, no entanto, nenhuma dessas doses será destinada para Feira de Santana.
Segundo o governo do estado,
“O quantitativo será destinado 50% para a capital e a outra metade será distribuída proporcionalmente para os demais municípios da região metropolitana de Salvador, além de Santo Amaro, Conde e Saubara. As vacinas serão utilizadas para dar prosseguimento ao plano de vacinação que está sendo executado pelos municípios”, disse o comunicado nas redes sociais.
A alegação da procuradoria é de que o Feira de Santana é o segundo maior município do estado, e precisa também receber doses de vacinas, assim como a capital e outras cidades menores, além de requerer a entrega das vacinas para o município assim que o estado receber as doses da Janssen do Ministério da Saúde.
“Em razão de tal fato, requer a medida liminar determinando a impetrada redistribuir 20.239 (vinte mil e duzentas e trinta e nove) doses da Vacina JANSSEN para o Município de Feira de Santana, assim que o imunizante for entregue pelo Ministério da Saúde ao Governo da Bahia”, diz o pedido de limitar.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) suspendeu a aplicação da segunda dose contra a Covid-19, que ocorreria neste sábado, 12, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Caseb I, das 8h ao meio-dia. A razão é que a unidade foi alvo de vandalismo, nesta madrugada, o que prejudicou a vacinação.
A equipe do órgão municipal aguarda a Polícia Civil para realizar a perícia técnica. Foram levados monitores de computadores e destruíram medicamentos. Não havia vacinas na UBS.
O Ministério da Saúde informou na noite desta sexta (11) que um lote de 2,7 milhões de doses da vacina AstraZeneca foi recebido. Pela manhã, a pasta informou que 800 mil doses da CoronaVac foram entregues pelo instituto Butantan e que serão, em breve, distribuídas através do Plano Nacional de Imunização (PNI).
Segundo informou a pasta em comunicado, as doses serão distribuídas por todos os estados e o Distrito Federal. Mais doses são esperadas para o mês de junho.
O Vacinômetro informa que cerca de 109,4 milhões de doses de vacina já foram distribuídas. Destas, 76,7 milhões foram aplicadas.
A expectativa, de acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, é que 160 milhões de brasileiros sejam vacinados até dezembro.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou um grande mutirão nesta sexta-feira, 11, para vacinar a população em primeira dose contra a Covid-19. As 9.350 doses da vacina Oxford/Astrazeneca que chegaram ao município foram distribuídas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), em 21 Unidades de Saúde da Família (USFs), na Escola Municipal Valdemira Alves de Brito, nos distritos e na zona rural de Feira de Santana.
Neste sábado, 12, o município segue exclusivamente com a aplicação da segunda dose da vacina na Unidade Básica de Saúde (UBS) Caseb I, das 8h às 12h. A imunização é para aqueles que estão no período recomendado para tomar a segunda dose da vacina.
Para receber a vacina é preciso apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação. Também é preciso apresentar a caderneta de vacinação, comprovando que recebeu a primeira dose.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a indicação da vacina Comirnaty, da Pfizer, para crianças com 12 anos de idade ou mais. Com isso, a bula da vacina passará a indicar essa nova faixa etária para o Brasil.
De acordo com a agência, a ampliação foi aprovada após a apresentação de estudos desenvolvidos pelo laboratório que indicaram a segurança e eficácia da vacina para esse grupo. Os estudos foram desenvolvidos fora do Brasil e avaliados pela Anvisa.
Antes, a vacina Comirnaty estava autorizada para pessoas com 16 anos de idade ou mais. Até o momento, esta é a única entre as vacinas autorizadas no Brasil com indicação para menores de 18 anos.
A vacina da Pfizer foi a primeira a receber o registro definitivo para vacinas contra covid-19 no Brasil.