Em novo estudo divulgado nesta sexta-feira (23) pelo jornal americano New York Times, cientistas israelenses atualizam sobre a real proteção que a vacina da Pfizer tem oferecido à população de Israel após 6 meses da imunização.
Atualmente, Israel luta contra um novo surto de casos de coronavírus e busca entender os motivos que estão levando ao crescimento do contagio no país, que possui uma das mais altas taxas do mundo de pessoas vacinadas contra Covid-19, atingindo 58% de imunizados.
Seu ministério da saúde informou na quinta-feira (22) que, embora a eficácia da vacina Pfizer-BioNTech permaneça alta contra doenças graves, sua proteção contra a infecção pelo coronavírus diminuiusignificativamente nos últimos 6 meses.
Analisando as estatísticas nacionais de saúde do governo israelense, os pesquisadores concluíram que as vacinas da Pfizer, embora oferecessem às pessoas vacinadas 90% menos risco de doenças graves, deram a elas apenas 39% menos risco de infecção no final de junho e início de julho, em comparação com 95% de janeiro ao início de abril.
Cientistas israelenses alertaram que o novo estudo é muito menor do que o de maio e mediu os casos em uma janela de tempo mais estreita. Como resultado, uma gama muito maior de incertezas flanqueia suas estimativas, que também podem ser distorcidas por uma variedade de outros fatores.
No entanto, as novas estimativas estão causando preocupação em Israel e em outros lugares, incluindo os Estados Unidos, que também indica um aumento consideravel de infecção de Covid-19 nas últimas semanas. As possíveis razões para a aparente perda de eficácia contra a infecção incluem o aumento da variante Delta altamente contagiosa ou uma diminuição da proteção contra as injeções ao longo do tempo.
O Dr. Ran Balicer, presidente do Painel Consultivo Nacional de Especialistas da Covid-19 de Israel, disse que os desafios de fazer estimativas precisas da eficácia da vacina são “imensos”. Ele disse que uma análise mais cuidadosa dos dados brutos é necessária para entender o que está acontecendo.
Israel lançou uma campanha agressiva com a vacina Pfizer em 20 de dezembro de 2020, e 58% da população agora está totalmente vacinada, uma das taxas mais altas do mundo. Os casos aumentaram 165% nas últimas duas semanas, mas as hospitalizações, uma medida de doença grave, continuam a diminuir, de acordo com Our World in Data , um projeto da Universidade de Oxford.
As vacinações, juntamente com as restrições rígidas que o governo impôs às viagens e reuniões, ajudaram a reduzir o número de casos diários do país de um pico de mais de 8.600 casos por dia em janeiro para apenas algumas dezenas.
Israel começou a relaxar suas restrições nos últimos meses. No final de junho, com a propagação da variante Delta, os casos aumentaram novamente. Agora, mais de 1.000 pessoas testam positivo a cada dia, incluindo pessoas totalmente vacinadas. Os epidemiologistas esperavam essas infecções revolucionárias, como acontece com todas as vacinas.
Para aumentar a incerteza das novas descobertas, o aumento não se espalhou de maneira uniforme pelo país. Alguns viajantes infectados com a variante Delta altamente contagiosa trouxeram-no de volta para bairros onde as taxas de vacinação são relativamente altas, enquanto novos surtos ainda não inundaram as comunidades judias ortodoxas e israelenses árabes, onde as taxas de vacinação são mais baixas. Esse desequilíbrio pode fazer com que a vacina pareça menos eficaz.
Além disso, as pessoas que foram vacinadas no início da campanha tinham mais de 60 anos; aqueles que os receberam mais tarde eram mais jovens. As infecções entre os que foram vacinados precocemente podem ter mais a ver com a idade ou com algum outro fator que os pesquisadores ainda não levaram em consideração.
No entanto, se a proteção da vacina contra a infecção estiver realmente diminuindo após seis meses, as implicações podem ser enormes, incluindo nas deliberações sobre se deve dar às pessoas uma terceira injeção.
O Dr. Balicer disse que ele e seus colegas da Clalit Health Services, onde ele é o diretor de inovação, estavam trabalhando em seu próprio estudo sobre a eficácia da vacina, usando os registros de saúde do Clalit para levar em consideração esses fatores de confusão.
“Acho que há definitivamente alguma diminuição, mas não tanto quanto a hipótese com base nos dados brutos”, disse o Dr. Balicer, observando que outros fatores podem estar em jogo. “Agora estamos tentando descobrir de uma forma limpa.”
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou em comunicado hoje (23) que ainda não há evidências suficientes para uma recomendação do uso de terceira dose como reforço às duas doses já tomadas contra a covid-19 na maioria dos imunizantes, com exceção dos de dose única, como o da Janssen.
A discussão e os estudos sobre terceira dose começaram, especialmente diante do surgimento e circulação de variantes do novo coronavírus. Em seu informe, a Anvisa diz que não se sabe por quanto tempo a proteção dada pelas duas doses (ou dose única) durará e se haverá necessidade de doses de reforço com intervalos.
A Anvisa lembrou que há uma discussão dentro da comunidade internacional de autoridades de saúde, que pondera o fato de se pensar em uma terceira dose quando a maioria do mundo está longe de imunizar o total da população com mais de 18 anos.
“Especialistas e instituições como a Organização Mundial da Saúde dizem que os formuladores de políticas públicas de saúde precisam olhar para o cenário mais amplo quando estão considerando a possibilidade de oferecer doses de reforço, incluindo o fato de que muitas pessoas vulneráveis e profissionais de saúde podem não ter recebido sequer a primeira dose de uma vacina contra a covid-19”, explica a agência.
O órgão informou que avaliará se e quando uma terceira dose será necessária. A agência acrescentou que acompanha os estudos sobre o surgimento de novas variantes e impactos nas vacinas.
“Até o momento, todas as vacinas autorizadas no país mantêm proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados. Ainda não há dados ou estudos conclusivos que indiquem a necessidade de uma dose de reforço das vacinas autorizadas”, diz a nota da autoridade sanitária.
Até agora já foram aprovados três estudos clínicos sobre a necessidade e conveniência da terceira dose, um da Pfizer/BioNTech e dois da AstraZeneca.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a compra da vacina Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech, está descartada neste momento. Em entrevista publicada pela revista Veja nesta sexta-feira (23), o chefe da pasta federal afirmou que aquisição de imunizantes diferentes não é mais importante, já que há “doses suficientes aprovadas pela Anvisa”. – Quanto à Covaxin, houve autorização de importação feita pela Anvisa, mas dentro de condições que restringem a quantidade de doses a um número muito pequeno e a estudos. Então, até por uma questão de conveniência e oportunidade, neste momento [ela] não é importante para o nosso Programa Nacional de Imunização – disse Queiroga na entrevista.
Questionado se a Covaxin estava descartada, ele citou a suspensão do contrato, anunciado no último mês.
Na quinta-feira (22), o Ministério da Saúde anunciou a previsão de entrega de 63,3 milhões de doses de vacinas anticovid para o mês de agosto. Ao todo, a pasta afirma ter distribuído 164,4 milhões de doses até o começo desta semana.
O Brasil utiliza atualmente quatro vacinas no processo de imunização: CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen. Recentemente, Queiroga disse que são quase 600 milhões de doses contratadas e que elas permitirão encerrar a imunização da população adulta ainda este ano.
A aplicação da primeira dose da vacina contra a Covid nesta sexta-feira, 23, será para as pessoas de 34 anos ou que vão completar a idade ainda este ano (nascidos em 1987). A vacinação acontece das 8h às 16h, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Para receber a vacina é obrigatório apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
Nos casos em que a residência está no nome do cônjuge ou ex-cônjuge, é necessário apresentar a certidão de casamento ou divórcio. No local da vacinação, equipes de triagem fazem a consulta do cartão SUS para confirmar a lotação em Feira de Santana.
SEGUNDA DOSE
aplicação da segunda dose também continua para aqueles que estão no período recomendado. A vacinação acontece nas UBSs. Para isso é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência.
Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS):
Mais um vez a Secretaria Municipal de Saúde ampliou a faixa etária da vacinação contra a Covid-19. Agora, as pessoas de 35 anos ou que vão completar a idade ainda este ano (nascidos em 1986) podem receber o imunizante.
A vacinação acontece até as 17h, na UniFTC, Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Unidades Básicas de Saúde (UBSs), na zona rural e distritos e em 21 Unidades de Saúde da Família (USFs) – confira a relação no final da matéria.
Para receber a vacina é obrigatório apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
Nos casos em que a residência está no nome do cônjuge ou ex-cônjuge, é necessário apresentar a certidão de casamento ou divórcio. No local da vacinação, equipes de triagem fazem a consulta do cartão SUS para confirmar a lotação em Feira de Santana.
Vale ressaltar que a aplicação da segunda dose também continua para aqueles que estão no período recomendado. A vacinação acontece nas UBSs. Para isso é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência.
Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS):
A aplicação da primeira dose da vacina contra a Covid nesta quinta-feira, 22, será para pessoas de 36 anos ou que vão completar a idade ainda este ano (nascidos em 1985).
A vacinação acontece das 8h às 17h, na UniFTC, Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Unidades Básicas de Saúde (UBSs), na zona rural e distritos e em 21 Unidades de Saúde da Família (USFs) – confira a relação no final da matéria.
Para receber o imunizante é obrigatório apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
Nos casos em que a residência está no nome do cônjuge ou ex-cônjuge, é necessário apresentar a certidão de casamento ou divórcio. No local da vacinação, equipes de triagem fazem a consulta do cartão SUS para confirmar a lotação em Feira de Santana.
SEGUNDA DOSE
A aplicação da segunda dose também continua para aqueles que estão no período recomendado. A vacinação acontece nas UBSs. Para isso é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência.
Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS):
Feira de Santana tem realizado a vacinação contra a Covid-19, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias e os critérios definidos pelo Plano Nacional de Vacinação e da CIB (Comissão Intergestores Bipartite). A informação é do secretário municipal de Saúde, Marcelo Britto.
De acordo com o titular da pasta, as vacinas são entregues à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) com destino específico. “Sem a determinação da CIB não é possível destiná-las a outros grupos prioritários”, esclarece. No momento estão sendo vacinadas pessoas com 37 anos ou nascidas até 1984.
“Enquanto novas orientações não chegam, continuaremos aplicando a vacina por faixa etária. Estamos aqui para cumprir as exigências”, acrescenta Marcelo Britto assegurando que “quando as vacinas forem destinadas para um grupo específico, nós estaremos fazendo essa distribuição ao público determinado”
A vacinação contra a gripe influenza continua para pessoas a partir dos seis meses de idade em Feira de Santana. Já são mais de 175 mil pessoas vacinadas no município desde o início da campanha. A aplicação acontece nas Unidades de Saúde da Família (USF) – 21 delas vacinam somente nas segundas, quartas e sextas-feiras. (confira aqui)
Para ser vacinado basta se dirigir a alguma dessas unidades, portando RG, CPF, cartão do SUS e caderneta de vacinação.
Aqueles que já foram vacinados em campanhas nos anos anteriores, deverão receber a dose novamente. Isso porque a vacina é produzida anualmente para proteger contra as cepas circulantes no país. Se foi vacinado este ano, não precisa ser vacinado novamente.
Vale destacar que o Ministério da Saúde não recomenda a aplicação das vacinas contra a gripe e contra a Covid simultaneamente. Portanto, deve ser respeitado o intervalo mínimo de 14 dias entre a aplicação de cada uma dessas vacinas.
A imunização contra a gripe prevene o surgimento de complicações decorrentes da doença, óbitos, internações e a sobrecarga nos serviços de saúde, além de reduzir os sintomas que podem ser confundidos com os da Covid-19.
Está zerado o estoque da vacina contra a Covid para aplicação da primeira dose em Feira de Santana, nesta terça (20). A informação é da Secretaria Municipal de Saúde. Para dar continuidade a vacinação, o município depende de uma nova remessa, enviada pelo Governo Federal, sem previsão de chegada. A Rede de Frio foi abastecida pela última vez na sexta-feira, 16, mas com a ampliação da faixa etária e demanda, as doses esgotaram nos postos de vacinação.
Apesar disso, a aplicação da segunda dose continua para aqueles que estão no período recomendado. A vacinação é realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Para isso é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência.
Operação será feita entre 20 de julho e 1⁰ de agosto em Campinas
Foto: Reuters/ Carlos Osorio/ Direitos Reservados
A Pfizer informou que entregará ao Ministério da Saúde, nas duas últimas semanas de julho, 13.265.460 milhões de doses da vacina contra a covid-19, produzida em parceria com a BioNTech. O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, receberá 13 voos vindos de Miami, nos Estados Unidos, entre os dias 20 de julho e 1⁰ de agosto.
De lá, os imunizantes serão enviados para o centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos. Somados aos lotes anteriores, serão mais de 30 milhões de doses entregues ao governo federal no primeiro semestre deste ano.
A previsão da farmacêutica é que a operação no aeroporto de Viracopos se intensifique entre os meses de agosto e setembro, já que devem chegar quase 70 milhões de doses ao país. Esse montante faz parte do primeiro acordo firmado com o governo no dia 19 de março, contemplando a entrega de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021.
O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro, totalizando 200 milhões de doses de vacina Pfizer/BioNTech ao Brasil.