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Foto: Thiago Paixão

Vacinação acontece até durar o estoque 

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não recebeu novas remessas de vacinas contra a Covid-19 e, desta forma, continua com a aplicação apenas da segunda dose dos imunizantes Coronavac e AstraZeneca/Oxford para aqueles que estão no período recomendado.

A vacinação acontece nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), das 8h às 16h, ou enquanto durar o estoque – confira a relação no final da matéria.

Para receber a segunda dose de qualquer vacina é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro de aplicação da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento de locação.

Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS): 

UBS Cassa / Endereço: rua Frei Aureliano Grotamares, S/N, Capuchinhos.

UBS Subaé / Endereço: rua 2ª Travessa Politeama, S/N, Subaé.

UBS Caseb 1 / Endereço: rua Japão, S/N, Caseb. 

UBS Caseb 2 / Endereço: rua São Valentin, S/N, Caseb.

UBS Baraúnas / Endereço: rua Petronílio Pinto, 186, Baraúnas.

UBS Irmã Dulce / Endereço: rua Cupertino Lacerda, 1.759, Brasília.

UBS Mangabeira / Endereço: avenida Tupinambá, S/N, Mangabeira. 

UBS Serraria Brasil / Endereço: rua Cupertino Lacerda, 297, Brasília.

UBS Jardim Cruzeiro / Endereço: rua Miguel Calmon, S/N, Jardim Cruzeiro.

UBS Dispensário Santana / Endereço: rua Mercúrio, 320, Jardim Acácia.

UBS Centro Social Urbano (CSU) / Endereço: rua Tostão, S/N, Cidade Nova. 


Foto: Thiago Paixão

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não recebeu novas remessas de vacinas contra a Covid-19 e, desta forma, continua com a aplicação apenas da segunda dose dos imunizantes Coronavac e AstraZeneca/Oxford para aqueles que estão no período recomendado.

A vacinação acontece nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), das 8h às 16h, ou enquanto durar o estoque – confira a relação no final da matéria.

Para receber a segunda dose de qualquer vacina é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro de aplicação da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento de locação.

Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS):

UBS Cassa / Endereço: rua Frei Aureliano Grotamares, S/N, Capuchinhos.

UBS Subaé / Endereço: rua 2ª Travessa Politeama, S/N, Subaé.

UBS Caseb 1 / Endereço: rua Japão, S/N, Caseb.

UBS Caseb 2 / Endereço: rua São Valentin, S/N, Caseb.

UBS Baraúnas / Endereço: rua Petronílio Pinto, 186, Baraúnas.

UBS Irmã Dulce / Endereço: rua Cupertino Lacerda, 1.759, Brasília.

UBS Mangabeira / Endereço: avenida Tupinambá, S/N, Mangabeira.

UBS Serraria Brasil / Endereço: rua Cupertino Lacerda, 297, Brasília.

UBS Jardim Cruzeiro / Endereço: rua Miguel Calmon, S/N, Jardim Cruzeiro.

UBS Dispensário Santana / Endereço: rua Mercúrio, 320, Jardim Acácia.

UBS Centro Social Urbano (CSU) / Endereço: rua Tostão, S/N, Cidade Nova.


Cães e gatos podem ser vacinados contra a raiva a partir deste sábado (21), nos bairros em Feira de Santana. Este será o primeiro dia da Campanha de Vacinação Antirrábica, promovida pela Prefeitura de Feira por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que segue até o dia 25 de setembro.

Os primeiros bairros contemplados são: Oyama Figueiredo, Feira VII, Panorama, Liberdade, Sítio Matias, Irmã Dulce (Vietnã), Fraternidade, Francisco Pinto, Capuchinhos, Tomba e Feira X. A vacinação será das 8h às 16h e a expectativa é imunizar 40 mil cães e gatos.

Podem ser vacinados animais a partir dos três meses de idade, transportados de maneira segura. Gatos em caixas apropriadas, enquanto os cães devem estar em coleiras ou correntes. Os donos devem levar o cartão de vacinação do pet, caso possua.

Aqueles que perderem a oportunidade de vacinar o animal de estimação, podem fazer a aplicação na sede do CCZ, localizada na Av. Eduardo Fróes da Mota, s/n. A unidade funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 15h.

Segundo a coordenadora do órgão, Mirza Cordeiro, a partir de segunda-feira (23) a vacinação segue na zona rural. O distrito de Humildes será a primeira localidade a receber o serviço. O atendimento será na unidade de saúde e em pontos de vacinação volantes.

Secom


Foto: EFE/Ricardo Maldonado

A segunda-feira (16), a Turquia anunciou que começará a aplicar a quarta dose da vacina anticovid para imunizados com a CoronaVac. As pessoas contempladas serão idosos com mais de 60 anos e profissionais da saúde. O reforço poderá ser recebido 21 dias após a terceira dose, segundo o Comitê Científico do governo.
O país começou a administração da terceira dose com a vacina CoronaVac ou a da Pfizer desde o dia 1° de julho, a fim de aumentar a produção de anticorpos contra a doença.

A ideia da quarta aplicação é não apenas potencializar a proteção contra variantes como a Delta ou Delta Plus, mas também contemplar viajantes que precisem provar às autoridades internacionais que receberam duas doses da Pfizer.

Até o momento, 33 milhões de pessoas entre os 83 milhões de habitantes da Turquia receberam a imunização completa com uma vacina anticovid. Outras 44 milhões esperam a segunda dose da vacina.

Desde o início da pandemia, o país registrou 18,8 mil casos da doença e 154 mortes.

Informações: Pleno News


Foto: Roberta Costa

Nesta quinta-feira, 19, será aplicada a segunda dose das vacinas Coronavac e Oxford/Astrazeneca nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), em 21 Unidades de Saúde da Família (USF), na zona rural e nos distritos de Feira de Santana, das 8h às 17h.

A vacinação é para as pessoas que estão no período recomendado. Para receber o imunizante, é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro de aplicação da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou outra pessoa com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento de locação.


Agência pediu dados complementares ao Butantan

Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitou o pedido do Instituto Butantan para o uso da vacina CoronaVac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos.

Em reunião extraordinária realizada nesta quarta-feira (18), a diretoria colegiada da agência avaliou que, com as informações apresentadas pelo Butantan, não é possível concluir sobre a eficácia e a segurança da dose nessa faixa etária.

“Os dados de imunogenicidade deixam incertezas sobre a duração da proteção conferida pelo imunizante”, informou a Anvisa, por meio de nota.

De acordo com a agência, o perfil de segurança da vacina também não permite concluir quais os riscos para crianças e adolescentes – em grande parte, devido ao número considerado insuficiente de participantes nos estudos.

“Faltaram ainda dados que considerassem a vacinação em faixas etárias específicas. Também não é conhecida a eficácia ou a capacidade de indução de resposta imune pela vacina em crianças com comorbidades e imunossuprimidas.”

Para prosseguir com a solicitação de inclusão da faixa etária de 3 a 17 anos, o Butantan, segundo a Anvisa, precisa apresentar informações pendentes e submeter um novo pedido à agência.

A CoronaVac recebeu autorização temporária de uso de emergencial por parte da Anvisa em janeiro. A aprovação das doses sob essa condição permanece enquanto perdurar a situação de emergência em saúde pública decorrente da pandemia de covid-19 no Brasil.

Atualmente, a vacina da Pfizer é a única aprovada para crianças e adolescentes de 12 a 17 anos. Já a farmacêutica Janssen, que oferece imunização contra a doença em dose única, recebeu autorização para a condução de estudos com menores de 18 anos no Brasil.

Terceira dose

Durante a reunião extraordinária, a diretoria colegiada da Anvisa decidiu recomendar ao Ministério da Saúde que considere a possibilidade de indicar uma dose de reforço, em caráter experimental, para grupos que receberam duas doses da CoronaVac, priorizando pacientes imunossuprimidos e idosos, entre outros.

“A decisão sobre a utilização da dose de reforço ou uma terceira dose deve ser centralizada e coordenada pelo Programa Nacional de Imunização (PNI)”, destacou a agência. “Antes de avançar nos debates sobre doses adicionais, porém, é preciso alertar para a necessidade de ampliação e integralidade da cobertura vacinal a todos os cidadãos aptos”.

Até o momento, a Anvisa recebeu dois pedidos de autorização para pesquisa clínica a fim de investigar os efeitos de uma dose adicional da vacina contra a covid-19 – um da Pfizer e um da Astrazeneca.

Dados de imunogenicidade

A diretoria colegiada da Anvisa recomendou ainda que o Butantan apresente dados complementares de imunogenicidade, importantes para avaliar a capacidade da CoronaVac de estimular a produção de anticorpos no organismo, além de verificar por quanto tempo essas moléculas permanecem ativas.

“Embora a CoronaVac tenha demonstrado proteção significativa contra a hospitalização por covid-19 e óbitos pela doença, a prevalência de diferentes variantes do coronavírus ao longo do tempo e em locais diferentes pode impactar potencialmente a eficácia observada em ensaios clínicos”, destacou a agência.

Informações Agência Brasil


vacina contra Covid-19 Pfizer/BioNTech
Foto: Reuters/ Carlos Osorio/ Direitos Reservados

Um voo trazendo 1.076.400 doses da vacina contra a covid-19 ComiRNAty, da Pfizer, chegou por volta das 19h30 desta quarta-feira (18) no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A empresa deve entregar 17,6 milhões de doses entre os dias 3 e 22 de agosto.

É o 49º lote entregue pela farmacêutica ao governo brasileiro. Entre o final de agosto e setembro há a previsão da chegada de quase 52,4 milhões de doses – que fazem parte do primeiro acordo firmado no dia 19 de março e que contempla a disponibilização de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021.

O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. Ao longo do ano, a farmacêutica fornecerá um total de 200 milhões de doses de vacina ao Brasil.

Informações Agência Brasil


Anvisa faz reunião para decidir se autoriza Coronavac para crianças e adolescentes
Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está realizando uma reunião, nesta quarta-feira (18), para decidir se autoriza o uso emergencial da vacina Coronavac, contra o coronavírus, em crianças e adolescentes. A discussão segue o pedido do pedido do Instituto Butantan, que fabrica o imunizante no Brasil, para vacinar pessoas entre 3 e 17 anos de idade.

Até então, apenas a vacina da Pfizer/BioNTech foi autorizada pela agência para aplicação das injeções contra a Covid-19 nos menores de idade do Brasil, a partir dos 12 anos de idade. Por enquanto, o imunizante Coronavac tem autorização apenas para pessoas com 18 anos ou mais.

Há cinco capitais realizando a imunização de adolescentes no Brasil. São elas Rio Branco (AC), Manaus (AM), São Luís (MA), Campo Grande (MS) e Boa Vista (RR). Outras, como Brasília (DF), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS) e Macapá (AP), já inseriram adolescentes com comorbidades na estratégia.

Informações: Metro1


Aplicação da 3ª dose de vacinas vai começar por idosos e profissionais da saúde, diz Queiroga
Foto: André Carvalho / Smed

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta quarta-feira (18) que a terceira dose da vacina será aplicada, inicialmente, em idosos e profissionais da saúde. Ainda não há data para quando o reforço começará a ser aplicado no Brasil.

De acordo com Queiroga, a medida vai valer para todos os imunizantes, mas ainda são necessários mais dados científicos. “Estamos planejando para que, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacina. Isso vale para todos os imunizantes”, explicou o ministro.

O Ministério da Saúde encomendou um estudo para verificar a estratégia de terceira dose em pessoas que tomaram a CoronaVac e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou estudos de terceira dose das vacinas da Pfizer e AstraZeneca no Brasil.

Informações: Metro1


Com a ampliação da faixa etária para pessoas com 21 anos e a chegada do período de aplicação da segunda dose para aqueles que tomaram a vacina há 90 dias, Feira de Santana vive dias decisivos na vacinação contra a Covid-19. A avaliação é do secretário municipal de Saúde, Marcelo Britto.

“O movimento está grande em todos os postos. As pessoas estão procurando a vacina e isso é muito bom para que possamos o quanto antes imunizar toda a população. Além do grande contingente para primeira dose, temos aqueles que estão aprazados para tomar a segunda dose”.

Marcelo Britto acredita que até a próxima semana as unidades continuarão com grande movimento:

“Esse vai ser um dos períodos mais difíceis, e nossos profissionais estão dando duro para conseguir vacinar toda a população. A partir da próxima semana, poderemos chegar na data limite para vacinação. Dessa forma, a procura pela primeira dose cairá fortemente e a aplicação da segunda seguirá com um ritmo mais forte”.

RETARDATÁRIOS

As pessoas que estão no público-alvo e ainda não foram se vacinar devem ficar atentas. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) irá deslocar a aplicação da primeira dose para postos menores, dando prioridade à aplicação da segunda dose da vacina em unidades maiores.

“Logo mais não será necessário utilizar a UniFTC e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) para aplicação da primeira dose. Por isso, você que não tomou ainda a vacina, tá na hora de correr para se vacinar”, apelou.

De acordo com o Vacinômetro, até o dia 14 de agosto, 319.055 feirenses receberam a primeira dose da vacina, 132.577 tiveram a imunização completa, com a aplicação da segunda dose e 7.296 pessoas foram vacinadas com vacina de dose única.

Secom

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