A Professora Gilcélia Silva tem 89 anos e estava já imunizada pela segunda dose da Coronavac, mas contraiu a doença
O Protagonista |
Mesmo imunizada contra a covid-19, com duas doses da vacina Coronavac, a professora Gilcélia dos Santos Silva, de 89 anos, contraiu a doença e está na intubada na UTI do Hospital Unimed. Ela é mãe do deputado e radialista Carlos Geílson.
A informação foi passada na manhã desta segunda-feira (17) pelo próprio deputado, em seu programa, na rádio TransBrasil. “Peço a oração de todos vocês, ouvintes, a quem considero da minha família pela relação de décadas”, apela.
Dona Gilcélia, segundo Carlos Geilson, é uma idosa bastante ativa. “Sem problemas de saúde, a não ser pela idade avançada. Uma pessoa ativa, que todo domingo faz o almoço”, destaca o deputado, acrescentando que a mãe recebeu a segunda dose da vacina no mês de abril e já estava imunizada.
Carlos Geilson perdeu o pai, Carlos Santos, em 7 de março, vítima de covid. A doença levou o próprio deputado à UTI, há alguns meses. Dois irmãos, uma tia e filhos do parlamentar também contraíram covid, mas já se recuperaram.
Emocionado, Carlos Geilson lembrou que a mãe fez uma promessa para que ele se recuperasse da covid, quando, infectado, esteve na UTI de um hospital em Salvador. “Ela pediu a Deus minha recuperação e prometeu que eu iria a Bom Jesus da Lapa. Irei”, destaca.
O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) deve receber no próximo sábado (22) uma nova remessa de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de vacinas contra a covid-19.
Os carregamentos do insumo são importados da China, onde são produzidos pela Wuxi Biologics. Após a próxima entrega, está prevista a chegada de mais uma remessa para o dia 29 de maio.
Com o desembarque desses dois carregamentos de IFA no Brasil, a Fiocruz afirma que estará garantida a entrega de vacinas ao Programa Nacional de Imunizações nas três primeiras semanas de junho.
Em publicação nas redes sociais, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou a importância das novas remessas.
A Fiocruz produz no Brasil a vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19, devido a um acordo de encomenda tecnológica firmado no ano passado com a empresa europeia. Também está em curso um processo de transferência de tecnologia, para que a fundação seja capaz de produzir o IFA no Brasil, garantindo autossuficiência na produção da vacina.
Desde o início da produção em Bio-Manguinhos, a Fiocruz já produziu e entregou mais de 30 milhões de doses da vacina ao Ministério da Saúde. Outras 4 milhões de doses foram importadas prontas da Índia, onde foram produzidas pelo Instituto Serum.
Somadas, essas quantidades correspondem a 40% das vacinas disponíveis no país, que também aplica imunizantes produzidos pela Sinovac/Instituto Butantan e pela Pfizer/BioNTech.
Ainda um mistério, a verdadeira origem do vírus da Covid-19 divide opiniões. No entanto, novas evidência reforçam a teoria inicial de que o coronavírus do tipo Sars-Cov-2 foi criado em um laboratório em Wuhan, na China – possibilidade esta que já havia sido exposta pelo ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
O comentarista do programa Pânico, da rádio Jovem Pan, Paulo Figueiredo, esmiuçou o que tem sido relatado por diversos veículos norte-americanos, como a Fox News, Washington Post, New York Times e outros.
Figueiredo começou explicando sobre o recente artigo de um famoso editor de Ciências de jornais renomados.
O veterano editor da área científica do New York Post, que também já passou pelas revistas Science e Nature, Nicholas Wade, publicou um artigo no jornal Washington Post afirmando que há pouquíssimas dúvidas de que o vírus da Covid-19 realmente tenha surgido em um laboratório de Wuhan, província China.
No artigo, Wade expõe as ‘coincidências’ da pandemia que levam a crer que há uma espécie de conspiração global entre líderes, países, empresas e até a própria Organização Mundial da Saúde com o único interesse de esconder a verdadeira origem do vírus.
Uma das evidências é a de que há um laboratório em Wuhan que, antes da pandemia, fazia pesquisas sobre o coronavírus. Ao contrário do que foi informado na época, os primeiros infectados com a Covid-19 não estavam em um mercado em Wuhan consumindo sopa que tinha o morcego como ingrediente. Os primeiros infectados teriam sido trabalhadores do laboratório que conduzia pesquisas sobre o coronavírus – informação que os Estados Unidos já haviam divulgado no início da pandemia.
Nas últimas 24h, Feira de Santana atingiu a marca de 33.393 curados da Covid-19, índice que representa 89,4% dos casos confirmados. Enquanto isso, 44 exames foram negativos e 34 positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 125 pacientes internados no município e 3.248 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais três mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste domingo (16).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 16 de maio de 2021
Casos confirmados no dia: 34 Pacientes recuperados no dia: 5 Resultados negativos no dia: 44 Total de pacientes hospitalizados no município: 125 Óbitos comunicados no dia: 3
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 3.248 Total de casos confirmados no município: 37.329 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de maio de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 3.123 Total de recuperados no município: 33.393 Total de exames negativos: 50.434 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de maio de 2021) Aguardando resultado do exame: 744 Total de óbitos: 680
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 24.809 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de maio de 2021) Resultado positivo: 4.746 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de maio de 2021) Em isolamento domiciliar: 12 Resultado negativo: 20.063 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de maio de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Yang Wanming garantiu que lotes de IFA serão liberados logo
Embaixador chinês Yang Wanming está no Brasil desde 2018 Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo
Yang Wanming, embaixador da China no Brasil, negou que existam “dificuldades diplomáticas” na liberação para o Brasil de lotes de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo), insumos necessários para produzir os imunizantes Coronovac e Osford/AstraZeneca.
Após a interrupção da fabricação de vacinas no Brasil, justamente por falta desses insumos chineses, Aécio Neves (PSDB-MG), presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, conversou com Yang Wanming, que afirmou que o Brasil continua sendo uma prioridade para a China. De acordo com Aécio, o diplomata está tendo papel importante nas negociações da entrega de insumos para o país, se envolvendo pessoalmente na questão.
– As relações da China com o Brasil vão muito além de governos, são relações que existem há longo tempo – disse Wanming.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) tem mantido o discurso de que a interrupção na produção da Coronavac seria resultado de uma “retaliação” devido a declarações de autoridades do governo federal sobre a China.
– O embaixador nega que exista retaliação e afirmou que está envolvido pessoalmente com as autoridades chinesas para acelerar essas exportações o mais rapidamente possível e acredita que isso logo ocorrerá – relatou Aécio Neves em nota divulgada por sua assessoria, na sexta-feira (14).
O insumo a ser enviado ao Brasil já está pronto na fábrica da Sinovac, aguardando de exportação pelo governo chinês.
O embaixador alegou que atualmente a China vive pressão de outros países porque nesse momento “joga sozinha” em relação a vacinas, haja vista que os Estados Unidos e a União Europeia não estão realizando entrega de vacinas para países em desenvolvimento.
Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19, nas últimas 24h. Até agora são exatamente 33.388 pacientes recuperados, índice que representa 89,5% dos casos confirmados. Enquanto isso, 116 exames foram negativos e 95 positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 125 pacientes internados no município e 3.219 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste sábado (15).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE SÁBADO 15 de maio de 2021
Casos confirmados no dia: 95 Pacientes recuperados no dia: 25 Resultados negativos no dia: 116 Total de pacientes hospitalizados no município: 125 Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 3.219 Total de casos confirmados no município: 37.295 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de maio de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 3.094 Total de recuperados no município: 33.388 Total de exames negativos: 50.390 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de maio de 2021) Aguardando resultado do exame: 822 Total de óbitos: 677
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 24.809 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de maio de 2021) Resultado positivo: 4.746 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de maio de 2021) Em isolamento domiciliar: 12 Resultado negativo: 20.063 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de maio de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Estudo realizado na capital do país contradiz conclusões da OMS
Cidade do México diz que ivermectina reduziu internações Foto: EFE/Sáshenka Gutiérrez
A prefeitura da Cidade do México informou nesta sexta-feira (14) que, de acordo com um estudo no qual foi analisado o uso de ivermectina em pessoas com Covid-19, houve uma redução de 52% a 76% na probabilidade de internações.
Em entrevista coletiva, a prefeita da capital do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que um grupo médico do Instituto Mexicano de Seguridade Social (IMSS) e da secretaria de Saúde da capital se reuniu em janeiro deste ano com especialistas médicos nacionais e internacionais que administravam ivermectina e ácido acetilsalicílico aos pacientes com a doença transmitida pelo novo coronavírus.
Após detectar que “praticamente não havia efeitos colaterais, foi decidido incluir estes medicamentos no kit médico” distribuído pelo governo da capital a pacientes com Covid-19, além de fornecer acompanhamento médico especializado.
Já o chefe da Agência Digital de Inovação Pública da capital mexicana, José Merino, explicou também na coletiva que, através de mais de 220 mil observações em pessoas, foi detectada uma redução na probabilidade de hospitalização de 52% a 76% para as pessoas que receberam o kit com os medicamentos.
OMS REJEITA FÁRMACO Em relação ao uso do medicamento, em 31 de março a Organização Mundial da Saúde (OMS) se posicionou contra o uso de ivermectina em pacientes que sofrem de Covid-19, independentemente da gravidade dos sintomas que eles desenvolvem e de sua duração.
Em uma diretriz sobre o tratamento de pessoas com Covid-19, a OMS disse que a ivermectina só deveria ser utilizada no contexto de ensaios clínicos.
– A recomendação de usar um medicamento somente no contexto de um ensaio clínico é apropriada quando há poucas evidências para proporcionar certeza – alegou a organização.
O governo da capital mexicana também anunciou que em breve informará sobre os resultados de um estudo realizado pela secretaria da Saúde da cidade com a aplicação do medicamento remdesivir que mostram um impacto na redução da mortalidade.
O secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, afirmou neste sábado (15) que a vacinação prioritária contra a Covid-19 para jornalistas será avaliada na próxima reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). De acordo com o calendário do órgão, o encontro está marcado para ocorrer na próxima quinta-feira (20).
Segundo o secretário, a cobrança para a inclusão da classe na lista de prioridades é pertinente. “Creio que o pleito tenha pertinência e seja bem fundamentado. Vamos avaliar na próxima CIB”, comentou Vilas-Boas, em publicação nas redes sociais.
A pauta tem sido colocada pelo Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), que sinaliza para o fato da classe ser considerada “essencial” para trabalhar, mas estar fora da lista de prioridades para a vacinação.
“Se jornalista e radialista são essenciais para trabalhar, é lógico e consequente que deveriam ser prioritários para serem vacinados”, comentou Moacy Neves, presidente do Sinjorba.
O secretário de Meio Ambiente de Feira de Santana e vereador licenciado, José Carneiro Rocha (MDB) testou positivo para a Covid-19 mais uma vez. De acordo com informações do site Acorda Cidade, desde o início das suspeitas que Carneiro encontra-se em isolamento.
“No domingo, Dia das Mães, fiquei o dia todo em casa, sem sentir absolutamente nada. Meus filhos vieram pra comemorar a data, chegamos a tomar um drink, inclusive. Na segunda-feira, fui à secretaria. Cheguei à secretaria por volta de 8h, e quando deu 9h30 comecei a me sentir mal e retornei pra casa, de onde não mais saí. Na mesma segunda-feira, comecei a sentir muita dor de cabeça, febre, e diarreia. Na terça também me senti assim. Na quarta-feira, a dor de cabeça, febre e diarreia passaram, mas veio uma tosse seca muito forte. Comecei a tomar medicamento e aos poucos fui melhorando também da tosse. Estou em casa, o teste deu positivo. Foi feito um PCR na quarta-feira, na quinta peguei o resultado e constatei que eu estava infectado mais uma vez”, relatou José Carneiro.
Zé já havia tomado a primeira dose da vacina contra a covid-19 no dia 26 de abril, a segunda dose estava marcada para o próximo dia 22 de maio.
“Com essa reinfecção a segunda dose deve ser adiada. Hoje posso assegurar que já estou bem melhor, não sinto absolutamente mais nenhum sintoma. Não tive em nenhum momento falta de ar, que é um dos fatores principais que deve criar um mal estar terrível, mas não tenham dúvida que é uma situação complicada.”
A Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA)encaminhou ontem (14) um ofício à Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), à Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, à União dos Municípios da Bahia (UPB) e ao Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosems) pedindo informações sobre a previsão de vacinação de catadores de material reciclável.
De acordo com o órgão, tal preocupação considera que o serviço exercido por estes profissionais é essencial, possui impactos socioambientais, além de serem considerados prestadores de serviço público de limpeza urbana, segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
“Catadores tem contato com materiais que foram manuseados por muitas pessoas, por isso questionamos em que posição este grupo está na fila para a vacina, se estará, por exemplo, entre as pessoas que realizam limpeza urbana ou entre as pessoas em situação de rua”, explica a defensora pública e coordenadora do Núcleo de Gestão Ambiental, Nugam Kalliany Gonzaga.