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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) criou uma norma que determina que farmácias passem a exigir receita em duas vias para venda do vermífugo ivermectina, com a primeira via sendo retida pelo estabelecimento.

A medida muda o controle sobre esse tipo de medicamento, que é indicado para sarna, piolho e parasitas intestinais.

Até então, a exigência era apenas de apresentação de uma via de receita simples, o que, na prática, é pouco cobrado pelas farmácias.

A mudança ocorre em meio a um aumento na busca pelo medicamento nas farmácias.

Nos últimos meses, mensagens que indicam a ivermectina como possível droga para a Covid-19 têm circulado nas redes sociais, embora não haja nenhuma comprovação científica de eficácia no combate à doença.

Segundo a Anvisa, o objetivo da nova norma é evitar o uso indiscriminado do medicamento.

A norma não determina um tipo específico de receita, a qual pode ser feita por meio de receituário privativo do médico ou da unidade de saúde, mas com retenção de uma via para controle nas farmácias.

O documento deve ter dados do médico e paciente, informações sobre a indicação do medicamento e data de emissão, com validade para 30 dias.

Na prática, o novo modelo é semelhante ao usado para venda de antibióticos, por exemplo. A Anvisa, porém, optou por colocar a ivermectina em uma norma única voltada para controle de medicamentos em meio à emergência pela Covid-19.

Com a exigência de retenção de receita, o medicamento passa a fazer parte do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados. A exceção, segundo a Anvisa, vale para caixas de ivermectina que já constavam do estoque de farmácias.

A agência já havia adotado orientação para cobrança de receita em duas vias no caso dos remédios hidroxicloroquina, cloroquina e nitazoxanida, mas em normas separadas. A diferença é que, agora, uma única resolução vale para todos esses medicamentos.

Indicadas originalmente para malária, artrite e lúpus, a hidroxicloroquina e a cloroquina também vêm sendo alvo de forte procura nas farmácias desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou a defender o medicamento para a Covid-19. No Brasil, o discurso foi seguido pelo presidente Jair Bolsonaro.

Resultados iniciais de estudos randomizados e controlados feitos até o momento, no entanto, não têm demonstrado eficácia.

Em documento divulgado na última semana, a Sociedade Brasileira de Infectologia afirma que “é urgente e necessário que a hidroxicloroquina seja abandonada no tratamento de qualquer fase da Covid-19”.

A orientação da entidade ocorreu um dia após dois estudos padrão-ouro mostrarem que a cloroquina não tem efeito em pacientes em quadros iniciais do novo coronavírus, o que já havia sido demonstrado em outras publicações no caso de pacientes graves.

No mesmo documento, a sociedade recomenda que Ministério da Saúde, municípios e estados reavaliem orientações que indicam a droga, o que evitaria gastar “dinheiro público em tratamentos que são comprovadamente ineficazes”.

Em maio, o Ministério da Saúde publicou orientações que ampliam a oferta da cloroquina para pacientes com sintomas leves da Covid-19, mesmo sem comprovação de benefícios e com alerta para riscos.

A norma da Anvisa, porém, não vale para esses casos, já que a distribuição por programas de governo segue protocolos próprios. (Folhapress)


Apesar de ainda não terem sido lançadas, o preço das futuras vacinas para a Covid-19 pode já ter sido definido devido a uma ação dos Estados Unidos (EUA). O país fechou um acordo com as empresas Pfizer e BioNTech para comprar 50 milhões de doses ao valor de 2 bilhões e dólares.

Com isso, cada dose da imunização sairia ao valor de 40 dólares por pessoa. O acordo, no entanto, ainda depende da aprovação da vacina pela FDA (Food and Drug Administration).

Pleno News


Casos confirmados no dia: 134

Pacientes recuperados no dia: 30

Resultados negativos no dia: 74

Alta hospitalar no dia: 05

Óbitos comunicados no dia: 09

Data dos óbitos: 

28/06
06/07
13/07
13/07
18/07
20/07
21/07
22/07
22/07

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 2.561

Total de casos confirmados no município: 6.442 (Período de 06 de março a 23 de julho de 2020)

Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.498

Total de pacientes hospitalizados no município: 63

Total de recuperados no município: 3.753

Total de exames negativos: 5.866 (Período de 06 de março a 23 de julho de 2020)

Aguardando resultado do exame: 445

Total de óbitos: 128

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Apesar das boas notícias sobre os resultados das candidatas à vacina contra a Covid-19, o diretor do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, afirmou ontem, 22, que é preciso se manter realista quanto aos prazos. Segundo ele, a estimativa é que uma imunização não esteja pronta até o início de 2021.

No entanto, Ryan ressaltou que um sinal positivo é que todas as vacinas que passaram pelas fases 1 e 2 foram aprovadas para prosseguir à fase 3, em termos de segurança e capacidade de gerar resposta do sistema imunológico

. Ele explicou que, nos testes na fase 3, que se iniciaram recentemente para cerca de cinco vacinas, o imunizante é administrado em milhares de pessoas, e então observa-se se elas ficam realmente protegidas do vírus circulante. As imunizações desenvolvidas pela Universidade de Oxford, do Reino Unido, e pelo laboratório chinês Sinovac estão nesta etapa.

Apesar dos resultados preliminares positivos, o diretor de emergências ressaltou que certas precauções são imprescindíveis antes de administrar a vacina na população. Outro aspecto que Ryan levantou foi a taxa de efetividade da imunização, já que não é possível proteger 100% das pessoas. “Precisamos ser realistas.”, disse.


O Hospital Geral Clériston Andrade 2, em Feira de Santana, completou uma semana de funcionamento nesta quarta-feira, 22 de julho. A unidade de saúde entregue de forma emergencial pelo Governador Rui Costa para combate ao Novo Coronavírus, está funcionando com 40 leitos de UTI específicos para COVID 19 e recebeu até a manhã desta quarta-feira (22), 23 pacientes. Destes, 14 são do sexo feminino e 9 do sexo masculino, a faixa etária varia entre 48 e 88 anos. Dos 23 internados na UTI, 12 possuem outras comorbidades como hipertensão, obesidade e diabetes.

Considerado o maior hospital do interior da Bahia, o HGCA 2 gerou inicialmente 210 novos empregos, sendo 160 para profissionais da assistência direta ao pacientes, e 50 foram contratados para áreas operacionais tais como: recepcionistas, auxiliares administrativos, higienizadores e vigilantes. O médico intensivista e coordenador das UTIs do HGCA, Lúcio Couto, explicou que a procura pelo atendimento não é direta. “Cerca de 80% dos pacientes são de Feira de Santana. Todos são encaminhados pela regulação, ou seja, o primeiro atendimento deve ser realizado por uma UPA ou policlínica e se houver necessidade serão regulados para o Clériston”, afirmou .

Devido ao grande risco de contágio, não são permitidas visitas presenciais. Diariamente a equipe médica passa o boletim para a família e em breve a unidade vai realizar a interação virtual dos pacientes com seus familiares.


Bahia será um dos três centros escolhidos na América Latina para o desenvolvimento de uma vacina inovadora contra o novo coronavírus.

O projeto será conduzido pelo médico e pesquisador Edson Moreira, no Hospital Santo Antônio das Obras Sociais de Irmã Dulce e contará com o apoio do Governo do Estado, mediante um convênio de cooperação técnica com a Sesab, no valor de R$ 500 mil reais. O anúncio foi feito pelo Governador Rui Costa durante reunião com a Presidente da Osid, Maria Rita Lopes Pontes, o Secretário Estadual da Saúde Fábio Vilas-Boas e o Pesquisador Edson Moreira.

Para o secretário estadual da saúde Fabio Vilas-Boas essa é uma oportunidade única para os baianos terem acesso a uma das mais promissoras vacinas em desenvolvimento.

O estudo incluirá inicialmente 1.000 voluntários baianos, podendo chegar a 5 mil dentro de 3 meses. A pesquisa é fruto de uma parceria entre a Pfizer e a empresa alemã bioNTech que obteve resultados positivos em estudos iniciais de uma vacina que usa um fragmento genético do vírus: o mRNA (RNA mensageiro).

O investigador Édson Moreira explica que uma vacina de mRNA contém uma versão sintética do RNA que um vírus usa para formar proteínas. A vacina não contém informações genéticas suficientes para produzir proteínas virais; apenas o suficiente para induzir o sistema imunológico a pensar que um vírus está presente, para que ele entre em ação para produzir anticorpos, proteínas especificamente projetadas para combater um vírus.

Ainda de acordo com o investigador, as vacinas tradicionais, como gripe ou sarampo, ativam o sistema imunológico injetando às pessoas pequenas quantidades de vírus. As vacinas podem incluir formas mais atenuadas do vírus, ou um vírus que os cientistas mataram, mas cujas proteínas virais ainda podem estimular a imunidade. Em alguns casos muito raros o vírus não está morto, apesar dos melhores esforços para matá-lo, ou a dose atenuada é tão forte que deixa alguns doentes. As vacinas de mRNA eliminam essa preocupação porque não contêm vírus.

Para o investigador Édson Moreira “com a pandemia, a velocidade para o desenvolvimento de uma vacina é essencial e, portanto, os pesquisadores estão tentando acelerar esse cronograma. A vantagem do mRNA é que leva literalmente poucos dias para fazer uma nova vacina” completou.


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Casos confirmados no dia: 102

Pacientes recuperados no dia: 163

Resultados negativos no dia: 288

Alta hospitalar no dia: 01

Óbitos comunicados no dia: 05

Data dos óbitos: 

11/07
14/07
17/07
20/07
20/07

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 2.466

Total de casos confirmados no município: 6.308 (Período de 06 de março a 22 de julho de 2020)

Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.398

Total de pacientes hospitalizados no município: 68

Total de recuperados no município: 3.723

Total de exames negativos: 5.792 (Período de 06 de março a 22 de julho de 2020)

Aguardando resultado do exame: 367

Total de óbitos: 119

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


A médica Stefania Teixeira Porto, de 27 anos, foi a primeira voluntária a receber a vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela parceria entre o Instituto Butantã e a farmacêutica chinesa Sinovac. Funcionária do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Stefania recebeu a injeção na manhã desta terça-feira (21).

“Estou contente de participar dessa experiência. É um momento único e histórico. Foi isso que me fez participar desse projeto e fazer parte desse momento. A gente passou por meses tão difíceis. É uma injeção de ânimo poder participar disso e contar para as pessoas no futuro que eu fiz parte disso”, afirmou a médica.

Informações Pleno News
Foto: reprodução


O ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, prevê que o Brasil dê início à fabricação da vacina contra a Covid-19 até janeiro de 2021. A declaração foi feita durante entrevista coletiva concedida nesta terça-feira, 21, no Rio Grande do Sul. Pazuello afirmou que o Ministério da Saúde discute a transferência de recursos para a produção da imunização. “Essa contratação prevê a transferência de tecnologia e o recebimento do insumo. A previsão é de que em dezembro/janeiro já estejamos fabricando a vacina.”

Para a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com a AstraZeneca, o governo federal acertou um protocolo de intenções que prevê a disponibilização de 30 milhões de doses até o fim do ano, e está concluindo as negociações para o pagamento e a assinatura de um acordo final que incluirá também a transferência de tecnologia para produção nacional, que deverá ser conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O ministro ainda citou outras duas vacinas promissoras que estão sendo testadas no Brasil. Sobre a vacina em desenvolvimento pela SinoVac Biotech, Pazuello reiterou que o trabalho é feito por São Paulo, através do Instituto Butantan. “Também está mais ou menos no mesmo ponto. Essa fabricação seria no Butantan, para complementar as quantidades que estamos trabalhando”, pontuou.

Em relação às negociações com a empresa Moderna, dos Estados Unidos, Pazuello explicou que se trata de um outro tipo de vacina, com uma tecnologia de fabricação que não é dominada no Brasil, a partir do RNA da molécula do vírus. “Nesse caso estamos pactuando a possibilidade de compra com prioridade”, explicou.

Tanto a vacina de Oxford quanto a da SinoVac já estão sendo testadas em voluntários em ensaios clínicos de Fase 3, o último antes do registro da vacina junto a autoridades regulatórias. A distribuição das doses, conforme Pazuello, deve seguir a forma de logística que é feita pelo Ministério da Saúde com a vacina da gripe.

* Com informações do Estadão Conteúdo

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