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Casos confirmados no dia: 68
Pacientes recuperados no dia: 25
Resultados negativos no dia: 111
Alta hospitalar no dia: 1
Óbito comunicado no dia: 1
Data do óbito: 09/08

Total de pacientes ativos: 1.067
Total de casos confirmados no município: 8.704 (Período de 06 de março a 25 de agosto de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.027
Total de pacientes hospitalizados no município: 40
Total de recuperados no município: 7.460
Total de exames negativos: 9.028 (Período de 06 de março a 25 de agosto de 2020)
Aguardando resultado do exame: 369
Total de óbitos: 177

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 12.522 (Período de 06 de março a 25 de agosto de 2020)
Resultado positivo: 2.068 (Período de 06 de março a 25 de agosto de 2020)
Em isolamento domiciliar: 15
Resultado negativo: 10.454 (Período de 06 de março a 25 de agosto de 2020)

Informações: Ascom


Casos confirmados no dia: 52

Pacientes recuperados no dia: 66

Resultados negativos no dia: 31

Alta hospitalar no dia: 0

Óbitos comunicados no dia: 3

Total de pacientes ativos: 1.025

Total de casos confirmados no município: 8.636 (Período de 06 de março a 24 de agosto de 2020)

Total de pacientes em isolamento domiciliar: 984

Total de pacientes hospitalizados no município: 41

Total de recuperados no município: 7.435

Total de exames negativos: 8.917 (Período de 06 de março a 24 de agosto de 2020)

Aguardando resultado do exame: 386

Total de óbitos: 176

Ascom


G1 – Uma pesquisa publicada ontem (23) aponta que alguns remédios para hipertensão (pressão alta) podem ter um efeito benéfico em pacientes que já usam os medicamentos e são infectados pela Covid-19. Pessoas com pressão alta estão entre os grupos que correm mais risco de morrer se forem infectadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Cientistas da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, concluíram que pacientes hipertensos que já usavam remédios que eram do tipo inibidor do sistema renina-angiotensina-aldosterona (RAAS), tiveram menos chances de ser internados na UTI, precisar de suporte de oxigênio (com ou sem ventilação mecânica) e de morrer.

“Nossa pesquisa fornece evidências substanciais para recomendar o uso contínuo desses medicamentos se os pacientes já os estiverem tomando”, explicou o líder do estudo, Vassilios Vassiliou, da Faculdade de Medicina da Universidade de East Anglia.

Para chegar à conclusão sobre o benefício desses medicamentos, os cientistas fizeram uma revisão sistemática e uma análise de 19 estudos já existentes sobre a relação entre o uso deles e a infecção por Covid-19, com informações de mais de 28 mil pessoas.

Esse tipo de estudo revisa, qualifica e analisa outras pesquisas, anteriores, sobre um assunto. Os resultados de uma meta-análise podem incluir uma estimativa mais precisa do efeito de um tratamento ou do fator de risco para uma doença, por exemplo, do que outros resultados individuais. A pesquisa britânica foi publicada no “Current Atherosclerosis Reports”.

“Os pacientes com Covid-19 com pressão alta que estavam tomando medicamentos inibidores do RAAS tinham 0,67 vezes menos probabilidade de ter um resultado crítico ou fatal do que aqueles que não tomavam esses medicamentos”, disse Vassilliou.

Entre os medicamentos classificados como inibidores do RAAS estão a losartana e o captopril.

No estudo, os cientistas explicam que os medicamentos inibidores do RAAS, embora usados principalmente para hipertensão, são indicados também para outros pacientes cardiovasculares, incluindo aqueles com infarto do miocárdio anterior, insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular ou doença renal crônica.

“Descobrimos que um a cada três dos pacientes com Covid-19 e com pressão alta e um a cada quatro dos pacientes em geral estavam tomando um medicamentos inibidores do RAAS”, afirmou Vassiliou.

O cientista destaca, entretanto, que o estudo não conseguiu descobrir se o uso dos remédios ajudava no tratamento de pacientes de Covid-19 que não eram tratados com os remédios antes da infecção.

“No entanto, não conseguimos determinar se começar o uso desses comprimidos de forma aguda em pacientes com Covid-19 pode melhorar o prognóstico, já que o mecanismo de ação pode ser diferente”, lembrou.


Cientistas em Hong Kong anunciaram, nesta segunda-feira (24), a confirmação do primeiro caso no mundo de reinfecção pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). A pesquisa com o resultado foi aceita para publicação no “Clinical Infectious Diseases”, da editora da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

“Um paciente aparentemente saudável e jovem teve um segundo caso de infecção pela Covid-19 diagnosticado 4 meses e meio depois do primeiro episódio”, declararam os cientistas, da Universidade de Hong Kong, em um comunicado.

Os pesquisadores testaram o código genético do vírus e descobriram que o vírus da segunda infecção pertencia a uma linhagem diferente da primeira. Ao ser contaminado pela primeira vez, o paciente, um homem de 33 anos, teve apenas sintomas leves; na segunda, nenhum sintoma.

“Nossos resultados provam que a segunda infecção é causada por um novo vírus, que ele adquiriu recentemente, em vez de uma disseminação viral prolongada”, afirmou Kelvin Kai-Wang To, microbiologista clínico da Universidade de Hong Kong.

Segundo os cientistas de Hong Kong, a segunda “versão” do vírus é mais próxima à que circulou na Europa entre julho e agosto (o paciente havia voltado de uma viagem à Espanha). Já o primeiro vírus era semelhante aos que circularam em março e abril.

A pesquisadora Ester Sabino, da Faculdade de Medicina da USP, que fez parte da equipe que sequenciou o genoma do coronavírus no Brasil, confirmou ao G1 que, conforme a árvore filogenética dos vírus, eles são diferentes (uma árvore filogenética detalha as relações entre várias espécies e as mutações que elas sofreram).

“Claramente, a origem da primeira amostra é diferente da segunda. Portanto, é uma reinfecção, e não um vírus que estava cronicamente na pessoa e sofreu mutação no decorrer do tempo”, afirma.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus


O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou hoje (24) que muitas mortes por covid-19 poderiam ter sido evitadas com o protocolo adotado agora pelo sistema de saúde, de fazer o diagnóstico e tratamento precoce da doença.

“Nós mudamos a orientação para tratamento, com base no que aconteceu no Norte e no Nordeste do país. Nosso tratamento precisa ser precoce e imediato. Aos primeiros sintomas, tem que procurar o médico, a unidade de saúde. Tem que ser diagnosticado pelo médico e tem que receber a prescrição dos medicamentos pelo médico. O paciente tem que tomar os medicamentos e ser acompanhado pelo médico, para ver se não precisa de outras intervenções. Se isso acontecer, o risco de morte cai drasticamente. Se nós tivéssemos feito isso desde o início, teríamos tido menos mortes no nosso país, eu não tenho a menor dúvida.”

Pazuello falou durante a inauguração da Unidade de Apoio ao Diagnóstico da Covid-19 no campus da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Ceará, que fica no Distrito de Inovação do Eusébio. Segundo o ministro, a mudança na orientação foi baseada em conversas com os secretários de Saúde sobre o que havia de mais efetivo na resposta à pandemia.

Segundo Pazuello, o diagnóstico de covid-19 é clínico, feito pelo médico, mas a testagem em massa contribui para as estratégias a serem adotadas pelos gestores.

“A testagem visa uma estratégia, ela visa dar ao gestor, o governador, o prefeito, ter condições de tomar decisão de gestão para a cidade ou o estado, com os dados. A testagem ampara o diagnóstico, quando necessário. Mas a testagem é muito mais importante para avaliação das estratégias de governo, por isso que os números [de testes] precisam ser altíssimos.”

A unidade inaugurada faz parte da estratégia de apoio aos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) e ampliação da capacidade nacional de processamento de amostras. A nova unidade terá capacidade de processar diariamente até 10 mil testes moleculares, do tipo PCR, em tempo real. A Fiocruz inaugurou no dia 10 outra unidade de apoio, na sede da Fiocruz no Rio de Janeiro, com capacidade para 15 mil resultados de testes moleculares por dia.


Casos confirmados no dia: 52

Pacientes recuperados no dia: 1

Resultados negativos no dia: 171

Alta hospitalar no dia: 1

Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.044

Total de casos confirmados no município: 8.584 (Período de 06 de março a 23 de agosto de 2020)

Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.004

Total de pacientes hospitalizados no município: 40

Total de recuperados no município: 7.369

Total de exames negativos: 8.886 (Período de 06 de março a 23 de agosto de 2020)

Aguardando resultado do exame: 263

Total de óbitos: 173

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 12.338 (Período de 06 de março a 22 de agosto de 2020)

Resultado positivo: 2.020 (Período de 06 de março a 22 de agosto de 2020)

Em isolamento domiciliar: 13

Resultado negativo: 10.318 (Período de 06 de março a 22 de agosto de 2020)

Secom


A China está testando vacinas experimentais contra a Covid-19 em grupos de alto risco desde julho. A informação foi confirmada pelo representante da Comissão Nacional de Saúde, Zheng Zhongwei, em entrevista a uma emissora local no sábado (22).

Segundo Zhongwei, o objetivo dos testes é reforçar a imunidade de grupos específicos, que incluem profissionais de saúde e trabalhadores de mercados e dos setores de transporte e serviços. Porém, nenhuma vacina foi aprovada em testes finais.

Pleno News
Foto: Reprodução


O número de mortes por covid-19 teve um aumento de 892 óbitos nas últimas 24 horas. Com isso, o total de óbitos pelo novo coronavírus no Brasil subiu para 114.250.

Dos 3.582.362 casos já confirmados – número que inclui 50.032 casos registrados de ontem (21) para hoje (22) – 2.709.638 se recuperaram, segundo balanço diário divulgado há pouco pelo Ministério da Saúde.

De acordo com o ministério, a taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) está em 3,2%, e a de mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) em 54,4. Já a incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes está em 1.704,7.

Os estados com mais mortes são: São Paulo (28.392), Rio de Janeiro (15.267), Ceará (8.268),  Pernambuco (7.364) e Pará (6.047). Já Tocantis lidera entre as unidades da federação com menos óbitos, com 573 mortes. Em seguida vem Roraima (579),  Acre (598),  Amapá (630) e Mato Grosso do Sul (722).

São Paulo também lidera entre os estados com mais casos confirmados de covid-19, com 749.244. Depois vem Bahia (234.204), Rio de Janeiro (210.464), Ceará (204.587) e Pará (188.644). Já os estados com menor número de casos são: Acre (23.665), Mato Grosso do Sul (41.888), Tocantins (42.839), Amapá (41.031) e Roraima (41.527).

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