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O estudo com a vacina desenvolvida pela Johnson & Johnson’s foi pausado após um participante desenvolver uma doença inexplicada. O anúncio foi feito pela empresa nessa segunda-feira (12).

Esse é mais um dos imunizantes contra a Covid-19 que está em fase de testes. No Brasil, a Anvisa informa que há sete mil participantes de um total de 60 mil voluntários espalhados pelo mundo. A Bahia é um dos estados com voluntários sendo testados.

Segundo informações do G1 Bem Estar, um documento enviado a pesquisadores externos que executam a fase de ensaios indica que uma “pausa regulamentar” será cumprida. O mesmo ocorreu com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com o laboratório AstraZeneca, em setembro. Com eles, a pausa durou cerca de uma semana até que os testes foram novamente autorizados.

No caso da Johnson, o sistema usado para inscrever pacientes foi fechado e o Conselho de Monitoramento de Segurança de Dados (DSMB), órgão que atua de forma independente, convocado. “Eventos adversos – doenças, acidentes etc – mesmo aqueles graves, são uma parte esperada de qualquer estudo clínico, especialmente grandes estudos”, disse o comunicado oficial.

De acordo com a empresa, a doença do participante está sendo “analisada e avaliada” pelo conselho e pelos médicos internos. O estado dele é tratado de forma reservada, em respeito à privacidade.

Informações: Bahia Notícias


Casos confirmados no dia: 15
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 62
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0

Total de pacientes ativos: 713
Total de casos confirmados no município: 10.821 (Período de 06 de março a 12 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 686
Total de pacientes hospitalizados no município: 27
Total de recuperados no município: 9.882
Total de exames negativos: 12.290 (Período de 06 de março a 12 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 315
Total de óbitos: 226

Secom


O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, é capaz de invadir o cérebro, podendo provocar uma infecção potencialmente mais grave e letal do que a registrada nos pulmões. A conclusão está em dois trabalhos científicos brasileiros assinados por especialistas da UFRJ, Fiocruz e Instituto D’or, publicados nesta segunda-feira, 14, em plataformas de pré-publicação.

Um terceiro trabalho, da Universidade de Yale, publicado na quarta-feira passada, chega a conclusões semelhantes de forma complementar aos estudos brasileiros.

O principal alvo do coronavírus é o pulmão. Já ficou bem claro, no entanto, que ele também ataca os rins, o fígado, os vasos sanguíneos e o coração, entre outros. Metade dos pacientes apresenta sintomas neurológicos, como confusão mental, anosmia (ausência de olfato), delírio e risco aumentado de AVC, sugerindo que o vírus ataca também o cérebro.

“Nosso laboratório trabalha com o cérebro e o sistema nervoso central. Essa era a pergunta natural de se fazer diante dos relatos médicos”, afirmou o neurocientista Stevens Rehen, da UFRJ e do Instituto D’or, principal autor dos estudos brasileiros, explicando por que resolveu investigar a questão.

O grupo teve acesso aos resultados de uma necropsia feita em uma criança de 1 ano e 2 meses morta por covid. “Essa é a primeira evidência que temos da presença do vírus dentro do cérebro”, constatou Rehen. “Os estragos são óbvios, há uma clara destruição dos tecidos.” O segundo estudo, feito a partir das observações in vitro, não foi capaz de identificar a replicação do vírus Sars-Cov2 dentro das células cerebrais, como o grupo já havia demonstrado com o vírus da zika no passado.

Entretanto, ficou constatada uma ligação do vírus com as células da barreira hematoencefálica – que protege o cérebro contra agentes infecciosos. A forte reação inflamatória causada para a defesa do organismo seria responsável pelas alterações neurológicas encontradas. O estudo da Universidade de Yale, que também foi divulgado em uma plataforma de pré-print, e ainda sem revisão dos pares, chega a uma conclusão um pouco diferente. O grupo de Yale, liderado pela imunologista Akiko Iwasaki, conseguiu flagrar a replicação do vírus nas células.

O grupo americano estudou o tecido cerebral de um adulto morto por covid, um camundongo infectado e também organoides (células cerebrais cultivadas em laboratório). As descobertas são consistentes com observações feitas por outros especialistas, como o brasileiro Alysson Muotri, neurocientista da Universidade da Califórnia, em San Diego, que também trabalha com organoides in vitro. “Poucos dias depois da infecção constatamos uma redução drástica no número de sinapses”, afirmou Muotri, em entrevista ao New York Times. “Não sabemos ainda se isso é reversível ou não.”

As descobertas são também compatíveis com as observações feitas pelos clínicos na linha de frente do tratamento de pacientes com covid-19. “Constatamos que a doença apresenta manifestações neurológicas diferentes do que estávamos acostumados a ver”, afirmou o infectologista Victor Cravo, coordenador das UTIs do grupo Américas Serviços Médicos. “Há, inclusive, uma necessidade diferente de sedação, não só na quantidade, mas no tipo de sedativos usados. Voltamos a usar drogas que já considerávamos ultrapassadas na UTI porque são pacientes muito difíceis de sedar.”

Sistema de infecção

O vírus infecta as células por meio de uma proteína chamada ACE2. Essa proteína aparece em diversas partes do corpo, especialmente nos pulmões. O Sars-Cov2 chega ao cérebro pelo bulbo olfatório, pelos olhos, e pela corrente sanguínea.

As informações são do Jornal O Estado de São Paulo


O secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, disse em entrevista coletiva nesta sexta-feira (9), que não há obrigatoriedade de se vacinar toda a população brasileira para conter a covid-19 quando o imunizante estiver disponível no País.

– Para se conter uma doença, não é obrigatório que se haja a vacinação de 100% da população. Cito como exemplo a vacina de Influenza, quando adquirimos anualmente 90 milhões de doses e realizamos a cobertura vacinal dos grupos de risco. Esses grupos (para a vacina da covid-19) estão sendo definidos por uma câmara técnica, com a comunidade científica, com os técnicos, que estão identificando os grupos prioritários, que serão aqueles que serão vacinados. Dessa forma, estaremos oferecendo segurança para a população, a vacina é para todos. Todos os Estados brasileiros, o Distrito Federal e vai chegar a todos os nossos municípios – afirmou.

Ele ainda destacou que a vacina será disponibilizada no Programa Nacional de Imunizações dentro dos princípios que regem o Sistema Único de Saúde (SUS): integralidade, equidade e universalidade.

O secretário também falou que a pasta está em contato com vários desenvolvedores de possíveis vacinas para ter acesso ao primeiro imunizante disponível.

– Permanecemos em contatos bilaterais não só com o Instituto Butantã, como também com outros institutos nacionais que buscam parcerias com laboratórios internacionais. Buscamos abrir oportunidade para termos acesso o quanto antes a uma vacina segura e eficaz. A vacina que ficar pronta primeiro com certeza será uma opção para adquirirmos, contratualizarmos, de acordo com a legislação brasileira – apontou.

Ele reforçou, no entanto, que a aprovação de qualquer uma das vacinas depende da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Nesta sexta, o governador de São Paulo, João Doria, disse que tem um “plano B” para a disponibilização nacional de doses da coronavac, caso não receba aporte financeiro do Ministério da Saúde para a distribuição do imunizante, que está em fase de testes em voluntários e é uma parceria do Instituto Butantã com a chinesa Sinovac.

Doria confirmou que tem recebido a visita de deputados, senadores e governadores de outros Estados, que já estariam interessados em adquirir a vacina. Ele afirmou ainda que terá uma reunião “definitiva” com representantes do Ministério da Saúde para decidir se a pasta irá adquirir ou não as doses da vacina e a subsequente distribuição pelo SUS.

País receberá 140 milhões de doses da vacina contra o coronavírus
Na última quinta-feira, 8, o Ministério da Saúde anunciou que o País deverá contar com 140 milhões de doses da vacina contra o coronavírus até o primeiro semestre do ano que vem.

Por meio do programa Covax Facility, da Organização Mundial da Saúde, serão recebidas cerca de 40 milhões de doses para 10% da população, o que equivale a cerca de 20 milhões de pessoas – em caso de vacinas que necessitem de duas doses. As outras 100 milhões virão do acordo com o laboratório AstraZeneca, que desenvolve o imunizante em parceria com a Universidade de Oxford

O governo federal reforçou que a previsão de começar a imunizar a população continua para o primeiro trimestre de 2021, considerando os prognósticos, acompanhamento e escala produtiva que está se desenhando, mas lembrou que “existe uma possibilidade de atraso”. O plano de estratégia de vacinação está em estudo e deve ser divulgado entre novembro e dezembro.

Informações: Estadão


Casos confirmados no dia: 57
Pacientes recuperados no dia: 29
Resultados negativos no dia: 26
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 640
Total de casos confirmados no município: 10.748 (Período de 06 de março a 09 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 613
Total de pacientes hospitalizados no município: 27
Total de recuperados no município: 9.882
Total de exames negativos: 12.128 (Período de 06 de março a 09 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 550
Total de óbitos: 226


Casos confirmados no dia: 48
Pacientes recuperados no dia: 76
Resultados negativos no dia: 60
Alta hospitalar no dia: 3
Óbito comunicado no dia: 01

Total de casos confirmados no município: 10.691 (Período de 06 de março a 08 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 585
Total de pacientes hospitalizados no município: 27
Total de recuperados no município: 9.853
Total de exames negativos: 12.102 (Período de 06 de março a 08 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 474
Total de óbitos: 226


Casos confirmados no dia: 70
Pacientes recuperados no dia: 18
Resultados negativos no dia: 90
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

Total de pacientes ativos: 641
Total de casos confirmados no município: 10.643 (Período de 06 de março a 07 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 611
Total de pacientes hospitalizados no município: 30
Total de recuperados no município: 9.777
Total de exames negativos: 12.042 (Período de 06 de março a 07 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 389
Total de óbitos: 225


A China completou nesta quarta-feira 52 dias sem contágios pelo novo coronavírus dentro do país, segundo a Comissão Nacional de Saúde do país.

O órgão estatal informou que sete pessoas foram diagnosticadas ontem com Covid-19, mas elas são viajantes procedentes de outros países. Esses chamados “casos importados” foram registrados nas províncias de Sichuan (3), Guangzhou (2), Shanxi (1) e Xangai (1).

As informações são da agência de notícias internacional EFE


Casos confirmados no dia: 49
Pacientes recuperados no dia: 33
Resultados negativos no dia: 46
Alta hospitalar no dia: 0
Óbitos comunicados no dia: 03

Total de casos confirmados no município: 10.573 (Período de 06 de março a 06 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 561
Total de pacientes hospitalizados no município: 30
Total de recuperados no município: 9.759
Total de exames negativos: 11.952 (Período de 06 de março a 06 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 314
Total de óbitos: 225


(Reuters) – Uma vacina contra a Covid-19 pode estar pronta até o final deste ano, disse o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta terça-feira, sem dar mais detalhes.

Em discurso ao término de dois dias de reuniões do Conselho Executivo da OMS, Tedros disse: “Vamos precisar de vacinas e há esperanças que possamos ter uma vacina até o final deste ano. Há esperança”.

Nove vacinas experimentais fazem parte da iniciativa global Covax, que visa distribuir 2 bilhões de doses até o final de 2021.

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