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O ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou hoje (15), em um vídeo divulgado nas redes sociais, que teve resultado positivo para a covid-19. Segundo ele, a contaminação pode ter ocorrido durante um jantar há mais de uma semana.

Eu cheguei em casa, pela primeira vez, ontem, no final da tarde, com febre 37,1º. Ate então, não tinha passado de 36º. Junto com a febre, dor de cabeça. Fiz o teste do dia, aquele do dedo, deu negativo. Depois, fui no hospital, fiz o teste de exame de sangue, que saiu hoje, também, e deu negativo. Mas, após isso, acabou de chegar o PCR, deu positivo. Então, eu quero dizer a você que estou muito bem, saúde boa, a dor de cabeça já foi embora”, acrescentou.

Faria é o décimo-primeiro ministro do governo federal a ter sido infectado pela doença. O presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama Michelle Bolsonaro também tiveram covid-19, em julho. O ministro das Comunicações informou que está tomando, desde ontem (14), a hidroxicloroquina combinada com azitromicina e citou outras medicações complementares. Ele ainda destacou que seguirá trabalhando, mas isolado em casa.

“Assim que eu tive o sintoma, comecei o tratamento com a hidroxicloroquina e azitromicina. Vou incluir agora mais um corticoide e um anti-coagulante, mas assim, já estou com zero sintoma, a dor de cabeça já foi embora, eu praticamente estou total assintomático. Vou continuar trabalhando, cumprindo minha agenda integral, obviamente, isolado, em home office, cumprindo as normas do Ministério da Saúde e logo estarei de volta”.

Informações: Agência Brasil
Foto: Isac Nóbrega


Em 24 horas, o Brasil registrou 749 mortes e 27.235 novos casos de covid-19. Os dados estão na atualização diária divulgada pelo Ministério da Saúde no início da noite desta quarta-feira (14), a partir de dados das secretarias estaduais de saúde.

Com os acréscimos, o país chegou a 151.747 óbitos em razão da pandemia do novo coronavírus. Ontem, o número de mortes estava em 150.998. Ainda há 2.388 óbitos em análise por equipes de saúde para averiguar se o diagnóstico é de covid-19.

O número de casos confirmados acumulados chegou a 5.140.863. Até ontem, o número de casos era de 5.113.628.

Ainda há 420.303 pacientes em acompanhamento. De acordo com o Ministério da Saúde, outras 4.568.813 pessoas já se recuperaram da doença.

Boletim epidemiológico covid-19

Dimitri Houtteman/Unsplash

A OMS (Organização Mundial de Saúde) alertou nesta 4ª feira (14.out.2020) a possibilidade de grande parte da população só ser vacinada contra a Covid-19 em 2022. Para a entidade, não há como todos os habitantes do planeta serem imunizados em 1 único ano.

Na visão da OMS, também não há capacidade de produzir doses suficientes para abastecer o mundo todo em 2021. Para a entidade, os grupos prioritários para receber a vacina no próximo ano serão os profissionais de saúde, idosos e pessoas com vulnerabilidades. Juntos, esses grupos representam menos de 20% da população total do planeta.

A cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse que o mundo deve ter uma vacina em 2021.No entanto, ela afirma que o acesso será limitado e que uma “pessoa comum, jovem, talvez vai precisar esperar até 2022”.

Swaminathan ponderou que a esperança será de que, ao vacinar uma parcela da população, a taxa de mortalidade caia. Segundo ela, a vacina só vai gerar imunidade de rebanho, após 70% da população ser imunizada, o que equivale a 5 bilhões de pessoas.

A meta da OMS até o final do próximo ano, é vacinar 2 bilhões de pessoas, o que será a maior campanha de vacinação da história.

A diretora técnica da OMS, Maria van Kerkhove, insiste que não é necessário esperar uma vacina para controlar o vírus. Segundo ela, temos “instrumentos para impedir a transmissão”, citando países que conseguiram manter baixas as taxas de contaminação, mesmo sem a vacina.

Mesmo com o grande salto de novos casos nos últimos dias, a esperança da entidade é que agora as taxas de mortalidade sejam menores, porque médicos estão mais preparados e existem alguns tratamentos para pacientes mais graves. Além disso, nesse momento, são os jovens os mais atingidos pela doença e os diagnósticos têm sido dados cada vez mais cedo.

A OMS afirmou também que “nunca recomendou” 1 lockdown completo nos países e que sempre insistiu em 1 pacote de medidas para o enfrentamento da pandemia. A diretora técnica declarou que muitos países precisaram tomar a atitude de 1 fechamento completo para aliviar os sistemas de saúde sobrecarregados. “Alguns países não tiveram opção”, pontuou.

Kerkhove disse esperar que os governos, diante da segunda onda da doença, optem por medidas localizadas, em regiões mais afetadas.


Casos confirmados no dia: 128
Pacientes recuperados no dia: 160 
Resultados negativos no dia: 114
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 1

Total de casos confirmados no município: 10.985 (Período de 06 de março a 14 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 668
Total de pacientes hospitalizados no município: 29
Total de recuperados no município: 10.059
Total de exames negativos: 12.534 (Período de 06 de março a 14 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 214
Total de óbitos: 229


O número de casos da Covid-19 em Feira de Santana reduziu em 60% entre julho e setembro. No mês de julho, considerado como pico da doença no município, a quantidade de casos registrados chegou a 3.204. Em agosto reduziu para 1.924, e no mês de setembro caiu ainda mais, fechando com 1.254 casos. No mesmo período a quantidade de mortes decorrentes do coronavírus reduziu em proporção parecida: 57%. Foram 83 óbitos em julho, 41 em agosto e 35 no mês de setembro. Em outubro são registradas atualmente 8 mortes por conta da Covid-19.

Os dados foram apresentados pela Coordenadora do Comitê Gestor Municipal de Controle ao Coronavírus, a médica infectologista Melissa Falcão, durante coletiva online na manhã desta quarta-feira (14). De acordo com ela, Feira de Santana vive o que é denominado “transmissão sustentada”.

“Conseguimos achatar a nossa curva de uma maneira eficaz, mas quando isso acontece não tem uma queda brusca nos casos. Vão caindo gradativamente”, salientou. Ela exlica que mesmo com a redução de casos, os cuidados referentes a prevenção devem ser mantidos.

“É importante que tanto as pessoas que já tiveram coronavírus, como as que não tiveram, intensifiquem as medidas preventivas. Outro aspecto é a conscientização de que quem estiver contaminado, que fique em casa, e evite transmitir o vírus”, frisou.

A taxa de ocupação de leitos em toda a cidade, incluindo unidades públicas e privadas, é de 30% em UTIs e 40% em leitos clínicos. “É uma situação que nos dá tranquilidade, mas não nos deixa confortáveis. Pois sabemos que para erradicar o coronavírus, só quando houver uma vacina efetiva”, completou Melissa.

O diretor médico do Hospital de Campanha de Feira de Santana, Francisco Mota, também presente na entrevista coletiva, informou que atualmente existem cinco pacientes internados na UTI e um na unidade clínica – sendo que dos que estão na Unidade de Terapia Intensiva, três testaram negativo para coronavírus e aguardam transferência para outra unidade hospitalar.

“Dentre os outros dois, um é de Minas Gerais, caminhoneiro que estava de passagem por Feira de Santana quando sentiu sintomas graves da doença e teve que ser internado. O outro é morador de Feira de Santana”, esclareceu.

Informações: Secom


[Hospital de Campanha Arena Fonte Nova será desativado até a próxima semana]

O secretário estadual de Saúde Fábio Vilas-Boas disse nesta quarta-feira (14) que o Hospital de Campanha da Arena Fonte Nova será desativado até a próxima semana. A informação foi confirmada em entrevista a José Eduardo, na Rádio Metrópole. “Estamos em fase de desmobilização e os últimos pacientes estão perto de receber alta. A partir daí, vamos devolver o equipamento para as partidas de futebol. Já desativamos o Riverside há um mês”, ressaltou.

Vilas-Boas alertou que o estado vive uma segunda onda em número de casos de contaminação pelo coronavírus. “No entanto, como temos uma desaceleração em número de pessoas internadas acaba abafando essa nova onda. Independente disso, os cuidados precisam ser redobrados”.

Em relação às eleições, a Sesab enviou nova nota técnica à Justiça Eleitoral recomendando que sejam adotadas medidas para impedir a realização de atos políticos que gerem aglomerações no interior do estado. Vilas-Boas classificou como “inadiável” a suspensão de comícios e carreatas. “Estamos muito preocupados. Secretários municipais pedem socorro em função das aglomerações no interior por causa da eleição. Na prática, as recomendações não têm sido seguidas e é difícil fiscalizar. É inadiável a suspensão e a proibição dos comícios e das caminhadas. Deixar a cargo do juiz ser acionado por pessoas da sociedade a gente vai ver leite derramado”, reforçou.

O secretário disse, ainda, que a taxa de ocupação de leitos pediátricos tem crescido na Bahia. “Estamos investigando se a ocupação de leitos pediátricos tem relação com a covid-19. Hoje a maior incidência é de pessoas jovens que vão a praia, paredões etc. As crianças começaram a apresentar doença grave que pode afetar vários órgãos. Quem está levando isso para elas são os irmãos, pais, tios, por meio de contatos em aglomerações. O povo baiano foi muito eficiente em combater o coronavírus, mas estamos em momento que precisamos de novo esforço”, ressaltou.


Casos confirmados no dia: 36
Pacientes recuperados no dia: 17
Resultados negativos no dia: 130
Alta hospitalar no dia: 2
Óbitos comunicados no dia: 2 
Datas dos óbitos: 21/09 e 13/10

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 730
Total de casos confirmados no município: 10.857 (Período de 06 de março a 13 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 705
Total de pacientes hospitalizados no município: 25
Total de recuperados no município: 9.899
Total de exames negativos: 12.420 (Período de 06 de março a 13 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 353
Total de óbitos: 228


(Reuters) – O caso de um homem que foi infectado com Covid-19 duas vezes nos Estados Unidos mostra que ainda há muito a se aprender sobre as reações imunológicas, e também provoca dúvidas sobre a vacinação, disseram cientistas nesta terça-feira.

O homem de 25 anos de Reno, em Nevada, foi diagnosticado em abril depois de mostrar sintomas leves, e voltou a adoecer mais gravemente no final de maio, de acordo com um relatório de caso do periódico científico Lancet Infectious Diseases.

O relatório foi publicado poucas horas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, que foi infectado com Covid-19 e hospitalizado no início deste mês, dizer que acreditar estar imunizado e que se sente “muito poderoso”.

Cientistas disseram que, embora as incidências de reinfecção pareçam raras –e o paciente de Nevada já está recuperado–, casos como o seu são preocupantes. Outros casos isolados de reinfecção foram relatados em todo o mundo, inclusive na Ásia e na Europa.

“Está se tornando cada vez mais claro que as reinfecções são possíveis, mas ainda não podemos saber o quão comum isto será”, disse Simon Clarke, especialistas em microbiologia da Universidade Reading do Reino Unido.

“Se as pessoas podem se reinfectar facilmente, isto também pode ter implicações para programas de vacinação, além do nosso entendimento de quando e como a pandemia terminará.”


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu comunicado oficial da empresa Johnson & Johnson, informando ter interrompido temporariamente o estudo clínico que investiga a segurança e eficácia de sua vacina contra a covid-19 (VAC31518COV3001).

De acordo com o comunicado, “o estudo foi temporariamente interrompido devido a um evento adverso grave ocorrido em um voluntário no exterior”. A empresa, no entanto, não detalhou o caso, uma vez que o estado de saúde do voluntário está sob sigilo.

Segundo a Anvisa, o estudo continuará interrompido até que haja investigação de causalidade por parte do Comitê Independente de Segurança, como parte dos procedimentos de boas práticas clínicas.

“No Brasil, a inclusão do primeiro voluntário no estudo ocorreu em 9 de outubro e novas inclusões só poderão ocorrer quando houver autorização da Anvisa, que procederá com a análise dos dados da investigação e decidirá pela continuidade ou interrupção permanente, baseada nos dados de segurança e avaliação risco/benefício”, diz a nota da Anvisa.

Também por meio de nota, a Johnson & Johnson disse que está seguindo suas diretrizes e que a doença do participante “está sendo analisada e avaliada pelo Conselho de Monitoramento de Segurança de Dados Independente ENSEMBLE (DSMB), bem como por nossos médicos clínicos e de segurança internos”.


Com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde na segunda-feira (12), o percentual de curados da Covid-19 em relação ao número de infectados pela doença no Brasil alcançou o total de 88,1%. Ao todo, são 4.495.269 curados entre as 5.103.408 pessoas que testaram positivo para o vírus.

O balanço divulgado na tarde de segunda ainda indica que 457.450 cidadãos seguem em acompanhamento, o que equivale a 9% do total de casos, e 150.689 brasileiros morreram por conta da Covid-19. O número de casos em investigação é de 2.407.

No mundo, segundo números da Universidade Johns Hopkins, a Covid chegou a 37.841.551 de casos confirmados até esta terça-feira (13), com 26.301.404 recuperados, o que equivale a 69,5% do total de pessoas infectadas, abaixo da média brasileira. O número de mortos pela doença em todo o planeta, até esta terça, é de 1.081.332.

Informações: Pleno News

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