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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou nesta sexta-feira (30), que não recebeu, até o momento, nenhum pedido de registro referente à vacina russa, batizada de Sputnik V. Ainda segundo a autarquia, também não há nenhum pedido formal que trate da autorização de pesquisa clínica no Brasil para a vacina em questão.

O Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF), anunciou nesta sexta-feira (30), o envio do registro.

Em seu comunicado, o laboratório esclareceu que os detalhes para a pesquisa clínica de fase 3 da Sputnik V ainda serão apresentados em data que depende da União Química. “As informações enviadas não são um pedido formal de autorização para a pesquisa e não são suficientes para a autorização da Anvisa. Na prática, a pesquisa não está autorizada e esse pedido ainda não foi feito pelo laboratório”, explicou a Anvisa, por meio de nota, de acordo com a Agência Brasil.

A agência acrescentou que a documentação para solicitar a autorização de pesquisa clínica chama-se Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento, que ainda não foi apresentado para a vacina. O laboratório também manifestou interesse em realizar uma reunião de caráter técnico com a Anvisa antes de pedir formalmente a autorização da pesquisa clínica para a Sputnik V.

“A Anvisa tem mantido canal aberto com todas as instituições envolvidas no desenvolvimento de vacinas e medicamentos contra a covid-19. A documentação recebida nesta quinta é parte desta estratégia, mas ainda são documentos prévios e não se trata de pedido de autorização para realizar os estudos em fase 3 (com testes em humanos) ou o pedido de registro”, ressaltou a agência.

A Anvisa lembrou que estudos clínicos são realizados com seres humanos depois de obtidos dados e informações significativos nas etapas anteriores. O protocolo dessa fase precisa ser avaliado e aprovado pela Agência de Vigilância Sanitária antes da sua execução.

A fase seguinte à de estudos clínicos, é a de registro. Para essa análise, profissionais especializados da Anvisa revisam todos os documentos técnicos e regulatórios e verificam os dados de segurança e eficácia, bem como a qualidade da vacina. O registro, concedido pela Anvisa, é o sinal verde para que a vacina seja comercializada e disponibilizada no país.


(Reuters) – A imunidade da parcela da população infectada durante uma prolongada primeira etapa da epidemia, aliada à adesão a medidas de proteção como o uso de máscara e o distanciamento social, ajudaram a Brasil a reduzir a força do coronavírus, disseram especialistas, alertando, no entanto, que não se pode baixar a guarda sob risco de uma segunda onda como a que atinge atualmente a Europa.

Ao contrário dos países europeus, que conseguiram conter a primeira fase da pandemia de coronavírus em poucos meses após o impacto inicial, o Brasil passou um longo período estacionado em um chamado platô, com elevados números de casos e de óbitos pela Covid-19, antes de apresentar os primeiros sinais de queda.

A longa duração do primeiro momento da crise pode ser um dos fatores por trás da atual queda da epidemia, uma vez que muitas pessoas já se expuseram ao vírus, afirmaram à Reuters especialistas que acompanham de perto a pandemia no país.

Depois de passar diversas semanas seguidas registrando cerca de 40 mil casos novos e de 1 mil mortes a cada dia nos meses de junho, julho e agosto, o Brasil apresentou no mês passado o primeiro sinal de queda da epidemia, e a tendência tem se mantido desde então.

Após pico de 45 mil casos por dia em média no final de julho, com quase 1.100 mortes diárias, o país registrou 20 mil casos por dia em média na semana epidemiológica encerrada no último sábado, com 461 mortes por dia na média.

Mesmo com a redução, o Brasil ainda é o terceiro país do mundo com mais casos, com 5,4 milhões, atrás apenas de EUA e Índia, e o segundo em número de mortes, com mais de 158 mil.

Em uma população de 210 milhões, o número de casos confirmados seria insuficiente para se garantir a chamada imunidade de rebanho, mas é preciso considerar que há um número enorme de casos não registrados, o que leva a crer em um certo grau de imunidade coletiva pelo menos em alguns locais, de acordo com Wanderson Oliveira, ex-secretário nacional de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

“No caso da Covid tivemos uma primeira onda muito maior do que a gente realmente conhece, e um número de pessoas que pegou e não sabemos muito grande. Alguns estudos dizem que dá 10 a 12 vezes no número de casos e 1,5 vez no caso dos óbitos”, disse, acrescentando que “muitos lugares” podem ter atingido a imunidade de rebanho.

O infectologista Roberto Medronho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), concorda que a doença já teve forte impacto nos grupos de pessoas e locais com maior risco de adoecimento. “Vemos uma queda agora porque as pessoas de maior risco da doença adoeceram, algumas morreram, a reinfecção é muito rara, por isso há essa queda”, afirmou.

Além da possível imunidade, a população brasileira tem aderido com sucesso ao uso de máscara e ao distanciamento, além de parcela que ainda mantém o isolamento social, o que tem surtido efeito, acrescentaram os pesquisadores.

“Nessa segunda fase que estamos agora, já passamos a primeira que foi a fase mais trágica da pandemia, o número vem baixando em parte por conta da adoção pela população das medidas de prevenção, em parte por um certo grau de proteção que deve ter de imunidade de rebanho, pelo menos temporária, e em parte porque certos grupos conseguem manter o isolamento social”, disse Alexandre Naime Barbosa, chefe da Infectologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A importância do isolamento social se dá uma vez que pelo menos um terço da população tem se mantido longe das ruas –a despeito da posição contrária do presidente Jair Bolsonaro–, de acordo com o Índice de Isolamento Social, uma ferramenta que utiliza dados de localização de aplicativos instalados em mais de 60 milhões de telefones celulares pelo país.

O número representa uma queda em relação ao patamar de 50% do final de março e do mês de abril, mas ainda assim tem ajudado a conter a disseminação do vírus, segundo os especialistas.

“Acredito que nós sustentamos um determinado grau de isolamento social. Tem uma parte da população que está em casa, que pode ficar em casa e que está em casa. Quem tinha que sair para a rua, saiu para a rua, pegou a doença, morreu ou se curou”, disse Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

Uma vez que a redução recente da epidemia tem dependido, principalmente, da ação das próprias pessoas, há o risco de uma retomada da pandemia, alertou Naime, da Unesp. Além disso, não se sabe por quanto tempo dura a imunidade adquirida por aqueles que já foram contaminados.

“Quanto tempo vai durar a imunidade de rebanho? E quanto tempo vai demorar para a população se cansar das medidas de prevenção? Tudo isso são cenas do próximo capítulo.”


Casos confirmados no dia: 105
Pacientes recuperados no dia: 100
Resultados negativos no dia: 162
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 641
Total de casos confirmados no município: 12.017 (Período de 06 de março a 29 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 605
Total de pacientes hospitalizados no município: 36
Total de recuperados no município: 11.131
Total de exames negativos: 13.415 (Período de 06 de março a 29 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 456
Total de óbitos: 245


Prometer vacina para Covid em 2020 é grave desserviço ao público, avalia Presidente da Merck

O rigor científico é um dos grandes debates de 2020. Principalmente em torno da vacina contra o coronavírus, um assunto que se divide entre a segurança no desenvolvimento e a necessidade de imunização. O CEO e membro do conselho da farmacêutica Merck Sharp & Dohme (MSD), Kenneth Frazier, também entrou nesta discussão. Em uma conversa com Tsedal Neeley, professora de administração na Universidade Harvard, ele disse que, quando se afirma que haverá vacinas disponíveis até o final de 2020, está se prestando um grave desserviço à população.

“Eu acredito que, quando as pessoas dizem ao público que vai existir uma vacina até o final de 2020, por exemplo, elas estão prestando um grande desserviço”, afirmou Frazier, que reiterou que não há um bom histórico de vacinas em outras pandemias. “No passado, com a gripe suína, a vacina causou mais mal do que bem. Não temos um grande histórico de introduzir vacinas rapidamente no meio de uma pandemia.”

Frazier também apontou para um outro problema de fazer alarde sobre a vacina, um potencial descaso em relação às atitudes que precisam ser tomadas durante a crise atual. “Quando dizemos às pessoas que uma vacina está vindo, permitimos que políticos digam ao público para não fazer o que é preciso ser feito, como usar máscaras”, disse o executivo, que apontou que houve desencontros em diversos pontos para evitar uma piora no cenário da pandemia, desde o monitoramento de casos, disponibilidade de material de proteção, até a testes em escala adequada.

“Nos últimos 25 anos, só tivemos sete vacinas realmente novas introduzidas clinicamente no mundo. Quando digo novas, isso significa que elas eram efetivas contra um patógeno para que antes não havia vacina”, afirmou sobre o histórico das vacinas produzidas recentemente. Frazier também apontou que há uma tentativa de elaborar uma vacina contra o HIV desde os anos 1980 e que ainda não obteve sucesso.

A visão do executivo se contrapõe a farmacêuticas que estão preparando suas vacinas “a jato” e também a de políticos, como o presidente americano Donald Trump, que já afirmou reiteradas vezes que uma vacina estaria pronta antes mesmo das eleições americanas em novembro — uma declaração que levou críticos e opositores a apontar o potencial eleitoreiro da fala de Trump.

Fonte: exame.com


Casos confirmados no dia: 113
Pacientes recuperados no dia: 77
Resultados negativos no dia: 34
Alta hospitalar no dia: 1
Óbito comunicado no dia: 1
Data do óbito: 27/10

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 636
Total de casos confirmados no município: 11.912 (Período de 06 de março a 28 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 600
Total de pacientes hospitalizados no município: 36
Total de recuperados no município: 11.031
Total de exames negativos: 13.253 (Período de 06 de março a 28 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 284
Total de óbitos: 245


Imagem ilustrativa

Um teste sorológico feito em um bebê espanhol detectou anticorpos contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2). O bebê, nascido na última sexta-feira (23) havia testado positivo para Covid-19 num primeiro teste, mas depois testou negativo em um segundo exame.

O primeiro teste feito no bebê foi o PCR, o teste rápido. Após o protocolo de espera de 48h para um novo exame, o bebê testou negativo em um outro tipo de exame, que coleta amostras do nariz ou garganta com cotonetes.

De acordo informações da imprensa espanhola, a mãe do bebê testou positivo ao dar entrada no hospital. Como bebês não possuem capacidade de desenvolver anticorpos contra o coronavírus, eles podem ter sido transmitidos pela placenta durante a gestação. O fenômeno é conhecido como “transmissão vertical”.

A Sociedade Espanhola de Neonatologia informou que o caso é “muito raro” e será investigado pelos cientistas.


Cientistas da Universidade de Cantábria e do hospital Marqués de Valdecilla, na Espanha, conseguiram demonstrar que 82,2% dos pacientes internados com Covid-19 no centro de saúde tinham deficiência de vitamina D.

Participaram da pesquisa 216 pessoas hospitalizadas e 197 que não tiveram a doença. O estudo foi publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism nesta terça-feira (27/10).

Segundo os pesquisadores, pessoas com deficiência de vitamina D (que, apesar do nome, é um hormônio), tiveram maior percentual de internação em UTI do que pacientes com níveis normais e ficaram mais tempo no hospital (12 contra 8 dias). Não foram encontradas diferenças significativas na taxa de mortalidade.

Porém, apesar dos resultados, os cientistas dizem não ser possível dizer que a deficiência de vitamina D é a causa de um desenvolvimento pior da Covid-19 e, por isso, não se sabe se o reforço do hormônio traria qualquer diferença no tratamento.

Outro ponto importante é que os baixos níveis de vitamina D são comuns em pessoas idosas e com doenças crônicas, que fazem parte do grupo de risco para Covid-19 e estão entre os pacientes com maior taxa de internação pela doença.

Os especialistas chamam atenção ainda para a amostra pequena de participantes: o número é considerado baixo, e o fato que estavam todos no mesmo hospital não permite que os dados sejam extrapolados para outros países e grupos étnicos.


(Reuters) – Uma das principais vacinas em desenvolvimento contra a Covid-19, o potencial imunizante feito em parceria entre a Universidade de Oxford e a farmacêutica britânica AstraZeneca produz resposta imune tanto em jovens quanto em idosos, o que aumenta as esperanças de um caminho para sair da destruição econômica provocada pelo novo coronavírus.

A vacina também gerou baixa resposta adversa entre os idosos, disse a AstraZeneca nesta segunda-feira.

Uma vacina eficaz é vista como capaz de mudar o jogo na batalha contra o novo coronavírus, responsável pela morte de mais de 1,15 milhão de pessoas em todo o mundo, pela devastação a economia global e por virar de ponta cabeça a vida de bilhões de pessoas.

“É encorajador ver que as respostas de imunogenicidade foram similares entre adultos jovens e idosos e que a reatogenicidade foi mais baixa em adultos mais velhos, onde a gravidade da Covid-19 é maior”, disse um porta-voz da AstraZeneca.

“Os resultados constroem ainda mais o corpo de evidências de segurança e imunogenicidade da AZD1222”, disse o porta-voz, se referindo ao nome técnico da vacina.

A vacina Oxford/AstraZeneca deve ser uma das primeiras a obter aprovação regulatória, ao lado da candidata feita em parceria pela Pfizer com a BioNTech.

A notícia de que pessoas mais velhas obtiveram uma resposta imune com a vacina é positiva, porque o sistema imunológico se enfraquece com o passar dos anos e os idosos têm um risco maior de morrer por causa do vírus.

Se funcionar, a vacina permitirá ao mundo retornar a algum nível de normalidade após o tumulto causado pela pandemia.

O secretário de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, disse que uma vacina ainda não está pronta, mas que a logística está sendo preparada para a possível disponibilização de um imunizante na primeira metade de 2021.

Indagado se a população pode receber uma vacina ainda neste ano, ele disse à BBC: “Não descarto isso, mas essa não é a minha expectativa central”.

“O programa está evoluindo bem, (mas) ainda não estamos lá”, acrescentou.


Foto: Alan Santos/PR

Em uma publicação no início da tarde desta segunda-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre a “judicialização” de questões envolvendo a produção e distribuição de vacinas contra a Covid-19. Na postagem, a exemplo do que já havia conversado de manhã com apoiadores, o presidente afirmou que a questão deve ser resolvida pelas autoridades de saúde.

O Supremo vai discutir a vacinação após partidos políticos acionarem a Corte para julgar as controvérsias em torno do tema. Uma das ações quer impedir o governo de prejudicar o andamento de qualquer pesquisa de imunizante no Brasil. Outras duas discutem a legalidade de impor a vacinação obrigatória à população. Pela manhã, o presidente respondeu a apoiadores que um juiz não poderia decidir quem tomaria, ou não, uma vacina.

– Eu entendo que isso não é uma questão de Justiça, isso é questão de saúde acima de tudo. Não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar a vacina, isso não existe – afirmou.

Nesta segunda, a farmacêutica AstraZeneca anunciou que a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford produz resposta imunológica similar em adultos mais velhos e mais jovens e tem reações adversas menores entre os idosos. Bolsonaro declarou que quer aguardar a comprovação, inclusive com publicação em revista científica, para decidir sobre a questão.

– O que a gente tem que fazer é não querer correr, é não querer atropelar. Não querer comprar desta ou daquela sem nenhuma comprovação ainda – declarou o mandatário ao fazer referência ao anúncio sobre a vacina de Oxford.

*Estadão


Nas últimas 48h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19 e manteve a marca de 10.639 curados da doença desde o início da pandemia, índice que representa 91% dos casos confirmados. Enquanto isso, 47 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 54 novos casos de Coronavírus foram positivos hoje.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 34 pacientes internados no município e 778 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde neste domingo (25).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana:

NÚMEROS DESTE DOMINGO – 25 de outubro de 2020
Casos confirmados no dia: 54
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 47
Alta hospitalar no dia: 0
Óbitos comunicados no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 778
Total de casos confirmados no município: 11.659 (Período de 06 de março a 25 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 744
Total de pacientes hospitalizados no município: 34
Total de recuperados no município: 10.639
Total de exames negativos: 12.987 (Período de 06 de março a 25 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 353
Total de óbitos: 242

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 16.749 (Período de 06 de março a 23 de outubro de 2020)
Resultado positivo: 3.036 (Período de 06 de março a 23 de outubro de 2020)
Em isolamento domiciliar: 18
Resultado negativo: 13.753 (Período de 06 de março a 23 de outubro de 2020)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

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