Neste domingo (16), Feira de Santana registrou 24 casos positivos da Covid-19 e atingiu a marca de 49.247 curados da doença, índice que representa 93,6% dos casos confirmados. Enquanto isso, mais 63 exames foram negativos. Os resultados de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 10 de dezembro de 2021 e 13 de janeiro de 2022 que estavam aguardando resultado do laboratório. O boletim epidemiológico contabiliza ainda nove pacientes internados no município. As informações são da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde.
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 16 de janeiro de 2022
Casos confirmados no dia: 24 Pacientes recuperados no dia: 23 Resultados negativos no dia: 63 Total de pacientes hospitalizados no município: 9 Óbitos comunicados no dia: 0
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 237 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 52.605 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.327 Total de recuperados no município: 49.247 Total de exames negativos: 88.187 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022) Aguardando resultado do exame: 598 Total de óbitos: 1.022
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 26.223 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022) Resultado positivo: 5.144 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022) Em isolamento domiciliar: 0 Resultado negativo: 21.079 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Ao menos 40 crianças teriam sido vacinadas com imunizantes destinados a adultos
Vacinação de crianças Foto: EFE/EPA/Robin Van Lonkhuijsen
O Ministério Público Federal (MPF) está investigando as circunstâncias de uma imunização infantil inadequada contra Covid-19 feita na cidade de Lucena, na Paraíba. De acordo com a denúncia, aproximadamente 40 crianças teriam sido vacinadas com imunizantes destinados a adultos.
A vacinação inadequada foi confirmada pela Prefeitura de Lucena, que disse, em nota, que “uma auxiliar aplicou indevidamente e sem autorização [as] vacinas”. A gestão municipal afirmou ainda que “está pondo à disposição das famílias o acompanhamento médico e [também está] monitorando as crianças”.
Até o momento, de acordo com o comunicado municipal, as crianças que receberam as vacinas não apresentaram reações adversas. A denúncia foi recebida pelo secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, na noite de sexta-feira (14). Ele afirmou que teve acesso ao vídeo de uma das mães que usou as redes sociais para divulgar o caso.
Na data em que as crianças foram vacinadas, o país ainda não havia recebido lotes destinados à vacinação de crianças de 5 a 11 anos. Para proteção dessa faixa etária, a Pfizer desenvolveu um imunizante com dosagem adequada. A Paraíba só recebeu as doses da Pfizer para crianças nesta sexta-feira (14).
Após receber o caso, o MPF intimou a mãe que denunciou o caso e a responsável pela unidade de saúde onde o fato aconteceu para prestar esclarecimentos nesta segunda-feira (17). Ainda de acordo com a procuradora do caso, na terça-feira (18) o gestor de saúde da cidade deve ser ouvido.
Neste sábado (15), Feira de Santana registrou 29 casos positivos da Covid-19 e atingiu a marca de 49.224 curados da doença, índice que representa 93,6% dos casos confirmados. Enquanto isso, mais 100 exames foram negativos. Os resultados de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 09 de dezembro de 2021 e 12 de janeiro de 2022 que estavam aguardando resultado do laboratório. O boletim epidemiológico contabiliza ainda nove pacientes internados no município. As informações são da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde.
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE SÁBADO 15 de janeiro de 2022
Casos confirmados no dia: 29 Pacientes recuperados no dia: 36 Resultados negativos no dia: 100 Total de pacientes hospitalizados no município: 9 Óbitos comunicados no dia: 0
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 225 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 52.581 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.326 Total de recuperados no município: 49.224 Total de exames negativos: 88.124 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022) Aguardando resultado do exame: 685 Total de óbitos: 1.022
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 26.223 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022) Resultado positivo: 5.144 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022) Em isolamento domiciliar: 0 Resultado negativo: 21.079 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2022)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Exames da Covid-19 coletados entre os dias 08 de dezembro de 2021 e 10 de janeiro de 2022 que estavam aguardando resultado do laboratório, ou seja, mais de um mês, confirmaram 87 casos positivos nesta sexta-feira (14). No mesmo período também foram verificados 63 casos, conforme divulgado no boletim de ontem. A maioria é da rede privada que a Vigilância Epidemiológica aguardava a ficha de notificação para inserir no boletim. O município manteve a marca de 49.188 curados da doença, índice que representa 93,5% dos casos confirmados. O boletim epidemiológico contabiliza ainda nove pacientes internados no município. As informações são da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde.
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA SEXTA-FEIRA 14 de janeiro de 2022
Casos confirmados no dia: 87 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 521 Total de pacientes hospitalizados no município: 9 Óbitos comunicados no dia: 0
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 209 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 52.552 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2022) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.333 Total de recuperados no município: 49.188 Total de exames negativos: 88.024 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2022) Aguardando resultado do exame: 570 Total de óbitos: 1.022
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 26.223 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2022) Resultado positivo: 5.144 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2022) Em isolamento domiciliar: 0 Resultado negativo: 21.079 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2022)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Davi Seremramiwe, de 8 anos, foi a primeira criança brasileira a receber uma dose da vacina contra a Covid-19. A aplicação aconteceu na manhã desta sexta-feira (14), em solenidade no Hospital das Clínicas de São Paulo.
O garoto indígena é natural de Mato Grosso, mas vive em São Paulo para realizar tratamento de saúde.
O menino recebeu o imunizante da Pfizer, até o momento o único liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A primeira remessa das doses da vacina para crianças chegou ao Brasil na quinta-feira (13). Nesta sexta, elas foram distribuidas aos estados.
Em Salvador, a carga estava programada para chegar ainda na madrugada de hoje. Porém, o voo atrasou e agora a previsão é de que as doses cheguem por volta das 14h40.
A vacinação na capital baiana deve começar de forma simbólica às 17h desta sexta-feira. No sábado, a vacinação será aberta para crianças de 11 anos, cadastradas no SUS.
Terceira dose produziu aumento de anticorpos contra a variante Ômicron e outras cepas do novo coronavírus, diz empresa
Foto: Governo do Estado de São Paulo
AstraZeneca e suas parceiras fabricantes terceirizadas forneceram mais de 2,5 bilhões de doses de sua vacina para o mundo todo Governo do Estado de São Paulo
A AstraZeneca afirmou nesta quinta-feira (13) que dados preliminares de estudos mostraram que sua vacina contra a Covid-19, a Vaxzevria, produziu aumento de anticorpos contra a variante Ômicron e outras cepas após a aplicação de uma terceira dose de reforço.
A resposta, que também ocorre contra a variante Delta, foi registrada em análises sanguíneas de pessoas que foram vacinadas previamente ou com a Vaxzevria ou com uma vacina de RNA mensageiro (mRNA), afirmou a farmacêutica, acrescentando que vai submeter os dados a reguladoras do mundo todo, dada a necessidade urgente por doses de reforço.
A AstraZeneca desenvolveu a vacina com pesquisadores da Universidade de Oxford, e estudos de laboratório conduzidos pela universidade no mês passado já concluíram que a aplicação de três doses da vacina aumenta os níveis de anticorpos no sangue contra a variante Ômicron, de rápida propagação.
A nota breve na quinta-feira, sem incluir dados específicos, foi a primeira da AstraZeneca sobre o potencial de proteção do imunizante como dose de reforço seguindo a aplicação de duas doses da própria, ou de alguma outra de tecnologia mRNA, fabricada pela Pfizer ou pela Moderna.
A empresa disse que a conclusão “acrescenta ao conjunto cada vez maior de evidências que sustentam que a Vaxzevria como terceira dose de reforço independentemente das vacinas anteriores testadas”.
Os dados sobre o potencial da vacina da AstraZeneca como dose de reforço foram obtidos a partir de uma análise comparativa em estudos que testam um imunizante desenvolvido com a tecnologia de vetor por trás da Vaxzevria, mas com objetivo de combater a hoje superada variante Beta. A AstraZeneca está tentando mostrar que sua vacina específica para a Beta também tem potencial contra outras variantes e mais dados de estudos são esperados ao longo da primeira metade do ano.
Separadamente, a Universidade de Oxford e a AstraZeneca começaram no mês passado a trabalhar em uma vacina especialmente destinada a combater a variante Ômicron, embora a AstraZeneca – assim como outras fabricantes de vacinas em projetos de desenvolvimento semelhantes – tenha dito que ainda não está claro se a atualização é necessária.
Um estudo britânico de grandes proporções em dezembro concluiu que as doses da AstraZeneca aumentam anticorpos quando administradas como doses de reforços após a imunização inicial com doses próprias ou da Pfizer, mas isso foi antes da explosão de casos provocada pela variante Ômicron.
No entanto, o estudo na época concluiu que as vacinas de mRNA fabricadas por Pfizer e Moderna fornecem o maior estímulo aos anticorpos quando administradas como terceira dose.
A AstraZeneca e suas parceiras fabricantes terceirizadas forneceram mais de 2,5 bilhões de doses de sua vacina para o mundo todo, apesar do imunizante não ser aprovado nos Estados Unidos, enquanto a Pfizer entregou cerca de 2,6 bilhões de doses.
Um estudo descobriu que compostos de uma planta semelhante à da maconha podem ajudar a prevenir a Covid-19 bloqueando a entrada do coronavírus nas células. A pesquisa foi feita por estudiosos da Universidade Estadual de Oregon e da Universidade de Saúde e Ciência de Oregon, nos EUA. As informações são do jornal O Globo.
De acordo com a publicação, os cientistas encontraram dois ácidos canabinoides comumente encontrados em variedades de cânhamo (planta da espécie Cannabis sativa, a mesma da maconha). Ao se ligarem, a proteína S, o ácido canabigerólico (CBGA) e o ácido canabidiólico (CBDA) podem impedir que o vírus infecte as células.
Os pesquisadores afirmaram também que os compostos estudados, não são psicoativos e bloquearam a ação de variantes do coronavírus, como a Alfa (B.1.1.7) e a Beta (B.1.351).
Nos últimos quatro dias, Feira de Santana registrou 209 casos positivos da Covid-19. Somente nesta quinta-feira (13), 63 exames tiveram resultados positivos e ontem foram 62 confirmados. Os resultados de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 08 de dezembro de 2021 e 10 de janeiro de 2022 que estavam aguardando resultado do laboratório. O município manteve a marca de 49.188 curados da doença, índice que representa 93,7% dos casos confirmados. O boletim epidemiológico contabiliza ainda oito pacientes internados no município.
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUINTA-FEIRA 13 de janeiro de 2022
Casos confirmados no dia: 63 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 167 Total de pacientes hospitalizados no município: 8 Óbitos comunicados no dia: 0
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 189 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 52.465 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.247 Total de recuperados no município: 49.188 Total de exames negativos: 87.503 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022) Aguardando resultado do exame: 543 Total de óbitos: 1.022
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 26.223 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022) Resultado positivo: 5.144 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022) Em isolamento domiciliar: 0 Resultado negativo: 21.079 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
A vacina brasileira contra a covid-19 deu um importante passo hoje (13), data em que inicia o primeiro estudo clínico que aplicará o imunizante em 90 voluntários com idades entre 18 e 55 anos de idade. A fase 1 do estudo escolherá, de forma randomizada, a dose mais segura e o regime de dose que estimula resposta durável de anticorpos que neutralizam o organismo contra o novo coronavírus.
“Vamos agora medir a resposta imunológica específica e avaliar a imunidade celular dos participantes”, explicou o médico infectologista Roberto Badaró, responsável pela pesquisa e pelo desenvolvimento da vacina, em cerimônia ocorrida na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em Salvador.
A expectativa do pesquisador é de que a primeira fase do estudo seja concluída em três meses, e que, se tudo der certo, em um ano ou pouco mais a vacina já esteja disponível.
Na fase 2, que terá a participação de 400 voluntários, será testada a eficiência da vacina; e a fase 3 é a da administração em larga escala.
Primeira aplicação O primeiro a receber a dose da vacina brasileira foi o técnico de segurança patrimonial Wenderson Nascimento Souza, de 34 anos de idade. A aplicação do imunizante foi feita pelo secretário de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (Sepef/MCTI), Marcelo Morales.
Presente na cerimônia, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, disse que o 13 de janeiro de 2022 é um “dia histórico” tanto para a ciência no Brasil como para os brasileiros. “Neste ano do bicentenário da independência do Brasil, damos partida na independência do Brasil na produção de vacinas. Estamos em um ponto de inflexão na história do Brasil”, disse, ao destacar o papel de resgate que a ciência teve em vários momentos difíceis da humanidade.
Pontes lembrou que existem três tipos de vacinas, as importadas, as licenciadas e as nacionais, aquelas feitas por cientistas brasileiros. “É importante para o país ter soberania, autossuficiência e independência na produção de itens tão importantes para a vida dos brasileiros”, disse.
“Daqui para a frente, a gente pode dizer, de forma reduzida, que se o planeta não pode vender vacinas para o Brasil, o Brasil pode vender vacinas para o planeta”, acrescentou.
Vacina A vacina RNA MCTI CIMATEC HDT é composta de duas partes, que são misturadas antes da aplicação: uma molécula de replicon de RNA (repRNA) e uma emulsão composta por água e um tipo especial de óleo e moléculas magnéticas, chamada de Lion, que ajuda a proteger a molécula do repRNA e faz o transporte até as células alvo.
Uma vez dentro das células, o repRNA é reconhecido como RNA mensageiros pelos ribossomos, que são estruturas que produzem as proteínas, com as instruções trazidas pelo RNA. Os ribossomos fabricam inicialmente o replicon, que gera várias cópias de si mesmo e, depois, as proteínas do coronavírus, que são quebradas em pequenos pedaços e expostas a nosso sistema imunológico. O organismo então identifica os fragmentos como algo estranho e passa a produzir anticorpos contra o novo coronavírus.
Segundo o infectologista Roberto Badaró, a vacina brasileira, que é de terceira geração, apresenta alguns benefícios específicos, como o uso de um número menor de componentes, podendo ser aplicada em doses mais baixas e sem a necessidade de imunizações seguidas. “Poderemos, em um sequenciamento e com a capacidade de sintetizar em uma única proteína as cinco variantes, ter uma vacina com as cinco variantes, no futuro. Portanto, podemos ter a vacina que rotineiramente será utilizada”, explicou o médico infectologista.
O desenvolvimento pré-clínico e clínico da vacina tem a participação dos Estados Unidos, Brasil e Índia, por meio de parceria entre as empresas HDT BioCorp. (Estados Unidos), Senai Cimatec (Brasil) e Gennova Biopharmaceuticals (Índia). No Brasil, a parceria conta com o apoio da RedeVírus e com o financiamento do MCTI.
Agência diz que a recomendação leva em conta o cenário epidemiológico atual
Cruzeiro ancorada na cidade do Recife (Imagem de arquivo) Foto: EFE/Carlos Ezequiel Vannoni
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu, nesta quarta-feira (12), uma recomendação ao Ministério da Saúde e à Casa Civil da Presidência da República onde pede a suspensão definitiva da temporada de cruzeiros no Brasil. Atualmente, três navios seguem parados no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, após confirmações de casos de Covid-19 a bordo.
De acordo com a agência, o documento encaminhado ao ministério e à Casa Civil contém a apresentação do cenário epidemiológico de Covid-19 nas embarcações de cruzeiro que operam a temporada 2021-2022, incluindo as intercorrências, por embarcação, desde o início de suas operações em território nacional.
A Anvisa ainda aponta que os protocolos que a instituição definiu para a operação dos navios de cruzeiro no Brasil trouxeram dispositivos que permitiram acompanhar o cenário epidemiológico nas embarcações durante quase dois meses, e foram fundamentais para se identificar rapidamente a alteração no número de casos a bordo na penúltima semana epidemiológica de 2021.
Foi diante disso que, no final de 2021, devido ao aumento exponencial de casos, especialmente entre tripulantes, a Anvisa recomendou a suspensão temporária dos cruzeiros, preventivamente, até que houvesse mais dados disponíveis para a avaliação do cenário epidemiológico. Desde a recomendação, a agência diz que vem avaliando a evolução do cenário epidemiológico.
Com base nas informações apuradas é que a agência diz entender que o cenário atual é desfavorável à continuidade das operações dos navios de cruzeiro e, fundamentada no princípio da precaução, a instituição aponta que a suspensão definitiva da temporada de cruzeiros seria a ação necessária à proteção da saúde da população.