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Presidente deu seus cumprimentos ao Itamaraty, ao chanceler Ernesto Araújo e aos servidores pelo trabalho realizado

Foto: Marcos Corrêa/ PR

O presidente Jair Bolsonaro utilizou suas redes sociais, nesta quinta-feira (21), para comentar a liberação, por parte da Índia, do envio das vacinas contra a Covid-ok 19 ao Brasil. Em suas redes sociais, ele explicou a seus seguidores que as vacinas de Oxford serão enviadas na noite de hoje e deu seus cumprimentos ao Itamaraty, ao chanceler Ernesto Araújo e aos servidores pelo trabalho realizado.

A exportação das doses do imunizantes ocorrerá na noite desta quinta. O voo que trará as 2 milhões de doses que foram compradas pelo Brasil tem decolagem prevista para 4h05 de sexta-feira (22) pelo horário local indiano (19h45 desta noite pelo horário de Brasília).

– O governo da Índia liberou as exportações de vacinas contra a Covid-19, e as primeiras remessas serão enviadas nessa sexta-feira para o Brasil e Marrocos, disse o secretário de Relações Exteriores da Índia (…) Meus cumprimentos ao Itamaraty e a Ernesto Araújo e servidores pelo trabalho realizado – escreveu Bolsonaro.


Foto: Arthur Stabile/UOL

A Fiocruz zerou suas pendências com a Anvisa para o uso emergencial da vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Já o Instituto Butantan, parceiro da chinesa Sinovac na produção da CoronaVac, deve três documentos —a data limite de entrega é o dia 28 de janeiro.

A falta desses dados, porém, não deve alterar a autorização já obtida pelo Butantan de vacinar grupos de risco — profissionais de saúde, idosos e indígenas. No domingo (17), a Anvisa autorizou o uso emergencial dos dois imunizantes, mas fez ressalvas a três documentos da Fiocruz e a quatro do Butantan.

Na manhã desta quarta, restava dessas demandas a entrega dados complementares de três documentos sobre Coronavac:

Até o momento, nenhum laboratório fez o pedido de registro de vacina na Anvisa, o que permitirá que os imunizantes possam ser aplicados em qualquer pessoa. Há uma expectativa de que a Fiocruz faça a requisição nesta semana. O laboratório, porém, ainda não recebeu os primeiros 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, que seriam importadas da Índia na semana passada. Já o Butantan, que entregou às autoridades brasileiras 6 milhões de doses da Coronavac, aguarda a liberação de outros 4,8 milhões, informou que entregará os documentos pendentes dentro prazo.

Informações melhorariam aplicação de vacinas A assessoria da Anvisa informou que as informações pendentes não se prestam a confirmar a segurança das vacinas.

“Nenhuma das ressalvas trata de questionamentos sobre a segurança das vacinas”, disse a agência ao UOL.

“[A segurança] está bem demonstrada nos estudos. As ressalvas tratam basicamente de entender melhor a eficácia e se as vacinas [de Oxford fabricadas na Índia e no Reino Unido] são comparáveis.” Um servidor da agência que já trabalhou com liberação de vacinas acrescentou, reservadamente, que esse é um procedimento normal devido à complexidade do tema e à pandemia de coronavírus. Segundo ele, a busca de novos documentos serve de subsídio para identificar se algo precisa ser ajustado ou melhorado.

No caso do chamado “relatório de imunogenicidade”, a Anvisa informou, no domingo passado, que o “dado é imprescindível para que se possa concluir a duração da resposta imunológica nos indivíduos vacinados”. O epidemiologista e ex-secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde Wanderson Oliveira disse ao UOL que os documentos pendente pedidos pela Anvisa são importantes, mas não críticos. “Não são informações que vão causar nenhum prejuízo, como: ‘Ah, eu não devia ter liberado’ e fazer recuar”, disse. Segundo Oliveira, essas novas informações do uso emergencial das vacinas vão ser úteis para facilitar e acelerar o registro dos imunizantes. Há outras vacinas em análise no Brasil, e ontem a Anvisa anunciou que concedeu certificado de boas práticas aos laboratórios Pfizer e Janssen.


Foto: Divulgação PMFS

Feira de Santana supera a marca de 21 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 21.073 pacientes curados da doença, índice que representa 93,7% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 148 exames negativos para o vírus e 47 casos positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 56 pacientes internados no município e 1.011 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais três mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (20).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA QUARTA-FEIRA
20 de janeiro de 2021

Casos confirmados no dia: 47
Pacientes recuperados no dia: 169
Resultados negativos no dia: 148
Total de pacientes hospitalizados no município: 56
Óbitos comunicados no dia: 3
Datas dos óbitos: 03/01, 06/01 e 18/01

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.011
Total de casos confirmados no município: 22.485 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 955
Total de recuperados no município: 21.073
Total de exames negativos: 31.677 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 1.062
Total de óbitos: 401

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 20.813 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)
Resultado positivo: 3.707 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 10
Resultado negativo: 17.106 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


 Foto: Wevilly Monteiro

Nas últimas 24h, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) aplicou a primeira dose da vacina contra a Covid-19 para 725 pessoas, que compõem o grupo prioritário nessa primeira fase. 

Recebem o imunizante os profissionais da linha de frente no combate à doença e idosos que moram em instituições de longa permanência – acima de 60 anos.

As 6 mil doses da CoronaVac chegaram à SMS, nesta terça-feira, 19, às 11h40. Logo depois do meio-dia foi dado início à vacinação no Hospital de Campanha, Hospital Bambinos e no Lar do Irmão Velho. 
Nesta quarta-feira, 20, a vacinação prossegue entre os profissionais de saúde das policlínicas, UPAS (Unidades de Pronto Atendimento) e nos hospitais da rede pública e privada.


Fundação informou que adiou a entrega dos imunizantes devido a um atraso na chegada de insumos para a produção

Foto: Reprodução

Em um ofício enviado ao Ministério Público Federal (MPF) nesta terça-feira (19), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) informou que irá adiar a entrega das primeiras doses da vacina contra a Covid-19 produzidas no país. Os imunizantes, desenvolvidos em uma parceria entra a Universidade de Oxford e a Astrazeneca, serão entregues apenas em março.

A previsão inicial era entregar as doses em fevereiro, mas devido ao atraso na chegada dos insumos para a produção da vacina, que são importados da China, o prazo teve que ser adiado.

A nova data consta em um ofício assinado pelo diretor do Instituto Bio-Manguinhos, Mauricio Zuma Medeiros, enviado ao MPF após ser questionado sobre as entregas de 2 milhões doses da vacina pela Índia e também das outras que serão produzidas no Brasil.

“Estima-se que as primeiras doses da vacina sejam disponibilizadas ao Ministério da Saúde em início de março de 2021, partindo da premissa de que o produto final e o IFA apresentarão resultados de controle de qualidade satisfatórios, inclusive pelo INCQS (Instituto Nacional de Controle da Qualidade em Saúde). Importa mencionar que o período de testes, relativos ao controle de qualidade, está estimado em 17 dias, contados da finalização da respectiva etapa produtiva, acrescidos de mais 2 dias de análise pelo INCQS”, aponta o documento sobre a produção no país.

O material que falta é o IFA (ingrediente farmacêutico ativo), previsto para chegar ao país neste sábado (23). De acordo com a Fiocruz, no entanto, deve levar mais de um mês para a produção das vacinas, já que as doses precisam passar por testes de qualidade.

Em nota, a Fiocruz afirmou que “embora ainda dentro do prazo contratual em janeiro, a não confirmação até a presente data de envio do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) poderá ter impacto sobre o cronograma de produção inicialmente previsto de liberação dos primeiros lotes entre 8 e 12 de fevereiro. O cronograma de produção será detalhado assim que a data de chegada do insumo estiver confirmada.

Ainda que sejam necessários ajustes no início do cronograma de produção inicialmente pactuado, a Fiocruz segue com o compromisso de entregar 50 milhões de doses até abril deste ano, 100,4 milhões até julho e mais 110 milhões ao longo do segundo semestre, totalizando 210,4 milhões de vacinas em 2021”.


Foto: Izinaldo Barreto

Dona Zumira Maria dos Santos, aos 98 anos, foi a primeira idosa a ser vacinada contra a Covid-19 em Feira de Santana na tarde desta terça-feira (19). “É a melhor coisa do mundo pra nós. Agora podemos receber, mais seguros, nossos parentes e amigos”, comemorou.

Beneficiada com a primeira dose da CoronaVac, Zumira, natural de Jussiape, na Bahia, faz parte do grupo prioritário. Ela reside há três anos no Lar do Irmão Velho, uma Instituição de Longa Permanência do Idoso. 

Somente nesta entidade, 56 idosos e mais 46 profissionais da área de saúde e de apoio direto receberam o imunizante.

Desde o início da pandemia, segundo Bertulino Neto, presidente da instituição, “metade da população interna foi contaminada pelo vírus”, e pelo menos dois idosos morreram. 

De acordo ao quantitativo da primeira remessa da CoronaVac que encontra-se no município, 250 idosos da Casa de Repouso Nosso Lar, da AFAS (Associação Feirense de Assistência Social), do Dispensário Santana, da Casa de Amparo e ainda da Casa de Repouso Saúde e Bem serão imunizados ao longo da semana pela equipe da Atenção Básica e Referência Técnica em Saúde da Pessoa Idosa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).


Certificações foram oficializadas pela Anvisa nesta terça-feira, 19, e são necessárias para que uso emergencial das vacinas contra Covid-19 seja solicitado

Foto: EFE/EPA/Ben Birchall / POOL

Jovem Pan- As farmacêuticas Janssen e Pfizerreceberam nesta terça-feira, 19, um selo de boas práticas de fabricação de medicamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um dos pré-requisitos para a solicitação do uso emergencial dos imunizantes contra a Covid-19 desenvolvidos por elas no Brasil. Em nota, a agência reguladora afirmou que a certificação da Pfizer foi feita após análise de informações e a da Janssen, que tem três empresas envolvidas no processo de fabricação das vacinas, ficou com apenas uma pendência em uma delas. No Brasil, o imunizante da Janssen está na fase 3 de testes. Se os protocolos do estudo seguirem o cronograma previsto, os resultados devem ser divulgados no mês de fevereiro e o pedido para uso pode ser formalizado ainda em março.

No Brasil, duas vacinas tiveram uso emergencial aprovado neste domingo, 17: a da Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan com tecnologia chinesa, e a de Oxford/AstraZeneca, produzida em parceria com a Fiocruz com tecnologia britânica. A partir do momento em que o pedido para uso emergencial das vacinas da Janssen e da Pfizer forem submetidos, o desenvolvimento da análise dos documentos de cada uma delas poderá ser acompanhado pela população por meio de um painel desenvolvido pela Anvisa.


Foto: Washington Nery

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA TERÇA-FEIRA

19 de janeiro de 2021

Feira de Santana está perto de alcançar a marca de 21 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 20.904 pacientes curados da doença, índice que representa 93% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 380 exames negativos para o vírus e 57 casos positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 53 pacientes internados no município e 1.136 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta terça-feira (19).

Casos confirmados no dia: 57
Pacientes recuperados no dia: 52
Resultados negativos no dia: 380
Total de pacientes hospitalizados no município: 53
Óbitos comunicados no dia: 2
Datas dos óbitos: 09/01 e 15/01

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.136
Total de casos confirmados no município: 22.438 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de janeiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.083
Total de recuperados no município: 20.904
Total de exames negativos: 31.529 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de janeiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 707
Total de óbitos: 398

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 20.813 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de janeiro de 2021)
Resultado positivo: 3.707 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de janeiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 10
Resultado negativo: 17.106 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de janeiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Foto: Wevilly Monteiro

A primeira pessoa vacinada pela rede municipal de saúde contra a Covid-19 foi a enfermeira Francineth Lobo, de 52 anos. Ela atua no Hospital de Campanha, na linha de frente contra a doença. A profissional faz parte do grupo prioritário que receberá a imunização na primeira etapa da vacinação. 

“Me sinto mais segura e aliviada”, falou Francineth, que também é gerente operacional da unidade, logo após receber a primeira dose da vacina CoronaVac, no início da tarde desta terça-feira, 19. “Foram meses de trabalho incansáveis”, completou. 

O diretor do Hospital de Campanha, médico Francisco Mota, foi o terceiro vacinado no dia. “A vacinação é a melhor notícia do ano. É a esperança para que as nossas vidas voltem ao normal”, afirmou. 

O secretário municipal de Saúde, Edval Gomes, acompanhou o ato. “Estamos muito felizes com a chegada da vacina. Iniciamos no Hospital de Campanha, um local simbólico, onde durante o período da pandemia foi ofertado um ótimo suporte de saúde para a população”, pontuou. 40 funcionários foram vacinados.

Feira terá 9 mil doses nesta primeira etapa de vacinação. Serão imunizados, além dos trabalhadores da saúde que atuam em emergência e UTI, idosos acima dos 75 anos – e a partir dos 60 para os que vivem em asilos e instituições psiquiátricas.


Resultado preliminar de pesquisa indicou que a proteção permaneceu do imunizante estável até o 71º dia

Foto: Divulgação

Pleno News- Um estudo científico sobre a vacina da Johnson & Johnson contra a Covid-19apontou que o imunizante pode gerar uma resposta imune duradoura. Em resultados preliminares, os anticorpos neutralizantes foram encontrados em mais de 90% dos voluntários após um mês de uso. Novos dados ainda serão analisados para que a tese possa ser confirmada.

Publicado no conceituado The New England Journal of Medicine, o estudo detalha que 805 voluntários foram testados, com idades de 18 a 55 anos. Os anticorpos foram encontrados em 100% deles no 57º após a vacinação, de acordo com a análise preliminar dos estudos.

A pesquisa ainda indicou que a proteção permaneceu estável até o 71º dia. Mas a Johnson & Johnson informou que precisa continuar observando todos participantes desses testes por um ano, para entender melhor os dados.

Os testes de segurança da vacinatambém foram positivos. Os efeitos adversos mais comuns foram leves, como fadiga, dores de cabeça, dores musculares e dores no local da injeção. Em pessoas mais velhas, as reações foram ainda menos comuns e ficaram menores após a aplicação da segunda dose.

Segundo a empresa, os resultados dos testes da fase 3, que mostram a eficácia, devem ser divulgados até o final do mês de janeiro. O imunizante pode ser uma boa opção para o Brasil, já que utiliza a mesma tecnologia da vacina de Oxford, de adenovírus, que foi aprovada recentemente no país. Além disso, ela já foi testada em algumas cidades brasileiras.

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