Feira de Santana manteve a marca de 26.217 curados da Covid-19, índice que representa 86,9% dos casos confirmados. Nas últimas 24h, o município registrou mais 345 exames negativos e 144 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 145 pacientes internados no município e 3.423 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais cinco mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (26).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA SEXTA-FEIRA 26 de março de 2021
Casos confirmados no dia: 144 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 345 Total de pacientes hospitalizados no município: 145 Óbitos comunicados no dia: 5 Datas dos óbitos: 10/10/2020, 06/03/2021, 18/03/2021, 19/03/2021, 20/03/2021
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 3.423 Total de casos confirmados no município: 30.169 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de março de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 3.278 Total de recuperados no município: 26.217 Total de exames negativos: 42.131 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de março de 2021) Aguardando resultado do exame: 1.043 Total de óbitos: 529
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 24.533 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de março de 2021) Resultado positivo: 4.644 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de março de 2021) Em isolamento domiciliar: 36 Resultado negativo: 19.889 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de março de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Em pronunciamento nesta tarde, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, disse que o anúncio do governo não está relacionado à Butanvac, divulgada mais cedo.
“No meu ponto de vista, não tem nada a ver uma coisa com a outra, um fato com o outro. Temos trabalhado nisso e tenho anunciado a sequência dos trabalhos há um certo tempo. Eu estava nessa expectativa para esse anúncio, foi uma coincidência”, afirmou, acrescentando que o momento pede “várias vacinas nacionais”.
“É extremamente importante o desenvolvimento de vacinas nacionais, podemos adaptar com a nossa tecnologia que fica mais barato. O desenvolvimento ajuda outras vacinas também”, disse.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também se manifestou rapidamente. “O importante é vacinar a população brasileira. O Brasil já tem mais de 500 milhões de doses acertadas. Ainda não vacinamos como queremos e nos comprometemos que, em abril, teremos um milhão de doses aplicadas por dia”, declarou.
“Também queremos que haja parcerias com a iniciativa privada e com universidades para que consigamos ampliar as pesquisas no Brasil. Esse cenário pandêmico trouxe a possibilidade das pessoas entenderem a importância das pesquisas clínicas, isso gerou publicações em revistas de alto impacto. Essa agenda é uma agenda de Estado estratégica e que deve ser estimulada”, falou.
Das 57.960 doses da vacina contra Covid-19 recebidas pela Prefeitura de Feira de Santana, cerca de 89,6% foram aplicadas até esta sexta-feira, 26. A informação consta no site da Secretaria Estadual da Saúde da Bahia (Sesab). Isso indica que o município será abastecido com uma nova remessa. É uma exigência da Sesab que os municípios apliquem pelo menos 85% das doses recebidas para que seja enviada nova remessa. As doses são fornecidas pelo Governo Federal, repassadas aos municípios pelos Núcleos Regionais de Saúde. Com mais doses, é possível ampliar a faixa etária e público alvo da campanha de vacinação.
José Ronaldo recebeu a dose da vacina em uma unidade de saúde do bairro Serraria Brasil, onde reside
O Protagonista |O ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho recebeu, nesta quinta-feira (25), a primeira dose da vacina imunizante contra a covid-19. Com 69 anos, está apto à imunização por idade.
José Ronaldo recebeu a dose da vacina em uma unidade de saúde no bairro Serraria Brasil, onde mora. Apesar dos muitos convites, Ronaldo tem evitado sair de casa, comparecendo apenas em alguns casos pontuais.
“Aproveito para pedir aos meus amigos e amigas de Feira de Santana e região, aptos a receber a dose do imunizante, que compareçam aos postos de vacinação”, acentua José Ronaldo ao Protagonista.
Rafael Marques – O Instituto Butantã vai solicitar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que autorize o início dos testes clínicos com voluntários da vacina 100% brasileira, contra a Covid-19, que vai se chamar Butanvac.
Serão duas fases de testes em 1.800 voluntários, para avaliação de segurança, capacidade e eficácia da vacina. A tecnologia usada na Butanvac é a do vírus inativado de uma gripe aviária, denominada doença de Newcastle, como vetor para transportar ao corpo do paciente a proteína S (de spike, espícula) integral do Sars-CoV-2.
9 mil pessoas deverão participar da última etapa. O objetivo é ter 40 milhões de doses até o fim do ano.
A banda Midnight Oil realizou concerto na Austrália Foto: Reprodução/Facebook
A Austrália não registra um novo caso de Covid-19 desde 26 de fevereiro. O primeiro-ministro interino James Merlino anunciou que as máscaras já não são mais obrigatórias dentro das lojas, e os cidadãos poderão receber até 100 convidados em suas casas.
No último fim de semana a clássica banda australiana Midnight Oil realizou um show na cidade de Geelong, para 13 mil pessoas – em concerto presencial, sem a necessidade de distanciamento social ou o uso de máscara de proteção. O grupo está realizando uma mini turnê pela Austrália, algo que não foi possível durante todo o ano passado.
De acordo com o site oficial do Ministério de Saúde da Austrália, o país contabilizou 29.220 mil infectados e 909 mortes por Covid-19 durante toda a pandemia, iniciada em janeiro de 2020. O site informa que, atualmente, há 149 casos estimados no país.
Presidente do CFM afirmou que entidade é pautada na Ciência, mas destacou que não há consenso científico sobre a medida
Toque de recolher em Campinas deixa a cidade quase vazia Foto: Reprodução
O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Ribeiro, declarou que a Ciência ainda não pode garantir se medidas como lockdown são de fato eficientes contra a Covid-19. A declaração foi feita durante entrevista concedida à rádio Jovem Pan, na manhã desta quinta-feira (25).
– Onde está a grande contribuição da Ciência? No desenvolvimento das vacinas e no tratamento de pacientes críticos. O uso de anticoagulantes, o uso de corticoides, a posição crona, a intubação tardia, nós temos avanços. Quanto à fase inicial da doença, por mais que as pessoas digam que existe consenso na literatura em relação ao lockdown, ele não existe – declarou.
O dirigente do CFM também criticou a Associação Médica Brasileira (AMB), após a entidade pedir que os medicamentos que fazem parte do chamado Kit-Covid (como a cloroquina, ivermectina e azitromicina) fossem banidos. De acordo com Ribeiro, a AMB não tem legalidade para fazer esse tipo de recomendação.
– Quando a Associação Médica Brasileira sai com aquele documento, ela tem todo o respeito da CFM, mas não restam dúvidas de que ela tenta avançar nas questões legais, porque quem tem atribuição legal no Brasil de determinar o que pode ser usado ou não na população brasileira é o CFM. Quando elas dão uma opinião sobre um assunto, é uma opinião – disse.
Ribeiro ainda afirmou que a situação da Covid-19 no Brasil é uma tragédia, mas ressaltou que o grande problema vivido na pandemia é a politização da crise sanitária e a atitude da mídia de “procurar culpados”.
– O grande problema que nós temos é a politização em torno da pandemia. Essa pandemia ela não mata [só] no Brasil, ela mata no mundo. Mas, infelizmente, aqui, no Brasil, há uma insistência por parte da sociedade e por parte da mídia de procurar culpados – completou.
Feira de Santana manteve a marca de 26.217 curados da Covid-19, índice que representa 87,3% dos casos confirmados. Nas últimas 24h, o município registrou mais 109 exames negativos e 258 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 140 pacientes internados no município e 3.284 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais sete mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (25).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUINTA-FEIRA 25 de março de 2021
Casos confirmados no dia: 258 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 109 Total de pacientes hospitalizados no município: 140 Óbitos comunicados no dia: 7 Datas dos óbitos: 14/03, 17/03, 21/03, 21/03, 23/03, 24/03 e 24/03
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 3.284 Total de casos confirmados no município: 30.025 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de março de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 3.144 Total de recuperados no município: 26.217 Total de exames negativos: 41.786 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de março de 2021) Aguardando resultado do exame: 904 Total de óbitos: 524
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 24.475 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de março de 2021) Resultado positivo: 4.619 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de março de 2021) Em isolamento domiciliar: 44 Resultado negativo: 19.856 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de março de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
O cantor sertanejo Cristiano, que forma dupla com Zé Neto, foi internado por complicações da Covid-19. Cristiano está no Hospital de Base, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, desde a manhã desta quarta-feira (24). Segundo a assessoria de imprensa do artista, a internação ocorreu por precaução e orientação médica.
“O sertanejo, que há alguns dias testou positivo para o vírus, apresentou oscilação em sua saturação e por esse motivo os médicos decidiram interná-lo para monitorar e evitar algum tipo de agravamento em seu estado de saúde. Cristiano está bem e agradece a todos pelo carinho e orações”, informou, por meio de nota, a assessoria do cantor de acordo com a CNN.
Na semana passada, o cantor chegou a postar em uma rede social que sua esposa, Paula, também havia contraído a doença e que viveram “dias de angústia”.
“Foram dias de angústia, de incerteza, tentando amenizar a situação, muitos me perguntando “cadê a Paula” e hoje eu digo, a Paula teve alta, ficou internada por vários dias, precisou de oxigênio, mas ja está de volta ao nosso lar, venceu a Covid 19, porque Jesus nos deu essa vitoria!”, escreveu Cristiano.
Ministro descartou opção por lockdown e adiantou novos nomes na Saúde
O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse hoje (24), durante coletiva de imprensa realizada na Esplanada dos Ministérios, que será possível triplicar o ritmo atual de vacinação – hoje na casa das 300 mil doses por dia – para chegar a cerca de 1 milhão de doses aplicadas diariamente.
“O compromisso número um do nosso governo é a implementação de uma forte campanha de vacinação. Todos sabem o esforço que foi feito para buscar vacinas. Hoje sabemos que 95% da população brasileira deseja ser imunizada. E nós, agentes públicos, temos que envidar esforços para que o programa de vacinação tenha concretude”, declarou Queiroga.
A posição reforça o compromisso feito em rede nacional ontem (23), pelo presidente Jair Bolsonaro, que afirmou que o governo fará de 2021 o “ano da vacinação dos brasileiros”. “Somos incansáveis na luta contra o coronavírus. Essa é a missão e vamos cumpri-la”, afirmou o presidente.
Sem lockdown, mas com distanciamento
Quando perguntado sobre medidas não farmacológicas, o novo titular do ministério descartou lockdown como uma resposta para conter a disseminação do vírus e citou outras formas de distanciamento.
“Quem quer o lockdown? Ninguém quer lockdown. O que temos do ponto de vista prático é adotar medidas sanitárias eficientes que evitem lockdown. Até porque a população não adere. A vacina é importante, mas precisamos usar máscaras, precisamos manter um certo distanciamento. Vamos buscar maneiras de disciplinar o distanciamento social”, disse.
Medicamentos off-label
Questionado sobre o endosso do Ministério da Saúde a protocolos off-label – o uso de medicamentos e substâncias para tratamentos que não constam em bula -, Queiroga reiterou a importância da autonomia médica em relação aos pacientes, e lembrou que o conhecimento científico é dinâmico e está constantemente em revisão. “Esta doença, que não tem tratamento específico, tem vários estudos que ainda não mostraram eficácia, como a Anvisa atesta. O que precisamos alertar é que o conhecimento científico é dinâmico. No passado, se dizia ‘fica em casa e vai para o hospital quando tiver falta de ar’. A ciência evoluiu e vimos que precisamos atender paciente precocemente. Compete ao médico, com sua autonomia, decidir caso a caso”, respondeu.
Queiroga afirmou que Bolsonaro lhe conferiu autonomia para montar sua equipe e mencionou alguns nomes. Para a Secretaria Executiva foi indicado o servidor de carreira Rodrigo Castro. Para a Secretaria de Atenção Especializada em Saúde foi escolhido o Dr. Sérgio Okani, diretor-executivo de traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Uma secretaria especial será criada para o combate à pandemia, mas o nome não foi informado.
Durante a entrevista, Queiroga também foi questionado sobre a queixa de secretários estaduais e municipais de saúde sobre o sistema para registrar mortes por covid-19. Mas não deu resposta sobre se as mudanças exigindo mais dados seriam ou não mantidas. Em nota, o Ministério da Saúde informou que os novos campos serão suspensos por enquanto.