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Vacinação contra Covid-19 em Magé, Rio de Janeiro
Foto: Pilar Olivares/Reuters

Levantamento do Ministério da Saúde aponta que 1,5 milhão de brasileiros não tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19 no prazo estabelecido pelos laboratórios. O intervalo entre as duas doses da vacina da AstraZeneca é de 84 dias e de 28 para a Coronavac. De acordo com o ministério, as pessoas não compareceram às unidades de saúde dentro do período para garantir a imunização completa, embora houvesse imunizante à disposição.

Agora, segundo a coordenadora do programa nacional de imunizações, Francieli Fontana, a pasta prepara uma lista para enviar aos estados e municípios com a relação de pessoas que não retornaram para se vacinar.  “Vamos emitir uma lista com essa situação e discutir uma forma para buscar essas pessoas a fim de se imunizar.” A orientação, para quem perdeu o prazo, é que procure o quanto antes os postos de vacinação. 

Segundo dados do Ministério da Saúde, São Paulo é o estado com maior número de defasagem com 343.925 mil pessoas. Em seguida vem a Bahia onde 148.877 pessoas não retornaram para tomar a segunda dose. O Rio de Janeiro está em terceiro lugar nesta lista com 143.015 que ainda não tomaram a dose no intervalo certo. 

Informações: CNN Brasil


Pesquisa Zika Culex Fiocruz
Foto: Sumaia VIllela

Um estudo para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19 pelo Instituto René Rachou (Fiocruz Minas) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concluiu, com “resultados bastante animadores”, a etapa de prova de conceito, informou ontem (12) a Agência Fiocruz. Tal etapa faz parte dos estudos pré-clínicos, em laboratório, e indica se a vacina tem potencial para produzir resposta imune e proteção contra a doença.

Cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas (INCTV) da Fiocruz Minas e do Centro de Tecnologia em Vacinas da UFMG trabalham no desenvolvimento deste imunizante, desde março de 2020. Segundo os pesquisadores, a vacina não apenas protegeu os camundongos usados na prova de conceito, como também evitou qualquer manifestação clínica da doença.

A pesquisa agora seguirá nos estudos pré-clínicos, com testes em macacos, considerados fundamentais para que se possa avançar em direção aos testes clínicos, em humanos. Nos primatas não-humanos, os pesquisadores vão investigar se a resposta imune causada pela vacina tem capacidade de produzir anticorpos contra o novo coronavírus.

O início dos testes em humanos pode ocorrer ainda neste ano, segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo. Porém, essa etapa requer a produção de um lote piloto da vacina dentro de rigorosos critérios de boas práticas e controle de qualidade, o que exigirá maior volume de recursos financeiros.

O pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do INCTV, explica que a plataforma tecnológica usada na vacina consiste na combinação de duas proteínas, entre elas a proteína S, utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células do hospedeiro. Essas proteínas são combinadas em uma proteína “quimera”, que obteve os resultados positivos na prova de conceito.

Informações: Agência Brasil


Resort no Canadá registra maior surto por variante brasileira da Covid-19 no exteriorFoto: Divulgação

Um resort no Canadá foi fechado pelas autoridades locais após um surto de Covid-19 provocado pela variante brasileira, a P1, infectou cerca de 200 pessoas que estiveram no estabelecimento de lazer. O resort Whistler Blackcomb, conhecido pela prática de esqui, é responsável por quase um quarto dos 877 casos registrados na província da Colúmbia Britânica.

A rápida expansão do número de infectados na Colúmbia Britânica é motivo de alerta para as autoridades locais. Uma das providências tomadas foi o fechamento do hotel, no fim de março, assim que as autoridades de saúde da província rastrearam a ação da variante P1. No entanto, os registros do coronavírus em diferentes regiões do Canadá têm batido recordes constantes, de acordo com a Revista Época. 

Os órgãos de saúde do Canadá ainda não sabem como a P1 chegou à população local. Das 84 pessoas sinalizadas inicialmente com a nova cepa no resort, nenhuma tem registro de viagem exterior ao Canadá, de acordo com o The Guardian. Uma das razões para a identificação é a demora no rastreamento e detalhamento dos casos identificados na Colúmbia Britânica, criando um cenário de incerteza sobre como ocorreu a expansão do vírus.

Outro aspecto que provavelmente contribuiu também para o surto da P1 no resort é sua falta de moradias e a união de pessoas de diferentes origens em um mesmo apartamento. Com hóspedes costumam alugar closets e, por vezes, até oito pessoas dividem o mesmo espaço. Esse contato pode ter potencializado a transmissão do coronavírus.

Informações Bahia Notícias


A Prefeitura de Salvador informou que recebeu cerca de 21.400 frascos da vacina Coronavac com rendimento inferior ao descrito no rótulo. Foram identificados frascos com rendimento de até seis doses.

Foto: Divulgação

O Instituto Butantan anunciou que vai revisar a bula da vacina CoronaVac após prefeituras de cidades de 12 estados relatarem receber menos doses do que a quantidade indicada nos frascos.


O instituto afirma que pode haver perda de doses no processo de aspiração do líquido dentro do frasco, e o uso de seringas e agulhas não recomendadas também potencializam a perda do imunizante.


“A gente vai fazer uma revisão da bula orientando a seringa correta na utilização, além da técnica de aspiração correta, para orientar de forma mais rápida todos os profissionais de saúde. Os fatos levam a essa hipótese mais provável”, explicou o gerente de qualidade do instituto, Arthur Nunes.


Os fracos são envasados, atualmente, com 5,7 ml de vacina. O profissional de saúde usa 0,5 ml para vacinar uma pessoa, o que deveria levar a uma sobra de 0,7 ml, o equivalente a uma dose extra. 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse em nota que “observou um aumento de queixas técnicas relacionadas à redução de volume nas ampolas da vacina” e que “estes relatos estão sendo investigados com prioridade pela área de fiscalização”.


A orientação do Ministério da Saúde é que todos os municípios que identificarem o problema registrem uma queixa técnica no site da Anvisa.


“Hoje, todas as vacinas saem com volume excedente e é testado lote a lote. Em grande parte desses lotes, a gente consegue tirar até 11 doses. A gente envasa o frasco com 5,7 ml e é para ter as 10 doses”, esclarece Nunes.


Existe uma padronização para o uso de seringas e agulhas, assim como a técnica de aspiração da vacina, conforme explica Nunes. Caso esse padrão seja descumprido, a perda de líquido pode ocorrer durante a vacinação.


“A gente entende que tem uma dificuldade de aquisição desses materiais por causa da pandemia e, basicamente, as salas de aplicação usam o que tem”, esclarece o gerente do Butantan.


Em muitas vezes, segundo Nunes, as salas de vacinação usam seringa de maior volume para aspirar meio mililitro de vacina e isso agrega perda no processo.


“O instituto entende que precisa dar uma atenção e avaliar esses casos dessa não padronização das salas de aplicações”, pontua Nunes.


A Prefeitura de Salvador informou que recebeu cerca de 21.400 frascos da vacina Coronavac com rendimento inferior ao descrito no rótulo. Foram identificados frascos com rendimento de até seis doses.

Informações G1


Foto: Divulgação

A Eslováquia recomendou não aplicar a vacina russa Sputnik-V no país porque as doses recebidas são diferentes das utilizadas nos estudos do The Lancet. A agência reguladora do país indicou que o lote é distinto daquele utilizado pela Agência Europeia de Medicamentos para determinar a autorização do inoculante. A Rússia, por sua vez, exigiu que Bratislava devolvesse o carregamento e acusou a entidade de cometer “um ato de sabotagem”.

Em um relatório, as autoridades de saúde eslovacas recomendaram não administrar as doses recebidas da vacina Sputnik-V contra a COVID-19, indicando que as informações recebidas estão erradas ou incompletas.

O órgão regulador eslovaco argumentou que o material fornecido não era idêntico ao descrito na revista médica The Lancet, que confirmou uma eficácia de 91,6% para a Sputnik V. Em 8 de abril, indicou que não era idêntico ao imunizante fornecido à Agência Europeia de Medicamentos, encarregada por avaliar a possibilidade de autorizar a sua aplicação na União Europeia. A Eslováquia recebeu as vacinas em 1º de março, mas evitou iniciá-las devido às discrepâncias mencionadas.

Consequentemente, a Rússia ordenou ao governo eslovaco que devolvesse as doses recebidas – atualmente 200.000 – “para que possam ser utilizadas em outros países” e alegou que Bratislava cometeu “violações do contrato”.

Em carta enviada em 6 de abril, o Fundo Russo de Investimento Direto considerou que houve um “ato de sabotagem” do regulador eslovaco, que acusa de lançar uma “campanha de desinformação” com “notícias falsas”.

“Todos os lotes da Sputnik V têm a mesma qualidade e passam por um exaustivo controle de qualidade no Instituto Gamaleya. A qualidade da Sputnik V foi confirmada por órgãos reguladores de 59 países”, diz a nota publicada nas redes sociais.

Com informações, EuropaPress


“O relatório conjunto da China e da Organização Mundial da Saúde sobre a Covid-19 não forneceu respostas confiáveis ​​sobre como a pandemia começou, então, investigações mais rigorosas são necessárias, com ou sem a participação de Pequim”, exigiu um grupo de cientistas e pesquisadores internacionais, na última quarta-feira (7).

O trabalho de especialistas da OMS, publicado na semana passada, diz que a rota mais provável de transmissão do SARS-CoV-2 – o vírus que causa a covid-19 – “envolve morcegos e outros animais selvagens da China e do Sudeste Asiático”. O relatório da OMS descartou quase completamente a possibilidade de um vazamento de um laboratório. No entanto, e alertado que as críticas se multiplicariam, o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou que novas investigações são necessárias e admitiu que os pesquisadores não tiveram acesso a todos os dados na forma bruta.

Na Carta Aberta, que foi obtida pelo The New York Times, os 24 cientistas e pesquisadores da Europa, Estados Unidos, Austrália e Japão denunciaram que a missão de investigação em Wuhan (Hubei), onde a doença apareceu pela primeira vez pelo menos no final de 2019, foi indevidamente influenciada por fatores políticos.

Para Jamie Metzl, investigador do Conselho Atlântico que escreveu a carta, a OMS fez concessões para obter um mínimo de cooperação das autoridades chinesas.

No texto, especialistas afirmam que as conclusões do estudo são baseadas em pesquisas chinesas não publicadas, enquanto registros críticos e amostras biológicas “permanecem inacessíveis”.

“O mundo pode ter que voltar ao ‘Plano B’ e conduzir uma investigação da forma mais sistemática possível, sem o envolvimento de Pequim. A China tem bancos de dados dos vírus que eles tinham, há notas de laboratório do trabalho que estava sendo feito, há todos os tipos de cientistas que estão fazendo o trabalho e não temos acesso a esses recursos ou a essas pessoas”, revelou Metzl.

O grupo de cientistas está em busca de novas pesquisas que incluam especialistas em biossegurança. A comissão poderia envolver a OMS ou um esforço multinacional independente para estabelecer um processo diferente para explorar os primórdios da pandemia e suas origens na China.

Metzl disse que as novas chamadas para mais investigações refletem a necessidade de maior controle e restrições aos vírus que podem ser estudados em laboratórios de todo o mundo.

Ele alertou que um dos requisitos é substituir o poder de veto de qualquer governo sobre a composição da equipe internacional de especialistas por uma disposição que exige que as decisões finais sobre a composição do grupo internacional de especialistas sejam tomadas pelo Conselho Executivo da OMS.

Além disso, eles exigem uma seleção transparente da equipe de especialistas que têm um mandato oficial que lhes permite solicitar acesso total a todos os locais, registros e exibições de interesse, e entrevistar as pessoas relevantes “sem a presença de autoridades governamentais e com a ajuda de tradutores fornecidos pela OMS”.

O grupo também pede que um sistema de relatórios seguro seja estabelecido que permita aos cientistas na China e em outros países compartilhar informações relevantes sem medo de retaliação.

A Carta Aberta completa, em inglês, pode ser lida neste link.

OMS, Tedros e Pequim

Além de cientistas, vários governos acusaram Tedros de encobrir os erros de Pequim nas fases iniciais da pandemia. Eles argumentam que a OMS atrasou a declaração da transmissibilidade do vírus entre humanos. Além disso, denunciam que a organização internacional não insistiu que seus especialistas fossem a Wuhan no início da crise de saúde.

Embora o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha sido desde o início um dos mais críticos em relação aos posicionamentos da entidade e às atitudes obscuras da China, o atual governo americano também expressou dúvidas sobre o relatório e anunciou que especialistas daquele país revisarão o documento a fim de garantir que a pesquisa seja independente e robusta.

“Deixamos claro que estamos nos concentrando em uma investigação independente e tecnicamente sólida e, assim que isso for revisado, faremos uma avaliação das próximas etapas”, disse o secretário de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki.

“Temos preocupações reais sobre a metodologia e o processo usados ​​para este relatório, incluindo o fato de que o governo de Pequim aparentemente ajudou a redigi-lo”, alertou o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.

Informações Conexão Política


Feira de Santana manteve a marca de 28.423 curados da Covid-19, índice que representa 86,9% dos casos confirmados. Nas últimas 24h, o município registrou mais 104 exames negativos e 142 positivos.


O boletim epidemiológico contabiliza ainda 128 pacientes internados no município e 3.669 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais seis mortes – os óbitos mencionados não são referentes a data de hoje e sim de dias anteriores. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (12).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA
12 de abril de 2021

Casos confirmados no dia: 142
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 104
Total de pacientes hospitalizados no município: 128
Óbitos comunicados no dia: 6
Datas dos óbitos: 31/12/2020, 26/03, 29/03, 30/03, 08/04 e 10/04

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 3.669
Total de casos confirmados no município: 32.676 (Período de 06 de março de 2020 a 12 de abril de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 3.541
Total de recuperados no município: 28.423
Total de exames negativos: 44.907 (Período de 06 de março de 2020 a 12 de abril de 2021)
Aguardando resultado do exame: 430
Total de óbitos: 584

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 24.659 (Período de 06 de março de 2020 a 12 de abril de 2021)
Resultado positivo: 4.692 (Período de 06 de março de 2020 a 12 de abril de 2021)
Em isolamento domiciliar: 25
Resultado negativo: 19.967 (Período de 06 de março de 2020 a 12 de abril de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).


Rafael Marques/com informações da Secom/PMFS. A Prefeitura de Feira de Santana publicou nesta segunda-feira (12), Decreto que dispõe sobre novas medidas para o enfrentamento da Calamidade Pública de Saúde decorrente do Coronavírus (COVID-19), no âmbito do município. O Decreto traz mudança no horário de encerramento das atividades em bares, restaurantes e similares. Estes estabelecimentos devem ser fechados às 19:45.

Confira abaixo:

“Fica autorizado o funcionamento dos estabelecimentos comerciais e de serviços de 12 de abril de 2021 (segunda-feira) a 20 de abril de 2021 (terça-feira), excluindo-se os dias 17 e 18 de abril de 2021 (sábado e domingo), de acordo com o escalonamento dos Setores, distribuídos por Grupos A, B, C, D, E, de conformidade com o Anexo Único a este Decreto.

Ficam autorizados, de 16 de abril (sexta-feira), a partir das 20 horas, até às 05h de 19 de abril de 2021 (LOCKDOWN), somente o funcionamento dos serviços essenciais, aqueles que não admitem interrupção; e em especial as atividades relacionadas à saúde, comercialização de gêneros alimentícios, inclusive nas feiras livres, segurança; e ao enfrentamento da pandemia, o transporte e o serviço de entrega de medicamentos e demais insumos necessários para a manutenção das atividades de saúde, as obras em hospitais e a construção de unidades de saúde.

§ 1º – Para fins do disposto no caput deste artigo, NÃO estão submetidos à suspensão das atividades previstas os seguintes estabelecimentos que prestem serviços essenciais:

I – indústrias, centrais de telecomunicações (call centeres) que operem em regime de 24h e dos Centros de Distribuição e o deslocamento dos seus trabalhadores e colaboradores;

II – supermercados, incluindo aqueles situados em shoppings centers, desde que possuam entrada independente; lojas de conveniência; panificadoras; delicatessens e açougues, observando o escalonamento e horário constante do Anexo Único;

III – farmácias;

IV – serviços de saúde, incluindo aqueles situados em shoppings centers, desde que possuam entrada independente, e hospital dia;

V – serviços de imagem radiológica;

VI – atendimentos de tratamentos contínuos a exemplo de oncologia, hemoterapia e hemodiálise;

VII – laboratórios de análises clínicas, incluindo aqueles situados em shoppings centers, desde que possuam entrada independente;

VIII – estabelecimentos que forneçam insumos hospitalares;

IX – clínicas veterinárias e pets shops, à exceção do serviço de banho e tosa, que só poderão ser realizados por meio de serviço de delivery;

X – postos de combustíveis e borracharias;

XI – distribuidora de água e gás;

XII – casas lotéricas, autorizadas a funcionar, no dia 17 de abril de 2021 (sábado), até às 12 horas.

§ 2º – Durante a vigência deste Decreto, ficam proibidas as realizações de inaugurações de estabelecimentos comerciais com o incremento de eventos, promoções e/ou liquidações de produtos e/ou serviços.

Art. 4º – Ficam suspensos os eventos e atividades com a presença de público, ainda que previamente autorizados, que envolvam aglomeração de pessoas, tais como: eventos desportivos coletivos e amadores, cerimonias de casamentos, eventos recreativos em logradouros públicos ou privados, eventos e solenidades quaisquer que sejam.

Parágrafo único – Em respeito à liberdade de culto, as celebrações e eventos religiosos serão permitidas até às 19h30, desde que garantidos o distanciamento e demais restrições estabelecidas nos protocolos de medidas sanitárias em vigor.

Art. 5º – Fica vedada a venda de bebidas alcóolicas em quaisquer estabelecimentos, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery), das 20h às 5h, de 12 de abril (segunda-feira) a 20 de abril de 2021 (terça-feira); e durante o período de LOCKDOWN.

Art. 6º – Os bares, restaurantes e similares, com atendimento presencial, poderão funcionar de 12 de abril de 2021 (segunda-feira) a 20 de abril de 2021 (terça-feira), excluindo-se os dias 17 e 18 de abril de 2021 (sábado e domingo), até às 19h45.

Art. 7º – As atividades desenvolvidas, nas feiras livres com encerramento às 14h, e no Centro de Abastecimento deverão encerrar-se às 15 horas.

Art. 8º – Os estabelecimentos comerciais que descumprirem as normas fixadas neste Decreto poderão ser interditados, com a suspensão de suas atividades, bem como a cassação dos respectivos alvarás de funcionamento.

Parágrafo único – Os estabelecimentos comerciais localizados em praças públicas e/ou espaços públicos administrados pela Municipalidade, que descumprirem as normas fixadas neste Decreto, poderão perder as autorizações administrativas para funcionamento.

Art. 9° – Fica restrita, temporariamente, a utilização do transporte coletivo urbano, no município de Feira de Santana, aos estudantes beneficiários do Passe Estudantil, podendo utilizar somente no horário compreendido entre 09h às 16h, em decorrência da suspensão das aulas escolares.

Art. 10 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, com vigência até o dia 20 de abril de 2021, revogadas as disposições em contrário”.

Rotativo News

Foto: ACM


Colômbia recebeu 117 mil doses de vacinas por meio da iniciativa Covax
Foto: Brendan McDermid

Cerca de 14,1 milhões de doses da vacina contra Covid-19 da Pfizer e da BioNTech foram alocadas para 47 países para serem entregues no segundo trimestre deste ano, disse a Aliança de Vacinas Gavi nesta segunda-feira (12).

Brasil, Colômbia, México, Filipinas, África do Sul e Ucrânia devem estar entre os principais beneficiários da vacina da Pfizer entre abril e junho, de acordo com a Gavi, que colidera o programa Covax com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros parceiros.

O Covax oferece uma tábua de salvação em particular a países de baixa renda, já que lhes permite inocular profissionais de saúde e outros sob risco grande mesmo que seus governos não tenham conseguido garantir vacinas dos fabricantes.

Austrália, Reino Unido, Kuwait e os Emirados Árabes Unidos devem receber suas primeiras vacinas via Covax com as doses da Pfizer, com “base no conhecimento atual da disponibilidade de suprimento de vacina contra Covid-19”, disse a Gavi em um comunicado.

O programa já entregou quase 38,4 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 a 102 países em seis continentes seis semanas após começar a distribuir suprimentos, informou a aliança na quinta-feira.

A entrega de vacinas da AstraZeneca a 142 participantes nos termos de uma rodada anunciada previamente está em andamento, “com alguns atrasos” que podem estender as remessas além de maio, disse a Gavi nesta segunda-feira.

A disponibilidade reduzida atrasou algumas entregas em março e abril, e grande parte da produção do Instituto Serum da Índia, que fabrica a vacina da AstraZeneca, está sendo mantida na própria Índia, onde o número diário de infecções está disparando.

O executivo-chefe da Gavi, Seth Berkley, disse na sexta-feira que o Covax almeja entregar um terço de um bilhão de doses de vacinas contra Covid-19 até meados do ano e mais de dois bilhões em 2021.

Informações: CNN Brasil


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o lançamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe.
Foto: Marcelo Camargo

O Ministério da Saúde lançou hoje (12) a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe influenza. A previsão é de que a campanha seja realizada em três etapas e termine em 9 de julho, tendo vacinado cerca de 80 milhões de pessoas dos grupos prioritários, definidos segundo critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Durante o lançamento, o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, lembrou que a vacina é segura e efetiva para a prevenção da gripe influenza, e que é por meio dela que se consegue reduzir complicações, internações e mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da influenza.

Segundo Medeiros, foi investido R$ 1,2 bilhão para a compra dos imunizantes, a um custo de R$ 15 a dose. “A escolha dos grupos prioritários a receberem essa vacina segue recomendação da OMS. Esses grupos fazem um quantitativo de cerca de 80 milhões de pessoas. Para chegarmos a ele, dividimos a campanha em três etapas”, disse o secretário referindo-se à campanha cuja peça publicitária terá o slogan Eu Vou!.

Datas e grupos prioritários

A primeira etapa, entre os dias 12 de abril e 10 de maio, abrange cerca de 25 milhões de pessoas. “Nela teremos como foco crianças com idade entre 6 meses e 6 anos; gestantes e mulheres no período até 45 dias após o parto [puérperas]; povos indígenas; e trabalhadores da saúde”, informou o secretário.

A segunda etapa ocorrerá entre os dias 11 de maio e 8 de junho tendo como público-alvo idosos com mais de 60 anos e professores. Nela, cerca de 33 milhões de pessoas deverão ser imunizadas.

A terceira fase, entre 9 de junho e 9 de julho, abrangerá cerca de 22 milhões de pessoas. Compõem esse público-alvo integrantes das Forças Armadas, de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; e adolescentes em medidas socioeducativas.

O ministério informa que 7,3 milhões de doses foram entregues em 1° de abril, e que há previsão de uma nova entrega a partir do dia 14 de abril. “Esta versão protege contra as três cepas de vírus que mais circularam no hemisfério sul”, informou o secretário.

Medeiros destacou que, em 2020, a cobertura vacinal contra a influenza obteve sucesso e só não atingiu a meta de vacinar 90% das pessoas nos grupos compostos por crianças com idade entre 6 meses e 6 anos e puérperas.

Vacinação e covid-19

De acordo com o secretário, as pessoas devem dar preferência à vacina contra a covid-19, caso estejam no grupo prioritário estabelecido para as duas vacinas. “É importante que se respeite o intervalo mínimo de 14 dias entre as vacinas”, disse Medeiros.

Além disso, a recomendação é que pessoas com quadro que sugerem infecção por covid-19 devem adiar a vacinação contra a influenza. Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção pelo novo coronavírus, o ideal é que a vacinação seja adiada até a recuperação clínica total do quadro de covid-19 e, pelo menos, quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a do resultado positivo por PCR em pessoas assintomáticas.

Informações: Agência Brasil

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