Um candidato a vereador em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco, descobriu, no domingo (15), dia das eleições municipais, que havia divulgado o número de votação errado aos eleitores. Durante a campanha, Rodolfo Cornetinha (Avante) pediu votos para o número 70963, sendo que o número correto da sua candidatura era 70936.
De acordo com Cornetinha, foram feitas músicas, santinhos e outros materiais com o número errado. Em uma mensagem postada no Instagram no dia da votação, ele pediu ajuda aos eleitores e disse que foi avisado por um amigo, que foi pesquisar o número do candidato e descobriu o erro.
“Eu quero dar uma notícia não muito agradável. […] esse tempo todo eu divulgando o meu número de divulgação e o número está errado. O número é 70936. Esse tempo todo divulgando meu número, pedindo para o pessoal votar em mim e, agora, em cima da hora, a eleição é hoje, domingo, 15 de novembro de 2020, eu peço a vocês que me ajudem. É 70936”, disse, na rede social.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rodolfo Cornetinha obteve 30 votos e não foi eleito. Ele tem 27 anos e se candidatou pela primeira vez a um cargo eletivo nas eleições de 2020. No pleito, apoiou o candidato Gaúcho, também do Avante, que ficou em quinto lugar na disputa pela prefeitura de Ipojuca, com 317 votos, o equivalente a 0,51% dos votos válidos.
De acordo com Cornetinha, houve um erro do partido no momento da solicitação do número dele ao TRE-PE. Em Ipojuca, segundo o candidato, ele é conhecido por trabalhar como palhaço em eventos. O Palhaço Cornetinha, assim, se agregou ao nome de Rodolfo.
“Esse negócio da campanha, eu peguei o pessoal de surpresa, porque o pessoal pensava que era brincadeira. Eu trabalho como palhaço cornetinha. O número era 70963. Fiz duas músicas autorais, falando o número errado. O pessoal do partido que eu estava era para me ajudar, mas eu não me liguei. Eu não sei quem foi que errou. O número que eu pedi era o 70963. Tem os santinhos comigo”, afirmou.
A Caixa realiza hoje (17) o pagamento de R$ 423,3 milhões referente à terceira parcela do Auxílio Emergencial Extensão para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com final do Número de Identificação Social (NIS) 1.
Ao todo, mais de 16 milhões de pessoas cadastradas no programa Bolsa Família foram consideradas elegíveis para a segunda parcela do Auxílio Emergencial Extensão e receberão, no total, R$ 4,2 bilhões durante o mês de novembro.
Para quem tem o Bolsa Família nada muda. O recebimento do Auxílio Emergencial Extensão atende aos mesmos critérios e datas do benefício regular, permitindo a utilização do cartão nos canais de Autoatendimento, Unidades Lotéricas e correspondentes Caixa Aqui; ou por crédito na conta Caixa Fácil.
Para o pagamento do auxílio, os beneficiários do Bolsa Família tiveram avaliação de elegibilidade realizada pelo Ministério da Cidadania – conforme Medida Provisória nº 1.000, de 2 de setembro de 2020 – e recebem o valor do Programa Bolsa Família complementado pela extensão do auxílio emergencial em até R$ 300 ou em até R$ 600, no caso de mulher provedora de família monoparental.
Se o valor do Bolsa Família for igual ou maior que R$ 300 ou R$ 600, o beneficiário receberá o valor do Bolsa Família, sempre privilegiando o benefício de maior valor.
As apostas para o sorteio especial da Mega-Sena da Virada já podem ser feitas nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O prêmio estimado para esta edição é de R$ 300 milhões e o sorteio será realizado no dia 31 de dezembro.
Como nos demais concursos especiais, o prêmio principal não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de seis dezenas, o valor será dividido entre os acertadores da segunda faixa, com cinco acertos, e assim por diante.
De acordo com a Caixa, o valor do prêmio principal, caso aplicado na poupança, renderia no primeiro mês mais de R$ 347 mil. Um volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4.50.
O apostador também pode aumentar as chances de ganhar adquirindo os bolões que são comercializados nas lotéricas. Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas.
Filho do presidente da República, Jair Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) foi reeleito nas eleições municipais deste domingo, 15, para o cargo na Câmara do Rio de Janeiro. Apesar de repetir o feito, o ‘zero dois’ teve uma votação muito inferior ao do último pleito, em 2016. Desta vez, Carlos foi o segundo candidato mais votado, com 71.000 votos, atrás de Tarcisio Motta (PSOL), que recebeu 86.237. Há quatro anos, porém, ele obteve 106.657 e terminou a apuração como líder. Aos 37 anos, Carlos foi eleito para o sexto mandato na Câmara Municipal. Sua mãe de Carlos e ex-mulher do presidente, Rogéria Bolsonaro, também foi candidata a vereadora, mas não se elegeu, recebendo 2.034 votos.
O presidente Jair Bolsonaro foi ao Twitter no início da madrugada desta terça-feira (16) comentar as eleições municipais. Ele afirmou que a esquerda sofreu uma “derrota histórica”.
– Minha ajuda a alguns poucos candidatos a prefeito resumiu-se a 4 lives num total de 3 horas (…) A esquerda sofreu uma histórica derrota nessas eleições, numa clara sinalização de que a onda conservadora chegou em 2018 para ficar. Para 2022 a certeza de que, nas urnas, consolidaremos nossa democracia com um sistema eleitoral aperfeiçoado – escreveu Bolsonaro.
O presidente Jair Bolsonaro foi ao Twitter no início da madrugada desta terça-feira (16) comentar as eleições municipais. Ele afirmou que a esquerda sofreu uma “derrota histórica”.
– Minha ajuda a alguns poucos candidatos a prefeito resumiu-se a 4 lives num total de 3 horas (…) A esquerda sofreu uma histórica derrota nessas eleições, numa clara sinalização de que a onda conservadora chegou em 2018 para ficar. Para 2022 a certeza de que, nas urnas, consolidaremos nossa democracia com um sistema eleitoral aperfeiçoado – escreveu Bolsonaro.
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, confirmou nesta tarde que a Polícia Federal (PF) está apurando a suspeita de vazamento de dados pessoais de servidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “O que podemos dizer é que a PF está investigando. E o que já se sabe é que os dados divulgados são antigos. E que o acesso a estes dados ocorreu antes de 23 de outubro deste ano”, declarou o ministro ao apresentar, a jornalistas, em Brasília, um balanço da atuação integrada de forças de segurança pública de todo o país. “A PF está buscando o autor do acesso a estes dados antigos”, acrescentou Mendonça, minimizando que haja alguma relação entre o vazamento das informações pessoais dos servidores do TSE e a suspeita de um ataque cibernético ao sistema do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no início do mês. “Até o momento, não foi apontada nenhuma relação [entre os dois casos]. Logicamente, não podemos descartar nenhuma possibilidade, mas não há, até aqui, nenhum indicativo neste sentido”, comentou o ministro, garantindo que o vazamento não afetou “a lisura do processo eleitoral”. “A PF tem trabalhado em sintonia com toda a área de segurança e tecnologia do TSE, e não há nenhum indicativo de prejuízo ao pleito eleitoral.”
Ataque cibernético Mais cedo, o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, já tinha confirmado que um novo ataque cibernético tentou derrubar hoje os sistemas da Justiça Eleitoral. Segundo Barroso, a ação foi “neutralizada” sem maiores consequências. “Houve uma tentativa de ataque, hoje, com um grande volume de acessos simultaneamente. Foi totalmente neutralizado pelo Tribunal Superior Eleitoral e pelas operadoras de telefonia. Portanto, sem qualquer repercussão sobre o processo de votação”, disse Barroso sobre o mais recente ataque. Da mesma forma que Mendonça, Barroso descartou que o novo ataque esteja relacionado com o vazamento de dados pessoais de funcionários da Corte. “Esse vazamento [que resultou na divulgação indevida de informações pessoais de funcionários do tribunal] não é produto de um ataque atual. É um ataque antigo que ainda não fomos capazes de precisar quão antigo, se antigo de 10 dias ou antigo de cinco anos”, disse Barroso, frisando que ataques como o deste domingo “são bastante comuns” e não afeta o processo de votação.
O voto é obrigatório em todo o Brasil. Caso o eleitor não compareça às urnas neste domingo (15), ele poderá justificar sua ausência para evitar as penalidades.
Em tempos de pandemia do coronavírus, a Justiça eleitoral liberou os eleitores que estiverem com a Covid-19 de irem às suas zonas eleitorais para escolherem seus prefeitos e vereadores. Para isso, o cidadão deve apresentar documento, como atestado, declaração médica ou teste que comprovem a condição. Por não existir uma norma específica que proíba a presença de pessoas em caso de sintomas ou contaminação pelo vírus, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) garante que seu Plano de Segurança Sanitária protegerá à todos. Cada eleitor deverá usar máscara, manter o distanciamento social e o uso de álcool em gel dentro da seção, enquanto o mesário estará de face shield.
Já para os eleitores sadios, que não estiverem nas suas cidades de votação, poderão justificar através do localizador do aplicativo e-Título. Para isso, ele deve estar atualizado com a funcionalidade e esse meio só é válido durante o horário de votação, isto é, das 7h às 17h. A justificativa por problemas de saúde, também pode ser feita pelo aplicativo, mas somente no prazo de 60 dias após o dia da votação. Assim como no caso da Covid-19, o eleitor precisa apresentar atestado médico. Outro meio, é preencher o requerimento através do site da Justiça Eleitoral. Por fim, as demais formas de justificar a ausência no dia da votação continuam válidas. O eleitor deve comparecer em qualquer seção eleitoral do país e preencher o requerimento.
Em caso de segundo turno, a votação ocorrerá no dia 29 de novembro, no mesmo horário, entre 7h e 17h.
PENALIDADES Caso o eleitor que não votar e não apresentar justificativa, algumas penalidades estão previstas em lei, dentre elas o pagamento de uma multa no valor de R$ 3,50. Conforme o § 1º do art. 7º do Código Eleitoral – Lei nº 4.737, de 1965, o cidadão não poderá:
Obter passaporte
Receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público
Participar de concurso público ou de concorrência administrativa pública
Obter empréstimos de autarquias, nas sociedades de economia mista, nas caixas econômicas federais e estaduais
Renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo
Praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda
Obter qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado
A poucas horas do primeiro turno das eleições, marcado para este domingo, 15, das 7h às 17h, aqueles que ainda não escolheram seus candidatos a prefeito e a vereador podem pesquisar sobre os nomes que estão na disputa no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por meio da plataforma divulgacandcontas, os eleitores têm acesso a todas as informações, a partir de consultas por município, cargo e situação de cada candidato. Além disso, é possível ter acesso a dados como número, partido, composição da coligação que o apoia – se for o caso –, nome que usará na urna, grau de instrução, ocupação, site do candidato, limite de gasto de campanha, proposta de governo, descrição e valores dos bens que possui, além de eventuais registros criminais. De acordo com o TSE, cada candidato tem sua própria página dentro do sistema, com informações gerais como nome completo, partido pelo qual está concorrendo, ocupação, nacionalidade e outros dados pessoais. Além disso, há informações de interesse público como o plano de governo, a declaração de bens do candidato e os valores que pretende gastar com a candidatura, bem como a prestação de contas com a arrecadação e os gastos durante a campanha. Para acessar, basta escolher a região, em seguida, a Unidade da Federação e, então, a busca por município. Após visualizar a bandeira do município, é possível preencher no canto esquerdo o cargo que pretende consultar. Situação O acesso aos dados é livre para qualquer pessoa. A situação do registro do candidato também pode ser consultada, pois aparece ao lado da foto. Segundo TSE, mesmo nos registros julgados aptos, podem aparecer situações como as de “cassado com recurso” e de “cancelado com recurso”. Isso ocorre quando o candidato teve o registro cassado ou cancelado pelo partido, ou por decisão judicial, porém apresentou recurso e aguarda nova decisão. Já no caso dos considerados “inaptos”, aparecem os complementos: “cancelado”, quando o candidato teve o registro cancelado pelo partido; “cassado”; “falecido”; “indeferido”, quando o candidato não reuniu as condições necessárias ao registro; “não conhecimento do pedido”, para aquele cujo pedido de registro não foi apreciado pelo juiz eleitoral; e “renúncia”. Prestação de contas Em meio a muitos casos de denúncias de corrupção, a prestação de contas dos candidatos passou a ser uma das grandes preocupações dos eleitores. Pelo DivulgaCand é possível acessar também esse tipo de informação e saber de onde vêm as receitas dos concorrentes aos cargos eletivos.
Neste domingo (15) será dia dos eleitores brasileiros voltarem às urnas para escolher vereador e prefeito. Essa será uma votação curta, com escolha de apenas dois candidatos, por isso a tendência é que seja uma votação mais rápida e fácil. Mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda que o eleitor leve a tradicional “colinha”, com os números dos seus candidatos em um papel.
O candidato a vereador será a primeira escolha a aparecer na urna eletrônica. Após confirmar esse voto, o eleitor deverá escolher o prefeito. Números de vereadores são compostos de cinco dígitos e números de prefeitos são dois dígitos.
O TSE oferece em seu site um simulador de votação. Nele é possível operar uma urna eletrônica idêntica a real e, para que quem vota pela primeira vez possa ter um contato prévio com o equipamento. Para quem já votou antes, é possível relembrar a ferramenta. Caso o eleitor cometa erros na digitação do voto, o simulador aponta o erro e ensina como proceder corretamente.
No simulador também há a possibilidade de votar em branco ou anular o voto. Saiba a diferença entre essas duas modalidades de voto na Agência Brasil.
No domingo, o eleitor deverá comparecer à seção eleitoral com um documento oficial com foto e o título eleitoral. A posse do título eleitoral não é obrigatória, mas é importante porque é nele que constam os números da zona e da seção eleitoral, o que facilita o eleitor a encontrar o local certo. Assim, é possível votar portando apenas com um documento pessoal e oficial com foto.
Termina neste sábado (14) o prazo para as propagandas eleitorais nas ruas, com alto-falantes ou amplificadores de som, e a distribuição de material gráfico. As campanhas começaram em 27 de setembro.
De acordo com as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste sábado, os candidatos podem realizar campanhas entre 8h e 22h. A distribuição de material gráfico, bem como caminhadas, carreatas e passeatas, com ou sem carros de som, também está permitida até às 22h.
O candidato que for flagrado realizando propagandas depois do término do prazo tem o caso enquadrado como crime eleitoral. Desde 31 de outubro, nenhum candidato às eleições 2020 pode ser preso, exceto em flagrante.
O primeiro turno das eleições municipais acontece neste domingo (15), das 7h às 17h. Neste ano, as três primeiras horas (de 7h às 10h) serão preferenciais aos idosos acima de 60 anos — a medida foi anunciada pelo TSE para reduzir o risco de infecção pelo coronavírus a este grupo de risco.