Homem perde 'carro' em congestionamento e vaga por meia hora até reencontrá-lo; assista

Um homem “perdeu” o próprio carro em um congestionamento, nesta segunda-feira (23), em São Gonçalo, na Região  Metropolitana do RJ. A lentidão no trecho da BR 101 (Rio-Campos) depois que um  uma carreta com tijolos tombou. Às 8h, quando a lentidão ainda se estendia por quatro quilômetros, o homem foi flagrado andando perdido entre os carros que esperavam passar pelas cabines de cobrança do pedágio da Autopista Fluminense.

O motorista havia deixado o veículo em um posto de auxílio da Autopista Fluminense. Uma mulher que o acompanhava assumiu o volante e “seguiu viagem” no trânsito quase parado. Minutos depois, o homem não sabia onde o automóvel estava.

Durante a “busca”, por vezes pedia um celular emprestado a motoristas, a fim de ligar para a mulher e tentar descobrir onde o veículo estava.

Também contornava ônibus e veículos de passeio, na tentativa de achar o carro. A “procura” durou mais de meia hora.

A situação foi flagrada pelo helicóptero de reportagem da Rede Globo. 


Depois de 16 anos, o Brasil voltará a ser presidente do grupo das 20 maiores economias do globo (G20). A última vez em que o País liderou o grupo foi em 2008, no auge da crise financeira internacional, que acabou por fortalecer o organismo multilateral e é, até hoje, considerado um marco em sua existência pela forma como lidou rapidamente e em conjunto com a turbulência.

De acordo com o comunicado dos líderes do G20 divulgado neste domingo (22), o Brasil será o anfitrião do grupo no ano de 2024. Atualmente, a presidência está com a Arábia Saudita – que pela primeira vez organizou o evento de forma virtual por causa da pandemia de coronavírus. O país passará o bastão para a Itália no próximo dia 1º de dezembro.

A reunião que ocorreu em São Paulo em novembro de 2008 foi uma espécie de “aquecimento” para uma novidade que o grupo acabava de criar por causa da crise: a primeira cúpula de chefes de Estado, convocada pelo então presidente americano, George Bush. Era justamente naquela época que os países emergentes pediam mais espaço de participação nas decisões globais e na criação de respostas articuladas em conjunto. E passaram a ter mais representatividade.

Representantes do G20 já se encontravam uma vez por ano desde 1999, mas especialistas apontam o ano de 2008, quando as reuniões ocorreram em São Paulo, como a verdadeira decolagem do grupo. A instituição foi criada no final da década de 90 como uma reação à crise que teve início na Ásia e acabou contaminando todo o mundo.

Cabe ao país que preside o G20 a escolha dos principais temas que serão debatidos ao longo daquele ano. Há 16 anos, o Brasil selecionou competição nos mercados financeiros, energia limpa e desenvolvimento econômico, e elementos fiscais de crescimento e desenvolvimento.

Nos encontros de alto nível do G20, além de chefes de Estado e de governo, participam também as autoridades máximas de organismos multilaterais, como Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Banco Mundial, por exemplo.

Bolsonaro pede “sabedoria” – O presidente Jair Bolsonaro utilizou suas redes sociais, neste domingo (22), para celebrar a Festa de Cristo Rei. Em sua conta do Twitter, ele publicou um versículo e pediu a Deus que lhe dê “força e sabedoria para bem conduzir a nação”.

*Estadão


Após um grupo de manifestantes atacar, na noite de sexta-feira (20), uma loja do Carrefour em São Paulo, a jornalista Patrícia Poeta, da Rede Globo, se referiu ao grupo como vândalos. A declaração ocorreu durante o programa É de Casa deste sábado (21) e gerou críticas e apoio nas redes sociais.

– A gente quer união e paz. Tenho falado muito com as pessoas do sul. Houve protestos democráticos. Os protestos são muito bem-vindos. Acho isso realmente lindo. A gente não pode deixar vândalos se infiltrarem nesses protestos dignos e esvaziarem a causa (…) Soube que as pessoas que estavam democraticamente protestando acabaram saindo porque vândalos se infiltraram e começaram a atirar pedras em policiais negros. Isso acaba esvaziando o que era a causa (…) A gente tem que mostrar, denunciar, acompanhar, mas não deixar que isso vire uma guerra. Aí estamos aumentando a intolerância. A gente quer inclusão – explicou a jornalista.

Manifestantes atacam loja do Carrefour em São PauloO ataque à loja do Carrefour em São Paulo ocorreu após a 17ª Marcha da Consciência Negra, que pediu justiça por João Alberto Silveira Freitas, morto depois de ser espancado por seguranças no estacionamento de uma unidade do Carrefour em Porto Alegre (RS).

O grupo atacou o Carrefour com paus e pedras e destruiu vidraças. Alguns manifestantes ainda entraram dentro da loja e colocaram fogo em produtos. Funcionários do estabelecimento apagaram o incêndio com extintores e fecharam a unidade ainda com clientes dentro. Ninguém ficou ferido.

De acordo com a Brigada Militar do Rio Grande do Sul, o espancamento começou após um desentendimento entre João Alberto e uma funcionária do Carrefour na noite de quinta-feira (19). A vítima teria ameaçado bater na funcionária, que acionou a segurança da loja.

Os dois suspeitos pelo crime foram presos em flagrante. Um deles é policial militar e foi levado para um presídio militar. O outro trabalhava como segurança do supermercado e está em um prédio da Polícia Civil.

A investigação trata o crime como homicídio qualificado. A Polícia Civil informou que os nomes dos seguranças presos são Magno Braz Borges e Giovane Gaspar da Silva.

O primeiro resultado da necropsia realizada pela perícia indicou que João Alberto Silveira Freitas morreu por asfixia.

Em nota, o Carrefour lamentou o caso e disse que tomou providências para que os responsáveis sejam punidos legalmente.

Informações: Pleno News
Foto: Reprodução


Os líderes das 20 maiores economias do planeta prometeram nesse domingo (22) não poupar esforços para fornecer medicamentos, testes e vacinas contra a covid-19 de maneira acessível e justa para “todas as pessoas”, refletindo as preocupações de que a pandemia possa aprofundar as divisões globais entre ricos e pobres.,

A pandemia do novo coronavírus e as perspectivas de uma recuperação econômica desigual e incerta estiveram no centro do encontro, que teve duração de dois dias sob a presidência da Arábia Saudita, que passará o comando do G20 à Itália no próximo mês.

“A pandemia de covid-19 e seu impacto sem precedentes em termos de vidas perdidas, meios de subsistência e economias afetadas foram um choque sem paralelo que revelou vulnerabilidades em nossa preparação e resposta, ressaltando nossos desafios comuns”, disse o comunicado final do encontro.

As nações do G20 trabalharão para “proteger vidas, fornecer apoio com foco especial nos mais vulneráveis e colocar nossas economias de volta no caminho para restaurar o crescimento, proteger e criar empregos para todos”.

Sobre vacinas, testes e tratamentos, os líderes disseram: “Não pouparemos esforços para garantir o acesso equitativo e acessível a todas as pessoas”.

A economia mundial sofreu forte contração este ano, pois as medidas para conter a disseminação do vírus restringiram o transporte, o comércio e a demanda em todo o planeta.

Os líderes do G20 disseram que a atividade econômica global aumentou parcialmente graças à reabertura gradual de algumas economias, mas a recuperação é desigual, altamente incerta e sujeita a riscos de queda.

Eles reafirmaram o compromisso de usar “todas as ferramentas políticas disponíveis, pelo tempo que for necessário” para proteger a vida, o emprego e a renda das pessoas.

Congelamento de dívida
O G20 endossou um plano para estender o congelamento dos pagamentos de dívida dos países mais pobres até meados de 2021 e, além disso, uma abordagem comum para lidar com os problemas de dívida, de acordo com o comunicado.

Os países também disseram que incentivam fortemente os credores privados a participar da iniciativa em termos comparáveis, quando solicitados pelos países elegíveis.

A iniciativa de alívio de dívida do G20 ajudou 46 países a postergar US$ 5,7 bilhões em pagamentos de dívida em 2020. Mas 73 países eram elegíveis para a medida, e a promessa era de um alívio potencial de cerca de US$ 12 bilhões.

Informações: Agência Brasil


Um grupo de manifestantes esteve reunido na manhã deste domingo (22), em frente ao hipermercado Atacadão, na Avenida Bonocô, em Salvador, protestando contra a rede após um cidadão negro ter sido assassinado por um segurança e um policial brancos em uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre, na última quinta-feira (19).

Uma confusão entre os manifestantes, os funcionários e a PM se iniciou quando o grupo tentou invadir a unidade. Os protestos ocorreram do lado de fora, enquanto clientes ficaram presos, sem conseguir sair do estabelecimento.

A manifestação terminou por volta das 12h30. De acordo a Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador), os protestos não atrapalharam o tráfego na região.

A morte de João Alberto, um cidadão negro, espancado por dois homens brancos, ganhou projeção e incitou manifestação de diversos setores da sociedade.

Informações: Varela Notícias


O presidente Jair Bolsonaro defendeu a agricultura nacional em seu discurso hoje (22), no segundo dia de debates da cúpula do G20. Ele disse que a conservação ambiental deve ser combinada com prosperidade econômica e social.

Bolsonaro afirmou que o Brasil se tornou um dos maiores exportadores de produtos agrícolas do mundo, o que seria resultado de inovações e de ganhos de produtividade decorrentes das melhorias do processo produtivo no setor.

“Hoje, nosso país exporta volume imenso de produtos agrícolas e da pecuária, sustentáveis e de qualidade. Alimentamos quase 1,5 bilhão de pessoas de pessoas e garantimos a segurança alimentar de diversos países.”

O presidente disse ainda que o desenvolvimento sustentável passa pelas ações com 4 Rs: reduzir, reutilizar, reciclar e remover. “Entendemos que esforço deve ser concentrado no primeiro “R”, que é a redução das emissões de carbono. No cenário mundial, somos responsáveis por menos de 3% da emissão de carbono, mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo”, acrescentou.

O presidente destacou que tem aberto a economia brasileira a agentes estrangeiros com o objetivo de integrar o país aos fluxos mundiais de comércio e investimentos. Ele citou como exemplo o esforço para o fechamento do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, além de acordos com países como Estados Unidos, Coreia do Sul e Canadá.

Informações: Agência Brasil


Bolsonaro diz ao G20 que estava certo no combate à pandemia

Em um pronunciamento de 42 segundos gravado para a abertura virtual da Cúpula de Líderes do G20, neste sábado (21), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil focou esforços para combater os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia e na saúde pública com sucesso. “Desde o início ressaltamos que era preciso cuidar da saúde e da economia, simultaneamente. O tempo vem provando que estávamos certos”, disse.

O presidente omitiu que sempre negou a gravidade da crise global, classificou a pandemia como uma “gripezinha”, defendeu tratamentos sem comprovação científica, desprezou medidas de distanciamento social, tentou brecar uma pesquisa de vacina por razões políticas e que o Brasil soma 9% dos infectados do mundo (6.020.164, até 20/11) e 12,5% das vítimas fatais (168.613, até 20/11).

“Devemos manter o firme compromisso para trabalhar pelo crescimento econômico e a liberdade de nossos povos e a prosperidade do mundo”, continuou. Ainda neste sábado (21), Bolsonaro deverá apresentar seu pronunciamento oficial.

O G20 reúne as 20 maiores economias do mundo. O encontro ocorre em formato virtual entre este sábado (21) e o domingo (22), sob o tema “Percebendo as oportunidades do século 21 para todos”.

Na sexta-feira (20), Bolsonaro recebeu um telefonema do príncipe da Arábia Saudita, Mohammed Bin Salman, para discutir as relações entre os dois países e o trabalho no âmbito do G20. “Os dois líderes debateram as possibilidades de fomento das relações bilaterais Brasil-Arábia Saudita e coordenaram esforços para a realização da Cúpula de Líderes do G20, sediada, este ano, virtualmente, pelo Reino Saudita”, informou a Secretaria Especial de Comunicação Social.


O CEO global do Carrefour, o francês Alexandre Bompard, afirmou na tarde de ontem (20), que a empresa “não compactua com racismo e violência” e que pediu ao Grupo Carrefour Brasil que “seja realizada uma revisão completa das ações de treinamento dos colaboradores e de terceiros no que diz respeito à segurança, respeito à diversidade e dos valores de respeito e repúdio à intolerância”.

Em uma série de mensagens em português em sua conta no Twitter, o executivo afirmou que as imagens que mostram seguranças do Carrefour espancando até a morte João Alberto Silveira Freitas em Porto Alegre “são insuportáveis”.

“Meus valores e os valores do Carrefour não compactuam com racismo e violência. Espero que o Grupo Carrefour Brasil se comprometa, além das políticas já implantadas pela empresa”, disse ele.

Informações: Metro1
Foto : Arnaud Février


A Cúpula de Líderes do G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, ocorrerá em formato virtual hoje (21) e amanhã (22), com o tema Percebendo as oportunidades do século 21 para todos.

As conferências e pronunciamentos serão transmitidas pelo site do evento [https://www.g20riyadhsummit.org/], que foi organizado sob a presidência pro tempore da Arábia Saudita.

O presidente Jair Bolsonaro deve fazer um pronunciamento pela manhã. Ontem (20), ele recebeu um telefonema do príncipe da Arábia Saudita, Mohammed Bin Salman, para discutir as relações entre os dois países e o trabalho no âmbito do G20.

“Os dois líderes debateram as possibilidades de fomento das relações bilaterais Brasil-Arábia Saudita e coordenaram esforços para a realização da Cúpula de Líderes do G20, sediada, este ano, virtualmente, pelo Reino Saudita”, informou a Secretaria Especial de Comunicação Social.

Soluções
Em comunicado, a organização destacou que a cúpula se concentrará em soluções para a crise socioeconômica gerada pela pandemia de covid-19, buscando “maneiras de restaurar o crescimento e construir um futuro melhor com inclusão, resiliência e sustentabilidade em seu cerne”.

“A cúpula deste ano tem mais significado, pois o mundo está olhando para os esforços do G20 em proteger vidas e meios de subsistência e ajudar na recuperação pós-pandemia. Os líderes do G20 também abordarão questões para preparar o caminho para uma recuperação econômica inclusiva, sustentável e resiliente e estabelecer as bases para um futuro melhor. Os objetivos da presidência saudita do G20 se concentram em capacitar as pessoas, protegendo o planeta e criando novas fronteiras”, diz o comunicado.

Informações: Agência Brasil


Os manifestantes atiraram pedras contra as janelas do supermercado e quebraram produtos. Um carro que estava parado na frente da loja também foi destruído. Clientes que estavam realizando compras no momento do protesto tiveram de se proteger no fundo da loja.

Segundo os responsáveis pela manifestação, ela tinha por objetivo apenas protestar contra a morte de João Alberto e pedir justiça racial no país. Além de lideranças do movimento negro, discursaram vários parlamentares, como a deputada estadual Mônica Seixas (PSOL), a vereadora eleita Erika Hilton (PSOL) e Orlando Silva (PCdoB), candidato derrotado à Prefeitura de São Paulo.

Depois do pedido dos organizadores para os manifestantes interromperem a depredação do Carrefour, a manifestação foi encerrada. Ela foi iniciada na Avenida Paulista.