Será contratada energia de reserva nas fontes termica, de biomassa, eólica e fotovoltaica

Foto: Paula Fróes/GOVBA
Foto: Paula Fróes/GOVBA

Agência Brasil

Em meio a maior crise hídrica já registrada nos últimos 91 anos e considerando estudos sobre as condições de fornecimento nos próximos anos, em outubro haverá um leilão emergencial de energia para garantir o suprimento a partir de 2022.

Segundo portaria normativa do Ministério de Minas e Energia (MME), publicada em edição extra do Diário Oficial da União de sexta-feira (17), o objetivo é a contratação de forma simplificada. O edital está sendo elaborado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A medida atende recomendação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e foi aprovada pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg), órgão presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para tratar da crise hídrica.

O leilão emergencial vai contratar energia de reserva, na modalidade por quantidade para usinas termelétricas a biomassa, eólica e solar fotovoltaica, e na modalidade por disponibilidade para termelétricas a gás natural, óleo combustível e óleo diesel, sendo estas duas mais caras para o consumidor, ambas com suprimento entre 1º de maio de 2022 e 31 de dezembro de 2025.

Como será
Pelas regras, não poderão participar do leilão emergencial usinas que não estejam nos submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul, hidrelétricas, além de empreendimentos com capacidade instalada menor ou igual a três megawatts (MW) para usinas a óleo diesel e cinco MW para as demais, e termelétricas com Custo Variável Unitário (CVU) superior a R$ 750 por megawatt-hora (MWh) para gás natural e R$ 1 mil por MWh para diesel e óleo combustível.

Também ficarão de fora térmicas a diesel, óleo combustível ou gás natural que não sejam despachadas centralizadamente pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e térmicas a diesel cuja indisponibilidade programada seja diferente de zero, em ciclo combinado e a biomassa, além de eólica e solar cujo CVU seja diferente de zero.


Mãe da vítima afirma ter exame que comprova relação da morte com o imunizante

Última foto de Bruno, no hospital Foto: Reprodução/Redes Sociais

Bruno Oscar Graf, um advogado de Blumenau (SC), morreu aos 28 anos após sofrer um AVC hemorrágico decorrente de Trombocitopenia Trombótica Imune, 12 dias após a primeira dose da vacina contra a Covid-19.

Bruno recebeu o imunizante da AstraZeneca em 14 de agosto. Nas primeiras horas, ele sentiu um desconforto na região onde havia sido aplicada a vacina, que evoluiu para dores no corpo por dias seguidos. De acordo com sua mãe, Arlene Ferrari Graf, ele foi medicado com um remédio para dor que havia em casa, por acreditar que se tratavam de sintomas comuns de reação à vacina.

No nono dia, Bruno sentiu uma dor de cabeça forte o bastante para pedir que fosse levado ao hospital. No Hospital de Santa Catarina, ele recebera medicação para aliviar a dor e fez exame de sangue no qual detectou plaquetas baixas e PCR 113. A médica plantonista cogitou a possibilidade de Covid ou Dengue, mas no mesmo dia, saiu resultado negativo para Covid.

Arlene decidiu solicitar a internação de Bruno. Em 24 de agosto, ele perdeu os movimentos de um lado do corpo, e foi acometido de um AVC hemorrágico gravíssimo. Bruno foi para a UTI, onde ficou ligado a aparelhos até o dia 26 de agosto, quando foi oficializada a morte cerebral.

Arlene conta que, ao questionar os médicos sobre a relação da morte de seu filho à aplicação da vacina, os profissionais lhe indicaram um exame chamado Anti-Heparina PF4 Autoimune, disponível na Espanha, no valor de R$ 3.875,00.

Arlene conta que, mesmo não trazendo seu filho de volta à vida, se dispôs a pagar o exame, pois não queria conviver com a dúvida se a morte foi causada pela vacina ou alguma doença preexistente. A propósito, segundo ela, Bruno gozava de plena saúde e tinha bons hábitos, não consumia bebida alcoólica e tampouco fumava.

Cerca de 15 dias depois, segundo Arlene, o resultado do exame confirmou a relação direta da vacina da AstraZeneca com a morte de Bruno.

– O resultado se confirmou, a causa morte foi a vacina e isto só fez amplificar ainda mais a minha dor, porque eu levei o meu filho para ser vacinado no dia 14 de agosto de 2021. A sensação que ficou dentro de mim depois deste resultado, foi de ter levado meu filho ao matadouro – relatou.

Com a certeza, sua luta agora é buscar ter voz para evitar que outras mães sofram o que ela está sofrendo e que a vacinação não seja obrigatória. Ela concluiu que seria preferível Bruno contrair a Covid-19, pois teria ao menos chance de tratamento.

– Nosso menino advogado de apenas 28 anos nos deixou, nos foi arrancado de nossas vidas subitamente […]Hoje me torturo e penso que, se o Bruno aos 28 anos, saudável, sem nenhuma comorbidade, tivesse contraído o vírus da Covid, coisa que nunca aconteceu nestes 18 meses de pandemia, ele teria tido a chance de tratamento e de lutar – declarou.

Nesta semana, o caso de Bruno foi repercutido no programa 4 por 4, apresentado por Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino, Luís Ernesto Lacombe e Ana Paula Henkel. Nesta sexta-feira (17), Arlene também teve a oportunidade de contar seu relato durante audiência pública da Câmara Municipal de Goiânia, que teve como tema o polêmico passaporte sanitário.

Informações Pleno News


Foto: Walterson Rosa/Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estuda a criação do que intitulou de “open health”. Seria algo no modelo do “open banking“, só que para planos de saúde.

A ideia de Queiroga, segundo o colunista Igor Gadelha, é que o sistema permita ao usuário autorizar as operadoras a terem acessos a seus dados e fazer a portabilidade instantânea de plano, o que aumentaria a concorrência no setor.

A interlocutores o titular da Saúde disse já ter se reunido pelo menos duas vezes com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para discutir o assunto.

Informações: Bahia Notícias


Rio de Janeiro -  O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva inaugura ala com quatro novos leitos, no Centro de Transplante de Medula Óssea (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Foto: Tânia Rêgo

Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), coordenado pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), apresenta neste sábado (18), no Rio de Janeiro, um novo aplicativo que vai agilizar a atualização de dados de doadores e facilitar o pré-cadastro de interessados na doação de órgãos.

O aplicativo está disponível para celulares com sistema iOS e Android. A apresentação do aplicativo faz parte da comemoração do Dia Mundial do Doador de Medula Óssea 2021 (WMDD, do nome em inglês) que, este ano, será festejado hoje.

Desde janeiro deste ano, o aplicativo está sendo usado em caráter experimental para pré-cadastro de novos inscritos no Redome nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará.

Os primeiros resultados mostram que foram feitos, até agosto, 13.021 downloads do aplicativo. Dos 486 pré-cadastros efetuados, 129 pessoas se dirigiram a um hemocentro para finalizar a inscrição.

A coordenadora técnica do Redome, médica Danielli Oliveira, destacou em entrevista à Agência Brasil que, para funcionar como pré-cadastro em nível nacional, o hemocentro estadual tem que fazer o cadastro também usando os dados do aplicativo. “A gente está convocando os nossos hemocentros para que entrem no aplicativo. Ele não é obrigatório”, afirmou.

Danielli observou que o aplicativo já permite a atualização de dados pessoais daqueles que estão há mais tempo no registro, como mudança de telefone e endereço, o que é fundamental para a rápida localização do doador compatível.

Reforçou que o aplicativo tem duas funções. “Para o pré-cadastro, depende do hemocentro do estado que está usando. O que qualquer doador já pode fazer no aplicativo é atualizar o seu cadastro. Isso é muito importante porque a gente tem sempre aquele desafio de atualização do cadastro para a localização do doador. E a gente sempre aproveita essa data do Dia Mundial do Doador para chamar a atenção para a necessidade de atualização do cadastro”, disse. A data mundial é comemorada sempre no terceiro sábado de setembro.

Redome
Atualmente, estão cadastrados no Redome 5,4 milhões de doadores, dos quais 120 mil entraram este ano. Em 2021, até agosto passado, foram feitos no Brasil 200 transplantes de medula óssea, sendo 140 com doadores brasileiros. Danielli salientou também que o banco de doadores do Brasil beneficiou este ano em torno de 20 pacientes de outros países.

A coordenadora técnica do Redome informou, também, que a atividade de transplante este ano está maior do que em 2020, quando sofreu impactos da pandemia de covid-19. Salientou, entretanto, que “o impacto não foi sobre os doadores, mas sobre os serviços. Os pacientes ficaram com medo de transplantar, os hospitais ficaram muito afetados. Isso aconteceu este ano também. Os doadores, apesar de todas as restrições, continuaram doando”, explicou.

Em 2020, foram efetuados 279 transplantes de medula óssea no país, contra 411 em 2019. “Na verdade, vínhamos numa crescente e fomos afetados pela pandemia. Mas não fomos atingidos porque houve menos doadores cadastrados. A redução do número de transplantes não afetou a chance de encontrar um doador, nem os doadores deixaram de doar. Foi uma conjuntura de fatores”, reforçou. “Os serviços foram muito atingidos”. De 2018 para 2019, o total de transplantes no Brasil subiu de 380 para 411.

Danielli admitiu que, este ano, o programa de transplantes de medula óssea no Brasil não será capaz de recuperar o ritmo de 2019. A meta é superar o total registrado em 2020. “Eu gostaria que passasse de 300 este ano”, frisou a médica do Inca/Redome. A expectativa é que os números melhorem ainda mais com a ampliação do uso do aplicativo por doadores de todo o Brasil.

Empatia
Moradora da cidade de Fernandópolis, interior de São Paulo, Lilian Alves de Lima, 34 anos, foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda em dezembro de 2019. Ela precisava de um transplante de medula óssea, porém, ninguém da família era compatível. Com alguns meses de espera, uma doadora foi localizada por meio do Redome e aceitou fazer o procedimento.

“Eu tive a vida salva por uma pessoa que não me conhece. É um peso muito grande, você sente muita empatia quando percebe que alguém que nunca te viu escolheu te salvar. Um ato tão simples, como se cadastrar em um aplicativo ou só atualizar seus dados, pode mudar a esperança e a vida de alguém”, acentuou.

Campanha 2021
A Associação Mundial de Doadores de Medula Óssea (WMDA, do nome em inglês World Marrow Donor Association) vai celebrar o Dia Mundial do Doador, neste sábado, com transmissão, durante 24 horas, de vídeos e fotos de homenagens e histórias inspiradoras de doadores, pacientes e familiares de todo o mundo. Por conta da pandemia, o Redome não fará nenhum evento presencial, mas enviou um vídeo à WMDA e está convocando toda a sua rede de hemocentros, centros de transplante e organizações não governamentais (ONGs), além de pacientes e doadores, para participar da campanha. A WMDA é uma organização global de registros, que representa mais de 38 milhões de doadores voluntários de 55 países.

Informações: Agência Brasil


Foto: PR/Valdenio Vieira

O ex-presidente Michel Temer revelou, nesta sexta-feira (18), que o telefonema entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, transcorreu de forma “amigável”. No entanto, no diálogo que ocorreu um dia após as grandes manifestações do dia 7 de setembro, o ex-presidente apontou que Moraes demonstrou que não irá recuar de sua atuação no tribunal.

Sem entrar em detalhes, Temer fez sua avaliação sobre a conversa entre o presidente e o ministro durante um debate online num fórum sobre liberdade e democracia, em São Paulo.

– Eles conversaram amigavelmente depois que o presidente apresentou um documento em que apenas coloquei alguns tópicos. Percebi uma conversa muito amigável, fraternal e adequada. Sem que o Alexandre recuasse um milímetro daquilo que juridicamente ele faz. Foi uma conversa útil naquele momento para distensionar – disse o ex-presidente.

Michel Temer ganhou os holofotes nas últimas semanas após intervir na crise entre o governo federal e o Judiciário. O ex-presidente foi quem redigiu a carta entregue por Bolsonaro em que ele se diz disposto ao diálogo e defende a democracia. Também foi Temer quem intermediou a conversa entre o presidente e Moraes.

Informações: Pleno News


Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Valor da aposta mínima é de R$ 4,50.

Foto: Marcelo Brandt

O concurso 2.410 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 23,5 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h deste sábado (18) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada pela internet.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Informações G1


Ex-presidente detalhou encontro após 7 de setembro

Presidente Jair Bolsonaro e ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: PR/Marcos Corrêa

Na tarde desta sexta-feira (17), o ex-presidente Michel Temer comentou a conversa entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Segundo ele, o tom da reunião foi “muito amigável”, mas negou que Moraes tenha feito qualquer recuo.

A conversa ocorreu dias depois dos atos do dia 7 de setembro. Após a tensão aumentar entre os Poderes da República, Bolsonaro assinou uma carta negando que tivesse intenção de agredir qualquer um deles.

– Eles conversaram amigavelmente depois que o presidente apresentou um documento em que apenas coloquei alguns tópicos. Percebi uma conversa muito amigável, fraternal e adequada, sem que o Alexandre recuasse um milímetro daquilo que juridicamente ele faz. Foi uma conversa útil naquele momento para distensionar – detalhou.

Durante os atos do 7 de setembro, Bolsonaro criticou duramente o inquérito das fake news, conduzido por Moraes e chegou a pedir que ele renunciasse ao cargo. Desde então, o presidente têm se esforçado para conter os ânimos entre o Executivo e os outros Poderes.

Informações Pleno News


A mudança de horário foi extinta no Brasil em 2019

Foto: Reprodução/Google
Foto: Reprodução/Google

A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados realiza na quarta-feira (22) audiência pública para debater pedidos de retorno do horário de verão. A prática de adiantar os relógios uma hora durante os meses da primavera e do verão foi extinta em abril de 2019 pelo presidente Jair Bolsonaro, sob alegação de que não havia benefício econômico. A audiência está marcada para as 14h30, no plenário 9.

O debate foi solicitado pelo presidente da comissão, deputado Bacelar (Pode-BA). Ele informa que, no fim de junho, empresários de setores como turismo e bares e restaurantes encaminharam uma carta para Bolsonaro pedindo a volta do horário de verão ainda em 2021.

“No texto, eles afirmam que a presença de uma hora a mais de claridade no fim da tarde impactava positivamente os negócios, o que seria bem-vindo durante a pandemia de Covid-19, que afetou drasticamente o faturamento das empresas do setor”, diz Bacelar.

O deputado ressalta também que, para diversos economistas, a volta do horário de verão é imprescindível por conta da crise energética no País. Bacelar cita avaliação do economista Claudio Frischtak, que foi convidado para a audiência, de que o horário de verão pode reduzir em até 4,5% o consumo de energia no fim de tarde.

Também foram convidados para a audiência o professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador-geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), Nivalde de Castro, e um representante do Ministério de Minas e Energia.

Com informações da Agência Câmara de Notícias


'Bolsonaro não mandou nada', diz Queiroga sobre suspensão de vacinas em adolescentes
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nega que tenha seguido uma ordem do presidente Jair Bolsonaro para suspender a vacinação em adolescentes de 12 a 17 anos. A medida foi anunciada na quinta (16).
“Bolsonaro não mandou nada. O presidente não interfere nisso daí”, afirmou Queiroga à Folha de S.Paulo.

Segundo o ministro, o presidente apenas recebe informações que repassa a ele. “Bolsonaro é o presidente da República. Conversamos várias vezes por dia. E ele sabe de alguma coisa e me diz ‘Queiroga, veja isso aí”, diz o ministro.

Em declaração à imprensa na quinta-feira (16), Queiroga reconheceu que Bolsonaro fez questionamentos sobre a vacinação dos jovens.

“O presidente me cobra todo dia essas questões de vacinação, sobretudo com essa questão dos adolescentes”, disse o ministro.

“O presidente é muito preocupado com o futuro do país. Hoje mesmo ele me ligou: ‘Queiroga, olha aí’. Sim senhor, presidente, pode ficar tranquilo que vamos olhar isso aqui com cuidado”, afirmou ainda. O ministro não deu detalhes sobre o que pediu o presidente.

Em transmissão nas redes socais ao lado do ministro, Bolsonaro também admitiu que deu a ele suas “opiniões”.

Aliados de Queiroga e integrantes do governo que acompanharam o recuo afirmam que Bolsonaro fez cobranças a partir de declarações que circulavam nas redes sociais de supostas reações adversas das vacinas.

O ministro afirma que a suspensão da vacinação em adolescentes começou a ser discutida por ele na quarta (15). “Eu fui a São Paulo e tomei conhecimento de um evento adverso que pode estar relacionado à vacina. A minha obrigação é averiguar”, afirma ele.

O Centro de Vigilância Epidemiológica de SP investiga a morte de uma adolescente de 16 anos que estaria relacionada à aplicação da vacina da Pfizer. Moradora de São Bernardo do Campo (SP), ela recebeu o imunizante oito dias antes. O protocolo, nestes casos, é o de que haja uma apuração. Até o momento, não há comprovação de que o óbito esteja relacionado à vacina.

Queiroga diz que a suspensão decidida agora é parecida com o da aplicação da vacina da AstraZeneca em grávidas, em maio, que ocorreu depois da morte de uma gestante que tinha recebido o imunizante.

“O gestor sou eu, e não o pessoal que dá entrevistas em TVs. Eu sou o responsável. Houve um evento adverso grave, eu tenho o compromisso de investigar”, diz ele. “Eu tenho que arbitrar essas questões. Sou o ministro e não vou me furtar”, segue.

Queiroga afirma que depois de tomar conhecimento da morte da adolescente, pediu à sua equipe que levantasse na base do SUS o número de pessoas de 12 a 17 anos que já tinham sido imunizadas. E diz que se espantou com o número de mais de 3,5 milhões de imunizados.

“A vacinação desta população começaria no dia 15 de setembro. Como tantos já tinham recebido doses?”, questiona. Surgiram também suspeitas de que municípios estavam aplicando vacinas não autorizadas para essa faixa etária. O único imunizante autorizado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para esse público é o da Pfizer.

Ele afirma ainda que técnicos do Programa Nacional de Imunização (PNI) não foram ouvidos porque o órgão não é deliberativo. “É um órgão assessor”, afirma.

A decisão do ministro supreendeu e irritou gestores da rede pública. Os conselhos de secretários de saúde de estados (Conass) e municípios (Conasems) não recomendaram suspender a vacinação.

As entidades também cobraram posição da Anvisa, que aprovou o uso do imunizante da Pfizer para jovens de 12 a 17 anos mesmo sem comorbidade. No fim da tarde, a agência disse que investiga relatos de reações adversas, mas que não há razão para mudar a bula da vacina.?

Informações: Bahia Notícias


Foto: Record TV
Foto: Record TV

A apresentadora Xuxa Meneghel relembrou nesta sexta-feira (17), os rumores sobre ela ter feito um pacto com o diabo ao longo de sua carreira. Em entrevista ao canal “Seja Seu”, Xuxa negou as especulações e afirmou sua fé “no cara lá de cima”.

“Já ouvi algumas pessoas falando que eu tinha pacto com o diabo. Meu Deus do céu! Alguém que tem pacto com o cara lá embaixo não poderia ter nem um terço das coisas que tenho, porque isso dá muita força para o cara”, disse Xuxa.

Além das especulações de pacto, muitas teorias ao redor da cantora surgiram durante a carreira, como a de que suas músicas tinham mensagens subliminares se tocadas de trás para frente.

“Eu tenho uma relação de amizade, de amor, com o cara lá de cima. E ele também tem comigo. Eu não teria o que eu tenho, não teria mesmo”, afirmou a apresentadora.

Informações: Bahia.ba