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Cristo Redentor movimenta R$ 1,4 bilhão na economia e gera 21 mil empregos
Foto: Reprodução/CASACOR

Há 90 anos, o Cristo Redentor é um simbolo da fé. Mas além da questão religiosa, o santuário também é uma fonte geradora de negócios que gera empregos e desenvolve outras atividades em seu entorno.

Segundo um estudo recém concluído pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o monumento é responsável por movimentar R$ 1,4 bilhão na economia e por gerar e manter pelo menos 21.393 empregos diretos e indiretos em 68 setores da economia.

São negócios que os turistas movimentam como na rede hoteleira, restaurantes, serviços de transporte, entre outros. O levantamento conclui ainda que os turistas que vistam a estátua permanecem até 1,2 dia a mais na Cidade Maravilhosa do que aqueles que descartam uma passadinha no Corcovado.

A estátua é ainda o único santuário católico do mundo localizado a céu aberto e o espaço também pode receber eventos variados e de exposição de marcas. Em janeiro, por exemplo, a prefeitura escolheu o local para iniciar sua campanha de vacinação contra a Covid-19. O lado místico não foi esquecido, já que a marca é valorizada porque o Cristo é símbolo de esperança para os brasileiros.

*Metro1


Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Nesta segunda-feira (11), o vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse não descartar a possibilidade de prorrogar os trabalhos do colegiado. A data de encerramento da comissão está marcada para o dia 19 de outubro.

Em entrevista à CNN Brasil, Randolfe disse que o prazo de entrega do relatório é até o dia 5 de novembro.

– Nenhuma hipótese está descartada. Nós temos um prazo legal para entrega do relatório que vai até 5 de novembro. Nós precisamos, antes da entrega do relatório, pelo menos dar uma semana ao relator para os ajustes finais – apontou.

O vice-presidente da CPI também falou sobre os próximos depoimentos no Senado, entre eles o do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o do o médico pneumologista Carlos Carvalho. Além disso, a comissão pretende ouvir ainda representantes das vítimas da Covid-19.

– Em princípio nós acreditamos que é possível ser feito isso entre a segunda-feira da próxima semana e quinta-feira. Amanhã, nós teremos uma reunião do campo majoritário da CPI para pacificarmos essa programação – afirmou.

*Pleno.News


Monumento de 38 metros de altura fica no alto do Morro do Corcovado

A arquiteta Cristina Ventura no Cristo Redentor

Eleito uma das sete maravilhas do mundo moderno, o Cristo Redentor completa 90 anos como a imagem mais famosa do Brasil. Em 1926, começou a construção do monumento de 38 metros de altura no alto do Morro do Corcovado, a 710 metros do nível do mar. Demorou cinco anos para ficar pronto e foi inaugurado em 12 de outubro de 1931.

O dia do aniversário de um dos principais cartões postais do país começa hoje (12) às 7h15, com o Ato Cívico Religioso e a Santa Missa em Ação de Graças pelos 90 Anos do Cristo Redentor e em honra a Nossa Senhora Aparecida. No evento, que terá a presença de autoridades públicas e religiosas, haverá o lançamento da Medalha Comemorativa dos 90 Anos do Cristo Redentor e do Bloco Postal Especial em Homenagem ao Monumento do Cristo Redentor.

A Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira, fará uma apresentação sobrevoando o monumento. A Banda do Corpo de Fuzileiros Navais participará musicalmente do evento. 

Toda a cerimônia será transmitida ao vivo pelo canal oficial do Santuário Cristo Redentor no YouTube.

O reitor do Santuário Cristo Redentor, padre Omar Raposo, destaca que o monumento é o “garoto propaganda” do país.” É impossível pensar o Brasil no exterior sem que a gente reporte o nosso olhar e a nossa lembrança para esse precioso monumento no alto do Corcovado”, diz. “O Cristo Redentor nos passa a sensação de que parece que foi esculpido na colina da montanha do Corcovado. Isso é tão maravilhoso. Imaginem o que seria do Rio de Janeiro se não fosse o Cristo Redentor?”

Ele lembra que a estátua interage perfeitamente com a natureza ao redor, o Parque Nacional da Tijuca, e traz uma experiência a partir dos braços abertos. “Esses braços comunicam acolhimento e identificam ainda mais o coração do povo brasileiro, que é um coração acolhedor, que também possui braços fortes para trabalho, cheio de energia pra gente poder desenvolver essa nação tão querida”.

Restauração

A qualidade da obra impressiona a arquiteta e escultora Cristina Ventura, coordenadora da mais recente restauração do Cristo. “É uma qualidade que chama a atenção nos dias de hoje. Isso que é o mais espantoso. Você hoje não encontra estruturas muito mais recentes com a qualidade que foi feita nessa obra”, diz Cristina.

“Não tem nenhuma construção nesses moldes, nesse período, com essa audácia que foi o Cristo. Um outro marco é que o Cristo é a maior escultura art déco do mundo”, acrescenta.

A arquiteta lembra que não só engenheiros e arquitetos envolvidos no projeto foram audaciosos mas também os operários sem equipamento de proteção individual pendurados em andaimes sobre um precipício de mais de 700 metros de altura. “Eu fico imaginando isso quando nós, da equipe, fazemos as coisas com tanto amor, imagina para eles que estava construindo o Cristo Redentor. Que tipo de compromisso que essa galera não tinha aqui, sabe?”, pondera Cristina.

A arquiteta Cristina Ventura no Cristo Redentor

Para o aniversário de 90 anos, foram feitos reparos emergenciais em partes que haviam sido danificadas pelas intempéries: trechos do manto, dedo direito e parte frontal da cabeça. Além disso, como parte da manutenção preventiva, o Cristo ganhou um equipamento para medir os ventos que atingem a estátua e também um para-raios reforçado.

Cristo da Bola

Esse projeto audacioso feito de concreto armado e pedra sabão foi financiado por doações da população brasileira. Em 1921, nos preparativos para as comemorações do centenário da Independência do Brasil, um grupo católico promoveu concurso para uma estátua em homenagem a Jesus Cristo. O vencedor foi o arquiteto e engenheiro Heitor da Silva Costa, que liderou o projeto, da concepção até a inauguração da obra, em 12 de outubro de 1931.

O projeto inicial, que tinha a imagem de Cristo segurando uma cruz na mão esquerda e o globo, na mão direita, foi apelidado de Cristo da Bola pelos cariocas.

O teólogo Alexandre Pinheiro, coordenador do Núcleo de Acervo e Memória do Santuário Cristo Redentor, conta que não foi fácil na época conseguir a autorização do governo republicano para a obra. Um abaixo-assinado de 20 mil mulheres, lideradas pela escritora Laurita Lacerda, ajudou a vencer a resistência do então presidente Epitácio Pessoa.

A documentarista Bel Noronha, que é bisneta de Heitor da Silva Costa, conta que muita gente chegou a acreditar num mito de que o Cristo teria sido um presente da França para o Brasil pelo fato de a Estátua da Liberdade, em Nova York, ser um presente do governo francês para os norte-americanos. E também porque franceses trabalharam no projeto do Cristo.

Mas foi a arquidiocese do Rio de Janeiro que organizou campanhas de arrecadação de fundos que mobilizou não só o Rio de Janeiro, mas todo o Brasil. Toda a construção do Cristo foi financiada com o dinheiro das doações dos brasileiros.

Os desenhos do projeto de Heitor da Silva Costa foram feitos pelo pintor Carlos Oswald. E Heitor buscou parcerias na França para a obra. Para fazer os cálculos estruturais, contratou o engenheiro Alberto Caquot e para fazer a estátua, o escultor franco-polonês Paul Landowski, grande expoente do movimento art déco. Landowski fez uma maquete e a escultura em tamanho real da cabeça e das mãos do monumento, cujos moldes em gesso foram enviados ao Brasil em partes numeradas.

A escultura foi reproduzida em concreto armado e revestida em pedra-sabão. Grupos de mulheres se reuniam na casa paroquial para fazer os mosaicos que eram posteriormente aplicados na estátua. Muitas escreveram os nomes dos entes queridos no verso dos triângulos de pedra-sabão.

Além de ser retratado na arte brasileira, como na música Samba do Avião de Tom Jobim, visitas ilustres como o papa João Paulo II, o líder espiritual Dalai Lama, a princesa Diana e príncipe Charles e o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com sua família, já estiveram no alto do Corcovado.

*Com informações da TV Brasil


Ministro considera que muitas empresas irão participar do processo de privatização dos Correios

Fábio Faria: ‘Expectativa é votar PL dos Correios até novembro’ Foto: Agência Brasil

Além de comemorar ter colocado o leilão do 5G de pé, o ministro das Comunicações Fábio Faria (PSD-RN) tem outra missão antes de avaliar sair candidato nas eleições de 2022 ao Senado pelo PP, que é a ‘desestatização’ dos Correios. No momento, segundo o ministro, “tem muitos entrantes interessados”.

– Tenho certeza que tendo essa aprovação do PL, muitas irão participar. Porque é estratégico do ponto de vista de América Latina – apontou.

O cronograma que o ministro trabalha atualmente é que seja votado em novembro no Senado.

Segundo ele, as pautas mais relevantes serão votadas este ano.

– Todo ano eleitoral é sempre mais difícil de aprovar os projetos Por isso minha corrida para o 5G. Outro grande projeto é dos Correios, que é a última janela – defendeu Faria no programa Veja On Air exibido nesta segunda-feira.

Isso porque, nas contas do ministro, a empresa corre o risco de “zerar” a receita com encomendas nos próximos anos diante da concorrência com grandes varejistas. No serviço postal, diz ele, a parte de encomendas é o “filé”. O “osso” é entregar cartas e boletos à população.

– Mas essa receita de encomendas tem perda de 20% a cada ano para os grandes varejistas. Essas empresas estão desenvolvendo serviço próprio de logística. Mercado Livre, por exemplo, hoje entrega só 10% para os Correios – destacou.

Outro problema na comparação com o serviço privado, apontou, é que “quando os Correios saem de greve, não volta [o serviço]”.

– Daqui três anos, pode ser que essa conta esteja zerada e que não tenha mais player interessado. Por isso digo que a janela está se fechando – apontou.

*AE


Em sessão virtual, o Plenário manteve a discricionariedade do presidente da República de escolher qualquer nome das listas tríplices encaminhadas pelas universidades

Foto: Assessoria/STF
Foto: Assessoria/STF

Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedido de liminar por meio da qual o Partido Verde (PV) pedia a suspensão de normas de escolha de reitores e vice-reitores das universidades federais e de dirigentes de instituições de ensino superior federal, para que fosse determinada a nomeação pelo presidente da República exclusivamente dos candidatos mais votados pelas comunidades acadêmicas dessas instituições.

A decisão se deu na sessão virtual finalizada em 8/10, no julgamento do pedido de cautelar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6565, ajuizada pelo PV.

O artigo 1º da Lei 9.192/1995, que alterou a Lei 5.540/1968, prevê que o reitor e o vice-reitor das universidades públicas e os dirigentes das instituições federais de ensino serão nomeados pelo presidente da República entre professores dos dois níveis mais elevados da carreira ou que tenham título de doutor, a partir de listas tríplices organizadas pelas instituições. O artigo 1º do Decreto presidencial 1.916/1996 reproduz os critérios.

O partido sustenta que a nomeação de candidatos que não figuram em primeiro lugar nas listas tríplices viola os princípios constitucionais da autonomia universitária, da impessoalidade e da moralidade pública.

Discricionariedade
Prevaleceu, no julgamento, a corrente que se posicionou pelo indeferimento da liminar, com o entendimento de que as normas não violam a Constituição Federal.

Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes, a quem caberá a redação do acórdão, ressaltou que o texto constitucional não dispôs sobre o processo de escolha de reitores para universidades federais. Há, portanto, maior liberdade de atuação pelo Poder Legislativo ordinário.

Para o ministro, os requisitos fixados na legislação federal são razoáveis do ponto de vista constitucional, pois garantem a qualificação técnica dos reitores, procedimento eleitoral que contempla legitimidade e correlação entre a docência e a reitoria. Uma vez cumpridos os requisitos do processo de competência da comunidade acadêmica, abre-se a discricionariedade política da Presidência da República nos limites da lista tríplice apresentada. “Não se torna possível potencializar a autonomia universitária a ponto de nulificar o espaço de decisão do chefe do Poder Executivo”, afirmou.

Lista tríplice
O ministro Alexandre de Moraes, que também integrou a corrente majoritária, observou que, havendo a previsão de escolha a partir de lista tríplice, não se justifica a imposição do nome mais votado, “sob pena de total inutilidade da votação e de restrição absoluta à discricionariedade mitigada concedida ao chefe do Poder Executivo”.

Ele lembrou, ainda, que, em outras instituições essenciais ao equilíbrio democrático, como tribunais superiores, Ministério Público e Defensoria Pública, a escolha dos integrantes é feita pelo presidente da República, com ou sem formação de lista tríplice pelos pares.

O presidente do STF, ministro Luiz Fux, os ministros Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso e Nunes Marques e as ministras Cármen Lúcia e Rosa Weber acompanharam esse entendimento.

Autonomia universitária
O ministro Edson Fachin, relator da ação, ficou vencido, ao votar pelo deferimento parcial da liminar, para que a nomeação respeitasse integralmente o procedimento e a forma da organização da lista pela instituição universitária e recaísse sobre o docente indicado em primeiro lugar na lista. Segundo ele, a autonomia universitária (artigo 207 da Constituição Federal) é um trunfo contra eventuais tendências expansivas dos poderes instituídos que venham a reproduzir uma política de intervencionismo e de violação de direitos humanos, como praticada durante a ditadura militar.

Fachin alegou que, desde a Lei 9.192/1995, houve um acordo tácito de respeito à ordem estabelecida nas listas tríplices. No entanto, essa prática foi recentemente alterada, sem a nomeação dos mais votados, o que gera uma dúvida legítima quanto à compatibilidade das normas questionadas com a autonomia universitária. O entendimento do relator foi seguido pelo ministro Ricardo Lewandowski.

Informações Bahia.ba


Foto: Agência Senado/Pedro França

Sempre polêmico, o senador Romário concedeu uma entrevista ao jornalista Rica Perrone e falou sobre o atual momento do Brasil. Na conversa, Romário disse que gosta de Jair Bolsonaro, que o presidente é um cara “muito sério” e que “tem coragem” e ainda afirmou: “Antes do Bolsonaro, o nosso país ‘tava uma me* do ca***”. Mas apontou que o presidente cometeu alguns erros na pandemia.

As declaração foram dadas por Romário a Rica Perrone no programa Cara a Tapa, publicado no YouTube neste domingo (10).

Eu acho que o Bolsonaro é um presidente que fez e tem feito coisas positivas para o nosso país. Erra em alguns momentos, principalmente nesses últimos dois anos de pandemia. Deixou de ter algumas ações e, na minha opinião, poderia não ter falado. Tomou algumas decisões que poderia não ter tomado. Mas eu particularmente convivi quatro anos com Bolsonaro […] E Bolsonaro é um cara muito sério; um cara que tem coragem, que não tem medo de se posicionar. Isso ele trouxe para a presidência. Antes do Bolsonaro, o nosso país ‘tava uma me* do ca**** – explicou.

Romário, no entanto, disse considerar muito chato falar de político no Brasil atualmente.

– […] Infelizmente, no Brasil hoje, falar de política está chato. Sabe por quê? Eu acabei de falar aqui que gosto do Bolsonaro. Eu acabei de falar que eu gosto do Bolsonaro, eu gosto de pessoas com personalidade. A esquerda vai me dar porrada. E eu acabei de falar que ele errou em algumas colocações, em algumas decisões, nesses momentos mais difíceis que o país viveu ao longo desses anos. E a direita vai me dar porrada – destacou.

Informações: Pleno.News


Lucinho Barreto e Nelson Jr. usaram as redes sociais para expressar indignação

Pastores criticam Superman bissexual: 'Destruição da família'
Pastor Lucinho, da Igreja Batista da Lagoinha, e Nelson Junior, do Eu Escolhi Esperar Foto: Colagem Pleno News

Os pastores de jovens Lucinho Barreto e Nelson Jr. reagiram, nesta segunda-feira (11), à notícia de que o novo Superman se assumirá bissexualna quinta edição do HQ Superman: Son of Kal-El. Nas redes sociais, os líderes religiosos expressaram indignação e incentivaram os cristãos a se posicionarem em favor dos ensinamentos bíblicos.

– Enquanto você, crente isentão, fica aí com a boquinha calada, Satanás trabalha forte com a molecada pra ferrar de vez a cabeça deles! Nem o Super-Homem é homem mais! Bora agir, Jesus Freaks! – escreveu o pastor Lucinho, da Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte.

Nelson Jr., fundador do movimento Eu Escolhi Esperar, afirmou que o tema é espiritual, e não político, e que há um esforço pela destruição dos valores familiares.

– E você aí achando que é sobre política. É espiritual! Aquela agenda mundial disfarçada de “humanitária”, mas que visa à destruição da família, [de] valores e [que] é visivelmente contrária ao evangelho de Jesus. Parte o coração ver vários cristãos que abraçam, defendem e apoiam essas ideologias. Eu também não fugirei de falar sobre política! – declarou o pastor.

O quadrinista da DC Comics, Tom Taylor, anunciou nesta segunda-feira (11) que o Superman atual, Jon Kent, filho de Clark Kent, se apaixonará por seu amigo, o ativista hacker Jay Nakamura. O primeiro beijo entre os dois personagens ocorrerá na quinta edição da série.

Jonathan Kent herdou oficialmente o posto do pai aos 17 anos de idade, enquanto Clark segue lutando para libertar Warworld.

– Hoje, o super-herói mais forte do planeta, está se assumindo […] Como vimos Jon crescer diante de nossos olhos, será interessante vê-lo não apenas tentando se encontrar como uma pessoa, mas como um super-herói global na atmosfera complexa da vida moderna – afirmou Tom Taylor em entrevista ao site IGN.

Informações Pleno News


Foto: Reprodução / Youtube

Em uma publicação feita em sua conta no Twitter, o pastor Silas Malafaia deu novos detalhes a respeito do vídeo que ele deve publicar nesta segunda-feira (11), em seu canal no YouTube, contendo denúncias contra dois ministros do governo federal. De acordo com o líder religioso, a questão é relacionada à indicação de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF).

– A questão que vou apresentar sobre ministros de Bolsonaro que perderam a condição moral de serem ministros. Não tem nada a ver com corrupção, mas sim, com a questão política que envolve a indicação para o STF – escreveu.

Além do texto, Malafaia publicou um vídeo breve no Twitter, já na manhã desta segunda, em que destacou que os ministros que estariam contra a indicação do ex-advogado-geral da União ao posto de ministro do Supremo Tribunal Federal possuiriam gabinetes dentro do Palácio do Planalto.

– Ministros de Bolsonaro, políticos cujo gabinete está no palácio do governo, contra a indicação de André Mendonça para o STF, jantando com gente inescrupulosa, que quer atingir o presidente. Eu não posso acreditar em um negócio desse não – completou.

*Pleno.News


O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o ex-secretário adjunto de Saúde de Natal, Vinícius Capuxu de Medeiros, por crimes na compra irregular de 20 respiradores pulmonares. Os respiradores foram comprados para atender pacientes de covid-19 na cidade. O MPF também apresentou denúncia contra o empresário Wender de Sá.

Segundo o Ministério Público, eles cometeram os crimes de peculato qualificado, dispensa ilegal de licitação e fraude à execução de contrato administrativo. Segundo o MPF, eles direcionaram ilegalmente a compra de respiradores junto à empresa Spectrum Equipamentos Hospitalares por R$ 2,1 milhões.

“Os equipamentos, contudo, se mostraram praticamente inservíveis, tendo mais tempo de fabricação e de uso do que a vida útil (prevista para 10 anos). Alguns nunca funcionaram, muitos apresentavam características suspeitas de serem clandestinos ou fruto de falsificação e, mesmo assim, os preços pagos pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) estavam muito acima dos praticados no mercado”, afirmou o MPF

*Agencia Brasil


Foto: Julian Medina/DiaEsportivo/Folhapress

Está encerrada a sequência de vitórias da Seleção Brasileira nas Eliminatórias da Copa do Catar. Na noite deste domingo (10), o time canarinho ficou no empate em 0 a 0 com a Colômbia, em Barranquilla, numa partida marcada por pouca criatividade dos comandados do técnico Tite.

A escalação do Brasil foi a seguinte: Alisson; Danilo, Marquinhos, Éder Militão (Thiago Silva) e Alex Sandro; Fabinho, Fred e Lucas Paquetá; Gabriel Jesus (Antony), Gabigol (Raphinha) e Neymar.

Já os Cafeteros atuaram com Ospina; Medina, Mina, Cuesta e Mojica; Barrios, Lerma (Uribe), Quintero (Sinisterra) e Luis Díaz; Roger Martínez (Borré) e Falcao (Zapata).

*Bahia Notícias

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