MSC Preziosa está ancorado no Rio de Janeiro; Anvisa recomendou suspender temporada após casos em Salvador e Santos
Foto: Clia Brasil
Novos casos de infecção pelo novo coronavírus foram diagnosticados em um terceiro navio de cruzeiros em passagem pelo Brasil, o MSC Preziosa, ancorado na região de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Em nota, a empresa responsável pela embarcação afirmou que o grupo com Covid-19 – já isolado – representa 0,6% do contingente a bordo.
Na sexta-feira (31), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão da temporada de cruzeiros, após os casos encontrados nos navios Costa Diadema, aqui em Salvador, e no MSC Splendida, em Santos. A decisão caberá aos ministérios da Saúde, Infraestrutura e Justiça e Segurança.
No Preziosa, “todos os casos são assintomáticos ou com sintomas leves”, segundo a MSC. A companhia identificou os casos na rotina de testagens diárias, que abrange 10% dos hóspedes e tripulantes em cada rodada de teste.
O suplemento foi aprovado pela Anvisa em outubro e chegou às farmácias em dezembro. Especialistas alertam para a falta de evidências científicas de seu uso sem uma avaliação mais aprofundada.
Desde o início de dezembro, farmácias brasileiras estão vendendo melatonina em comprimidos ou gotas sem a necessidade de prescrição médica.
A substância, conhecida popularmente como “hormônio do sono”, teve a comercialização liberada no país no dia 15 de outubro de 2021 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.
Embora a decisão esteja alinhada com o que ocorre em vários países da Europa e da América do Norte, especialistas ouvidos pela BBC News Brasil criticam a decisão e pedem muita cautela na hora de comprar e utilizar esse produto.
“É preocupante que a melatonina seja vendida como se fosse um picolé. Não estamos falando de uma substância inócua e seu uso errado pode trazer problemas”, alerta o neurocientista Fernando Mazzilli Louzada, coordenador do Laboratório de Cronobiologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
“E é um conceito estranho enquadrá-la como suplemento alimentar. Não há consenso algum de quando há uma deficiência desse hormônio no organismo”, aponta a neurologista Dalva Poyares, pesquisadora do Instituto do Sono de São Paulo. “Não existe sequer uma diretriz no mundo que indique a melatonina como tratamento para insônia”, emenda a especialista, que também é professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
“Precisamos deixar claro que a melatonina pode até ser uma ferramenta terapêutica, mas não vai ser indicada para todo mundo”, concorda o médico Paulo Augusto Miranda, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
Mas, para entender toda essa polêmica, é preciso saber antes o que é a melatonina e sua importância para o funcionamento do corpo.
A maestrina do crepúsculo
“É muito bonito pensar que o dia e a noite são incorporados no nosso organismo pela melatonina”, raciocina Louzada.
Esse hormônio é produzido pela glândula pineal, uma estrutura que fica bem no centro do cérebro.
E há um aspecto muito importante nesse processo de fabricação: ele só acontece na ausência de luz.
Conforme anoitece e o Sol se põe, a produção da melatonina começa a ocorrer na nossa cabeça. A meta é preparar o organismo para o sono ao longo do período noturno.
“Já parou para pensar como o fígado, o estômago, todos os demais órgãos e o próprio metabolismo sabem se é dia ou se é noite? A sinalização do tempo, dos ciclos de 24 horas, é dada justamente pela melatonina”, explica o professor da UFPR.
No raiar de um novo dia, quando a claridade volta a aparecer, a produção da melatonina é interrompida, o que prepara o corpo para despertar e se preparar para as atividades diárias.
Só que esse ciclo de sono e vigília, ditado em grande parte por esse hormônio, pode ser atrapalhado por uma série de fatores, a começar pela exposição à luz durante a noite.
“Desde que a humanidade passou a conviver com a eletricidade, houve uma alteração na secreção da melatonina. Se eu ficar acordado até meia noite assistindo TV ou mexendo no celular, essa substância vai acabar inibida”, acrescenta Louzada.
Com baixa na melatonina, a qualidade do sono, ou até mesmo a quantidade de horas dormidas, acabam prejudicadas.
Mas, além das comodidades do mundo moderno, a fabricação do hormônio do sono também pode ser afetada por algumas doenças específicas ou pelo próprio avançar da idade —idosos tendem a produzir uma menor quantidade de melatonina em comparação com os mais jovens.
Mas será que tomar um suplemento pode resolver alguns desses problemas?
Sinal verde para a venda
Ao anunciar que tinha liberado a melatonina no dia 15 de outubro, a Anvisa argumentou que “a substância em questão já é utilizada em diversos países como suplemento alimentar e como medicamento, com condições de uso variadas”.
A agência também declarou que decidiu avaliar a segurança e a eficácia da molécula “devido ao interesse dos consumidores e do setor produtivo no acesso e na oferta de produtos contendo essa substância”.
Antes, esse produto só estava disponível em farmácias de manipulação, com exigência de receita assinada por um médico.
Embora a melatonina seja enquadrada agora como um suplemento alimentar e possa ser comprada sem prescrição nas drogarias convencionais, a Anvisa impôs algumas restrições ao seu uso.
A primeira é que ela só poderá ser tomada por pessoas com mais de 19 anos de idade e a dosagem é de, no máximo, 0,21 miligramas por dia.
Em outros locais, como Estados Unidos e Europa, é possível encontrar doses bem maiores, que chegam a até 5 mg.
O órgão regulatório brasileiro também determinou que as embalagens devem conter a advertência de que esse produto não deve ser consumido por “gestantes, lactantes, crianças e pessoas envolvidas em atividades que requerem atenção constante”.
Além disso, orienta-se que indivíduos com alguma enfermidade ou que tomam medicamentos procurem um médico antes de consumir esse suplemento por conta.
Poyares avalia que a dose aprovada no país, de 0,21 mg, fica muito próxima àquilo que é produzido em média pelo próprio organismo, o que diminui o risco de eventos adversos mais preocupantes.
Por outro lado, essa quantidade pode não ser suficiente para servir de tratamento para pessoas que realmente apresentam algum distúrbio de sono e que eventualmente até se beneficiariam de uma carga extra de melatonina.
“Ainda não existe um consenso de qual é a dose adequada para obter um efeito terapêutico nos pacientes que têm indicação de uso”, diz a neurologista.
A especialista também lembra que não estão disponíveis em larga escala exames para medir a quantidade de hormônio do sono e determinar se há uma deficiência dele no organismo.
“A melatonina não é igual a vitamina D, que a gente consegue facilmente mensurar no sangue e ver se há necessidade de suplementação ou não”, compara.
“Ou seja: ninguém sabe quando realmente é preciso ‘repor’ a melatonina. Não temos, portanto, evidências científicas do benefício da suplementação desse hormônio na população geral”, conclui.
Quando o suplemento pode ajudar
Embora o tema seja recheado de controvérsias, os médicos admitem que a reposição da melatonina pode auxiliar em alguns cenários bem específicos.
“Um indivíduo idoso que apresenta dificuldades para dormir, por exemplo, se beneficiaria da suplementação, desde que exista uma avaliação e uma prescrição médica”, defende Miranda, da SBEM.
“Existem também alguns distúrbios do sono bem específicos que são tratáveis com essa substância”, complementa.
Uma terceira indicação seria para aqueles indivíduos que viajam para outro país com um fuso horário muito diferente. Nesses casos, o suplemento facilitaria a entrada na nova rotina sem passar pelo fenômeno do jet lag —distúrbio temporário do sono em que o relógio biológico está fora de sincronia com o horário local.
“E vale ressaltar que, ao contrário do que dizem algumas propagandas e postagens em redes sociais, não existem estudos comprovando que esse suplemento ajuda a controlar ou perder peso”, chama a atenção o endocrinologista.
Antes de comprar o produto na farmácia, portanto, vale buscar um especialista se você apresenta constantemente dificuldades para pegar no sono (ou manter-se dormindo), ronca durante a noite, tem sonolência ao longo do dia ou fica com aquela sensação de que o descanso noturno não foi reparador.
Esse profissional, que costuma ter uma formação em medicina do sono ou cronobiologia, pode fazer uma avaliação aprofundada e entender os motivos que estão por trás de todas essas dificuldades.
“Muitas vezes, antes de pensar em prescrever a melatonina, podemos tentar uma série de mudanças em comportamentos e hábitos para melhorar a quantidade e a qualidade do sono”, informa Louzada.
Os médicos costumam chamar essas intervenções de higiene do sono. Uma das principais modificações é justamente aumentar a exposição à luz durante o dia e diminuir o contato com telas e lâmpadas no período noturno.
Essa alteração já pode fazer toda a diferença na produção natural de melatonina e garantir um descanso de melhor qualidade.
“A gente não corrige hábitos errados com uma medicação. Na maioria das vezes, precisamos justamente alterar esses hábitos para alcançar uma melhor qualidade de vida”, concorda Miranda.
“E, mesmo nos casos em que há realmente a necessidade de suplementação de melatonina, é preciso pensar com muito cuidado na dosagem e no horário de ingestão do produto”, aponta Louzada.
“A sensibilidade à melatonina varia muito de pessoa para pessoa e é preciso o acompanhamento com um profissional de saúde para evitar o efeito contrário ao desejado”, sugere.
Os eventos adversos mais comuns de tomar a melatonina de forma errada são dor de cabeça, irritação e sonolência ao longo do dia.
“Em longo prazo, porém, o principal problema do uso inadequado é que o suplemento pode não resolver as queixas relacionadas ao sono que aquela pessoa apresenta. Por isso, é tão importante o acompanhamento médico”, conclui Miranda.
Pelo segundo ano seguido, os motoristas ficarão isentos de pagar o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos (DPVAT). A medida foi aprovada no último dia 17 pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), órgão vinculado ao Ministério da Economia.
Segundo o CNSP, a isenção pôde ser concedida porque existe um excedente de recursos no FDPVAT, fundo da Caixa Econômica Federal que administra os recursos do DPVAT, para cobrir os prejuízos com acidentes de trânsito.
Ao ser constituído, em fevereiro de 2021, o FDPVAT recebeu R$ 4,3 bilhões do consórcio de seguradoras que formavam a Seguradora Líder para o fundo. Desde então, o dinheiro vem sendo consumido com o pagamento das indenizações.
“O CNSP tem efetuado reduções anuais sistemáticas no valor do prêmio como forma de retornar, para os proprietários de veículos, estes recursos excedentes, já tendo, inclusive, estabelecido valor igual a zero, para todas as categorias tarifárias, para o ano de 2021. Tal decisão promove a devolução à sociedade dos excedentes acumulados ao longo dos anos. Sem nova arrecadação, a tendência é que esses recursos sejam consumidos com o pagamento das indenizações por acidentes de trânsito ao longo do tempo”, informou o órgão.
O CNSP atendeu a pedido da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O excedente foi formado com os prêmios pagos pelos próprios proprietários de veículos ao longo dos anos. Apesar de ajudar os motoristas, a medida afeta o Sistema Único de Saúde (SUS), que recebia 45% da arrecadação anual do DPVAT.
A isenção vale para todas as categorias. Caso a cobrança fosse mantida, os motoristas teriam de pagar de R$ 10 a R$ 600 para custear as coberturas do seguro obrigatório. As tarifas variam conforme o tipo de veículo e a região do país.
O Presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou a prorrogação até o fim de 2023 da desoneração da folha de pagamento das empresas dos 17 setores da economia que mais geram empregos. A sanção do Projeto de Lei (PL) 2.541/2021 foi publicada ontem (31), data em que o benefício fiscal se encerraria, no Diário Oficial da União. O projeto foi sancionado integralmente, sem vetos e já está em vigor.
O projeto, aprovado em dezembro passado pelo Senado, diz que as empresas beneficiadas podem optar por deixar de pagar a contribuição previdenciária calculada sobre a folha de pagamentos, de 20% sobre os salários dos empregados, e continuar a contribuir com a alíquota sobre a receita bruta, que varia de 1% a 4,5%. Em tese, a iniciativa oferece um maior incentivo para a contratação de pessoal.
A medida beneficia as empresas de transporte rodoviário coletivo e de cargas, metroferroviário de passageiros, empresas de informática, de circuitos integrados, de tecnologia de comunicação, do setor da construção civil, empresas de obras de infraestrutura, empresas de call center, calçados, confecção/vestuário, couro, jornais e empresas de comunicação.
A legislação também prorroga o prazo referente a acréscimo de alíquota da Contribuição Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior (Cofins-Importação).
“O projeto sancionado tem capacidade de oferecer estímulos aos setores beneficiados à necessária retomada da economia, principalmente, em face da diminuição de encargos fiscais a cargo dos empregadores”, informou o Ministério da Economia.
Ricardo Salles se manifestou por meio das redes sociais
Ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles Foto: MMA/Gilberto Soares
O ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, usou as redes sociais neste sábado (1º) para fazer comentários a respeito do Brasil. Ele também afirmou que “temos uma eleição crucial para ganhar”.
– Brasil completará 200 anos. Temos muitas reformas a fazer, estatais para vender, brasileiros para ajudar e uma eleição crucial para ganhar – escreveu Salles, no Twitter.
Time do Flamengo reunido antes da partida diante do Bahia Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF
Um dos clubes financeiramente mais sólidos do Brasil, o Flamengo, ao contrário de alguns rivais, depende de recursos gerados por si próprio para investir no mercado da bola.
Passado todo o episódio que resultou na contratação de Paulo Sousa, o clube se volta para a temporada de 2022, mas é fato que dificilmente um investimento de grande vulto será feito em um primeiro momento. Mas não seria por falta de capacidade.
Com receitas estimadas em R$ 1 bilhão para o anoque se inicia, o Fla estima faturar R$ 151 milhões apenas com bilheteria e o seu programa de sócio-torcedor. Por causa da pandemia, esses campos foram muito afetados, mas a tendência é que voltem a dar frutos nesta temporada.
Há ainda a expectativa de faturar R$ 230 milhões com direitos de transmissão, R$ 130 milhões em premiações, além de outros R$ 255 milhões em receitas oriundas do marketing. Antes da virada, o clube aprovou um pacote de R$ 70,6 milhões por três patrocinadores. Todas as propriedades do uniforme já garantem R$ 147 milhões, mas a conta irá subir por causa da busca de um novo parceiro para a barra traseira da camisa. Antiga patrocinadora, a Total não seguirá.
Apesar da previsão da receita de R$ 1 bilhão, o Flamengo não tem plano de grandes reforços. Seu gasto geral, no entanto, vai crescer. A despesa estimada em 2022 é de R$ 611 milhões. Esse valor é 11% maior do que o de 2021, que vai fechar com R$ 550 milhões.
O Rubro-Negro estima gastar aproximadamente R$ 100 milhões em contratações, mas grande parte deste bolo está comprometido com parcelas em aberto de Gabigol, Pedro e Gerson. Ainda há, no entanto, dinheiro para entrar por causa das transações de Gerson e Rodrigo Muniz. Esse ingresso de vendas está estimado em R$ 186 milhões. As aquisições de nomes como Thiago Maia, Kenedy e Andreas Pereira ainda vão entrar na pauta. A renovação de Arrascaeta já está em debate.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou o projeto de lei complementar que cria a figura do MEI Caminhoneiro. A medida foi assinada na sexta-feira (31).
Com a mudança, o caminhoneiro poderá ter um CNPJ e emitir notas fiscais. Dessa forma, a categoria passa a poder acessar linhas de crédito com condições especiais. Além disso, os profissionais passam a ser vinculados como Transportador Autônomo de Carga, e aumenta o limite de rendimento anual dos atuais R$ 81 mil para R$ 251.600,00.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou, nesta sexta-feira (31), a suspensão temporária da operação de navios de cruzeiro no Brasil. Segundo o órgão, a suspensão seria em “caráter preventivo”, enquanto não há tantos dados disponíveis para avaliação do cenário epidemiológico.
A recomendação acontece logo após ocorrerem dois surtos em navios de cruzeiros no Brasil. Um deles, o Costa Diadema, estava atracado em Salvador, quando 68 pessoas testaram positivo para Covid-19.
A Anvisa fez a sugestão ao Ministério da Saúde e citou ainda o crescimento do número de casos relacionados com a variante ômicron em todo o mundo.
No texto, a agência reconhece a elaboração de Planos de Operacionalização, porém diz que “tem-se observado dificuldades impostas pelos entes locais diante da necessidade de eventuais desembarques de casos positivos para Covid-19 em seus territórios”.
O primeiro post do presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022 foi dedicado a comentar sobre a Petrobras. Para o presidente, a estatal brasileira “vem se recuperando de desmandos e desvios praticados num passado bastante recente, mas que ainda refletem nos preços dos combustíveis de hoje”.
Na publicação, Bolsonaro também lembrou que a dívida da companhia teve queda em 2021, atrelada também a uma recuperação de recursos bilionária – frutos de acordos de leniência e delações premiadas: “prova inconteste da corrupção existente na empresa”, escreveu.
Questionado por um internauta sobre quando a população teria o “retorno” com os índices positivos da Petrobras, Bolsonaro foi taxativo:
– A previsão de quitar a dívida é para esse ano. Se o cara voltar, a roubalheira retorna em 23 – disse, fazendo referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Interrupção foi recomendada pela Anvisa após casos de Covid-19 em navios ancorados em Salvador e Santos
Foto: Rildo de Jesus/TV Bahia/ Reprodução
Em atuação conjunta, os ministérios da Saúde, Justiça e Segurança e Infraestrutura vão decidir se a temporada de cruzeiros marítimos será suspensa ou não. Com base na lei 13.979/2020, que dispõe sobre restrições relativas a pandemia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão preventiva, em resposta às infecções pelo novo coronavírus diagnosticadas no Costa Diadema (foto), ancorado no Porto de Salvador, e no MSC Splendida, em Santos (SP).
Para a agência, a medida deve ser adotada “até que haja mais dados disponíveis para avaliação do cenário epidemiológico”. Em nota, a Anvisa lembra também o aparecimento da variante Ômicron.
“Os dados disponíveis até o momento apontam que a variante Ômicron tem o potencial de se espalhar mais rápido do que outras variantes e que pode contornar parte da proteção imunológica de vacinas e casos anteriores de Covid-19”, argumenta o órgão federal.
A Anvisa sustenta ainda que “têm sido observadas dificuldades impostas pelos entes locais diante da necessidade de eventuais desembarques de casos positivos para Covid-19 em seus territórios”.