Anúncio foi feito pelo jornalista Paulo Figueiredo nesta quarta-feira
Rodrigo Pacheco e Ricardo Lewandowski Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados; Foto: Tom Costa/MJSP
Na noite desta quarta-feira (20), em meio ao enorme impacto causado pelos indiciamentos do ex-presidente Jair Bolsonaro e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pela Polícia Federal, por coação a autoridades no curso da ação penal do golpe de Estado, o jornalista Paulo Figueiredo, que vive nos Estados Unidos, fez um anúncio que produz ainda maior alvoroço no Brasil.
Em suas redes sociais, Figueiredo anunciou que o “senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o ministro Ricardo Lewandowski – e seus familiares – tiveram seus vistos americanos revogados”.
– Enquanto a Polícia Federal vem com indiciamentos inúteis, confirmo que o senador Rodrigo Pacheco, e o ministro Ricardo Lewandowski – e seus familiares – tiveram seus vistos americanos revogados pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos da América.
Os ministérios da Defesa e dos Portos e Aeroportos do governo Lula (PT) deverão prestar esclarecimentos ao Congresso Nacional sobre a entrada em território brasileiro de uma aeronave militar dos Estados Unidos, que fez pousos em Porto Alegre (RS) e em Guarulhos (SP) nesta terça-feira (19). O pedido foi feito por três parlamentares do PSOL.
De acordo com o requerimento, assinado pelo deputado Glauber Braga (RJ) e pelas deputadas Fernanda Melchionna (RS) e Sâmia Bomfim (SP), a gestão federal deverá informar detalhes sobre a operação e a finalidade da missão. O avião em questão é um Boeing 757 utilizado pela Força Aérea dos EUA e que costuma transportar autoridades americanas, incluindo integrantes da Agência Central de Inteligência, a CIA.
Os parlamentares querem saber se o governo americano fez um pedido formal para a operação, quais termos foram estabelecidos, quem estava a bordo da aeronave e se houve desembarque de equipamentos ou carga. Também questionam se a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foi comunicada previamente, se houve apresentação de plano de voo e se toda a documentação exigida pela legislação brasileira foi cumprida.
No requerimento, os deputados afirmam que a presença de um avião militar estrangeiro em solo brasileiro, sem informações claras e públicas sobre sua missão, “levanta preocupações relevantes que merecem ser sanadas”. Caso os ministérios optem por classificar algum dado como sigiloso, terão que justificar a decisão formalmente.
SOBRE O POUSO O Boeing C-32B, que é uma versão militar do Boeing 757-200, despertou curiosidade justamente pelo fato de não ter qualquer identificação e pela ausência de divulgação oficial de informações sobre o motivo de sua missão, pousou primeiramente em Porto Alegre (RS) e horas depois seguiu para Guarulhos (SP).
Segundo registros do site FlightRadar, o avião partiu de uma base aérea em Wrightstown, em Nova Jérsei, na última segunda (18), e seguiu para Tampa, na Flórida; depois para San Juan, em Porto Rico; e, de lá, voou até Porto Alegre, onde pousou por volta das 17h13 desta terça. A decolagem seguinte ocorreu às 20h03, com destino a Guarulhos, onde o avião chegou às 21h48 e permanecia até a manhã desta quarta (20).
A operação foi confirmada pelas concessionárias que administram os dois aeroportos brasileiros. Em nota, a Fraport, responsável pelo terminal gaúcho, confirmou o pouso e disse que a aeronave seguiu para Guarulhos. Já a GRU Airport, responsável pelo terminal da cidade paulista, reforçou que a chegada da aeronave contou com autorização do Ministério da Defesa do Brasil.
Fontes da Polícia Federal ouvidas pela CNN Brasil afirmaram que o avião transportava diplomatas norte-americanos destinados ao Consulado dos EUA em Porto Alegre. O Ministério da Defesa brasileiro também confirmou à emissora que a aeronave estava regular e que possuía plano de voo.
*Pleno.News Foto: Reprodução/YouTube Aircraft. Picmove. Military
Sob os gritos de “a roubalheira do PT tá acabando”, a oposição comemorou a escolha do senador Carlos Viana (Podemos-MG) para a presidência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Ele derrotou Omar Aziz (PSD-AM), indicado de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e alinhado ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O Congresso finalizou no período da tarde desta quarta-feira (20) a sessão de instalação do colegiado para apurar descontos fraudulentos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Omar Aziz atribuiu a derrota ao fato de a senadora Tereza Cristina (PP-MS) ter encerrado a votação antes de todos terem registrado suas posições. Tereza afirmou que respeitou o regimento e que a maioria dos senadores já havia votado.
O governo sofreu uma segunda derrota com a decisão de Viana de escolher o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) como relator do colegiado. A escolha difere da indicação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que havia anunciado Ricardo Ayres (Republicanos-TO) para o posto.
– Foi algo não imaginado: uma união de todos da oposição que lutaram para que esse momento fosse possível e assertivo. A CPMI não pode começar com vícios e já estava iniciada viciada na fala do outrora presidente e relator que já vinham dando indícios de como conduziriam os trabalhos – afirmou Zé Trovão (PL-SC).
O colegiado é formado por 32 titulares, sendo 16 senadores e 16 deputados. Entre os integrantes estão os líderes de algumas das maiores bancadas, como os líderes no Senado do PT, Rogério Carvalho; do MDB, Eduardo Braga; do PP, Tereza Cristina, além de Aziz, que comanda o PSD – além de nomes influentes, como Renan Calheiros (MDB-AL) e o ex-ministro Paulo Pimenta (PT-RS).
Internamente, parlamentares consideram que o reforço da composição reflete a preocupação com a repercussão e a exploração política dos trabalhos da comissão.
O governo Lula (PT) é desaprovado em seis dos oito estados analisados pela pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (20). A avaliação positiva da gestão supera a negativa apenas na Bahia e em Pernambuco. Já em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás, a desaprovação é majoritária. Juntos, esses oito estados representam 66% do eleitorado brasileiro.
Em São Paulo, 65% desaprovam o governo e 34% aprovam. Em Minas, a desaprovação é de 59% e a aprovação de 40%. No Rio, 62% desaprovam e 37% aprovam. No Paraná, 64% desaprovam e 34% aprovam. No Rio Grande do Sul, 62% desaprovam e 37% aprovam. Já em Goiás, 66% rejeitam o governo e 33% aprovam.
Nos dois estados nordestinos incluídos no levantamento, os números se invertem. Na Bahia, são 60% os que aprovam a gestão Lula e 39% os que desaprovam. Em Pernambuco, por sua vez, a aprovação é de 62% e a desaprovação é de 37%.
A pesquisa entrevistou 1.104 pessoas por estado em GO, PR, RS e PE; 1.200 pessoas na Bahia; 1.404 no Rio de Janeiro; 1.482 em Minas; e 1.644 em São Paulo. A margem de erro é de dois pontos percentuais em São Paulo e de três pontos nos demais estados, com nível de confiança de 95%.
Além das sondagens regionais, a Genial/Quaest realizou um levantamento nacional, com 2 mil entrevistados adicionais, totalizando 12 mil pessoas ouvidas.
Nesse recorte, o governo Lula registrou 46% de aprovação e 51% de desaprovação, mantendo a tendência de melhora observada em julho. O avanço foi puxado pelo Nordeste, onde a aprovação cresceu sete pontos, passando de 53% para 60% no período analisado.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse, nesta segunda-feira (19), que trabalha com foco na gestão do estado e que não gasta tempo pensando numa candidatura a presidente da República no ano que vem. O governador afirmou ainda que vai focar em entregar um bom trabalho no estado e “ajudar quem vai vir, quem vai ser candidato no nosso campo” da direita, no que diz respeito às eleições de 2026.
– Sabe quanto tempo eu perco pensando nisso? Zero. Estou extremamente focado no projeto de São Paulo, extremamente focado. Até porque o que nos preocupa é o legado, o que a gente pode deixar. A população confiou a nós o mandato, deu uma confiança para nós extraordinária. Sou muito grato à população de São Paulo por isso – declarou Tarcísio ao responder sobre planos para uma candidatura ao Planalto durante evento da Warren Investimentos.
Tarcísio salientou que pensar num projeto de país é mais importante do que pensar numa candidatura de centro-direita.
– O meu objetivo agora é ajudar quem vai vir, quem vai ser candidato no nosso campo, tentar ajudar com um projeto de Brasil. (…) Meu grande objetivo é participar de um projeto que seja vencedor, um projeto que transforme esse Brasil. O piloto, pouco importa. O projeto é que é importante – disse o governador de São Paulo.
Ao falar da “mística” de que o governador de São Paulo é sempre um presidenciável, Tarcísio lembrou que o último político que se tornou presidente após ocupar o posto foi Jânio Quadros, no início da década de 60.
– Esse negócio de governar estado não é de Deus, não – brincou.
TARIFAÇO Tarcísio também disse que o governo de São Paulo continua estudando eventuais novas medidas para contenção de efeitos em setores atingidos pelo tarifaço.
– Mas mais do que isso, continuamos fazendo contato lá [nos Estados Unidos], continuamos tentando falar com alguém, sensibilizar alguém. Trabalho de formiguinha mesmo.
A grande preocupação, segundo ele, é que o Brasil perca mercados relevantes a empresas que empregam muitas pessoas, por causa da taxação.
– Agora, eu sou otimista. Sempre otimista. Então, eu acho que vamos conseguir resolver em algum momento – disse.
Durante o evento, o gestor paulista defendeu uma agenda de desvinculação e desindexação do orçamento e revisão de benefícios tributários, junto com reforma administrativa, baseada na meritocracia, e programas de concessões e privatizações.
– Se eu gasto muito, estou comprometendo as próximas gerações. Estamos falando de aumento de imposto, de atacar produtividade e de não crescer – afirmou Tarcísio, numa crítica à política fiscal do governo federal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que o governo enviará ao Congresso dois projetos de lei para regular as big techs, um com foco na regulação de conteúdo e outro na área econômica. As propostas foram elaboradas pelos ministérios da Justiça e da Fazenda, além da Secretaria de Comunicação Social (Secom).
O projeto sobre conteúdo mira plataformas com mais de três milhões de usuários, impondo regras mais rígidas, enquanto as menores terão obrigações mais leves.
Já a proposta econômica é direcionada às gigantes como Google, Amazon, Apple, Meta e Microsoft, com medidas para coibir práticas de concorrência desleal. Lula também pretende articular o envio com os presidentes do Senado e da Câmara para garantir apoio às propostas.
Os Estados Unidos revogaram os vistos da esposa e da filha, de 10 anos, do ministro da Saúde da gestão Lula (PT), Alexandre Padilha. A medida não foi aplicada contra o próprio ministro, pois o visto dele já estava vencido desde 2024.
As punições ocorrem em meio a uma ofensiva do governo estadunidense contra figuras ligadas à criação do Mais Médicos. Para a gestão Donald Trump, o programa instituído pelo governo brasileiro foi usado para beneficiar o regime cubano.
A sanção contra a família de Padilha foi anunciada na manhã desta sexta-feira (15) em comunicados emitidos pelo consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo. No informe, a entidade afirma que “surgiram informações indicando” que a companheira e a filha de Padilha não são mais elegíveis.
Padilha também esteve à frente da pasta em 2013, ano em que o programa foi criado.
De acordo com informações da jornalista Julia Duailibi, tanto a esposa quanto a filha de Padilha estão no Brasil. Elas tomaram conhecimento do caso via comunicado enviado por e-mail nesta sexta.
Além das duas brasileiras, também foram afetados pela medida o secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Julio Tabosa Sales, e o coordenador-geral para COP30 Alberto Kleiman, ambos pelo mesmo motivo: envolvimento na criação do Programa Mais Médicos.
Para a gestão Donald Trump, eles usaram a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) como “intermediária com a ditadura cubana para implementar o programa sem seguir os requisitos constitucionais brasileiros, driblando as sanções dos EUA” e “pagando ao regime cubano o que era devido aos trabalhadores médicos cubanos”.
Nesta quinta (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aconselhou o secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Mozart Sales, a não se preocupar com a derrubada do seu visto estadunidense. O petista apontou que o “mundo é muito grande” e que o Brasil está cheio de lugares bonitos para se visitar.
O influenciador Hytalo Santos foi preso nesta sexta-feira (15), no interior de São Paulo. Ele é alvo de investigações do Ministério Público da Paraíba (MPPB) que o apontam como suspeito de exposição e exploração de crianças e adolescentes.
O mandado de prisão foi expedido pela 2ª Vara da Comarca de Bayeux, da Paraíba. O companheiro do influenciador, Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, também foi preso. As informações preliminares são do G1. Hytalo foi alvo de medidas da Justiça da Paraíba desde a publicação do vídeo Adultização, no qual o youtuber Felca denuncia suposta exploração de menores. Postado no último dia 6 de agosto, o vídeo já conta com mais de 40 milhões de vizualizações.
Na última quarta (13) houve outro mandado de busca e apreensão contra o influenciador paraibano, com a Polícia Militar indo até o condomínio de Hytalo. Funcionários do condomínio informaram que ele havia saído pouco antes, levando “bastante equipamentos” no carro.
Ao entrar na casa, as equipes encontraram um cenário que chamou a atenção. O imóvel estava esvaziado, com portas internas trancadas e louça lavada e organizada na área externa. Mas o que mais intrigou foi que havia uma máquina de lavar funcionando no imóvel. O juiz Adhailton Lacet afirmou que, caso a saída de Hytalo se configurasse como um obstáculo às investigações, a prisão preventiva do influenciador seria decretada. O magistrado estava aguardando manifestação do Ministério Público.
Além das operações de busca, Hytalo já teve o acesso às redes sociais bloqueado e está proibido de manter contato com os menores citados no processo. Sua conta no Instagram está fora do ar desde 8 de agosto, após o vídeo de Felca.
O Brasil registrou o primeiro caso de um tipo de câncer de mama extremamente raro associado a implante mamário de silicone. O carcinoma espinocelular foi descrito pela primeira vez na medicina em 1992 e, desde então, apenas 20 mulheres no mundo foram diagnosticadas com a doença.
O caso brasileiro foi relatado por uma equipe coordenada pelo mastologista Idam de Oliveira Junior, do Hospital de Amor, em Barretos (SP), em uma publicação no Annals of Surgical Oncology, em 23 de julho. Além de identificar o caso, o estudo propõe uma forma inédita de padronizar o estadiamento e o tratamento da doença, muito associada ao uso das próteses por longos períodos sem a realização da troca, quando recomendada.
“Devido ao número limitado de ocorrências, os fatores de risco para o desenvolvimento deste tipo de tumor altamente agressivo são desconhecidos. Estamos diante de uma doença de comportamento agressivo. O diagnóstico precoce permite um tratamento mais eficiente com maior sobrevida para a paciente”, observa o mastologista Oliveira Junior em comunicado da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM).
A paciente brasileira, de 38 anos, tinha a prótese de silicone desde os 20 anos. Ela foi ao médico após sentir dores e o aumento do volume em uma das mamas. O exame revelou acúmulo de líquido ao redor da prótese e alterações na cápsula.
O material foi enviado para biópsia, que confirmou a presença do carcinoma. A mulher passou pela retirada da prótese e mastectomia, mas logo em seguida houve o retorno do tumor e ela acabou falecendo dez meses após o novo diagnóstico.
Segundo Oliveira Junior, a ocorrência é rara, mas exige atenção. “A cada ano, temos mais mulheres vivendo por longo tempo com próteses de silicone. Neste sentido, é importante que qualquer alteração apresentada nos implantes seja considerada e investigada”, afirma o especialista.
O que é o câncer causado pelo silicone? Descrito pela primeira vez em 1992, o carcinoma espinocelular ligado à prótese mamária é um tipo agressivo de câncer de mama e tem prognóstico preocupante. Dos 17 casos analisados pelos médicos brasileiros em seu estudo, nove tiveram recorrência dos tumores ainda no primeiro ano de doença e seis faleceram nos primeiros dois anos. A taxa média de sobrevida global foi de 15,5 meses, e a de sobrevida livre de progressão, de 13,5 meses.
O governo dos EUA já havia classificado o projeto como um ‘golpe diplomático inconcebível’
Em junho de 2013, o governo do PT, sob a gestão de Dilma Rousseff, lançou oficialmente o programa | Foto: Reprodução
O Conselho Federal de Medicina (CFM) mantém uma postura crítica em relação ao Programa Mais Médicos. O tema recentemente ganhou destaque depois das sanções do governo dos Estados Unidos.
Segundo o presidente da entidade, o ginecologista José Hiran da Silva Gallo, o CFM sempre se opôs à iniciativa. Ele argumenta que o Mais Médicos fragilizou o Sistema Único de Saúde e precarizou o atendimento à população necessitada.
Gallo também criticou o programa por permitir a atuação de profissionais sem a revalidação de seus diplomas e sem direitos trabalhistas garantidos. “Defendemos políticas públicas que valorizem o médico, qualifiquem a formação e garantam atendimento seguro à população”.
Nos bastidores do CFM, conselheiros discutem a inclusão de gestores do Mais Médicos em uma lista de investigados. A primeira equipe de gestores, que inclui figuras como o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o secretário-executivo Adriano Massuda, está entre os nomes cogitados para essa apuração.
Marco Rubio afirma que Mais Médicos é instrumento da ditadura cubana
Nesta quarta-feira, 13, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que a ditadura cubana explora os trabalhadores por meio do Mais Médicos. Desta forma, ele assegurou que vai responsabilizar “aqueles que lucram com o trabalho forçado”.
Em junho de 2013, o governo do Partido dos Trabalhadores (PT), sob a gestão da então presidente Dilma Rousseff, lançou oficialmente o programa. Resultado de uma parceria com o regime de Cuba, o projeto tinha como objetivo, conforme a sigla, ampliar a assistência médica no país por meio da contratação de profissionais cubanos.
No entanto, para o governo norte-americano, o Mais Médicos foi um “golpe diplomático inconcebível de ‘missões médicas’ estrangeiras”. Em março, Rubio já havia informado que a gestão de Trump aplicaria sanções aos responsáveis “pelo programa de exploração de mão de obra cubana”.