O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), fez uma dura revelação sobre o ”apagão” que aconteceu na última terça-feira (12), durante votação da PEC dos Benefícios.
A Polícia Federal foi até a Casa Legislativa e investiga se houve interferência da oposição para tentar atrapalhar a votação da PEC.
Informações Terra Brasil Noticias
Em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, nesta quarta-feira (13), o presidente Jair Bolsonaro (PL) contou que, em 2017, teve encontro com o petista Marcelo Arruda, guarda municipal assassinado por Jorge Guaranho, policial penal, no último sábado (9).
Bolsonaro dá a entender na conversa que chegou a atender um pedido feito por Arruda, que na época atuava como diretor do Sindicato de Servidores Públicos de Foz do Iguaçu, no Paraná, votando favorável à reivindicação do petista na Câmara dos Deputados.
“Por coincidência, resgatamos uma foto agora, de 2017, eu com o irmão deles que morreu”, disse, referindo-se aos irmãos de Arruda, José e Luiz, com quem conversou na terça-feira (12).
A foto foi divulgada na segunda-feira (11) por Tony Cleverson Correa, colega de Marcelo Arruda e que era presidente da Associação dos Guardas Municipais de Foz do Iguaçu. Em entrevista para a Folha de S. Paulo, Correa contou que ele e Arruda vieram a Brasília na época em que se debatia no Congresso Nacional a reforma da Previdência. Eles queriam reivindicar a inclusão dos guardas municipais na reforma da aposentadoria policial.
A edição 2022 da pesquisa “A cara da democracia” perguntou sobre o consumo de informações sobre política nas redes sociais, e o Facebook, apesar de outras redes sociais fazerem muito barulho nos debates sobre o tema, lidera de longe nas repostas dos entrevistados: 33%. Segundo dados da sondagem analisados pelo Pulso, mais de três quartos dos entrevistados usam as redes para se informar sobre o tema.
Enquanto o Facebook foi citado por um terço dos entrevistados como sua principal rede usada para se informar sobre política, a plataforma é seguida pelo Instagram (16%, que é do mesmo grupo, a Meta), por YouTube (12%) e WhatsApp (10%, também da Meta), empatados no limite da margem de erro. O Twitter, amplamente usado por políticos e por meios de comunicação, acumula somente 3% das citações, ligeiramente à frente de TikTok e Telegram. No cenário geral, 22% disseram ter nas redes sociais seu principal meio de informação sobre política — atrás apenas do noticiário de televisão, que acumula 38% das preferências.
A quantidade de pessoas que citou ter preferência por consumir informações sobre política em alguma das redes sociais apresentadas soma 76% dos entrevistados (a pergunta de múltipla escolha só permitia uma resposta). Dentre estes entrevistados, 63% citaram ainda ter ao menos uma segunda rede preferida para este fim. Enquanto isso, 21% disseram não ter redes sociais ou não usá-las de modo algum para se informar sobre política.
Algumas redes que são frequentemente utilizadas no debate público por cidadãos e políticos, como Twitter e Telegram, foram pouco citadas pelos entrevistados como sendo de sua preferência para consumir informações sobre política. No entanto, especialistas indicam que esta relação é muito mais complexa do que uma escolha de A ou B, e que é mais importante entender como a internet funciona de forma dinâmica, capaz de criar formas muito difusas de influência.
O caso do Twitter é um exemplo que chama a atenção. Mesmo que citado por somente 3% como sua principal rede usada para consumir política, é usado por toda gama de políticos para se comunicar com eleitores e cidadãos de forma geral. Segundo especialistas do tema, é considerado inclusive uma rede com alta capacidade de “agendamento” (ou seja, potencial de moldar coberturas jornalísticas).
— As plataformas têm diferentes funções e diferentes audiências. O Twitter tem outras funções importantes. Uma delas é a capacidade de agendamento da imprensa. Outra é a possibilidade de entrar em discussão direta com atores políticos, gerando assim uma visibilidade que não é possível em outras redes sociais — explica Marisa von Bülow, professora do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), sobre as diferentes possibilidades de interação dentro da rede. — No caso do Twitter, pesa bastante o fato de terem forte presença ali os políticos, jornalistas e acadêmicos, com os quais é possível pelo menos tentar interagir diretamente.
Segundo a especialista, outro exemplo da importância de se olhar para esse dinâmico ecossistema de redes (para além de plataforma A ou B) inclui o fato de que informações fluem facilmente de uma rede para outras. Inclusive, em grande parte das vezes isto já vem sendo feito de forma coordenada, e não apenas espontânea.
Informações Terra Brasil Noticias
O médico Giovanni Quintella Bezerra foi isolado, longe de outros detentos, em uma cela da galeria F da Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8. Segundo uma reportagem do g1, ele seguirá isolado e sem previsão de contato com os outros presos por medida de segurança.
Ainda de acordo com a reportagem, a cela tem 36 metros quadrados – seis metros de largura por seis metros de profundidade. Ela foi projetada para mais de uma pessoa mas, por precaução, Giovanni ficará sozinho. A unidade é destinada, principalmente, aos detentos com ensino superior.
A TV Globo mostrou que, após ter a prisão em flagrante convertida em preventiva, quando o suspeito chegou ao local, detentos começaram a sacudir as grades, vaiar e xingar o anestesista.
O preso é investigado pelo estupro filmado de uma mulher na mesa de parto e outros cinco possíveis crimes semelhantes cometidos nas unidades em que trabalhou, entre elas o Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti.
*Metro1
Tendo como foco os municípios que fazem parte da Região Metropolitana de Feira de Santana, o pré-candidato a deputado federal Zé Chico (UB – foto ilustração) tem o projeto de criar um Centro Industrial Metropolitano. Lamentando o fechamento do Centro Industrial do Subaé, Zé Chico acredita que é preciso ir além. “Implantar um Centro Industrial Metropolitano é fundamental, um projeto que vai criar mais empregos, mais oportunidades para os jovens que se formam, mais opções de novos cursos técnicos, mais vendas para os produtores rurais, mais cargas para empresas ou profissionais autônomos de transporte”, avalia. O pré-candidato ressalta que núcleos estarão distribuídos entre as cidades que fazem parte da Região Metropolitana de Feira de Santana, “avançando todo o potencial e chegando a mais pessoas”, conforme salienta.
*Bahia na Política
A Câmara dos Deputados espera aprovar, nesta quarta-feira (12/7), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que turbina auxílios e programas sociais, e cria novos benefícios a serem pagos este ano, em razão de um estado de excepcionalidade provocado pela escalada da inflação e pela crise nos preços de combustíveis.
A matéria já recebeu a aprovação dos deputados em um primeiro turno de votação. É necessário, porém, que a PEC seja submetida a um segundo turno de deliberação para, enfim, ir à sanção.
A PEC dos Auxílios, um dos vários nomes que recebeu ao longo de sua tramitação no Congresso Nacional, tem custo estimado de R$ 41,25 bilhões, que serão despendidos na forma de gastos extraordinários, fora do limite previsto pelo teto de gastos públicos.
Todas as propostas previstas na PEC tem caráter temporário e limitado ao exercício deste ano. Ou seja, os benefícios previstos por ela só terão validade até dezembro.
Veja os benefícios previstos na PEC:
A PEC ainda se propõe a zerar a fila de beneficiários que ainda aguardam a inclusão no programa social.
A União também tem o intuito de ressarcir estados que aderirem à gratuidade para idosos nas passagens de transporte público.
Informações Terra Brasil
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que vai pedir à Polícia Federal (PF) e ao Ministério da Justiça que apurem a queda de internet na Casa nesta terça-feira, 12. O problema técnico gerou insegurança sobre a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) “Kamikaze”, que concede uma série de benefícios sociais às vésperas da eleição e decreta estado de emergência nacional.
“A apuração será rigorosa e dura com essa coincidência na Câmara dos Deputados”, disse Lira. Segundo o presidente da Câmara, dois servidores de internet caíram ou “foram cortados” ao mesmo tempo. Na visão dele, o problema tecnológico é “grave” e “não é usual”. Mesmo assim, após uma força-tarefa do governo para mobilizar a base e estratégias de Lira no plenário, a PEC foi aprovada em primeiro turno.
O líder do PL na Câmara, Altineu Côrtes (RJ), chegou a falar em “fraude” e “ataque à democracia”, mas Lira negou que a votação no painel do plenário tenha sido fraudada.
Em nota, a Câmara classificou o ocorrido como “grave”: “A área técnica da Câmara dos Deputados verificou instabilidade no sistema de votação remota a partir das 19 horas. A situação se agravou rapidamente, suspendendo qualquer possibilidade de votação à distância, inclusive com a queda da rede wi-fi. Foram interrompidos simultaneamente os dois links de Internet, fornecidos por empresas distintas. Trata-se de uma ocorrência grave e sem precedentes. Para assegurar que todos os deputados exerçam seu legítimo direito de voto, foi suspensa a sessão e determinada a investigação imediata das causas e responsabilidades da pane do sistema”.
Informações UOL
Emendas somam R$ 16,5 bi no Orçamento de 2022, mas podem chegar a R$ 19 bi no ano que vem.
A sessão do Congresso Nacional desta terça-feira (12) terminou com a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, além da aprovação de Projetos de Lei do Congresso (PLN) referentes a créditos suplementares. A LDO determina as metas e prioridades para os gastos públicos e oferece os parâmetros para elaboração do projeto de lei orçamentária do ano que vem. Sua votação era necessária até o dia 17 de julho, para possibilitar que os parlamentares entrassem em recesso no dia 18 em caráter oficial.
O texto-base do projeto de lei da LDO foi aprovado com 324 votos a favor contra 110, na Câmara dos Deputados, e 46 votos a favor contra 23, no Senado Federal. O projeto apresentado pelo governo prevê que no próximo ano as contas públicas do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) deverão fechar 2022 com déficit primário de até R$ 65,91 bilhões e estabelece salário mínimo de R$ 1.294 para o ano que vem.
O principal ponto da LDO aprovada hoje diz respeito à execução das chamadas emendas do relator-geral do Orçamento (RP9), que somam R$ 16,5 bilhões no Orçamento deste ano, mas podem chegar a R$ 19 bilhões no ano que vem. Inicialmente, o projeto trazia a obrigatoriedade da execução dessas emendas, mas desde a sessão de segunda (11), várias críticas a essa obrigatoriedade fizeram o relator, senador Marcos Do Val (Podemos-ES), mudar de ideia.
“Então, eu estou suprimindo, de pronto, o art. 81-A, do parecer da Comissão, relativo à impositividade da RP-9”, declarou Do Val ainda na sessão de ontem, após ouvir parlamentares, assessores e consultores. A decisão do relator agradou a oposição e abriu caminho para aprovação da LDO no início desta tarde.
A maior divergência a respeito das emendas RP9, de acordo com seus críticos, sempre esteve na falta de transparência em relação a quem as recebe e qual o valor repassado. Na prática, essas emendas podem ser usadas como moeda de troca de favores políticos, como votações a favor de projetos ou até mesmo no apoio a chapas para presidência da Câmara ou do Senado. Deputados ou senadores que recebem dinheiro de emendas devem investi-lo nos estados em municípios, como, por exemplo, em construção de escolas, reforma de rodovias ou hospitais.
Do Val incluiu no texto medidas para conferir mais transparência e controle das RP 9. A partir de 2023, as indicações e a ordem de prioridade das emendas de relator serão estabelecidas também pelo presidente da Comissão Mista de Orçamento, e não apenas pelo relator. Todas as indicações deverão trazer o nome do parlamentar solicitante, mesmo que a indicação seja fruto de uma demanda de agentes públicos ou representantes da sociedade civil.
A LDO aprovada ainda permite, por exemplo, que o Congresso Nacional utilize a projeção mais atualizada para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) 2022, com o objetivo de corrigir o cálculo do teto de gastos da União para 2023, que no projeto da LDO é estimado em R$ 1,711 trilhão. Dessa maneira, não será mais necessário utilizar a projeção que deve ser informada pelo Ministério da Economia em 22 de novembro.
O texto aprovado também autoriza a reestruturação e recomposição salarial da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Penitenciária, além das polícias Civil e Militar e bombeiros militares do Distrito Federal.
Também foi autorizado o provimento de cargos e funções relativos aos concursos vigentes dessas carreiras, até o montante das quantidades e dos limites orçamentários da lei orçamentária para 2023. A proposta proíbe reajuste do auxílio-alimentação ou refeição e da assistência pré-escolar em percentual superior à variação acumulada do IPCA desde a última revisão de cada benefício.
Informações Terra Brasil Notícias
Conversa ocorreu nesta terça-feira
Nesta terça-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro conversou com Luiz Arruda, irmão do tesoureiro do PT de Foz de Iguaçu (PR), Marcelo Arruda, que foi assassinado no último domingo durante uma festa em que comemorava seus 50 anos.
O chefe do Executivo deu os pêsames ao parente da vítima e repudiou atos de violência, segundo informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
De acordo com Guilherme Amado, colunista do Metrópoles, os irmãos de Arruda são apoiadores de Bolsonaro. Eles foram convidados pelo presidente a participar de uma coletiva de imprensa a ser realizada na próxima quinta-feira (15). Embora não tenham deixado claro se aceitaram o convite, eles disseram a Bolsonaro que não querem que o caso seja explorado politicamente.
Informações Pleno News
Esta é parte da versão online da edição desta segunda-feira (11) da newsletter da Thaís Oyama — um radar das pesquisas: o que está por trás dos números que apontam os rumos dessas eleições. Na newsletter completa, apenas para assinantes, a colunista conta, com base em estudo exclusivo do instituto MDA de pesquisas, em que grupos o presidente Jair Bolsonaro mais perdeu votos desde a eleição de 2018 e em que segmentos cresceu ou conseguiu manter seus eleitores. O texto traz ainda a coluna “Em off”, com a resposta do coordenador da campanha do ex-presidente Lula, Aloizio Mercadante, a empresários partidários da opinião de que o candidato petista à Presidência “não está nem aí” para eles. Inscreva-se para receber a newsletter e conheça outros nove boletins exclusivos do UOL.
Das eleições de 2018 para cá, o presidente Jair Bolsonaro (PL) perdeu muito mais apoio entre os jovens do que entre as mulheres; deixou de ter o voto de 1 em cada 5 eleitores pobres que o haviam apoiado naquele ano; e de um 1 em cada 4 moradores da região Sudeste que ajudaram a elegê-lo.
Em compensação, o ex-capitão cresceu entre os eleitores da região Sul, preservou os do Norte e Centro-Oeste e manteve intacto o seu eleitorado evangélico, até hoje o principal bolsão de resistência do presidente.
As conclusões são de um estudo feito por Marcelo Costa Souza, diretor-executivo do instituto de pesquisas MDA. Ele fez uma comparação, por recorte populacional, entre as intenções de voto que Bolsonaro tinha no levantamento da CNT feito pelo instituto MDA antes do primeiro turno das eleições de 2018 com as intenções de voto que o presidente tem hoje, de acordo com a pesquisa CNT feita em maio deste ano também pelo MDA.
O derretimento de Bolsonaro entre os mais jovens
Jair Bolsonaro perdeu mais de um terço do seu eleitorado na faixa etária de 16 a 24 anos desde a eleição de 2018.
Naquele ano, a pesquisa CNT/MDA feita antes do primeiro turno das eleições dava ao ex-capitão 37% dos votos entre os jovens.
Hoje, essa taxa caiu para 24%, o que significa uma perda de votos de 13 pontos percentuais, quase três vezes mais que a queda do presidente entre as mulheres (de 5 pontos percentuais em relação a 2018).
Para Costa Souza, tamanho derretimento do ex-capitão entre os mais jovens está associado ao fato de eles serem “naturalmente mais críticos em relação aos governos instalados” — lembrando que, em 2018, Bolsonaro era um azarão e hoje é situação.
O pesquisador considera ainda que pode ter contribuído para a queda de Bolsonaro entre os mais jovens também o fato de o ex-presidente Lula (PT) ter uma de suas menores rejeições nessa faixa etária.
A ideia de que houve corrupção no governo Lula, até hoje o ponto mais vulnerável do candidato do PT, é algo de que esses eleitores só ouviram falar, já que eram muito pequenos na época do mensalão, por exemplo”
Marcelo Costa Souza, diretor-executivo do instituto de pesquisas MDAnone
Os outros dois segmentos em que Bolsonaro mais perdeu votos em relação a 2018 foram o dos eleitores que ganham até dois salários mínimos (queda de 21%) e o dos moradores da região Sudeste (queda de 23%).
Para Costa Souza, nos dois casos, a economia explica o mau-humor dos eleitores para com o ex-capitão. “Inflação e desemprego afetam em especial os mais pobres.
E no caso dos eleitores da região Sudeste, faz sentido pensar que eles sofreram mais o impacto negativo da crise econômica do que o impacto positivo de benefícios como o Auxílio Brasil”, diz o pesquisador. O Nordeste, que concentra 27% da população, tem 8,5 milhões de beneficiários, enquanto o Sudeste, onde vivem 42% dos brasileiros, tem 5,2 milhões de contemplados pelo Auxílio.
Os bolsões de resistência do bolsonarismo
Bolsonaro cresceu 3 pontos percentuais na região Sul desde o primeiro turno da eleição de 2018 e manteve praticamente intacto o seu eleitorado evangélico, bem como o das regiões Norte e Centro-Oeste — nesses segmentos, segundo o estudo da MDA, os índices de intenção de votos do ex-capitão permanecem quase idênticos.
Não por coincidência, esses bolsões de resistência bolsonarista abrigam integrantes dos segmentos para os quais o presidente se dirige com mais frequência: defensores da liberação das armas, representantes do agronegócio, e cristãos preocupados com a defesa de valores conservadores”
Marcelo Costa Souza, diretor-executivo do instituto de pesquisas MDAnone
Para o pesquisador, o fato de a região Nordeste, a principal beneficiária do Auxílio Brasil, ser a segunda em que o presidente mais caiu mostra que, lá, a preferência por Lula está consolidada.
Por causa disso, afirma Costa Souza, “o palco da disputa entre Lula e Bolsonaro, a partir de agora, deve ser o Sudeste, com foco nos mais pobres, jovens e mulheres”.
Informações UOL