Estudantes que almejam bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior poderão, a partir de segunda (1º), fazer inscrição na 2ª edição de 2022 do Programa Universidade para Todos (ProUni).
As inscrições vão até o dia 4 de agosto e podem ser efetuadas pelo site do ProUni. As bolsas oferecidas pelo programa são parciais (50%) ou integrais (100%). Dentre os requisitos, o estudante deve ter atingido média de 450 pontos em cada matéria do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter tido nota superior a zero na prova de redação. Inscritos como treineiros no exame não poderão concorrer a bolsas do ProUni.
Os resultados serão divulgados em duas chamadas: a primeira será realizada em 8 de agosto; a segunda, em 22 de agosto. Os resultados estarão disponíveis online.
Esta edição do ProUni trará algumas inovações. Dentre elas, inscrições que serão categorizadas como ampla concorrência ou ações afirmativas. A ordem de prioridade na chamada varia de acordo com a categoria da inscrição.
Outra mudança é a priorização de inscritos que cumpram os seguintes critérios (em ordem decrescente de relevância para a classificação):
» Sejam professores da rede pública de ensino (exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia destinados à formação do magistério da educação básica, se for o caso e se houver inscritos nessa situação); |
» Estudantes que tenham cursado o ensino médio integralmente em escola da rede pública; |
» Estudantes que tenham cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada (com bolsa integral); |
» Estudantes que tenham cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada (com bolsa parcial ou sem bolsa); |
» Estudantes que tenham cursado o ensino médio integralmente em instituição privada (com bolsa integral); |
» Estudantes que tenham cursado o ensino médio completo em instituição privada (com bolsa parcial ou sem bolsa de estudos). |
Para participar do processo o candidato deve preencher certos critérios, como as exigências de faixas de renda per capita. Veja na tabela:
Bolsa integral (100%) | Até 1,5 salário mínimo |
Bolsa parcial (50%) | Até 3 salários mínimos |
Segundo o Ministério da Educação, a classificação dos estudantes inscritos nos processos seletivos do ProUni considerará as notas obtidas nas duas últimas edições do Enem, imediatamente anteriores ao processo seletivo do ProUni para ingresso em curso de graduação ou sequencial de formação específica.
Informações Agência Brasil
O horário eleitoral gratuito começará a ser exibido na TV aberta e no rádio a partir do dia 26 de agosto. O tempo de cada candidato à Presidência tem relação com o tamanho da bancada eleita em 2018 para a Câmara dos Deputados e à abrangência das alianças nacionais. As informações são da CNN Brasil.
Uma projeção da emissora foi feita com base nos anúncios oficiais de partidos e apurações com as legendas. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ser o candidato com mais tempo de propaganda eleitoral, seguido pelo Jair Bolsonaro (PL) e por Luciano Bivar (União Brasil).
Lula deverá ter mais tempo por conta da aliança entre PT, PSB, PCdoB, PV, PSOL, Rede e Solidariedade. É provável que ele conte com pouco mais de três minutos e 11 segundos de propaganda por bloco às terças, quintas e sábados, além de sete inserções de 30 segundos por dia.
O cálculo foi feito segundo o mesmo modelo usado pelo pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No dia 12 de agosto, o TSE divulgará a divisão do tempo do horário eleitoral.
– Às terças-feiras, quintas-feiras e sábados, os candidatos à Presidência terão 25 minutos por dia, divididos em duas janelas. (…) O horário eleitoral gratuito será exibido às 13h e às 20h nos canais de televisão. Nas emissoras de rádio, as exibições são feitas às 7h e às 12h. Além disso, os partidos têm direito às inserções avulsas, ou “pílulas”, de 30 a 60 segundos distribuídas durante a programação. Os veículos reservarão 14 minutos diários, entre as 5h e a meia-noite, para que os presidenciáveis veiculem os materiais – reportou a CNN.
Informações Pleno News
Confira cálculos da CNN baseados no modelo usado pelo TSE e segundo apurações com os partidos políticos; Lula deve ser o candidato ao Planalto com mais minutos na TV e no rádio, seguido de perto pelo presidente Jair Bolsonaro
Considerado por muitos cientistas políticos como um canhão na comunicação dos candidatos, o horário eleitoral gratuito começa a ser exibido no rádio e na TV aberta de todo o país a partir de 26 de agosto.
O tempo a que cada candidato à Presidência tem direito está relacionado ao tamanho da bancada eleita em 2018 para a Câmara dos Deputados e à abrangência das alianças nacionais.
Considerado por muitos cientistas políticos como um canhão na comunicação dos candidatos, o horário eleitoral gratuito começa a ser exibido no rádio e na TV aberta de todo o país a partir de 26 de agosto.
O tempo a que cada candidato à Presidência tem direito está relacionado ao tamanho da bancada eleita em 2018 para a Câmara dos Deputados e à abrangência das alianças nacionais.
A CNN realizou uma projeção com base nos anúncios oficiais dos partidos e em apurações com as legendas. De acordo com o levantamento, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ser o candidato que mais terá tempo de propaganda eleitoral na TV e no rádio. O presidente Jair Bolsonaro (PL) deve seguir o petista de perto. Luciano Bivar (União Brasil) vem em seguida.
O modelo de cálculo é o mesmo usado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que irá divulgar a divisão exata do tempo do horário eleitoral em 12 de agosto.
Abaixo, confira quantos minutos de propaganda eleitoral cada candidato ao Planalto deverá ter nas eleições de 2022. Os valores podem mudar a depender da configuração final das coligações.
Os minutos reservados ao horário eleitoral são distribuídos da seguinte forma: 90% são proporcionais ao tamanho da bancada de deputados do partido eleita em 2018 ou chapa dos candidatos, e os 10% restantes são repartidos de forma igualitária.
Às terças-feiras, quintas-feiras e sábados, os candidatos à Presidência terão 25 minutos por dia, divididos em duas janelas, para a exibição de suas propagandas na TV e no rádio. O tempo é distribuído entre os candidatos. As propagandas dos candidatos aos demais cargos são exibidas nos horários eleitorais dos demais dias da semana.
O horário eleitoral gratuito será exibido às 13h e às 20h nos canais de televisão. Nas emissoras de rádio, as exibições são feitas às 7h e às 12h.
Além disso, os partidos têm direito às inserções avulsas, ou “pílulas”, de 30 a 60 segundos distribuídas durante a programação. Os veículos reservarão 14 minutos diários, entre as 5h e a meia-noite, para que os presidenciáveis veiculem os materiais.
Considerada a aliança entre PT, PSB, PCdoB, PV, PSOL, Rede e Solidariedade, o ex-presidente Lula somaria o equivalente a 122 deputados.
Apenas os seis maiores partidos entram na conta, sem contar a Rede, portanto. Considerando o tamanho dessas bancadas, o petista contaria com pouco mais de três minutos e 11 segundos de propaganda por bloco às terças, quintas e sábados. Além disso, teria sete inserções de 30 segundos por dia.
Caso as convenções partidárias confirmem a aliança nacional formada por PL, PP, PSC, PTB e Republicanos, partidos que formam a base do governo no Congresso, Bolsonaro teria aproximadamente três minutos e seis segundos por bloco nos dias mencionados. O presidente ainda contará com seis inserções de 30 segundos.
Luciano Bivar, do União Brasil, ainda de acordo com as projeções da CNN, teria pouco mais de dois minutos e nove segundos por bloco e até quatro inserções de 30 segundos. Seu tempo de rádio e TV considera a fusão do DEM e do PSL, que resultou no União Brasil.
Simone Tebet, do MDB, conta também com a federação PSDB-Cidadania em sua base. A senadora somaria, portanto, um minuto e 53 segundos a cada bloco, além de quatro inserções.
Caso não forme alianças nacionais, o pedetista Ciro Gomes poderá chegar, ao todo, 48 segundos do bloco e uma inserção diária.
Os demais pré-candidatos devem ter menos de 20 segundos de propaganda eleitoral às terças, quintas e sábados e não contam com segundos suficientes para emplacar inserções diárias.
CNN
Um grupo de advogados conservadores fez um manifesto “em defesa do Brasil”, das “liberdades do povo” e do presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (28), um dia após ser publicada a Carta Pela Democracia. O abaixo-assinado, que foi publicado na plataforma change.org e já reúne centenas de milhares de assinaturas, assinala que “sem liberdade não há democracia”.
– Nós, o povo brasileiro, na defesa do Brasil e das Liberdades do Povo, pelo Povo e para o Povo, e, em apoio ao Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro nos dirigimos à Nação Brasileira, para declarar que sem liberdade não há democracia, sem justiça não há liberdade, sem honra não há respeito, sem dever não há ordem e progresso, sem piedade não há amor e humildade e sem esperança iremos sucumbir – diz o texto.
O manifesto prossegue denunciando o que chama de uma “gravíssima tentativa da consolidação da ‘ditadura do pensamento único’, que vem impondo a censura e desmonetização dos meios de comunicação independentes e de perfis de redes sociais de brasileiros”.
– Testemunhamos a instauração de inquéritos ilegais e inconstitucionais com o simples objetivo de criminalizar a opinião contrária, pelo órgão que deveria zelar pelos direitos fundamentais da população, abolindo nossas liberdades individuais e garantias fundamentais – acrescenta.
Os signatários ainda afirmam ser um “povo pacífico, que ama sua nação, que defende a democracia e as liberdades”,
– Não é aceitável que um lado tente imputar a nós, um povo livre e pacífico, a condição de incentivadores de atos antidemocráticos e de divulgadores de fake news. A verdade é que uma pequena parcela da população detentora de poder, não aceita críticas. Não aceita escutar a opinião do povo, do poder supremo de uma nação democrática – pontua o manifesto.
O abaixo-assinado foi publicado um dia após ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), empresários, banqueiros e artistas assinarem uma carta, escrita por ex-docentes do curso de Direito da Universidade de São Paulo (USP), que defende o sistema eleitoral brasileiro e as urnas eletrônicas.
Sem citar nomes, a carta afirma que o Brasil “está passando por um momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições”.
Informações Pleno News
O manifesto elaborado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) “em defesa do Brasil e das liberdades do povo” ultrapassou 500 mil assinaturas na tarde deste sábado (30). Publicado na plataforma change.org, o abaixo-assinado defende que não há democracia sem respeito às liberdades individuais, e denuncia uma “ditadura de pensamento único” no país.
– Sem liberdade não há democracia, sem justiça não há liberdade, sem honra não há respeito, sem dever não há ordem e progresso, sem piedade não há amor e humildade, e sem esperança iremos sucumbir – diz o manifesto.
No texto, os signatários afirmam ser “um povo pacífico que ama sua nação”, e rejeitam a pecha de “incentivadores de atos antidemocráticos e divulgadores de fake news”.
– Somos um povo pacífico que ama sua nação, que defende a democracia e as liberdades. Não podemos renunciar às liberdades que Deus nos deu. Nosso dever é lutar pelo que já conquistamos, por aquilo que cremos, por nossa fé, pelo direito de ir e vir, pelo direito de livre expressão – pontuam.
CARTA PELA DEMOCRACIA
O abaixo-assinado a favor do presidente foi criado nesta quinta-feira (28), um dia após ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), empresários, banqueiros e artistas assinarem a Carta Pela Democracia, escrita por ex-docentes do curso de Direito da Universidade de São Paulo (USP) em defesa do sistema eleitoral brasileiro e das urnas eletrônicas.
Com quase 550 mil assinaturas, o documento afirma que o Brasil “está passando por um momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições”.
A Carta gerou insatisfação por parte do presidente Bolsonaro, que negou, na quarta-feira (27), que o Brasil viva um momento de risco para a democracia.
– Vivemos em um país democrático, defendemos a democracia. Não precisamos de nenhuma cartinha para falar que defendemos a democracia, e que queremos, cada vez mais, nós, cumprir e respeitar a Constituição. Não precisamos, então, de apoio ou sinalização de quem quer que seja para mostrar que o nosso caminho é a democracia, é a liberdade, é o respeito à Constituição – declarou na ocasião.
*Pleno.News
Em Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Rio Grande do Norte disputa pode ser decidida já no 1º turno; Poder360 compilou pesquisas
Governadores de 16 Estados e do Distrito Federal lideram as últimas pesquisas de intenção de voto e podem ser reeleitos em outubro para um 2º mandato. Levantamento do Poder360 compilou os estudos mais recentes com metodologias confiáveis e das quais foi possível verificar a origem das informações em 24 unidades da Federação, os disponíveis até o momento.
Renato Casagrande (PSB-ES), Mauro Mendes(União Brasil-MT), Helder Barbalho (MDB-PA) e Fátima Bezerra (PT-RN) podem vencer já no 1º turno. Esses pré-candidatos têm mais intenções de voto que todos os outros adversários somados.
O PT, com Fernando Haddad, está em 1º em São Paulo –unidade da Federação com mais eleitores aptos a votar (34,7 milhões). Em 2018, o Estado elegeu João Doria, do PSDB. Rodrigo Garcia, vice do tucano, assumiu o governo local em março de 2022, e vem crescendo nas pesquisas.
No 2º maior colégio eleitoral do Brasil, Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) está em 1º lugar. O mineiro busca a reeleição. O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) aparece logo na sequência.
No Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro (PL) está numericamente à frente, mas empatado no limite da margem de erro com o deputado Marcelo Freixo (PSB).
O levantamento do Poder360 entende como candidatos competitivos os que lideram em 1º lugar isolados ou estão empatados, dentro da margem de erro, nessa posição. Foram considerados os nomes testados no cenário estimulado com mais pré-candidatos. Em caso de mais de uma simulação com a mesma quantidade de nomes, foi considerada a elencada como principal pela empresa de pesquisa.
Entre os partidos, o União Brasil é –atualmente– a sigla com mais pré-candidatos competitivos nos Estados, 6 no total.
Com a adição de Mato Grosso Sul e Roraima, ausentes no levantamento anterior, e a ascensão de Paulo Dantas em Alagoas, o MDB saltou de 2 para 5 nomes competitivos e agora aparece em 2º lugar no ranking.
O PT e o PL, partidos de Lula e Jair Bolsonaro, ainda patinam nos Estados. As alianças mais fortes são com candidatos de outras siglas –como Kalil (PSD-MG), com o PT, e Ibaneis (MDB-DF), com o PL.
A entrada de novos quadros no PSB –Marcelo Freixo, no Rio, e João Azevêdo, na Paraíba– ajudou a sigla a ganhar força. O partido tem agora 4 candidatos competitivos a governador.
Todos os levantamentos estão disponíveis no Agregador de Pesquisas do Poder360, o mais completo acervo de dados de estudos eleitorais disponível no Brasil.
Em caso de erro nos quadros acima, envie uma mensagem no e-mail: erro-em-pesquisa@poder360.com.br
Os levantamentos compilados pelo Poder360estão registrados na Justiça Eleitoral nos seguintes números:
O levantamento do Poder360 não é uma pesquisa eleitoral. As informações são de responsabilidade das empresas que fizeram os levantamentos. Eis as íntegras.
O Poder360 mantém acervo com milhares de levantamentos com metodologias conhecidas e sobre os quais foi possível verificar a origem das informações. Há estudos realizados desde as eleições municipais de 2000. Trata-se do maior e mais longevo levantamento de pesquisas eleitorais disponível na internet brasileira.
O banco de dados é interativo e permite acompanhar a evolução de cada candidato. Acesse o Agregador de Pesquisas clicando aqui.
As informações de pesquisa começaram a ser compiladas pelo jornalista Fernando Rodrigues, diretor de Redação do Poder360, em seu site, no ano 2000. Para acessar a página antiga com os levantamentos, clique aqui.
Informações Poder 360
O PT entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o pastor José Wellington Costa Jr., presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), por propaganda eleitoral antecipada em um culto com a presença do presidente Jair Bolsonaro, na semana passada, em Cuiabá. A ação do PT gerou críticas de pastores alinhados a Bolsonaro e à Assembleia de Deus.
A CGADB é a maior convenção da Assembleia de Deus no Brasil, denominação que reúne cerca de um a cada três evangélicos no país, segundo pesquisa Datafolha feita em 2016. Na ação, o PT aponta que o pastor José Wellington Bezerra Costa, presidente de honra da CGADB, e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada evangélica na Câmara, “discursaram em favor da reeleição do presidente, com a sua anuência explícita”, e que “o evento não passou de um ato de campanha, a despeito da aparência de culto religioso”.
Bolsonaro compareceu, em Cuiabá, a um dos cultos alusivos à Assembleia Geral Ordinária da CGADB, que deu posse a mais um mandato do pastor José Wellington Costa Jr., filho de José Wellington Bezerra Costa, na presidência nacional da convenção. Ao discursar, Bezerra Costa disse ter visto uma “revolução que está acontecendo na cidade em Cuiabá”, em referência à motociata realizada por Bolsonaro antes de comparecer ao culto, na última terça-feira. O pastor classificou o evento como uma demonstração divina antes da eleição presidencial deste ano.
A legislação eleitoral diz que “não configuram propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolvam pedido explícito de voto”, mencionar pré-candidaturas ou exaltar “qualidades pessoais” de pré-candidatos. A campanha com pedido de voto só pode ocorrer a partir do dia 16 de agosto neste ano.
O PT incluiu Bolsonaro como alvo da ação por considerar que “seu envolvimento foi ativo e proativo”, já que o presidente também discursou no culto.
No evento, Bolsonaro adotou tom de campanha, afirmou que os valores cristãos “estão ameaçados” e que “pelas mãos de vocês (fiéis), vocês escolhem quem os representa no Planalto Central”.
“Não há dúvida de que o único objetivo de todos os representados era a promoção da campanha eleitoral extemporânea. Os cultos religiosos, inclusive, apenas fomentaram o apoio à reeleição do atual presidente. Durante a fala do representado, nenhum outro tema foi tratado – quer de cunho religioso, quer em relação a atos próprios de governo – a não ser a conclamação de apoio dos fiéis para pleito eleitoral de 2022”, dizem os advogados do PT na representação.
A relatora da representação no TSE é a ministra Maria Claudia Bucchianeri.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, criticou a ação do PT e alegou que Bolsonaro “não chega no culto só para falar” e “fica o tempo todo” na cerimônia, o que não caracterizaria, em sua avaliação, um ato de campanha. Malafaia classificou o movimento jurídico como “perseguição” contra pastores.
“Vocês já viram alguém processar Lula, prefeito ou governador do PT porque foi em culto evangélico e recebeu oração? Claro que não”, reclamou Malafaia.
O pastor e ex-senador Magno Malta (PL) foi outro a argumentar, também em vídeo, que Lula e sua sucessora na Presidência, Dilma Rousseff, tinham o costume de comparecer a cultos evangélicos e a subir no púlpito durante seus mandatos. De acordo com Malta, que se dispôs a ser “testemunha de defesa” de José Wellington, a decisão de representar contra o líder da Assembleia de Deus foi um “ato covarde”.
“Na primeira eleição de Lula (em 2002), quando ele disputou contra o (ex-governador do Rio, e evangélico, Anthony) Garotinho, eu mesmo com o (ex-senador do PT) Walter Pinheiro, a senhora Marina Silva que ainda tinha aquela capa de evangélica, saí Brasil afora “dessatanizando” o Lula, porque ele era o demônio de barba em nosso meio. E ele foi a diversas igrejas e convenções”, disse Malta.
Na representação contra José Wellington Costa Jr., Sóstenes e Bolsonaro, o PT pediu a condenação de todos ao pagamento de multa no valor máximo previsto por campanha antecipada, estipulado em R$ 25 mil pela legislação.
Com informações da Folha de Pernambuco.
Brasil bate recorde histórica de pessoas trabalhando, o IBGE divulgou ontem (29) que 98,3 milhões de pessoas hoje estão trabalhando – recorde absoluto na História do Brasil.
Bolsonaro também tem culpa de outros índices, veja a seguir:
Saldo de empregos na retomada da pandemia:
Saldo de abertura de Empresas:
Outras conquistas do Governo Bolsonaro:
Informações Terra Brasil Notícias
Jornalista deu declarações durante entrevista concedida ao podcast Flow
O jornalista Carlos Tramontina, que deixou a Globo em abril, se posicionou contra ex-funcionários que passaram a criticar a emissora após serem demitidos. Ele citou as atrizes Maitê Proença e Carolina Ferraz, que moveram uma ação contra a Globo, cobrando direitos trabalhistas, depois de terem sido dispensadas.
Tramontina deu declarações durante entrevista ao podcast Flow. As informações são do canal Splash, do UOL.
– Eu me decepcionei muito. Acho o seguinte cara: você ficou 20 anos fazendo o negócio e serviu, agora não presta? Mas que hipocrisia é essa?! Eu vi outro dia as duas atrizes, a Maitê e a Carolina, agora processam a Globo por direitos trabalhistas, mas quando eram pessoas jurídicas pagavam menos imposto e agora querem recuperar os direitos trabalhistas. [Elas] vão devolver para a Receita o que deixaram de recolher? O que é isso? Acho que criticar, avaliar o trabalho, ter uma visão critica do trabalho faz parte, mas você dizer que aquela empresa que você ficou isso, isso, isso, agora não presta é muito estranho – falou o jornalista.
Ele explicou que não conhece Maitê e Carolina.
– Não tive a alegria de conhecê-las pessoalmente, atrizes maravilhosas, mas é que são dois exemplos que foram colocados publicamente. Eu acho muito estranho, dentro dessa condição, depois que você fez por muito tempo, aí não dá mais. Tem algumas pessoas que eu acho que não se conformam em sair da Globo, ser obrigado a sair da Globo, porque elas se consideram grandes, e veem isso como inaceitável – comentou.
Informações Pleno News
Decisão foi anunciada, nesta sexta-feira, pela Aneel
No mês de agosto, a conta de luz continuará com a bandeira verde, sem cobrança além do valor consumido. A decisão foi anunciada, nesta sexta-feira (29), pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As informações são da Agência Brasil.
As condições de geração de energia elétrica estão favoráveis nas usinas hidrelétricas e, por isso, não será necessário contratar energia mais cara.
A bandeira verde é válida para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional, que cobre quase todo o território brasileiro.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel para sinalizar o custo real da geração de energia e conscientizar os consumidores para o bom uso da eletricidade e da água.
Informações Pleno News