“Vou desengatar a marcha à ré de Itabuna e botar esta cidade pra frente”. A afirmação é do pré-candidato do PL a prefeito de Itabuna, o engenheiro Francisco França. Ele testemunhou o protagonismo de sua terra natal, que era a terceira maior cidade da Bahia com uma economia pujante e hoje assiste à evasão de conterrâneos que deixam a cidade pela falta de perspectiva.
Neste sábado (18) pela manhã, o engenheiro e empresário do setor imobiliário Francisco França se reúne com correligionários em evento na Câmara de Vereadores. O encontro contará com a presença do presidente do PL Bahia, João Roma. “França é um quadro de nosso partido que vai levantar nossas bandeiras em Itabuna: redução de impostos, mais empregos e liberdade”, afirma Roma.
“O que assistimos nos últimos tempos é Itabuna descer a ladeira. Já não figura nem mais entre os cinco maiores municípios do estado. Despencou para sétimo em população, com a agravante de que o número de habitantes diminuiu em 9% no último censo”, diz França, chamando a atenção para a evasão populacional de uma cidade que não tem oferecido oportunidades a seus cidadãos.
França está comprometido em recolocar Itabuna entre as cidades-destaques da Bahia. Ele aponta as más gestões municipais que se sucedem há décadas como a razão da perda de protagonismo e a decadência socioeconômica atual. “Está na hora de virar o jogo. Chega do lero-lero atual e não será com festa que resolveremos os problemas estruturais de nossa cidade”, assinala.
Inconformado com as opções políticas para a disputa eleitoral deste ano em Itabuna, França decidiu se lançar pré-candidato a prefeito pelo PL. Dentre os seus propósitos a executar em caso de eleito, está resolver a questão do saneamento e abastecimento de água da cidade, além da despoluição do Rio Cachoeira e o problema de inundações e alagamentos durante as fortes chuvas com obras de infraestrutura.
“Também vamos investir na educação de nossos jovens, preparando-os para as novas oportunidades desses tempos tecnológicos. Pretendemos ainda reestrutura o serviço de saúde municipal de forma a oferecer um atendimento digno à nossa população”, anuncia Francisco França.
Neste sábado, o presidente do PL Bahia, João Roma, estará também em Itapetinga, visitando a tradicional Exposição Agropecuária da cidade. Em Ilhéus, no final da tarde, também será lançada a pré-candidatura a vereador pelo de Thiago Martins pelo PL, no Ilhéus Praia Hotel.
Depois de a influenciadora digital Kéfera Buchmann reclamar do “descarte” de roupas como doação aos desabrigados no Rio Grande do Sul, um grupo de mulheres reclamou da chegada de peças íntimas velhas e sujas. Em vídeo divulgado pela AraruamaTV, elas classificam a situação como uma “vergonha”.
O arroz importado pela gestão Lula (PT) em meio à perda de grãos nas enchentes do Rio Grande do Sul terá o logotipo do governo em sua embalagem. Também trará a inscrição “produto adquirido pelo governo federal” inscrita em letras maiúsculas vermelhas no topo do pacote. O preço tabelado será de até R$ 4 por quilo.
O logotipo da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Ministério da Cultura também estarão presentes na embalagem. Abaixo da logo do governo federal constará o slogan “União e Reconstrução”.
No centro, está a imagem de uma tigela de arroz cozido e a informação de que trata-se de “arroz branco do tipo 1 beneficiado e polido, de classe longo fino”.
O Rio Grande do Sul é responsável por 70% da produção de arroz no país e sofre com enchentes que afetaram 85% de seus municípios. Segundo a Emater/RS, “em lavouras com topografia declivosa, a precipitação intensa causou erosão, formando sulcos particularmente em áreas com práticas inadequadas de manejo do solo e da água”.
– A produção de hortigranjeiros foi drasticamente atingida, pois há grande concentração de produtos na zona submersa – explicou a entidade na última semana.
AJUDE O RIO GRANDE DO SUL Com 85% de seus municípios afetados pela calamidade climática, o estado sulista sofre com severos estragos, e sua ajuda é fundamental para que as vítimas possam recomeçar suas vidas. Uma das formas de fazer doações é o financiamento coletivo criado pelo influenciador Badin, o Colono. Você pode ajudar via Pix usando a chave enchentes@vakinha.com.br ou acesse a Vakinha A Maior Campanha Solidária do RS e deixe sua contribuição.
O AliExpress advertiu que o Brasil terá a maior tributação do mundo sobre produtos importados por e-commerce, caso o Programa Mover seja aprovado com o texto que versa sobre o tema. A empresa chinesa afirma que a taxação será de 92% e impactará, sobretudo, as camadas mais pobres do país.
– A mudança terá grande impacto, principalmente na população mais pobre, que utiliza as plataformas de e-commerce internacional para acessar uma rica variedade de bens a preços acessíveis – alertou a empresa de varejo online.
O Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover) foi criado pelo deputado Atila Lira (PP-PI), que afirma visar uma isonomia tributária entre os produtos brasileiros e os importados.
Apesar da pressão de uma ala governista contrária ao artigo que derruba a isenção de impostos para compras internacionais online, Atila Lira negou que irá retirar o texto da proposta, e garantiu que o programa só será votado junto do trecho.
– Tirar [o artigo] eu não tiro. A gente só vota se for tudo junto. Não vamos votar o Projeto Mover se a gente não resolver a questão da indústria nacional. Mesmo que não tenhamos 100% das bancadas, a gente consegue aprovar o projeto – previu.
Em sua nota, o AliExpress disse ainda que o texto não impedirá que pessoas viagem para o exterior e comprem produtos isentos de imposto no valor de até R$ 5 mil a cada 30 dias. A empresa também declarou que está disponível para deliberações.
– Assim como fez desde o início do debate sobre taxação de produtos importados, o AliExpress permanece disponível e colaborativo com o governo brasileiro e outros setores envolvidos para trabalharem juntos, levando em consideração quem mais importa, o consumidor brasileiro. Entende-se que o debate sobre a tributação de compras internacionais necessita de uma discussão mais aprofundada, ouvindo todos os lados envolvidos – completou.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou que a empresária Roberta Moreira Luchsinger pague R$ 70 mil a título de danos morais ao senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e à deputada federal Rosangela Moro (União Brasil-SP) por ofensas proferidas nas redes sociais. Ela também deverá apagar as publicações feitas contra os parlamentares em até cinco dias sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
De acordo com o acórdão, Roberta Luchsinger extrapolou a liberdade de expressão ao ofender o senador e a deputada federal com termos como “pilantra”, “canalhas”, “casal de marrecos”, “medíocre”, “corrupto e ladrão”, “bandido”, “voleur” (ladrão em francês).
– Forçoso reconhecer que tais opiniões, ao contrário do que tenta fazer crer a recorrente, não são, em absoluto, de caráter eminentemente político. Muito menos são apenas críticas civilizadas. Para além da adjetivação ultrajante em suas postagens, com emissão de juízo de valor acerca da conduta ética e moral dos então candidatos Sergio e Rosangela, a apelante demonstra o seu inequívoco ânimo de ofender – citou a desembargadora Clara Maria Araújo Xavier.
A magistrada disse ainda que o casal Moro deve estar preparado para “confrontação mais áspera” por ocuparem cargos do Poder Legislativo.
– Contudo, a mitigação dos seus direitos de personalidade tem limites, não sendo possível que o exercício do direito de crítica transborde para a difamação, injúria e ofensa pessoal, como verificado nestes autos- afirmou a desembargadora
Em primeira instância, o valor da indenização foi definido em R$ 100 mil para cada, mas o TJ-SP diminuiu a cifra.
– Diante de tais ensinamentos, observada a orientação fornecida pelos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, as circunstâncias e peculiaridades que envolvem a demanda, bem como a condição socioeconômica das partes envolvidas, aferida pelo cargo e profissão que exercem/exerciam à época dos fatos, minora-se a indenização para R$ 35 mil, para cada qual dos autores, montante que melhor atende tanto à sua finalidade reparatória quanto punitiva, sem que se cogite de enriquecimento sem causa – disse a magistrada.
As publicações com ofensas feitas por Roberta Luchsinger foram feitas no Instagram e no X. De acordo com a decisão do TJ-SP, a empresária deve remover 16 publicações.
O Estadão não conseguiu falar com a defesa de Roberta até o momento e não localizou Rosangela Moro. O espaço está aberto. Sergio Moro preferiu não comentar a decisão.
*Pleno.News Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Consagrado narrador brasileiro, Silvio Luiz estava hospitalizado desde a última quarta-feira (8/5) após piora no quadro de saúde
Morreu, nesta quinta-feira (16/5), o consagrado narrador esportivo Silvio Luiz, aos 89 anos. O locutor estava hospitalizado desde a última quarta-feira (8/5). Silvio lutava com problemas de saúde desde o dia 7 de abril, quando precisou deixar a transmissão da final do Campeonato Paulista após sofrer um derrame.
O AVC ocorreu logo após o segundo gol do Palmeiras, na vitória do Alviverde sobre o Santos por 2 x 0. Na ocasião, Silvio foi prontamente atendido pela equipe médica da Record e precisou ser hospitalizado no mesmo dia, mas se recuperou e recebeu alta dias depois.
O histórico narrador do futebol brasileiro não resistiu à sua segunda internação após apresentar “problemas físicos”. Silvio foi intubado e teve coma induzido pelos seus médicos devido a complicações em seus rins. Em julho deste ano, o locutor completaria 90 anos, e não podia passar por hemodiálise devido à idade avançada.
Olho no lance
O folclórico narrador do futebol brasileiro se tornou uma das vozes de destaque da cobertura esportiva por conta de seus bordões característicos como “olho no lance”, “pelo amor de deus meus filhinhos” e “pelas barbas do profeta”.
Nascido no dia 14 de julho de 1934, em São Paulo, Silvio Luiz Peres Machado de Souza teve sua paixão pela comunicação iniciada em casa. Ele era filho de Elizabeth Darci, garota propaganda da extinta TV Tupi.
Silvio se tornou repórter de campo aos 17 anos, pela emissora TV Paulista, em 1952, e passou a ser narrador na década de 70, quando substituiu Geraldo José de Almeida, que havia falecido.
Com passagens pela Record, Band e SBT, o locutor retornou às transmissões esportivas em 2022, a convite da Record, para narrar o Paulistão nas plataformas digitas da emissora, ao lado dos humoristas Bola e Carioca.
Durante o programa “Em Pauta” da GloboNews, a jornalista Eliane Cantanhêde causou polêmica e foi detonada nas redes sociaiss ao comparar as perdas das vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul com o roubo de suas próprias joias no final do ano passado.
Jornalista da GloboNews é detonada após comparar roubo de suas joias com perda de vítimas da tragédia no RS pic.twitter.com/MFePLHU7l6
— Diario do Brasil Notícias (@diariobrasil_n) May 16, 2024
Ela expressou: “Você se coloca na posição dessas pessoas que perderam tudo. Roubaram as minhas joias no Natal de 2023, foi doloridíssimo. Eu fico imaginando quem perdeu a casa, quem trabalhou arduamente para adquirir uma geladeira, um fogão, uma cama, e agora não tem mais nada. A casa está debaixo d’água.”
A declaração gerou críticas nas redes sociais. Alguns a consideraram “classista”, enquanto outros acreditam que o jornalismo muitas vezes reflete a realidade dos mais abastados.
Curiosamente, houve também quem defendesse a jornalista, argumentando que ela quis ressaltar a diferença entre perder joias supérfluas e perder tudo, e que a interpretação pode ser complexa nos dias de hoje.
“Classista? Imaginaaaaa”, comentou a atriz Luana Xavier. “Jornalismo feito para a realidade dos milionários”, criticou outro internauta. “Ela quis dizer que se doeu muito perder as joias, que é algo supérfluo, imagina quem perdeu tudo. O problema é que hoje em dia as pessoas não sabem interpretar nada”, declarou outro usuário
AME2932. BRASILIA (BRASIL), 03/05/2024.- El presidente de Brasil Luiz Inácio Lula da Silva habla durante una ceremonia de firma de actos conjunta con el primer ministro japonés, Fumio Kishida (fuera de cuadro), este viernes, en el Palacio del Planalto en Brasilia (Brasil). El primer ministro japonés, Fumio Kishida sostuvo un encuentro bilateral con Lula, en el que se trataron acuerdos de cooperación en las áreas de ciberseguridad, ciencia y tecnología, agricultura y medio ambiente. El sábado, tras una visita a Paraguay en la tarde del viernes, el primer ministro japonés regresará a Brasil para una serie de reuniones con empresarios y descendientes de japoneses en São Paulo. EFE/ Andre Borges
Nesta quarta-feira (15), durante visita ao Rio Grande do Sul, Lula (PT) disse que se espantou com a “quantidade de gente negra” no estado. Ele falou que comentou com sua esposa, Janja, que não tinha noção.
– Eu falei para a Janja domingo: “É impressionante, eu não tinha noção que no Rio Grande do Sul tinha tanta gente negra”. E, no Fantástico [da TV Globo], apareceu muita gente, eu falei: “Não é possível”- declarou.
E acrescentou:
– Aí, a Janja me falou: “É porque são os mais pobres, que moram nos lugares mais arriscados de serem vítimas dessas coisas”.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a retirada de tornozeleira eletrônica de Fabyana Alves dos Santos Pinheiro, ré por suposto envolvimento nos ataques de 8 de janeiro. A mulher, que está grávida, deverá ser submetida a uma cesariana.
A decisão do magistrado atende a um pedido da defesa de Fabyana. As informações são do Metrópoles.
– Determino a flexibilização das medidas cautelares e autorizo a retirada temporária do equipamento de monitoramento eletrônico a partir de 1º/6/2024, durante o período inicialmente necessário para a realização da cirurgia e pós-operatório – destacou Moraes.
Ele também dispensou a ré de ter que comparecer semanalmente perante o juízo fiscalizador, durante o período necessário para a realização do procedimento e recuperação.
O parto está programado para o início de junho. A gravidez é considerada de alto risco, de acordo com a defesa de Fabyana.
Pedido foi feito por um serralheiro que teve o auxílio-doença negado duas vezes. OAB-GO acompanha o caso
Goiânia – Um trabalhador de Goiás solicitou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a concessão de benefícios, em duas ocasiões, e teve o pedido de auxílio-doença negado em ambas. No entanto, o que chamou a atenção foi a justificativa apresentada no documento, no qual o perito escreveu repetidamente a expressão: “bla, bla, bla”.
O trabalhador, um serralheiro de Goiânia, fez os pedidos em 2022 e em 2023. Após receber as negativas e as respectivas justificativas, o trabalhador procurou a Seccional de Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO), que levou o caso ao conhecimento da Perícia Médica Federal em Goiás.
O primeiro documento do caso, datado de 2022, apresenta o relato do serralheiro, que disse fazer uso de bebida alcoólica desde os 12 anos. À época, o trabalhador informou o agravamento dessa dependência química, com surgimento de ansiedade e insônia.
Ainda segundo o documento, ao qual o portal g1 teve acesso, o uso de medicamentos promoveu melhora no tratamento de ansiedade e insônia do requerente, mas o quadro foi descrito como “alcoolismo crônico”.
No pedido de 2023, o serralheiro relatou estar em abstinência do álcool há três meses.
A autarquia indefere as duas solicitações sob a alegação de que não há “incapacidade laborativa” para a concessão de auxílio-doença. Em ambos os casos, o campo de “considerações”, que justifica a negativa, conta com sete linhas de repetidos “blá, blá, blá”.
Documento falso
Em nota, o Ministério da Previdência Social alegou que o laudo médico pericial é falso e que, em consulta à base de dados do INSS, verificou-se que o documento exibido na reportagem não existe.
Explicou também que a última perícia médica, feita em abril deste ano, reconheceu a incapacidade laboral do serralheiro, mas que, em análise administrativa feita pelo INSS, o homem não tinha direito ao benefício por não ter a qualidade de segurado.
A OAB-GO informou que a “perícia se comprometeu a identificar o responsável pela avaliação e encaminhar o documento à Corregedoria da instituição”.