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Reuters

Na última segunda-feira, 8 de julho de 2024, um evento triste ocorreu em Kiev, a capital da Ucrânia. O hospital pediátrico Ohmatdyt, reconhecido como uma das principais unidades de saúde do país, foi gravemente atingido por mísseis. Esta ação, que afetou grandemente a estrutura do hospital, foi condenada pelo governo brasileiro, entretanto, decidiu não citar Rússia.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, informou que o ataque fazia parte de uma série maior, com mais de 40 mísseis disparados contra diversas cidades ucranianas naquela data. Além de danos a infraestruturas essenciais, casas e prédios comerciais também foram atingidos, resultando em pelo menos 20 vítimas fatais.

Qual foi a resposta do Itamaraty ao ataque?

O Itamaraty, em uma nota, condenou o ataque ao hospital e destacou o impacto devastador especialmente quando tais atos atingem áreas densamente povoadas e instalações voltadas para a saúde. A nota oficial apelou para que todas as partes envolvidas no conflito cumpram suas obrigações legais internacionais e busquem uma resolução pacífica para o conflito.

Ataque ao hospital pediátrico e o direito internacional

É importante pontuar que ataques em áreas civis, principalmente em instalações médicas, violam claramente o direito internacional humanitário. Essas normas foram criadas para proteger os indivíduos mais vulneráveis em tempos de guerra, incluindo crianças que dependem dos serviços de hospitais como o Ohmatdyt.

Hospitais, por sua função essencial de preservar a vida, possuem uma proteção especial sob as leis de guerra. A sua inviolabilidade é crucial para garantir que as vítimas de conflitos possam receber o tratamento necessário em tempos de extrema necessidade. Violações como esta não só exacerbam os efeitos do conflito na população civil como também representam descumprimento de acordos internacionais ratificados por numerosos países.

Em resposta à situação, o Ministério de Defesa da Rússia afirmou que a ofensiva era uma reação às supostas tentativas de Kiev de atacar instalações russas, embora tenham negado especificamente que os mísseis visavam o hospital. Esta defesa, contudo, foi vista com ceticismo pela comunidade internacional e não diminuiu a gravidade do ato nem a responsabilidade por essas violações.

Leia a íntegra da nota do Itamaraty:

“O governo brasileiro condena o bombardeio que atingiu hoje o hospital infantil Ohmatdyt, em Kiev, que resultou em número expressivo de vítimas fatais, incluindo crianças. O governo brasileiro reitera sua condenação a ataques em áreas densamente povoadas, especialmente quando acarretam danos a instalações hospitalares e a outras infraestruturas civis, e expressa sua solidariedade às vítimas e a seus familiares.

“O Brasil exorta as partes no conflito a cumprirem suas obrigações perante o direito internacional humanitário, inclusive a proteção especial conferida a instalações e unidades médicas, que devem ser respeitadas em todas as circunstâncias.

“O governo brasileiro continua a defender o diálogo e uma solução pacífica para o conflito na Ucrânia. Até que os atores relevantes se engajem de forma genuína e eficaz em negociações de paz, o Brasil reitera o apelo para que três princípios para a desescalada da situação sejam observados: não expansão do campo de batalha, não escalada dos combates e não inflamação da situação por qualquer parte.”

Informações TBN


foto: Pixabay

Recentemente, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tomou uma decisão que promete alterar significativamente a dinâmica do mercado de celulares no Brasil. No dia 21 de junho, a agência determinou que apenas equipamentos homologados poderiam ser comercializados em plataformas de e-commerce, implementando também a obrigatoriedade de exibição dos códigos de certificação nos anúncios dos produtos.

Esta medida, que visa combater a venda de aparelhos não autorizados, conhecidos popularmente como “celulares piratas”, gerou reações distintas entre gigantes do varejo online. Enquanto a Amazon obtecu uma decisão judicial favorável para continuar suas atividades, o Mercado Livre enfrentou um revés ao ter seu pedido de liminar negado.

Por que a Anatel Implementou Essas Restrições?

A iniciativa da Anatel segue após um estudo revelar números alarmantes relacionados à venda de celulares irregulares através de grandes e-commerces. Segundo o levantamento, mais da metade dos celulares anunciados na Amazon eram falsificados, e quase metade no Mercado Livre seguia pelo mesmo caminho. Esses números demostram não apenas uma questão de non-conformidade com as normas estabelecidas, mas também expõem os consumidores a riscos, visto que produtos não certificados podem não atender aos requisitos mínimos de segurança.

Qual o Impacto das Decisões Judiciais?

Após a publicação do despacho da Anatel, a Amazon rapidamente mobilizou-se nos tribunais e conseguiu uma liminar que impediu a aplicação das penalidades previstas, como multas e possíveis suspensões. No comunicado da 17ª Vara Cível Federal de São Paulo, foi determinado que a Anatel se abstivesse de aplicar qualquer medida punitiva contra a empresa, até que o processo seja julgado definitivamente.

Por outro lado, o Mercado Livre não teve a mesma sorte. A falta de uma decisão favorável não altera, porém, o compromisso da plataforma em oferecer produtos seguros e conformes, como destacado em seu programa de Proteção de Marcas e no Acordo de Cooperação (CAP), que visa intensificar o controle sobre os produtos comercializados.

Como as Empresas Estão Reagindo?

Apesar dos desafios impostos pela nova regulamentação, as plataformas de e-commerce estão se adaptando para cumprir as determinações e evitar penalidades. Segundo declarações recentes, essas empresas estão aprimorando seus sistemas de verificação de anúncios e reforçando as políticas de segurança, o que inclui a exclusão de anúncios irregulares e, em certos casos, até mesmo a banimento definitivo dos vendedores infratores.

A espera das decisões judiciais e a resposta das plataformas indicam um caminho de intensa fiscalização e adaptação às novas regras de comercialização de celulares. Este cenário não apenas redefine as responsabilidades dos varejistas online mas também ressalta a importância da conformidade com as regulamentações para a segurança do consumidor. Com a vigilância constante e o cumprimento rigoroso das normas, espera-se que apenas produtos certificados e seguros cheguem às mãos dos consumidores brasileiros.

Informações TBN


Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) procura evidências de que companhias áreas combinaram venda de bilhetes a valores mais altos

Foto mostra avião da Latam voando no céu; empresa é investigada por possível combinação de preços
Companhias aéreas Gol e Latam são investigadas por preços de passagens elevados | Foto: Shutterstock

Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) iniciou uma investigação para averiguar se as companhias aéreas Gol e Latam acordaram preços mais altos de passagens. Para isso, as duas empresas já forneceram arquivos detalhados de bilhetes vendidos dos últimos cinco anos.

A equipe do Cade pretende analisar os dados para determinar se os preços foram similares ao longo do tempo nas mesmas rotas e horários. A principal suspeita é que os sistemas informatizados de emissão de bilhetes tenham sido acertados para ajustar os preços.

A estratégia do Cade é inovadora — uma plataforma de inteligência artificial será utilizada para filtrar e compilar os dados.

Cade vai analisar preços de passagens 

Sem provas de arranjo de preços por meio de mensagens ou chamadas telefônicas, os técnicos buscam identificar padrões de preços elevados por meio da análise de cada passagem vendida. 

Uma hipótese é que os sistemas eletrônicos tenham sido programados para aumentar os preços, independentemente de horário ou demanda.

Para isso, o Cade vai analisar a taxa de ocupação dos voos ao longo do período e comparará ao volume de vendas de bilhetes das duas companhias. Normalmente, voos com baixa ocupação têm preços mais baixos para incentivar a venda, já que a lucratividade é alcançada com ocupação acima de 70%.

Se as suspeitas de cartel forem confirmadas através de algoritmos das plataformas de venda, o Cade terá de encontrar uma forma de responsabilizar as companhias aéreas.

Atualmente, a legislação exige provas formais, como interceptações telefônicas com autorização judicial ou trocas de mensagens por e-mail ou WhatsApp. Este seria um caso inédito, em que as provas viriam dos próprios sistemas informatizados das empresas.

A ação do Cade atende à pressão do governo e do Congresso sobre os preços das passagens aéreas, considerados sem justificativa plausível pelos parlamentares.

Informações Revista Oeste


Evangélico, o chefão do tráfico conhecido como Peixão teria ordenado o fechamento de ao menos três igrejas no Complexo de Israel

Peixão, chefão do tráfico no Complexo de Israel, no RJ

Ao menos três igrejas católicas do Rio de Janeiro (RJ) suspenderam as atividades nesse sábado (6/7) após uma ordem do chefão do tráfico do Complexo de Israel, Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão.

Relatos de moradores dão conta de que bandidos armados foram até as paróquias comunicar a decisão do traficante. As informações são do jornal O Dia.

As paróquias Santa Edwiges, em Parada de Lucas, Nossa Senhora da Conceição e São Justino, e Santa Cecília, localizadas em Brás de Pina, publicaram comunicados em suas redes sociais sobre o cancelamentos de atividades.

A Paróquia Santa Cecília informou que todos os compromissos estariam temporariamente cancelados. Já a Santa Edwiges suspendeu uma festa julina que ocorreria neste fim de semana.

A Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São Justino pontuou que as missas, reuniões e demais atividades ficarão suspensas “até segunda ordem”. Os motivo dos fechamentos não foram informados nas publicações.

Chefão do tráfico, Peixão seria evangélico

O traficante Peixão é procurado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, suspeito de comandar a distribuição de drogas na região da Cidade Alta e Vigário Geral. O Metrópoles questionou a corporação sobre o fechamento das igrejas, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.

Segundo o portal G1, o traficante foi criado pela mãe, que é umbandista. Mas atualmente é evangélico e tem promovido atos de intolerância religiosa nas regiões sob seu comando.

Informações Metrópoles


Pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo, Ricardo Nunes, Guilherme Boulos e Datena
Pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo, Ricardo Nunes, Guilherme Boulos e Datena Imagem: Edson Lopes Jr/Secom, Danilo Verpa/Folhapress e Zanone Freissat/Folhapress

Quatro pesquisas eleitorais para a eleição municipal em São Paulo foram divulgadas nas últimas duas semanas. Três apontam um cenário de estabilidade, com Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL) empatados na liderança, e uma indica um empate triplo entre os dois pré-candidatos e Datena (PSDB).

Datafolha

Pesquisa divulgada nesta sexta (5) mostrou empate técnico entre Nunes e Boulos. O atual prefeito tem 24%, e o deputado federal, 23%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão empatados tecnicamente.

Os percentuais são parecidos com os da pesquisa anterior, divulgada no final de maio, em que Boulos tinha 24%, e Nunes, 23%. Os demais candidatos, Datena, Tabata Amaral (PSB), Pablo Marçal (PRTB), Marina Helena (Novo) e Kim Kataguiri (União), também oscilaram dentro da margem de erro em relação à rodada passada.

O instituto também testou um eventual primeiro turno sem Datena e Kim. A saída do apresentador beneficiaria principalmente Nunes, e a do deputado federal, Marçal, mas não seria o suficiente para mudar o jogo. Todos os nomes oscilaram dentro da margem de erro em relação ao cenário principal, com mais candidatos.

Candidaturas de Datena e Kim são vistas como incertas. O âncora do “Brasil Urgente” já desistiu de concorrer quatro outras vezes, e Kim não tem o apoio do diretório paulista do União Brasil, comandado pelo deputado estadual Milton Leite. Presidente da Câmara municipal, Leite apoiava a reeleição de Nunes, mas disse na última quinta que a relação entre os dois está “péssima” e que “todas as opções serão estudadas”, incluindo Marçal, Tabata e Boulos. Kim não foi citado.

Real Time Big Data

Divulgada no último dia 1º, a pesquisa também mostra Boulos e Nunes empatados na liderança. Nesse levantamento, o deputado federal tem 29% e o atual prefeito, 28%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados.

Boulos tem mais votos no extremo-leste da capital, e Nunes, na zona oeste. Na região de Itaquera, São Mateus, Guainanases e Itaim Paulista, o psolista está 14 pontos a frente do atual prefeito (36% a 22%). Já na área que compreende Pinheiros, Perdizes, Butantã e Jaraguá, Nunes tem 13 pontos a frente de Boulos (33% a 20%).

Nunes vence todos os cenários de segundo turno em que aparece, exceto contra Tabata Amaral, com quem tem empate técnico. Já Boulos venceria Marçal, e empataria com Datena e Tabata.

Quaest

Pesquisa divulgada no último dia 27 mostrou um empate técnico triplo no primeiro lugar, entre Boulos, Nunes e Datena. O atual prefeito tinha 22% das intenções de voto; o deputado federal, 21%; e o apresentador, 17%. Como a margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, os três estão empatados tecnicamente. Como essa foi a primeira pesquisa do instituto no município, ainda não é possível fazer comparações.

Resultado surpreendeu aliados e deu força para a candidatura de Datena, que já desistiu de se candidatar outras vezes. Ele entrou de férias de seu programa na Band, que só poderia apresentar até o dia 30 de junho, segundo a lei eleitoral. Na exibição do dia 29, ele se despediu dos espectadores de forma convencional, com um simples “até”, sem nenhum anúncio.

Nesta pesquisa, Nunes também vence todos os cenários de segundo turno. A Quaest testou seis cenários, e o atual prefeito venceria Boulos, Marçal, Tabata e Datena. Boulos venceria Marçal, mas perderia para Datena.

Paraná Pesquisas

Levantamento divulgado no último dia 25mostrou Nunes e Boulos tecnicamente empatados. O atual prefeito aparece com 28,5% das intenções de voto, e Boulos, com 25,9%. Como a margem de erro é de 2,6 pontos para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados.

Na comparação com a rodada anterior, divulgada em maio, todos os candidatos oscilaram dentro da margem de erro, menos Pablo Marçal (PRTB). Ele, que tinha 5,1%, cresceu para 10%.

Nas simulações de segundo turno, Nunes vence Boulos e Tabata. Já Boulos venceria de Pablo Marçal, mas empataria com Tabata.

Informações UOL


Governo Lula tem frisado que propostas a servidores, considerando os anos de 2023 a 2026, superam a inflação projetada para o período

Foto colorida de agência do INSS - Metrópoles

Assim como tem feito com outras categorias do funcionalismo, o governo Lula (PT) frisou que a proposta ofertada aos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), considerando os anos de 2023 a 2026 (do atual mandato do presidente petista), supera a inflação projetada para o período, que varia de 15% a 18%.

No ano passado, foi concedido um reajuste linear a todos os servidores de 9%. Neste ano, não haverá correção salarial, mas são ofertados reajustes para 2025 e 2026, a depender de cada categoria. O governo tem justificado a política de reajuste parcelado com a necessidade de cumprir suas metas fiscais, que são definidas por lei.

Nesta sexta-feira (5/7), após cerimônia de comemoração dos 34 anos do INSS, o presidente do instituto, Alessandro Stefanutto, comentou a situação:

“Há um apoio à legitimidade das demandas, do que pedem os servidores. Eu mesmo estive, sob determinação do ministro Lupi, na sala de negociação. É uma negociação. É claro que a proposta dada pelo governo melhorou. É uma proposta importante. É uma proposta que, somada ao que foi feito no ano passado pelo presidente Lula, será em 25 e 26 maior que a inflação”, argumentou.

“Obviamente que todos estão ansiosos porque ficaram muito tempo sem ter sequer negociação. Não havia mesa de negociação”, prosseguiu ele. O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, então, interveio dizendo que o que havia era “medo”, referindo-se ao governo de Jair Bolsonaro (PL).

Na visão de Stefanutto, os servidores da autarquia que preside “realmente entregaram”. “Foram chamados a uma situação muito difícil que havia e eles entregaram. Eu não posso deixar de reconhecer isso para o governo. Agora, claro, existe uma questão fiscal que é importante. O país tem um arcabouço que precisa ser respeitado”, completou.

Ele indicou que há outras demandas que não dependem de recursos e que ele irá levar também ao governo tentando ajudar, para que não haja nenhum tipo de movimento paredista.

“[Greve] não é bom para a população e os servidores também não querem fazer. Os servidores sabem que é ruim para a população porque eles atendem no dia a dia”, finalizou ele.

Na última quarta-feira (3/7), ocorreu a terceira reunião da Mesa de Negociação da Carreira do Seguro Social, coordenada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Os servidores apontam para uma possível greve a partir de 16 de julho.

Informações Metrópoles


Reprodução/YouTube

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Nesta sexta-feira (5/7), o cenário político e educacional brasileiro foi marcado pela inauguração do novo campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em Osasco, evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Embora represente um considerável investimento de R$ 102 milhões, a cerimônia de inauguração não escapou das críticas e controvérsias destacadas por alunos e autoridades presentes.

Em meio aos discursos e celebrações, a voz de Jamile Fernandes, estudante do terceiro ano de Direito da Unifesp, destacou-se ao apontar que apenas uma parcela do projeto foi concluída. Segundo ela, estruturas essenciais como moradias estudantis, restaurante universitário e auditórios ainda não foram entregues, o que compromete a funcionalidade plena do campus.

Quais São as Principais Pendências na Inauguração do Campus da Unifesp?

Jamile Fernandes, representante discente, não hesitou em expor as lacunas do projeto durante a inauguração. Em seu pronunciamento, que foi recebido com aplausos, Jamile destacou a urgência de complementar a infraestrutura, mencionando a falta de moradias estudantis, um restaurante e áreas de lazer e estudo, como auditórios.

Impacto nas Atividades Acadêmicas

A falta de completa infraestrutura no novo campus da Unifesp atrai preocupações não só operacionais, mas também pedagógicas. O corpo discente, que inclui apenas 8% de alunos negros, encontra-se limitado em suas atividades por não dispor dos espaços adequados para estudo, pesquisa e convivência. Esse cenário exige atenção e aceleração no processo de finalização das obras.

Informações TBN


Escândalo dos descontos em aposentadorias revelado pelo Metrópoles culmina com a demissão de executivo do INSS após 4 meses de investigação

Andre Fidelis, diretor de Benefícios do INSS - Metrópoles

São Paulo – O diretor de Benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), André Fidelis (de branco na foto em destaque), foi exonerado do cargo nesta sexta-feira (5/7). O motivo da demissão, segundo apurou o Metrópoles, foi a série de reportagens que revelou a farra dos descontos de entidades sobre os vencimentos de aposentados.

Com base nas reportagens do Metrópoles, a Controladoria-Geral da União (CGU), o Tribunal de Contas da União (TCU) e o próprio INSS passaram a investigar a farra dos descontos.

No TCU, houve julgamento determinando a apuração de responsabilidades e a interrupção de descontos de entidades.

Ministério Público Federal (MPF), com base também em reportagens do Metrópoles, pediu a suspensão dos descontos e a devolução de dinheiro a aposentados.

O papel de Fidelis

No cargo, Fidelis era responsável justamente por assinar termos de cooperação técnica com associações e sindicatos para que essas entidades oferecessem serviços, como planos de saúde, seguros e até auxílio-funeral, em troca de descontos de percentuais ou valores fixos das aposentadorias de beneficiários do INSS que fossem filiados a elas.

Metrópoles revelou que essas entidades tiveram um crescimento exponencial de faturamento e de filiados em meio a uma onda de denúncias de fraudes na filiação de idosos. Somente entre 2023 e 2024, 29 entidades receberam mais de R$ 2 bilhões em descontos de aposentadorias. O faturamento mensal delas saltou de R$ 85 milhões para R$ 250 milhões mensais nesse período.

Mesmo em meio à onda de denúncias, Fidelis assinou pelo menos sete novos termos de cooperação com essas entidades somente em 2024. Como mostrou o Metrópoles, por trás dessas associações, há empresários donos de empresas de seguros e planos de saúde.

Além das denúncias de fraudes, parte dessas associações é ligada a um mesmo grupo de empresários, e havia até associação que não passava de uma sala vazia em São Paulo quando obteve seu termo de cooperação para poder efetuar os descontos.

Omissão de informações

Pesou junto à cúpula do INSS o fato de o próprio Fidelis ter omitido informações sobre esses contratos. Ao Metrópoles, o diretor de Benefícios disse ter firmado somente dois termos de cooperação técnica com novas entidades quando, na verdade, firmou sete.

Como revelou o Metrópoles, o diretor de Benefícios chegou a participar até mesmo de festa, com uso de uma diária do INSS, promovida por uma das entidades investigadas pela farra dos descontos.

A reportagem questionou o INSS sobre se há em andamento uma apuração disciplinar sobre a conduta de André Fidelis. O espaço está aberto para manifestação.

Informações Metrópoles


foto: REUTERS/Sergio Moraes/Arquivo

Recentemente, foi fechado um acordo entre o governo brasileiro e as grandes empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, que determina uma redução considerável nas multas impostas anteriormente. Esse acordo, que inclui empresas de renome como Novonor (antes conhecida como Odebrecht) e Andrade Gutierrez, promete alterar significativamente o panorama financeiro nacional e o balanço da Petrobras.

De acordo com informações obtidas pela Lei de Acesso à Informação via portal Uol, as empreiteiras comprometeram-se inicialmente a pagar um montante de 11,5 bilhões de reais ao governo, dos quais a Petrobras deveria receber cerca de 5,2 bilhões de reais. No entanto, até agora, a estatal recebeu apenas parte desses valores.

Qual é o novo acordo entre Governo e Empreiteiras?

Na última semana, a Controladoria-Geral da União (CGU) comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que um novo entendimento foi alcançado, permitindo um abatimento de até 50% nas multas devidas pelas empreiteiras. Esse desconto não se limita apenas à parte que cabe à União, mas estende-se a tudo o que ainda está pendente nos acordos de leniência.

Impactos Financeiros para a Petrobras

Este acordo resulta em um prejuízo considerável para a Petrobras. Originalmente destinada a receber uma considerável compensação financeira, a estatal agora enfrenta a redução do montante. Com o novo arranjo, o saldo devedor com a Petrobras é de aproximadamente 3,8 bilhões de reais, com correção, isso equivale a cerca de 5,5 bilhões de reais.

Consequências Econômicas da Decisão

É fundamental observar como esses desenvolvimentos influenciarão tanto a estrutura econômica do Brasil quanto a operação de uma de suas maiores empresas. Resta agora acompanhar as próximas medidas do governo e da Petrobras para mitigar os impactos dessa decisão.

Informações Revista Oeste


Devastação atingiu 6,5 mil km² entre agosto de 2023 e junho de 2024; na Amazônia, 3,6 mil km² foram devastados no período

Ministra Marina Silva divulga plano para o cerrado
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, diz que governo está ‘trabalhando em um pacto pelo cerrado’ | Foto: Diogo Zacarias/MMA

Os alertas de desmatamento no cerrado cresceram 14,6% entre agosto de 2023 e junho de 2024, perfazendo 6,5 mil quilômetros quadrados de devastação. Os números, coletados pelo Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram divulgados na quarta-feira 3 pelos ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia.

Já a devastação na Amazônia destruiu 3,6 mil km² no mesmo período. Porém, o número representa uma queda de 51,1% em relação à destruição da floresta registrada entre agosto de 2023 e junho deste ano. Segundo o Inpe, foi a maior queda desde 2016. 

Os resultados positivos da Amazônia contrastam com os dados do cerrado, segundo maior bioma do país, que chegou a registrar queda de 24,3% no desmatamento em junho, mas voltou a ter alta nos últimos quatro meses do ano passado em relação a 2022.

A Bahia, Estado que tem parte do seu território no cerrado, registrou queda de 52% do desmatamento. Porém, Tocantins, Maranhão e Piauí tiveram altas de 69,5%, 36,8% e 13,5%, respectivamente. “Estamos trabalhando em um pacto pelo cerrado”, afirmou Marina Silva, ministra do Meio Ambiente.

Amazônia

A queda do desmatamento na Amazônia foi puxada pelos resultados de quatro Estados: Pará (47,3%), Mato Grosso (53,3%), Amazonas (55,7%) e Rondônia (66,7%). O bioma ainda registrou queda de 59,3% nos 70 municípios prioritários definidos pelo Ministério do Meio Ambiente.

O secretário-executivo da Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que houve queda do desmatamento em todos os Estados localizados no bioma. “É uma realidade que se espalha pela Amazônia”, disse.

“Se continuarmos nessa trajetória, alcançaremos desmatamento zero” na Amazônia até 2026, disse Marina Silva. 

Mata Atlântica

A pasta também divulgou os dados da Mata Atlântica. O bioma possui um sistema diferente de aferição da área de desmatamento, o satélite Prodes. A ferramenta registrou queda de 25,2% do desmatamento em 2023 em relação ao ano de 2022

Os dados de 2024 ainda não estão disponíveis. A queda registrada no ano passado foi o maior da série história, iniciada em 2019.

Redação Oestecom informações da Agência Estado

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