O vice-presidente eleito do União Brasil e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, criticou a declaração do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), que classificou os analfabetos como “doentes”.
“Os analfabetos não são doentes, são vítimas do descaso com a educação. São vítimas de pessoas como o senhor, que, infelizmente, não consegue entender que, através da educação, a gente muda a sociedade. As pessoas mais pobres só terão condições de vencer na vida com uma educação pública de qualidade, que é o que defendo”, disse ACM Neto.
O ex-gestor soteropolitano lembrou que o estado é campeão em analfabetismo no país. “Governador, o senhor devia saber que o estado que o senhor governa é um dos campeões nacionais em analfabetismo. Um em cada 10 baianos é analfabeto, significando 1,5 milhão de pessoas em nosso estado. Não acho que essas pessoas são doentes, até porque o analfabetismo não é doença, é ausência. Ausência do poder público, ausência de prioridades para educação, ausência de um governador”, completou.
Na mesma fala, em uma coletiva de imprensa na última sexta-feira (1/3), Jerônimo disse que “quem ama não reprova”.
“Governador, o senhor só piora as colocações sobre a educação pública na Bahia. Recentemente, defendeu a aprovação em massa de alunos. Agora, ao invés de ajustar a portaria, o senhor insiste e aprofunda a gravidade do que está dizendo. Não é verdade que quem ama não reprova. Eu sou pai, o senhor também é pai; temos responsabilidade de educar nossos filhos, e não há pai que vai dizer sempre ‘sim’ ao seu filho. Ao contrário, a criança em formação precisa ser acompanhada, cobrada e testada, como acontece em todo lugar onde a educação funciona”, ponderou Neto.
O presidente da Fundação Índigo reafirmou que a aprovação em massa é uma forma de mascarar os dados da educação na Bahia. “O senhor está defendendo isso exclusivamente porque nos últimos 18 anos o PT da Bahia fracassou na educação, inclusive com o senhor como secretário de Educação do Estado, nos trazendo para as últimas posições do Brasil no Ideb. Agora, querem melhorar os números. E a solução, qual é? Aprova automaticamente. Não importa se ele aprendeu ou não. É por isso que a Bahia é um dos estados mais violentos do Brasil, com o maior número de desempregados e a maior quantidade de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza em todo o Brasil. Esse é o resultado de 18 anos de PT”, completou.
Motoristas de veículos terrestres de passageiros com mais de 20 anos de fabricação podem em breve ser isentos do pagamento do IPVA, de acordo com a PEC 72/2023, em análise no Senado. A proposta, apresentada pelo senador Cleitinho, busca corrigir uma lacuna na reforma tributária governamental, que não contempla essa isenção para veículos com duas décadas de existência, enquanto amplia a cobrança para veículos aquáticos e aéreos. O relatório indica que a imunidade tributária pode resultar em perda de arrecadação em alguns estados, mas a proposta ainda precisa passar por várias etapas no Senado e, posteriormente, ser aprovada na Câmara.
Originária do Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador, a facção Bonde do Maluco (BDM) surgiu em 2015 seguindo o padrão de outros grupos criminosos brasileiros. Hoje, é reconhecida em documentos oficiais como uma das maiores e mais perigosas organizações criminosas do país, com participação no tráfico internacional de drogas.
Criada por um assaltante de banco falecido em 2019, o BDM cresceu ampliando territórios e parcerias no fornecimento de drogas e armas. Seu principal aliado é o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo, para onde muitos criminosos têm fugido.
Essas facções, ao se unirem, intensificam suas atividades visando expandir seus negócios, inclusive para fora do Brasil. O Porto de Salvador desponta como uma alternativa aos terminais de Santos e do Rio de Janeiro, que já são alvos frequentes de operações policiais contra o tráfico internacional.
O BDM é uma das 14 organizações criminosas no sistema carcerário da Bahia, segundo relatório do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Esse estado é o segundo com mais grupos desse tipo. No total, foram mapeadas 72 facções em presídios por todo o país.
A guerra entre facções rivais e as ações letais da polícia têm contribuído para a escalada da violência na Bahia nos últimos meses. Essa situação pressionou o governo a lançar um plano de emergência em outubro, com envio de recursos e agentes federais.
Desde que a relação entre PCC e BDM se estreitou em 2016, as apreensões de cocaína no porto de Salvador aumentaram significativamente, passando de 810 quilos para 8 toneladas em 2020, segundo a Polícia Federal (PF). Já em Santos, as apreensões superam as 20 toneladas.
Três anos depois, durante as investigações da Operação Descontaminação, a PF descobriu que o PCC estava recrutando pessoas na Bahia para enviar drogas ilegalmente para a Europa. Em setembro de 2022, três funcionários de uma empresa que operava no Porto de Salvador foram presos tentando enviar 165 quilos de cocaína em contêineres.
A Companhia Docas do Estado da Bahia, responsável pelo terminal, afirmou em comunicado que monitora constantemente as embarcações e apoia as operações. Sobre os funcionários presos, não fez comentários.
Diego Gordilho, delegado da PF, destaca que o PCC sempre buscou alternativas para enviar drogas internacionalmente, especialmente cocaína, que tem um alto valor no exterior. “Os portos têm uma grande importância nesse cenário de exportações ilegais, tanto em cascos de embarcações quanto em contêineres”, afirma.
Um relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime de 2022 revela que as organizações criminosas no Brasil estão buscando portos menores no Nordeste e no Sul do país para diversificar suas rotas de escoamento de drogas. Essa tendência já era observada antes da pandemia de COVID-19, mas se intensificou durante o período de crise sanitária.
Na Bahia, o BDM se tornou um parceiro ideal para o PCC devido ao seu domínio sobre os principais pontos de tráfico do estado, principalmente entre Salvador, Recôncavo Baiano e o norte.
Apesar da diversidade de facções no sistema carcerário baiano, o BDM é predominante. Segundo o mapeamento do Ministério da Justiça, abriga pelo menos metade dos detentos da Bahia que pertencem a alguma organização criminosa.
O relatório do Ministério da Justiça também aponta que o BDM “tende a se tornar nacional em função de sua aliança com o PCC”. Já está presente em outros estados, como Mato Grosso do Sul e Piauí.
A força do BDM se baseia em sua capacidade de agregar pequenas facções e na intensidade do terror que exerce. Desde o início, os membros do BDM têm divulgado imagens nas redes sociais mostrando criminosos armados com fuzis e cometendo homicídios com tortura, como forma de demonstrar poder e intimidar rivais.
Em maio do ano passado, a PF descobriu que o BDM transformou a Ilha de Maré, na Baía de Todos-os-Santos, em um ponto estratégico para armazenar drogas e armas que seriam transportadas de barco para outras localidades. A ilha fica próxima aos portos de Salvador e de Aratu.
Zé de Lessa, criador do BDM, sempre teve uma visão empresarial do tráfico de drogas ilegais e viu na aliança com o PCC uma oportunidade de ampliar suas operações no tráfico internacional de drogas e, consequentemente, de ter acesso a mais armas e matéria-prima.
Com a expansão da facção na Bahia, o Comando Vermelho (CV), rival do PCC, decidiu estabelecer presença em Salvador a partir de 2020. Até então, atuava como uma subsidiária de outras organizações baianas, como o Comando da Paz, que hoje está praticamente extinto.
O aumento da violência na Bahia está relacionado a essa disputa entre as facções. Um indicador disso são os números de mortes em operações policiais de combate ao tráfico, que totalizaram 1.689 no ano passado, segundo o Ministério da Justiça – um aumento de 15% em relação a 2022, o maior número do país.
A Secretaria de Segurança Pública da Bahia declarou que as operações de combate às facções são uma prioridade, especialmente através da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado.
A multiplicação das facções criminosas na Bahia também aumenta o risco de motins e rebeliões nas prisões, onde esses grupos geralmente se formam, alerta o delegado Gordilho, da PF.
Fora das prisões, essa situação se traduz em mais violência nas ruas. O bairro Pero Vaz, em Salvador, se tornou um dos epicentros da guerra entre o BDM e o CV. Situado na periferia, o bairro está no centro urbano, entre duas rotas importantes: a BR-324 e a região do Comércio, onde fica o Porto de Salvador.
Desde o último domingo, três pessoas foram baleadas em tiroteios e nove carros foram incendiados no bairro. “O crime organizado, especialmente o tráfico de drogas, traz consigo crimes conexos, como assassinatos, que também afetam a sociedade”, ressalta Gordilho.
No ano passado, o BDM fechou uma nova aliança com o Terceiro Comando Puro (TCP), facção do Rio de Janeiro que tem como principal rival o Comando Vermelho.
As tensões entre as facções ficaram evidentes em um pedido de prisão preventiva de dois membros do BDM feito pela PF em 2022. Os líderes da facção temiam que as lideranças paulistas negociassem drogas e armas na Bahia sem a sua intermediação. Na época, BDM e PCC precisaram reafirmar o acordo de cooperação.
Um grupo de mensagens chamado “Aliança entre BDM e PCC” foi criado para alinhar as ações entre as facções. Essa parceria não só facilita o transporte de drogas e armas entre Salvador e São Paulo, mas também a migração de criminosos entre os estados, conforme documentos de investigação apresentados à Justiça.
Entre as ações do governo baiano para combater as facções estão a contratação de cerca de 2.500 policiais e bombeiros, a aquisição de softwares de inteligência, armamentos, viaturas semiblindadas e cursos de capacitação. O governo também investe em inteligência e afirma ter localizado 33 líderes de facções em 2023.
“A ação investigativa e repressiva qualificada resultou na apreensão recorde de 55 fuzis em 2023, na localização de 11 toneladas de drogas, na desarticulação de 18 laboratórios de cocaína, em 15.600 prisões e na apreensão de 5 mil armas de fogo”, destaca a secretaria.
O Ministério Público Federal (MPF) confirmou que existem dois procedimentos ativos relacionados ao Bonde do Maluco. No entanto, devido ao sigilo, não pôde divulgar informações sobre o conteúdo desses procedimentos.
A Polícia Civil e o Ministério Público da Bahia foram procurados para comentar as investigações, mas não responderam.
José Francisco Lumes, conhecido como Zé de Lessa e criador do BDM, faleceu durante uma operação policial na divisa com o Paraguai, em dezembro de 2019. O BDM foi criado para ampliar as operações de outra facção baiana, a Caveira, e desviar o foco das investigações dessa organização criminosa, conforme relatório da Coordenação de Monitoramento e Avaliação do Sistema de Administração Penitenciária da Bahia.
Um racha interno na Caveira transformou antigos aliados em rivais, e Zé de Lessa emergiu como líder do BDM.
A cidade onde Zé de Lessa faleceu, Coronel Sapucaia, em Mato Grosso do Sul, faz fronteira com o Paraguai, um dos principais fornecedores de drogas da América Latina.
O Paraguai é de grande importância no combate ao crime organizado na América do Sul devido à sua fronteira terrestre e fluvial com o Brasil. Muitas lideranças de organizações criminosas buscam o Paraguai como refúgio para gerenciar suas atividades ilegais, observa o delegado Gordilho.
Os negócios ilícitos do BDM abrangem várias áreas. Quatro membros do BDM foram presos por participar de um esquema de extorsão virtual no Distrito Federal. A investigação revelou que a quadrilha anunciava a venda de pacotes de conteúdo sexual por meio de um aplicativo de mensagens e depois extorquia as vítimas.
A CBF anunciou os detalhes das últimas três rodadas da Copa do Nordeste, que ainda estavam sem suas datas confirmadas.
Conforme já era esperado, o Ba-Vi está marcado para o dia 20 de março, uma quarta-feira, às 21h30, com transmissão da TV
Aratu. Será válido pela 6ª rodada.
O clássico desta vez acontecerá com mando de campo tricolor, na
Arena Fonte Nova.
Na 7ª rodada, o Bahia enfrentará o Maranhão às 16h do dia 24, um domingo, também na Fonte Nova.
Para finalizar a fase de grupos, a 8ª rodada acontecerá integralmente às 21h40 do dia 27 deste mês, uma quarta-feira, com o Bahia atuando contra o Botafogo-PB, fora de fcasa.
Vale ressaltar que antes desses jogos que tiveram a tabela detalhada, o Bahia enfrentará o Ceará na quarta-feira (6), na Arena Castelão.
O pai, que morreu em confronto, foi acusado de tráfico de drogas; demais membros fariam lavagem de dinheiro
O pai, Rener; a mãe, Niedja; e a filha Larissa constam como beneficiários do auxílio emergencial Crédito: Reprodução
Apesar do alto padrão de vida, ao menos três membros da família Umbuzeiro, alvo da Operação Kariri, receberam auxílio emergencial. O patriarca Rener Manoel Umbuzeiro; sua esposa, Niedja Maria de Lima Souza e sua filha, Larissa Gabriela Lima Umbuzeiro, foram beneficiários do programa do governo federal durante a pandemia da covid-19.
Rener, Niedja e Larissa receberam auxílio emergencial Crédito: Reprodução/Portal da Transparência
De acordo com a Polícia Federal (PF), a família é apontada como responsável por criar um império de tráfico de drogas no Nordeste, por meio da plantação ilegal de maconha.
Rener, que foi indiciado como traficante de drogas, morreu no último dia 21 de fevereiro, quando a PF deflagrou a Operação Kariri, em nove cidades, incluindo Feira de Santana, Salvador, Ibimirim (PE), Brasília (DF) e São Paulo (SP). Cinco pessoas foram presas, inclusive a filha, Larissa, que é médica, a esposa dele, Niedja Maria de Lima Souza e o genro Paulo Victor Bezerra Lima.
A irmã de Niedja, Clênia Maria Lima Bernardes, também foi presa, assim como a prima Robelia Rezende de Souza, que está em prisão domiciliar. Inicialmente, foi divulgado que a sobrinha de Niedja e Rener, Gabriela Raizila Lima de Souza, também teria sido presa, mas segundo a polícia, ela está foragida.
A operação contou com apoio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) do Ministério Público do Estado (MP-BA).
Ao patriarca da família, a PF imputou o crime de tráfico. Os demais, segundo o delegado Diego Gordilho, supervisor do grupo de informações sensíveis da Bahia, que coordena as investigações, seriam operadores financeiros – ou seja, fariam lavagem de dinheiro. Apesar do alto padrão de vida, Rener, Niedja e Larissa receberam auxílio emergencial do governo federal.
“Rener não aparecia, não buscava participar de holofotes. Ficava bem resguardado no interior, nas fazendas. Inclusive, teve o casamento da própria filha e ele não foi porque sabia que estava sendo investigado pela Polícia Federal”, diz Gordilho. “O mais diferente é a tentativa de buscar uma via de normalidade dentro do contexto da sociedade, sendo que o ganho financeiro, ao que tudo indica, veio do tráfico de drogas”, acrescenta.
Ele estava sozinho em uma fazenda na região de Morpará, no Vale do São Francisco, quando a equipe da polícia chegou ao local. Ainda de acordo com o delegado, Rener atirou três vezes contra os policiais usando uma arma que não era legalizada. Ele morreu no confronto.
As investigações começaram em 2019, quando Rener entrou no radar da PF depois de um flagrante. “Quase uma tonelada de droga foi apreendida e, pela investigação, foi possível afirmar que ele era o responsável pela carga”, acrescenta o delegado.
Mas a trajetória da família começou muito antes: segundo as investigações, eles se transferiram para Feira de Santana no início dos anos 2000, vindos do sertão pernambucano. A mudança pode estar diretamente ligada aos desdobramentos do Polígono da Maconha, um quadrilátero imaginário que representa uma região com mais de 20 cidades de Pernambuco e da Bahia (veja mais abaixo).
O cultivo de maconha teria entrado na vida deles há mais de 30 anos, ainda em Pernambuco. De lá, eles decidiram vir para a Bahia, para onde outros integrantes do clã se transferiram. Ainda assim, a polícia acredita que havia ramificações no estado, especialmente em Ibimirim, terra natal de Rener e Niedja. A cidade no semiárido fica a mais de 300 quilômetros de Recife (PE) e tem pouco mais de 26 mil habitantes, segundo o último Censo.
O motivo para terem escolhido especificamente Feira de Santana não é conhecido. Mas a opção pela maconha, para o delegado Diego Gordilho, não destoa das práticas da região.
“É pela questão da localidade, que é inerente à região. Tanto que existe o Polígono da Maconha, região propícia ao plantio de cannabis, em termos do solo. Na Bahia, é uma região que vai se aproximando do estado de Pernambuco”, explica.
O inquérito apontou que a organização criminosa teria chegado a se expandir também para Alagoas e Paraíba em diferentes momentos, com o objetivo de dificultar as investigações . “A autonomia dessa família na área do tráfico é muito expressiva, tendo inclusive incentivado diversos outros pequenos traficantes em se tornarem (sic) traficantes de maior potencial, a exemplo de alguns que eram apenas transportadores a serviço dos Umbuzeiros e hoje se tornaram traficantes independentes, sem mesmo deixarem de se relacionar com a família”, diz a petição criminal com visualização pública.
Ainda segundo a investigação, eles seriam responsáveis por todo o ciclo da produção de maconha: plantio, colheita, prensagem, armazenagem, transporte e entrega. De Feira de Santana, além de aumentar o patrimônio, conseguiriam comandar os negócios e enviar a droga para capitais e regiões metropolitanas do Nordeste.
Ao todo, houve três situações de tráfico de drogas que a PF atribui a Rener. “A partir de então, foi desvendado que eles construíram uma grande rede para ocultar e dissimular o proveito econômico relacionado ao tráfico de drogas, sem nenhum tipo de renda ou ganho licitamente comprovado. Começaram a adquirir imóveis de alto valor usando os nomes dos filhos, de irmã, parente”, afirma o delegado.
Na operação de 21 de fevereiro, foram bloqueados seis imóveis de alto padrão e cinco fazendas. Todos seriam pertencentes ao grupo. Também foram bloqueadas contas bancárias e cumpridos 20 mandados de busca e apreensão. Somados, a PF estima que os bens podem chegar a R$ 50 milhões. Ainda de acordo com o delegado Diego Gordilho, o grupo já tinha sido alvo de operação das Polícias Civis da Bahia e de Pernambuco, além da Polícia Militar baiana.
A partir desta sexta-feira (1), o valor do gás de cozinha irá aumentar em 8%. As informações são do Centro Administrativo da Refinaria de Mataripe (Acelen). A diferença deve equivaler a R$5 e R$6.
Vale lembrar que no início de fevereiro, o item básico, já havia aumentado R$5. A motivação foi devido ao aumento da alíquota modal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Com o novo acréscimo no produto, que está custando uma média de R$135, o valor atual pode chegar até R$140 para o consumidor final. Em nota, a Acelen afirmou que os preços dos produtos da refinaria seguem critérios de mercado que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, cotação do dólar e o frete, logo, podendo haver variações entre os preços.
A polícia também cumpriu mandados nos bairros de Fazenda Coutos e Valéria, onde recuperaram celulares furtados
Foto: Ascom-PC
Após investigações, a Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (29), em Vitória da Conquista, um suspeito de roubar e agredir uma mulher durante o Carnaval de Salvador, no dia 13 de fevereiro.
Com um mandado de prisão preventiva em aberto, o homem foi preso por agentes da Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (Cati/Sudoeste) da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior no bairro da Patagônia.
Segundo a Polícia Civil, equipes do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom) também cumpriram mandados de busca e apreensão nos bairros da Valéria e Fazenda Coutos, na capital, onde recuperaram sete celulares que haviam sido furtados nos circuitos do Carnaval por comparsas do agressor.
“A partir das informações já coletadas e dos celulares apreendidos, avançaremos na busca dos demais envolvidos. Ele será interrogado e vamos buscar outros possíveis aparelhos, produtos de roubo”, informou a titular da 14ª Delegacia Territorial (DT/Barra), delegada Mariana Ouais.
Documento que será assinado na Sala Principal do TCA, a partir das 11h
Foto: Reprodução/Google Street View
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) autoriza, nesta sexta-feira (1º), o início das obras da terceira etapa do projeto do Novo Teatro Castro Alves (TCA). Esta será a primeira agenda do chefe do Executivo, após a sua viagem em missão internacional à Espanha.
O documento que será assinado na Sala Principal do TCA, a partir das 11h, formaliza a empresa selecionada através de licitação, divulgada no Diário Oficial do Estado, no último sábado (24), para realizar as obras de requalificação do equipamento cultural. Para esta ação, o empreendimento vencedor foi Sian Engenharia LTDA., com o valor de R$ 148.720.321,13.
Na mesma publicação, também foi credenciada a contratação da empresa de engenharia consultiva responsável pela fiscalização e supervisão do projeto, esta é o empreendimento RK Engenharia e Consultoria, no valor de R$ 11.467.612,07.
O TCA passará por uma modernização da sua Sala Principal, o restauro do Foyer, a requalificação do Jardim Suspenso, além de intervenções no Centro Técnico do equipamento, salas administrativas e melhora nas dependências dos corpos artísticos – Balé Teatro Castro Alves (BTCA) e Orquestra Sinfônica Da Bahia (Osba).
As reformas surgem após o incêndio que atingiu o teto do equipamento cultural, em janeiro de 2023. Apesar do incidente, ninguém ficou ferido.
O deputado estadual, Pablo Roberto (PSDB), foi reconduzido à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública, na última terça-feira, 27, em decisão unânime entre os deputados. “Agradeço os colegas pela confiança. Seguir na presidência dessa Comissão, tão importante, só reforça o nosso compromisso em continuar trabalhando muito pela Bahia”, afirma Pablo Roberto. Sob a presidência do parlamentar, a Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública atendeu a diversas demandas da população baiana, e destacou-se como líder na promoção dessas audiências, realizando um total de 18 encontros no ano passado. A integração da Guarda Municipal à Segurança Pública do Estado foi um dos temas discutidos pela Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública. O evento discutiu a PEC 171, de au- toria do deputado Pablo Roberto, visando fortalecer a atuação desses profissionais. Outros temas como o crescente índice de violência contra motoristas de aplicativo na Bahia e superlotação do sistema carcerário no estado, entre outros, foram discutidos ao longo do ano de 2023. A primeira reunião da Comissão de 2024 acontece no próximo dia 05 de março, e serão discutidos os requerimentos para tratar temas como: violência contra os povos indígenas Pataxó e Pataxó HãHãHãe, no Sul da Bahia; proposta de Audiência Pública para debater “A Importância da Ciência Papiloscópica e da Identificação Civil no âmbito do Estado da Bahia”; “A Regulamentação do Execício dos Bacharéis em Criminologia no Brasil”; e Visita às comunidades indígenas Barra Velha, no município de Porto Seguro e Cahy, em Prado. Também compõem a Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública: Neusa Cadore (PT/ vice-presidente), Dr Diego Castro (PL), Hilton Coelho (PSOL), Ludmilla Fiscina (PV), Olivia Santana (PC do B), Robinson Almeida (PT), Vitor Azevedo (PL).
Subiu para sete o número de mortes por dengue na Bahia, segundo informações da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), nesta quinta-feira (29).
A sexta e a sétima vítimas da doença são moradores de Feira de Santana e Vitória da Conquista. A Sesab não divulgou mais detalhes das pessoas. Nesta semana, a Sesab informou que o aumento de casos suspeitos da doença no estado foi puxado principalmente pelos dois municípios, ambos em situação epidêmica. Até quarta-feira, todas as mortes pela doença tinham sido registradas na região sudoeste do estado, sendo duas em Jacaraci, outra em Piripá e a quarta em Ibiassucê. As cidades ficam cerca de 1h30 de distância umas das outras. Já na quarta, a Sesab confirmou a quinta morte, em Irecê, no norte do estado.
Uma das vítimas confirmada é uma criança de 5 anos, que morreu em Jacaraci no dia 8 de fevereiro. No ano de 2023, 22 pessoas morreram por causa da dengue. Houve um caso ligado a zika e três por causa da chikungynia, conforme informado pela Sesab. Neste ano, foram notificados 16.771 casos prováveis de dengue no estado e 64 municípios se encontram em epidemia.