Quem não gosta de punheta, bom sujeito não é, portanto, que atire a primeira pedra quem não se sentiu realizado depois de matar o desejo com uma punheta executada no capricho, feita por quem tem borogodó de fazer bem feito. Sabe lá o que é estar subindo pelas paredes, mais carente que cachorro em porta de venda, e de repente um banquete matar sua fome e libertar seu pensamento? Só quem já passou por uma mão habilidosa, que constrói nossa excitação de forma progressiva só de olhar a execução feita com a intenção de nos causar um prazer inigualável e único, sabe do que estou falando. É de repetir que uma iguaria como uma punheta é pouco, duas é bom, e, três, é demais! Eu, jovem, nunca recusei, mas com a idade o apetite é menor embora a degustaçãoe o gozo do ato cheguem as raias da perfeição.
Todo punheteiro – como eu, não nego- sabe que o bom da punheta é o enredo. É juntar a fome com a vontade de comer e se jogar à oferta do destino. Imaginar as mãos precisas, a sabedoria ancestral, o amor entregue no ato da feitura e criação,os dedos banhados em óleo, deslizando, comprimindo e manipulando o conteúdo que vai ganhando uma progressiva consistência endurecida, a ponta mais afilada, o meio mais grosso, generoso, moldado pelo ritmo do vai e vem, enfim, com a forma típica que vocês gostam.
Dizem que a primeira punheta não se esquece, ou, ao menos, a última, até porque há relatos que entre as preliminares, o ponto ideal de fervura, e lambuzar na cobertura que se derrama sobre o produto, gasta-se até quarenta minutos. São porções de execução tântrica. É nesse ponto que todo mundo cai de boca.
A tapioca quentinha, misturada com coco, recoberta por canela, é uma lenda dos tabuleiros baianos, incomparável em sua delícia. Foi por isso que me revoltei ao ler que um aplicativo de entrega de comida suspendeu a punheta- uma tradição Baiana como a Igreja do Bonfim- do cardápio, por ser ofensivo. A estupidez do cancelamento se estendeu além-mar para a punheta de bacalhau e a batata ao murro(deve haver uma Delegacia de Proteção as Batatas). Na lista de ameaçados estão o “molho à puttanesca”, o “beijo de freira’, o ‘sonho de pobre’, o “nego bom”, o “mané pelado”, e o bolo “lua de mel de mandioca”, preconceituoso por imaginar que só há lua de mel se houver mandioca no meio.
Não, amigos, não abro mão do que me dá prazer, em domicílio ou nas ruas. Não largo a punheta- ou bolinho de estudante- e peço apoio de todos, porque os punheteiros unidos jamais serão vencidos. Sigam-me os que forem punheteiros. Ninguém dispensa a mão de ninguém. A punheta há de resistir!
Derrocada do jornalismo da emissora nasce na pretensão de querer ser babá social e moral do espectador, editando o que ele deve ver, consumir, e surrupiando e invertendo os fatos
Foto: Reprodução/ Rede Globo
Por Adrilles Jorge
Jornalismo é interpretação do mundo embalada na percepção do jornalista e sua leitura dos fatos. Simples assim. Expor os fatos, mostrá-los, escolher os que devem ser exibidos é editar a realidade. Não há realidade bruta. Há angulação da realidade editada pelo olhar de quem observa e edita a realidade. Isto não significa dar lição de moral sobre como o espectador deve reagir, viver, se comportar. A arte, a literatura e até o jornalismo podem ser didáticos quando humildemente expõem uma percepção da realidade, com suas ambiguidades e complexidades. Sem querer impor goela abaixo do leitor/espectador uma visão única de mundo e de como viver. “Fique em casa”, berrava o jornalismo da Globo no ano passado. Não saia. Não se movimente. Sua liberdade de ir e vir pode matar. Sua liberdade de vida pode matar. Colou para a maioria. Durante um ano, baseando-se em pretensa ciência, pessoas abdicaram de viver. Nenhum resultado satisfatório provou que isto salvou alguma vida, como prometido. Ceifou a liberdade de viver e de trabalhar. Não a dos jornalistas da Globo, que seguiram com seu trabalho essencial para eles mesmos, vivendo os riscos de viver — que eles guardaram só pra eles mesmos.
O mandamento moral jornalístico piorou mais com a guerra política contra um presidente que priorizava o trabalho e a liberdade, além do risco de viver. Duelo de percepções de vida. Um militar que mandava enfrentar os riscos numa guerra contra um vírus e uma emissora que mandava se esconder do vírus — que penetrava em transportes e periferias lotadas por eventuais “trabalhadores essenciais”, nos lares de quem ficou em casa — e foi contaminado — em casa. Países que mais mandaram ficar em casa tiveram números maiores dos que não ficaram, na maior parte dos casos. Duelo de percepção de vida. Mas a Globo acreditava que falava em nome dos fatos, da realidade, do jornalismo, da ciência. A Globo errou. Errou sobretudo em tratar a apuração da realidade com lição de moral. Lição esgotada em seu erro fatal. O que as pessoas suportam cada vez menos é uma certa mania jornalística de transformar apuração em lição de moral de como se deve comportar, agir, como se deve emocionar, viver, deixar de viver.
Apuração dos fatos virou didática da realidade para o jornalismo da Globo e em grande medida para a maior parte do jornalismo da grande mídia. Jornalistas querem ensinar o que pensar, com o que se emocionar, com quais fatos se preocupar. Escrever, pesquisar sobre a realidade é dialogar com quem lê, não impor uma realidade editada por convicção narcisista. Jornalistas da Globo e da grande mídia parecem crer que o espectador seja uma criança que deva ser levado pela mão à interpretação social, ideológica e política da realidade que ele, jornalista, aprendeu — errado — em faculdades ideologicamente doutrinadoras de comunicação ou na própria redação de jornal. A Globo errou. Erro feio. Tem errado feio não só na campanha do “fique em casa”, como nesta guerrilha ideóloga estúpida contra o governo federal. Faz ilações sobre o assassinato de Marielle Franco e o presidente, esconde manifestações populares de apoio a Jair Bolsonaro, responsabiliza ele por mortes por Covid-19 por não ter “ficado em casa”, chama de antidemocráticos atos de pessoas que se insurgem contra atos antidemocráticos do STF, endossa prisões arbitrárias de pessoas que criticam juízes tiranos, embarca num tipo de propaganda de pseudo progressismo identitário que chama indiscriminadamente pessoas de racistas, homofóbicas e machistas por serem meramente conservadoras. Fecha os olhos para a humilhação de cientistas, mulheres massacradas por corruptos notórios, inocentes que tem sigilos bancários abertos em investigação promovida por corruptos notórios pelo único objetivo de demonizar um presidente.
A Globo se transformou num órgão de militância política comportamental contra o que ela crê ser autoritário, reacionário, fascista. A Globo se transformou num juiz moral injusto que não enxerga a própria injustiça e erro. Como um ministro que compõe nosso STF atual. Recebe, por óbvio, críticas acerbas de diversas fatias da sociedade por ter trocado um jornalismo que busca triangular, apurar os fatos, dialogando com o espectador sobre a realidade, por um ativismo militante moral e social. Agora, numa campanha narcísica, chora as pitangas por se crer vítima de disseminadores de fake news. Fake news, segundo a Globo, seria tudo que não se coaduna com as teorias lançadas por ela de como se comportar e ler a realidade, a ciência, a vida, a presidência, a justiça. Fake news, segundo a Globo, é não viver e pensar como a Globo quer que você viva e pense. Agora, lançam uma campanha dizendo como jornalistas da emissora são humanos, e compartilham a intimidade dos profissionais com suas famílias. De como são mártires sociais que sofrem as pedradas de quem não comunga com sua visão de mundo. Agora, o ego, o narcisismo ferido do jornalista da Globo é a notícia. Nada mais tradutor da egolatria da rede Globo que trocou o jornalismo por um didática ególatra da moral social. A derrocada do jornalismo da Globo nasce na pretensão do jornalista que quer ser babá social e moral do espectador, editando o que ele deve ver, consumir, qual ângulo da notícia, surrupiando e invertendo os fatos, como deve se comover. Nenhum cidadão suporta ser tratado como criança. A Globo faz pior: virou uma babá vitimista ressentida com a contrariedade de quem ousa não ser tratado como criança. O povo brasileiro não é criança, rede Globo. O povo sai às ruas para trabalhar, viver, se arriscar, pensar e agir por conta própria. O povo brasileiro não vai chorar por seu narcisismo contrariado. Chore em casa, rede Globo. Não na nossa casa.
Laia o artigo que conta a saga missionária dos religiosos franciscanos em Feira de Santana, que foi iniciada com a visita dos freis Germano Colli del Tronto e Henrique de Áscoli, membros da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, que aconteceu no início do ano de 1950.
Para ler o artigo na íntegra e conhecer essa história, clique no link abaixo:
Apenas a devoção a sua fé é capaz de manter a unidade de um povo e da nação. Sem ela seriámos facilmente destruídos, subjugados.
Somos Cristãos. Católicos, Evangélicos e afins possuem a mesma bandeira comum. Cristo nos mantém unidos em seus valores. Cristo é a unidade do povo brasileiro, independentemente do nosso dever/poder em respeitar as outras religiões e seus “profetas”, professados em nosso solo ou fora dele.
E é na congregação da fé que se igualam todos os fiéis, o branco e o preto, a mulher e o homem, o pobre e o rico… é onde todos se sentem parte de um TODO, que é o TUDO: DEUS!
Acreditem, depois de assacar contra os nossos valores de família, de moral e costumes, contra o nosso ordenamento jurídico e nossas instituições de estado, o próximo passo da ORDEM DE ESQUERDA será destruir a nossa FÉ CRISTÃ em suas diversas e honradas “leituras”.
Sem isso eles nunca conseguirão nos destruir enquanto povo e nação.
“O Estado laico não é ateu ou agnóstico. É um estado que está desvinculado, nas decisões dos cidadãos que o assumem, de qualquer incidência direta das instituições religiosas de qualquer credo”.
Querem nos transformar em um estado Ateu, Agnóstico, já tendo sido proibida a leitura da Bíblia Sagrada nos equipamentos de estado. Agora querem proibir, sob o pretexto da pandemia, que também possamos nos reunir em congregação nos nossos templos. Querem nos dispersar diante do mal planejado em curso, da nova ordem mundial infiel, não se enganem.
Querem nos destruir, destruir a nossa fé, o nosso povo, a nossa nação, o nosso Brasil.
A Bahia é um bom posto de observação para umas coisas, e um péssimo posto para outras. Para detectar mudança de governo, por exemplo, é péssima, já que a Bahia republicana não toma a iniciativa de fazer oposição ao status quo. Por outro lado, como a elite baiana não é muito dada aos maneirismos finos do Sudeste (vejam que paulista não tem seca, tem crise hídrica), amiúde temos caras-de-pau mostrando às escâncaras o que no Sudeste se disfarça.
De quanto tempo um estrangeiro precisaria para entender que o PSOL de Freixo é um partido de sindicalistas do funcionalismo público? No entanto, se visse o PSOL em campanha pelo governo da Bahia, sacaria num minuto. Afinal, que candidato a governador faz campanha falando da “URV dos técnicos” das universidades estaduais?
Agora é a vez de os jornalistas baianos jogarem luz sobre as reais intenções da categoria: os bonitos ganharam o direito de furar a fila da vacina caso tenham mais de 40 anos, e agora ameaçam uma greve de jornalismo por quererem estender a todos os jornalistas o direito de furar a fila da vacina.
Primeiro uma tal Comissão Intergestores Bipartites resolveu no dia 18 de maio que os “profissionais da comunicação” sadios com pelo menos 40 anos estariam dentro do grupo que poderia furar a fila da vacina. Muita cara de pau? Piora: no mesmo dia, o bravo Sindicato dos Jornalistas Baianos anunciou que iria lutar (sic) para poder vacinar todo jornalista.
No dia seguinte, o Ministério Público da Bahia, que em geral está ocupado em tirar o bifinho das crianças ou perseguir o Compadre Washington, desta vez fez algo de útil à sociedade e recomendou que a tal da CIB parasse de incluir meio mundo na categoria de fura-filas de vacina. O Ministério Público da Bahia fez essa recomendação em conjunto com o Federal.
Também no dia 19, o presidente da vetusta Associação Bahiana de Imprensa declarou que “não se trata de um privilégio corporativo, e sim desse reconhecimento de que a população precisa, para vencer a Covid-19, de informação de qualidade”.
Para descer a ladeira rumo ao sindicalismo mais caricato, há a agora a greve no feriadão. Em protesto contra a recomendação do MP, no dia 2 de junho foi convocada uma greve de jornalistas.
Nem um pio da FACOM Será que alguém reclamou? Nenhum luminar da FACOM deu um pio. A FACOM, também conhecida como Faconha, é a Faculdade de Comunicação da UFBa, que tem uma significativa presença no jornalismo baiano e um pouco no nacional. Se Wilson Gomes se manifestou, terá sido oralmente, porque nos buscadores não aparece nada. Que eu saiba, único jornalista da imprensa baiana a se manifestar contra esse absurdo foi James Martins, um jornalista atípico porque tem erudição e não tem diploma. Em texto intitulado “Vacina pouca, minha prioridade primeiro”, escreveu: “Pelo viés da essencialidade e da exposição, [os trabalhadores de supermercados] estão muito mais expostos que eu e a maioria dos meus colegas. Aqui na Bahia, a primeira vítima da doença foi uma empregada doméstica. Elas já estão na lista de prioridades? E os porteiros? […] Vamos pensar juntos. Seria impossível ou inviável que algumas categorias sofressem uma triagem interna? Por exemplo, um jornalista que cobre hospitais, cemitérios, vai pra rua, etc. seria priorizado em relação a mim, que me exponho bem menos. Assim como sei de profissionais da saúde que não exercem e que já tomaram suas doses. Alunos de medicina na casa dos 20 anos, que só têm aulas online, e que também já estão vacinados. E por aí vai.”
Como uma andorinha não faz verão, podemos olhar para o grosso do jornalismo baiano e dizer que quem cala consente.
O que vai na cabeça desse povo? Sendo eu jovem, magra e sadia, resolvi que não quero me vacinar tão cedo, porque a covid não é nenhuma aids em matéria de letalidade: é gripezinha para uns, causa mortis para outros. Tudo leva a crer que para mim seja gripezinha. Por outro lado, se as vacinas tiverem um efeito negativo no longo prazo, só descobriremos no longo prazo. Se eu tivesse motivos para achar que a covid é causa mortis para mim, estaria afobada atrás de Astra-Zeneca ou Pfizer também. Penso que jovens saudáveis devem raciocinar no longo prazo, e que velhos ou doentes devem raciocinar no curto prazo. No longo prazo, não parece uma boa ideia tomar esta vacina.
Usando os números na base do Our World in Data, foram foram documentados no Brasil desde o começo da pandemia 16,52 milhões de casos e 461.057 mil mortes de covid. Fazendo uma continha de dividir, temos que quase 2,79% dos infectados morreram. Vale frisar que esse número de infectados inclui velhinhos. Quais as chances de um jovem sadio — aqueles por quem luta o bravo sindicato — contrair covid e morrer?
A minha aposta é que eles nunca se fizeram essa pergunta. Sentem-se parte de um clã iluminado que tem como missão espalhar a Verdade dos Profetas da Divulgação (pseudo)Científica. Essa verdade simplória, talhada para intelectos rudimentares, consiste em: vai todo mundo morrer, a menos que tome “a” vacina – qualquer vacina, pois quem alega que uma vacina feita às pressas pode ser ineficaz ou prejudicial é um obscurantista antivacina. São simplórios, burros, tapados. Estão dispostos a tratar com xingamentos e slogans quem hesita, quem duvida, quem pensa.
O valor da vida humana Agora, uma vez que eles acreditam mesmo que vai todo mundo morrer caso não tome vacina, é forçoso concluir que não estão nem aí para a vida humana. Afinal, a gente com idade ou comorbidade que deixou de tomar a vacina fica condenada à morte. Vacina para a gente bonita das redações; ao povo, brioches.
Depois, haja materiazinha furreca sobre “genocídio” para aliviar a consciência. Furam fila de vacina e não vivem sem serviçais, mas o “genocida” é o presidente. Compram drogas na mão de facção, mas o “genocídio da juventude negra” vai na conta da polícia. Não respeitam ninguém, e pisam no pescoço do povo por qualquer ninharia. Que não queiram ser respeitados, portanto.
Quando um Senador simples, paradoxalmente representando a Bahia, decide humilhar uma grande médica, é porque um ciclo de sombras está mesmo perto do declínio. Sem destreza intelectual nem mais a profissional, o ex-médico cuja carreira não teve relevâncias maiores , cometeu a besteira de arguir quem conhece demais a matéria. Foi muito triste, mas serviu para ratificar que os tempos de sombras estão caminhando para o fim. Ardilosamente planejada, a grosseria do parlamentar visou impedir a constrangida doutora de usar argumentos técnicos. O inquisidor, infelizmente baiano, fugiu do debate para não comentar sobre o que nada sabe. Incrível! Achou mais lógico revelar o quanto de fato é mal-educado. O ex-médico teria que ser autoritário e impiedoso diante da brilhante cientista, vez que a sua inferioridade cultural pedia que se escondesse na arrogância, principalmente do falar, e assim disfarçar sua ignorância. O constrangimento imposto à brilhante médica serviu para revelar como ainda é entristecedor o nível da maioria dos nossos políticos. Doutora Nise Yamaguchi, a Bahia pede desculpas. “Ó tempos, ó costumes”
São conhecidos os ditos jornalistas que querem aparecer mais que a notícia. O que querem, na verdade, é alimentar a voracidade de leitores ávidos por sangue, mesmo que seja o sangue humano. São nutridos pela miséria alheia, por um passo de infortúnio que alguém tenha dado no passado, mesmo que tenha sido há 30 anos. Imediatamente, tais fatos, como por encanto de um F5, são atualizados como se tivessem acontecidos no dia de ontem.
São os partidários da deusa Éris que, na mitologia grega, era a deusa da discórdia. Filha dos reis do Olimpo Zeus e Hera. Éris é aquilo que são chamados pelos gregos de Daemones, ou seja, as “desgraças” para os romanos. Tomados pela inveja e pela incapacidade de crescimento, aos ditos jornalistas, só lhes resta destruir e separar, sobretudo, porque lhes faltam beleza e elegância, em sentido pleno, como faltavam à deusa Éris.
A deusa Éris está viva na “pessoa” de blogs que reverbera a desgraça alheia, ainda mais, quando a pessoa acusada, se encontra num leito de UTI, à beira da morte, sem o direito ao contraditório, sem o exercício da ampla defesa, mas com a pena máxima decretada pelos juízes plantonistas das redes sociais, sob a toga da deusa Éris. Ainda bem que tais blogs têm credibilidade duvidosa e âncoras de baixa escolaridade, exceto a sucursal da vênus platinada. Nossa reverência ao g1 Bahia!
A teia de envolvimento é tão ardilosa e catastrófica que não pode separar instituição e pessoa, classe trabalhista e indivíduo. A deusa Éris quer é “bagaceira”, quanto mais arrastar para o precipício será melhor, pois, assim, a desgraça é inteira. Eis o seu alimento, coisa de abutres, sem o qual morre de inanição por aquilo que os psiquiatras poderiam nominar como a “síndrome da notícia ruim”.
Estes são os profetas e profetizas da desgraça, travestidos de jornalistas que não têm compromisso com a verdade (aletheia), mas com o furor sensacionalista. Que a verdade, a seu tempo, apareça e restabeleça as relações e faça a devida justiça, inclusive para queles que brincaram com ela.
O bom jornalismo, sem minimizar a dureza da vida e dos fatos, não é aquele que pratica a servidão à deusa Éris, nem tampouco é aquele em que o jornalista aparece mais que a notícia. O bom jornalismo é um servidor de “Aletheia”, pois sem apuração da verdade, o jornalismo “é uma fofoca organizada”. O bom jornalismo é aquele capaz de dar boas notícias, de ativar a esperança. É aquele que se propõe a prestar um serviço à humanidade, sendo capaz de retecer relações espedaçadas, mediante o bom senso da notícia.
Rogério, espero e desejo que os seus algozes não sejam julgados por blogueiros abutres, com sentença de morte, através das mídias digitais, mas que sejam contemplados pelo Tribunal Divino, onde reina a misericórdia e a Verdade é transparente e imperativa. Lá, ninguém se esconde, pois é impossível condenar
um inocente ou absolver um culpado. Lá, a deusa Éris não reina com discórdia nem mentiras, pois como disse o grande pensador grego Epiteto: “a verdade vence por si mesma, mas a mentira precisa de cúmplices”.
Nos EUA, uma família adotou como bichinho de estimação um filhote de píton proveniente da Tanzânia, uma cobrinha medindo um metro e meio.
Descrita como tendo um apetite incomensurável, a píton era o xodó da casa. E quatro anos após a adoção já media seis metros.
Um dia, desejosa de fazer um lanchinho, a serpente resolveu devorar uma menina de nove anos, que foi atacada enquanto dormia.
Ora, no corpo a corpo, o atleta mais marombado não é páreo para uma píton. Mas o pai da criança, acudindo sem demora, usou um facão afiado e fez o único que poderia salvar-lhe a filha: decepou a cabeça do monstro.
Aquela família, com tão bons sentimentos, acreditou que bastava dar carinho à píton para ela se transformar em um bichinho afetuoso, mansinho e apegado ao ser humano, como costumam ser gatos e cachorros.
Essa história passou num canal da TV fechada.
Fez lembrar a ingenuidade de alguns empresários que, embora defensores da liberdade, patrocinam rádios, jornais e TVs que colaboram com ideologias de corte revolucionário.
Com o ar apalermado de quem afaga uma serpente, muitos acreditam que os adoradores de revoluções atuantes na mídia são inofensivos.
Pois faço um desafio que sintetiza a gravidade da coisa: mostrem uma só reportagem sobre o Foro de S. Paulo (FSP) publicada por algum veículo de grupos como Globo, Bandeirantes ou RBS, por jornais como Folha de S. Paulo e Estadão, ou por alguma das grandes revistas.
E a que vem esse desafio? Ora, criado em 1990 por Fidel Castro, Hugo Chaves e Lula para o fim de espalhar ditaduras bolivarianas pelas Américas, o FSP é o comitê central das esquerdas latino-americanas.
Reúne não só partidos legalizados, mas até as FARC, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, mescla de marxismo e narcotráfico.
Presença oculta nos governos de Lula e Dilma, o FSP é indissociável da grossa corrupção desvendada na Lava Jato.
Mas seu projeto mais bem-acabado é a Venezuela, que passou de país mais rico da região a território de mendigos: ditadura extremista, imprensa amordaçada, tortura, presos políticos, setor produtivo destruído, inflação de sete (sete!) dígitos, desemprego, desabastecimento e fome.
Vendo agonizar o país que amam, há empresários venezuelanos que hoje se desesperam, só agora conscientes de que pecavam por falta de visão ampla, de que tinham uma calculadora no lugar do cérebro e de que estavam fazendo pacto com o diabo ao transacionar com um governo de esquerda.
No Brasil, por décadas, com o culposo silêncio da mídia, articuladinhos diziam que o FSP era "teoria da conspiração". Foi o "ingênuo" Cabo Daciollo, falando como candidato num dos debates eleitorais de 2018, quem mais ajudou a tornar conhecido esse conciliábulo de parasitas.
A atitude da imprensa frente ao FSP apenas revela a natureza nada democrática dos moços que dominam as redações, quase todos amestrados por ativistas de esquerda, os seus professores na universidade.
E pode piorar. Os grupos Globo e Bandeirantes já assinaram "termo de cooperação" com o China Media Group, maior grupo de comunicação do mundo e braço do Partido Comunista Chinês. Píton substituída por dragão...
E uma luz de alerta se acende agora: a Argentina está afundando no mesmo abismo, devolvida que foi ao FSP nas eleições de 2019.
Parafraseando James Carville, o marqueteiro de Bill Clinton em 1992, "é a natureza do animal, estúpido!". Assim como uma píton não se transforma num gatinho fofo, militantes de esquerda não viram defensores da democracia - ao menos não enquanto sua militância é remunerada.
E quem remunera essa turma? Patrocinadores! Entra, aí, dinheirinho do contribuinte por mãos de governantes, sabe-se. Mas o monstro não se criaria sem as verbas de publicidade da iniciativa privada.
Claro, quem produz, precisa anunciar para vender, assim como mídias necessitam de anunciantes. Mas, quem dá o diapasão nesse concerto?
Em suma, ao alimentar a corrupta serpente do socialismo, parte de nosso empresariado está fomentando um projeto que nega a propriedade privada e o livre mercado e que acaba com as liberdades individuais.
Será que empreendedores, reais responsáveis pela vitalidade da economia, vão patrocinar a "argentinização" do Brasil e permitir que o Foro de S. Paulo retome o governo e, por fim, nos transforme numa Venezuela?
Renato Sant’Ana é Advogado e Psicólogo. E-mail: sentinela.rs@uol.com.br
Não sou Charlatão. Sou Médico com mais de 200.000 prontuários de pacientes atendidos por mim ao longo de aproximadamente 45 anos de atividade profissional. Nessa Pandemia Covid-19 utilizo a Ivermectina, Hidroxicloroquina como Profilaxia tanto para mim, meus familiares e centenas de amigos.
Sabe Vossa Excelência quantos foram acometidos da Doença? Zero. Também no início da sintomatologia da Covid-19, independente de exame laboratorial pois a Clinica é soberana, outras centenas de pacientes os tratei com Ivermectina, Azitromicina, Ivermectina.
Sabe Vossa Excelência quantos deles morreram ou foram entubados? Zero. Se prescrevesse para estes apenas Dipirona ou água como dito por Vossa Excelência, seria o meu resultado Zero? Na Medicina como no Amor Excelência, nem nunca nem sempre. Mas na Política, notadamente na esfera da Corrupção, vejo eu e creio que milhares de brasileiros, que o NUNCA prevalece. Tome Vossa Excelência como exemplo o caso dos 48 MILHÕES DOS RESPIRADORES.
Por que tanta temeridade em expor a verdade? Quantos aí sim morreram por falta dos Respiradores e não provocados por condutas dos ” charlatães” como carimbados que somos indevidamente por Vossa Excelência? Por que não se abrir o caminho dos Bilhões de Reais que foram endereçados para o Combate à Pandemia Covid-19? Por que não se debruçar para se identificar a razão pela qual a Bahia não seguiu a orientação do Coordenador Científico do Consórcio Nordeste ao prescrever, na qualidade de respeitado Cientista, para um Lockdown sério que aí sim poderia ter evitado muitas mortes de Baianos? Excelência: assinei junto com mais de 651 Médicos o Documento intitulado ” Manifesto dos Médicos Baianos a Favor da Vida em Defesa da Autonomia Médica e do Tratamento Imediato contra a Virose Covid-19. Aqui não existe Charlatanismo e tão pouco Corrupção.
A minha caneta é minha, Excelência. Sou regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Respeitosamente, Dr. Modesto Jacobino, Médico, CRM BAHIA 3987.
Professor Aposentado da UFBA Vice-Diretor da Faculdade de Medicina da UFBA( Gestão Prof Tavares Neto) por 08 anos, eleito em votação direta por mais de 90% da Comunidade da mesma.
Único vereador eleito pelo PSD durante o pleito de 2020, quando obteve apenas 3.179 votos, com nível médio de educação formal e com uso recorrente de linguagem vulgar, Fernando Torres tem feito da tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana palco de espetáculos grotescos, dignos do repúdio das pessoas com boa educação.
Presidente do Legislativo Municipal, o pouco educado Fernando Torres regressou nesta terça-feira (11/05/2021) à tribuna para revelar os cargos para pessoas ligadas a ele que foram, possivelmente, prometidas pelo prefeito Colbert Martins Filho (MDB) nas Eleições de 2020.
O vereador, durante a verborragia dita em plenário, afirmou que tinha gravações do prefeito prometendo empregos aos aliados dele.
O discurso de Fernando Torres confirma, em tese, a denúncia feita na segunda-feira (10) pelo prefeito Colbert Martins Filho (MDB), ao declarar que:
— “Garanto a vocês que não vou ceder a qualquer tipo de intimidação, ameaça ou pressão para atender os interesses pessoais de quem quer que seja”.
Em síntese, Colbert Martins está denunciando chantagem e isso é muito grave.
No conjunto, a situação revela que, em tese, o prefeito Colbert Martins pode estar sendo chantageado pelo presidente da Câmara Municipal e isso precisa ser apurado pelo Ministério Público da Bahia (MPBA).
Hábito da intimidação
O vereador tem por hábito o uso da intimidação. Neste sentido, uma das vítimas foi o diretor do Jornal Grande Bahia (JGB), o cientista social e jornalista Carlos Augusto.
Em duas oportunidades, Fernando Torres se dirigiu a ele de forma desrespeitoso e usou linguagem indicativa de ameaça. O departamento jurídico do veículo de comunicação foi informado do assédio do boquirroto edil e está pronto para agir, se necessário.
Os episódios envolvendo o prefeito e o jornalista não são únicos. Como relatado no início da matéria, Fernando Torres usa de forma abusiva o direito à imunidade parlamentar para intimidar. Mas isso tem dia e hora para acabar, porque denúncias criminais contra o servidor público estão sendo preparadas, revelou fonte do Jornal Grande Bahia.
Discurso patético
Intelectualmente frágil, Fernando Torres se vangloria de não depender de cargo público, ou de relacionamento político. Mas, o despreparo discursivo é evidenciado na contradição da fala do débil vereador, que apenas possui algum tipo de repercussão porque ocupa função pública.
Fernando Torres, na função de servidor, é obrigado a seguir uma conduta ética pública, algo que não tem ocorrido, quando analisado os agressivos discursos do edil, que são recheados de histriônicos gritos e palavras chulas.
O vereador se tornou um anti-exemplo de funcionário público e ao contrário do que pensa, ele deve respeito e será cobrado pela sociedade que o elegeu.