Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19, nas últimas 24h. Até agora são exatamente 33.720 pacientes recuperados, índice que representa 87,3% dos casos confirmados. Enquanto isso, 51 exames foram negativos e 48 positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 126 pacientes internados no município e 4.170 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste domingo (23).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 23 de maio de 2021
Casos confirmados no dia: 48 Pacientes recuperados no dia: 17 Resultados negativos no dia: 51 Total de pacientes hospitalizados no município: 126 Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 4.170 Total de casos confirmados no município: 38.595 (Período de 06 de março de 2020 a 23 de maio de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 4.044 Total de recuperados no município: 33.720 Total de exames negativos: 51.815 (Período de 06 de março de 2020 a 23 de maio de 2021) Aguardando resultado do exame: 990 Total de óbitos: 705
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 24.839 (Período de 06 de março de 2020 a 23 de maio de 2021) Resultado positivo: 4.761 (Período de 06 de março de 2020 a 23 de maio de 2021) Em isolamento domiciliar: 12 Resultado negativo: 20.078 (Período de 06 de março de 2020 a 23 de maio de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Mais uma vez, a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) prova que não tem critério na distribuição de vacinas contra a Covid 19: nessa última remessa, Feira de Santana proporcionalmente recebeu menos doses que Alagoinhas, pois a “Princesa do Sertão” tem quatro vezes mais habitantes que aquele município.
“É incontestável que a Sesab não trata Feira com o devido respeito”, protestou o prefeito Colbert Martins. Alagoinhas, com população estimada pelo IBGE em 152.327 habitantes, recebeu 7 mil doses de vacina Pfizer, enquanto Feira de Santana, com 619.609 habitantes, recebeu 7.350 doses. Proporcionalmente, Alagoinhas recebeu vacinas para 4,6% da população, enquanto Feira, 1,18%.
“A discriminação contra Feira de Santana está provada em números. Aliás, o secretário de Saúde do Estado, o meu colega Fábio Vilas Boas, sempre desprezou os números positivos do combate à pandemia em Feira, tentando rotular o Município como epicentro da doença na Bahia. Mas sempre desmascaramos”, lamentou Colbert Martins.
O prefeito apresentou outros percentuais que, segundo ele, provam a falta de critérios para o envio de vacinas para Feira: “Fazendo a proporção entre o que a Bahia recebeu e o destinado ao nosso município, os envios variam de 2,15% a 18,50%. Não há uma linearidade, prejudicando o planejamento de aplicação das vacinas”, ressaltou.
Quando o ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM, ACM Neto, destacou que o ex-prefeito de Feira, José Ronaldo, teria papel importante na articulação do grupo visando as eleições de 2022, não estava falando por falar.
Com a experiência das candidaturas ao Senado e ao governo baiano, José Ronaldo tem participado ativamente da agenda política de ACM Neto no interior baiano.
Ronaldo, mesmo dono de um indefectível estilo cauteloso de fazer política, não esconde de ninguém o desejo de integrar a chapa majoritária encabeçada pelo DEM para 2022. A vice ou a senador, tanto faz.
Embora nas entrevistas recentes não tenha descartado a possibilidade de, até, deixar o DEM e buscar abrigo em uma legenda que lhe possibilite alinhar com o DEM, José Ronaldo tem se mostrado fiel ao grupo. Vale lembrar que, na política, fidelidade é artigo de luxo.
A final do interior do Campeonato Baiano será decidida neste domingo (23), às 16h, na Arena Cajueiro, pelo jogo de volta do confronto. Dono da casa, o Bahia de Feira entrará em campo mirando o bicampeonato estadual. Já o visitante Atlético de Alagoinhas sonha com seu primeiro título da competição.
O primeiro encontro mostrou o equilíbrio e a vontade das equipes ao terminar com o placar de 2 a 2 no Carneirão. Após sair na frente e sofrer o gol de empate, o Tremendão fez o segundo aos 56 minutos da etapa final, mas o Carcará voltou a igualar no minuto seguinte. Desta vez, quem vencer levanta o caneco, enquanto uma nova igualdade no marcador leva a disputa para os pênaltis.
Um fator que pode ser determinante na disputa é o do palco da final. A grama sintética da Arena Cajueiro pode dar uma vantagem ao time da casa. No entanto, isso é rechaçado pelo técnico Oliveira Canindé. O comandante lembrou que o Tremendão sentiu dificuldade parecida quando foi jogar no campo natural do Carneirão.
“Quando fomos jogar contra eles, fomos para o Joia da Princesa para treinar, porque estamos habituados aqui e precisávamos fazer alguns trabalhos dentro de um gramado que parecesse com o campo deles. Da mesma forma, eles estão fazendo agora para tirar essa vantagem. Claro que para eles é bom que façam assim, assim como foi bom para a gente também. Então, vamos medir as forças no domingo, se foi bom ou não, vamos medir forças aqui dentro para ver o que um tem a mais do que o outro”, disse em entrevista ao Bahia Notícias.
Para se adaptar ao piso da Arena Cajueiro, o Atlético de Alagoinhas fez sua preparação durante a semana em Serrinha. O estádio Marianão foi reformado recentemente e ganhou grama sintética. No entanto, o técnico Sérgio Araújo ponderou que o tempo de adaptação foi curto e que serviu para amenizar as dificuldades.
“Adaptar um time em uma semana é muito pouco, você pode amenizar o processo. A gente tem condição de, em alguns momentos do jogo, entender que a bola está mais rápida, dosar mais o passe. Agora, o adversário está mais adaptado ao seu habitat natural. Ele conhece o campo, as dimensões. Ele tem uma forma de jogar diferente de quando joga fora de casa. Tudo isso nós observamos e analisamos.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu mais uma remessa de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), insumo mais importante para a produção da vacina contra a covid-19. O carregamento desembarcou no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, no final da tarde de ontem (22). Com a nova entrega, poderão ser fabricadas aproximadamente 12 milhões de doses, o que assegura os repasses previstos ao Programa Nacional de Imunização (PNI) até a terceira semana de junho.
Segundo a Fiocruz, a produção, que foi interrompida na última quinta feira (20), será retomada na próxima terça-feira (25).
Vinculada ao Ministério da Saúde, a Fiocruz é responsável pela produção da vacina Oxford-AstraZeneca, a Covishield. A vacina foi desenvolvida por meio de uma parceria entre a Universidade de Oxford e a farmacêutica inglesa AstraZeneca. Ainda no ano passado, elas firmaram com a instituição brasileira um acordo para transferência de tecnologia.
A vacina já possui o registro definitivo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e está sendo usada no controle da pandemia, seguindo os critérios do PNI. Os primeiros lotes da vacina que chegaram em janeiro ao país foram importados da Índia.
A fabricação em larga escala no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz (Bio-Manguinhos) teve início em março. No entanto, o IFA ainda está sendo importado. No início desse mês, a Anvisa deu aval para que a Fiocruz também possa fabricar o insumo. Assim, a expectativa é de que, nos próximos meses, a produção da Covishield esteja 100% nacionalizada.
Até o momento, a Fiocruz já entregou ao PNI mais de 41 milhões de vacinas para distribuição aos estados e municípios. A última remessa, de 6,1 milhões de doses, foi repassada ontem (21).
A Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, foi obrigada pela Comissão Estadual de Acesso à Informação a divulgar os salários de todos os apresentadores que passaram pelo programa Roda Viva nos últimos dez anos. O pedido foi feito em março de 2020 pelo jornalista Luiz Toledo via Lei do Acesso à Informação (LAI).
A solicitação chegou a ser recusada em duas instâncias sob a alegação de “sigilo contratual”. Somente ao chegar à terceira instância, o pedido foi aceito. O jornalista recebeu os dados neste sábado (22), um ano e dois meses após o pedido original, e os publicou em seu perfil no Twitter.
No últimos dez anos, o programa teve cinco apresentadores, os jornalistas Mario Sergio Conti (2011-13), Augusto Nunes (2013-18), Ricardo Lessa (2018-19), Daniela Lima (2019-20) e Vera Magalhães (desde 2020).
De acordo com os dados informados pela TV Cultura a Toledo, Conti teve remuneração mensal de R$ 56 mil, Nunes recebeu R$ 30 mil entre 2013 e 2015 e R$ 25 mil no período posterior. Lessa e Daniela ganharam R$ 20 mil por mês, e, por fim, Vera tem remuneração de R$ 22 mil.
Especializado em transparência da informação, Toledo no momento estuda na Universidade de Oxford, na Inglaterra, e atua como editor de um consórcio internacional de jornalistas, o OCCRP (Organized Crime and Corruption Reporting Project), dedicado a investigação de crimes e corrupção.
Procurado pelo UOL, o jornalista informou que também pediu recentemente a divulgação dos salários dos integrantes do programa Manhattan Connection. Assim como no caso do Roda Viva, o pedido, segundo ele, foi recusado em primeira e em segunda instância.
Um vídeo, obtido pelo Jornal da Cidade Online, traz o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, em delação premiada à Polícia Federal, na qual narra a possível participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, em supostos crimes de corrupção e favorecimento a prefeitos, quando ainda ocupava a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Em uma videoconferência, realizada em 14 de setembro de 2020, Cabral diz que Dias Toffoli recebeu R$ 4 milhões para favorecer dois prefeitos fluminenses, em processos no TSE – Toffoli foi ministro da corte eleitoral de 2012 a 2016, e a presidiu de maio de 2014 a maio de 2016.
Os pagamentos, segundo o ex-governador, que cumpre cerca de 300 anos de cadeia, foram operados pelo então ex-secretário de obras do Rio de Janeiro, Hudson Braga e repassados pelo servidor público José Luiz Solheiro, que agiria como intermediário, junto a um advogado de Brasília, citado no depoimento apenas como Dr. Damiani (do círculo de confiança de Toffolli) e também no escritório da esposa do ministro, a advogada Roberta Rangel.
“além da articulação que eu participei diretamente para salvar o mandato do prefeito Antônio Francisco Neto, de Volta Redonda […] no mesmo modus operandi, com o José Luiz Solheiro, tive a informação da prefeita Branca Motta, do município de Bom Jesus dos Itabapoana […] ela foi prefeita durante oito anos e minha aliada política […] e estou informando para que a Policia Federal saiba do meu envolvimento profundo com a prefeita Branca Motta […] ela me relatou em 2014 que, da mesma maneira que o Neto, em Volta Redonda, ela tinha sofrido uma derrota no TRE e estava apelando para não ser cassada, ao Tribunal Superior Eleitoral, e que encontrou no José Luiz Solheiro, que herdei como assessor do governo da Rosinha Garotinho e que permaneceu comigo durante todo o meu governo […] Então, por intermédio do José Luiz Solheiro, a prefeita Branca Motta também encontrou a solução para conquistar, com vantagens indevidas, o voto do ministro Dias Toffoli no TSE […] e nesse propósito entrou o advogado Damiani, de Brasília, que atua muito no TSE e atuou aqui no RJ […] esse advogado foi contratado, parte recebida por dentro e parte recebida por fora, em dinheiro vivo […] e o valor de um milhão de reais (foi) pago a Antonio Dias Toffoli por intermédio de José Luiz Solheiro e do advogado Damiani […] com isso salvou-se o mandato da prefeita Branca Motta”, explica o ex-governador
Sérgio Cabral diz então que tinha conhecimento de outros políticos de seu grupo que teriam seguido esse mesmo caminho para encontrar soluções, sobretudo no TSE, e que não excluiria a participação do Supremo Tribunal Federal, onde José Luiz Solheiro também operaria para Dias Toffoli.
Em seguida, ele repercute fatos que teria tido conhecimento por meio de seus advogados (na época dessa delação), sobre possíveis envolvimentos de Toffoli com a OAS (fatos narrados por Leo Pinheiro) e com a Odebrecht (fatos narrados por Marcelo Odebrecht):
“de maneira que o ministro Dias Toffoli lidera um grupo de pessoas para a busca de vantagens indevidas e sou testemunha disso porque participei diretamente de pagamento de vantagens indevidas”
Questionado, o ex-governador explica o possível papel da advogada e esposa de Dias Toffoli, Dra. Roberta Rangel:
“José Luiz Solheiro fazia sempre a intercessão com a Dra. Roberta. Foi ele que trouxe a Dra. ao gabinete, no Palácio da Guanabara; em 2015, por intermédio dele com a Dra. Roberta que foi salvo o mandato do prefeito Antônio Francisco Neto, e foi por ele também que a prefeita Branca Motta, usando o advogado Damiani […] que foi pago um milhão de reais […] três milhões via José Luiz Solheiro e um milhão da prefeita Branca Motta.
A delação de Sérgio Cabral ao delegado Bernardo Guidali, do Serviço de Inquéritos Especiais da PF foi homologada pelo ministro do Supremo Edson Fachin, fevereiro de 2020. Entretanto ao receber o pedido de autorização pela Polícia Federal, na semana passada, para que fossem apurados os fatos relatados contra Dias Toffoli, o ministro indeferiu, seguindo uma recomendação da Procuradoria-Geral da República.
Nesta sexta-feira, o pleno do STF colocou em pauta a análise da validade da delação de Sérgio Cabral, que aguardava desde a data da própria homologação por Fachin. Mas o ministro votou para que a delação não tenha mais efeito. Gilmar Mendes foi o segundo a votar e rejeitou a validade do depoimento de Cabral. O terceiro e último voto, até aqui, foi de Luís Roberto Barroso, pela manutenção do acordo de delação e a validação da mesma. Na próxima semana, devem ser apresentados os votos dos demais oito ministros do STF.
Veja o vídeo do trecho da delação de Cabral, em que cita Dias Toffoli:
O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) realiza hoje (23) concurso público para os cargos de delegado, agente, escrivão e papiloscopista da Polícia Federal. As provas escritas serão realizadas em todo o país para o preenchimento de 1,5 mil vagas. Cerca de 320 mil pessoas estão inscritas para o certame.
Os candidatos aprovados nessa primeira fase ainda deverão passar por exames de aptidão física e mental para serem aprovados. Quem passar na seleção escrita para o cargo de delegado ainda precisará realizar prova oral e de avaliação de títulos para entrar na corporação.
O salário inicial para o cargo de delegado é de R$ 23,6 mil. Para os demais cargos, o vencimento no começo da carreira é de R$ 12,5 mil. Os aprovados deverão ser lotados, preferencialmente, nos estados localizados em regiões de fronteira, como Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Roraima.
A realização do concurso estava indefinida e foi liberada na sexta-feira (21) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ao julgar um pedido de uma candidata para suspender a aplicação das provas devido à pandemia de covid-19, a maioria dos ministros entendeu que a autonomia dos estados e municípios para tomar decisões de contenção da pandemia não pode interferir em questões relacionadas à administração pública federal.
Pelas regras estabelecidas pela organizadora para evitar o contágio pela covid-19, os candidatos devem comparecer aos locais de prova usando máscaras, deverão fazer a higienização das mãos com álcool em gel e se submeterem a aferição de temperatura.
Foto: Jorge MagalhãesHomologação deve ser publicada dia 1ºMesmo diante das dificuldades do mercado, cerca de 500 toneladas de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) foram adquiridas pela Prefeitura de Feira que serão destinadas aos serviços de tapa buracos.O pregão eletrônico está em processo de homologação e a empresa vencedora foi a usina de asfalto PAVITEC.
O investimento custou R$2.223.420.O CBUQ, material de alta qualidade, foi comprado em quantidade reduzida. O alto custo impacta na execução de outros serviços, a exemplo do recapeamento asfáltico.
A empresa responsável não tem encontrado com facilidade a matéria-prima na Bahia, o Cimento Asfáltico de Petróleo (CAP).A publicação final da homologação está prevista para ser divulgada no próximo dia 1º.