O Bahia ficou no empate sem gols com o Corinthians na tarde deste domingo (20), pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. É a segunda partida consecutiva que o Tricolor não vence no estádio de Pituaçu pela competição nacional.
Com o resultado, o time baiano assume momentaneamente a sexta colocação ao somar oito pontos na tabela de classificação. Porém, corre o risco de perder posições para outras equipes no desenrolar da rodada. Enquanto o Timão permanece na 10ª posição com cinco.
O Bahia tenta fazer as pazes com o triunfo em Pituaçu na noite de São João, quinta-feira (24), às 21h30, quando recebe a visita do Athletico-PR, pela sexta rodada. No mesmo dia, mas um pouco mais cedo, às 19h, o Corinthians encara o Sport, na Neo Química Arena.
O JOGO
A primeira ação ofensiva foi do Corinthians, que trocando passes conseguiu mandar a bola na área baiana, mas Patrick afastou o perigo mandando para fora. O Timão seguiu tendo mais posse de bola, enquanto o Bahia rifava da defesa. Recuado, o Tricolor conseguiu sair para o ataque em rapidez aos seis minutos, mas o cruzamento rasteiro foi cortado por Gil.
O primeiro chute a gol foi dos visitantes aos nove. Ramiro foi à linha de fundo, cruzou para trás e Gabriel chutou rasteiro. Sem dificuldades e bem posicionado, Matheus Teixeira encaixou a bola. Aos 16, o Timão chutou outra vez assustando Matheus Teixeira. Mateus Vital invadiu a área e bateu com perigo. A bola desviou na defesa e balançou as redes do lado de fora.
Até os 20 minutos, o Bahia não conseguia furar a defesa do Corinthians para criar uma chance clara de gol. As iniciativas baianas esbarravam na barreira paulista. Bola levantada na área dos visitantes, Juninho subiu mais do que a marcação e cabeceou, mas mandou a bola longe da meta de Cássio.
Rodriguinho finalizou, mas a bola bateu na marcação aos 42 minutos. Thaciano se esforçou, mas não conseguiu aproveitar o rebote e a pelota saiu pela linha de fundo.
Segundo tempo
As duas equipes voltaram dos vestiários com as mesmas formações da etapa inicial. Novamente foi o Corinthians quem arriscou primeiro. Assim que a bola rolou, o Timão recuperou e partiu para o ataque. Fagner experimentou de fora da área e Matheus Teixeira desviou para fora. Aos seis minutos, foi a vez de Cássio trabalhar. Renan Guedes cruzou rasteiro e o goleiro da equipe paulista cortou. Aos oito, Mateus Vital recebeu bom lançamento, dominou, invadiu a área e bateu por cima da trave baiana.
Matheus Teixeira fez uma grande defesa aos 11 minutos evitando que os visitantes abrissem o placar. Fagner cruzou na área baiana e Ramiro cabeceou para a defesa do goleiro do Tricolor.
O Tricolor teve boa chance aos 18 minutos. Na cobrança de falta, Rossi levanta a bola na área, Gilberto cabeceia e ela passa perto da trave esquerda de Cássio que ficou parado no lance.
Renan Guedes salvou o Tricolor de levar o primeiro gol na partida aos 22. Cruzamento de Ramiro da direita para a esquerda, ninguém cortou e a bola passou na frente do gol vazio, mas o lateral fez o corte providencial evitando que Jô tocasse para o fundo das redes.
Marcado por Thonny Anderson, Vitinho recebeu dentro da área e finalizou para o gol aos 27 minutos. Porém, o árbitro Bruno Arleu de Araújo foi rever o lance no VAR e mandou o jogo seguir. Quando a bola voltou a rolar, o Tricolor chegou bem no ataque três minutos depois. Thonny Anderson invadiu a área e cruzou para Gilberto que tocou de cabeça com perigo.
O Tricolor quase marcou aos 44 minutos com Thonny Anderson. O atacante acertou um belo chute de canhota, mas Cássio fez boa defesa evitando o tento.
FICHA TÉCNICA Bahia 0x0 Corinthians Campeonato Brasileiro – 5ª rodada Local: Pituaçu, em Salvador Data: 20/06/2021 (domingo) Horário: 16h Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (Fifa-RJ) Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (Fifa-RJ) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ) VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Bahia: Matheus Teixeira; Renan Guedes, Germán Conti, Juninho e Matheus Bahia; Patrick de Lucca (Jonas), Daniel e Thaciano (Thonny Anderson); Rossi (Maycon Douglas), Rodriguinho e Gilberto (Oscar Ruiz). Técnico: Dado Cavalcanti.
Corinthians: Cássio; Fagner, João Victor, Gil e Fábio Santos; Cantillo, Gabriel, Roni (Vitinho), Ramiro (Adson) e Mateus Vital (Araos); Jô (Cauê). Técnico: Sylvinho.
Tribunal de Contas foi acionado pela oposição após lucrativa coincidência que rendeu à empresa duas linhas da CPTM.
Foto: Rodrigo Paiva/Getty Images
O governo do Estado de São Pauloindenizou em mais de R$ 1 bilhão a concessionária ViaQuatro, responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela, do Metrô da capital paulista. O acerto, feito em março passado, se deveu – na justificativa oficial – a um desequilíbrio contratual originado de atrasos nas obras da estação Pinheiros, na zona oeste da cidade.
A demora foi motivada pelo desmoronamento no canteiro de obras da expansão do Metrô em 2007. Uma cratera de 80 metros de diâmetro se abriu e sete pessoas morreram. Um reajuste estava pendente desde então no contrato reivindicado pela empreiteira CCR – líder da ViaQuatro ao lado da RuasInvest, que opera frotas de ônibus na capital, e da Mitsui, empresa japonesa que atua em serviços, investimentos e comércio.
Um mês depois de receber a quantia do governo paulista, a CCR e a RuasInvest formaram outro consórcio — o ViaMobilidade —, que venceu um leilão de R$ 980 milhões no dia 20 de abril – praticamente o mesmo valor da indenização. Com isso, as empresas abocanharam a concessão de outras duas linhas de trens metropolitanos em São Paulo: a 8, a Diamante, e 9, a Esmeralda, da CPTM, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. A CCR e a RuaInvest passarão a operá-las por 30 anos.
A bancada do Partido dos Trabalhadores, o PT, na Assembleia Legislativa de São Paulo estranhou a coincidência de valores e, em 10 de junho, entrou com uma denúnciasobre a indenização no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, o TCESP.
No documento, o deputado estadual Paulo Fiorilo, do PT, pediu análise dos valores pagos à ViaQuatro e dos contratos de concessão das linhas 8 e 9 para checar se houve eventuais irregularidades e um possível caso de “enriquecimento ilícito” dos proprietários da concessionária.
Para justificar os valores à ViaQuatro quase às vésperas do leilão das duas linhas da CPTM, o governo do tucano João Doria afirmou que a medida faz parte de uma série de “reequilíbrios” negociados entre o estado e as suas concessionárias.
O próprio acidente na estação Pinheiros, argumentam os petistas, foi uma tragédia anunciada. Teria sido consequência de mudanças no método construtivo implantadas pelo consórcio de empreiteiras, o Via Amarela, e realizadas para diminuir os custos da obra. Formado pela Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, o grupo foi contratado para a execução da construção.
“O desastre não é culpa do solo nem fruto do acaso, como tentam despistar as autoridades tucanas do governo paulista. É obra da pressa e da negligência de gestores públicos que não quiseram dar ouvido às preocupações que deputados da oposição, sindicalistas e órgãos da sociedade civil da região de Pinheiros levantaram em várias ocasiões”, registrou, três dias depois do acidente, o então deputado estadual Simão Pedro, do PT, ao pedir a apuração de responsabilidades ao Ministério Público Estadual.
Após o acidente, o outrora parlamentar foi o autor das primeiras denúncias do trensalão tucano — um esquema de pagamento de propinas e formação de cartel para disputar licitações do Metrô e da CPTM no estado de São Paulo. Sob o governo do PSDB, as multinacionais Alstom e Siemens foram acusadas de fraudar licitações.
Uma parceria em que todos os riscos ficam com o estado
Logo depois do acidente na estação Pinheiros, os detalhes do contrato da concessão da Linha 4-Amarela vieram a público. “O governo do estado estava entrando com quase 90% do custo da obra, e não com 73%, como se dizia”, garante o ex-parlamentar Simão, que se tornou um especialista em assuntos metroferroviários e hoje é assessor da bancada petista.
Já que o governo assumiu quase o total do investimento, por que não administra a linha?”, questiona o ex-deputado.
“O que está havendo em São Paulo é uma transferência brutal de renda do estado para a concessionária privada. Na parceria público-privada, os riscos são divididos entre o estado e a concessionária”, diz Simão. “Mas, no caso da Linha-4, todo o risco ficou com o estado”, avalia. Perguntado, o governo não respondeu à crítica.
Além da parceria público-privada pouco favorável ao estado, a bancada petista faz outros questionamentos sobre o repasse de parte da receita do Metrô à ViaQuatro, pois a Linha 4-Amarela funciona integrada a outras vias controladas pela Companhia do Metropolitano de São Paulo, a estatal responsável pela rede metroviária.
Como não se sabe quantos passageiros compram os bilhetes numa conexão sob o controle da estatal, há dúvidas sobre esses cálculos. Esses dados nunca foram tornados públicos, de acordo com Simão Pedro.
O valor da tarifa não estaria sequer sendo dividido entre as linhas, mas repassado integralmente à concessionária, segundo o ex-parlamentar.
“Quem estimou o número de passageiros? Que cálculo foi esse? Como foi feito esse estudo e qual foi o valor combinado com a concessionária? Esses números estão apenas na cabeça da direção do Metrô. Nunca tivemos acesso”, reclama.
Procurada para comentar as críticas sobre a indenização de mais de R$ 1 bilhão à ViaQuatro e os repasses do valor das passagens, a Companhia do Metropolitano de São Paulo não se manifestou até a publicação desta reportagem.
Acusado de receber propina defende pagamento
Apesar das dificuldades financeiras do estado — a gestão Doria corta recursos orçamentários na saúde, educação, cultura e programas sociais — e do agravamento da crise econômica por causa da pandemia de covid-19, o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, defende o pagamento à ViaQuatro.
“O capital privado precisa de estabilidade institucional e poder regulatório. Eventuais aditivos e reequilíbrios são comuns, e São Paulo não se furta a fazer isso. Temos feito um grande esforço de resolver passivos regulatórios para ter estabilidade regulatória”, explicou Garcia ao jornal Valor Econômico.
O vice-governador é um velho conhecido do setor metroferroviário. Em 2007, quando era deputado estadual em São Paulo pelo então Partido da Frente Liberal, o PFL, atual DEM, o advogado teria recebido R$ 1 milhão em espécie para acelerar a liberação de verba para a Linha 4-Amarela, do Metrô, segundo o ex-presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, preso pela Lava Jato em Curitiba.
Esse relato fez parte da proposta de delação do executivo, compartilhada por procuradores do Ministério Público Federal pelo Telegram, e tornada pública pelo Intercept e pela Folha de S.Paulo em reportagem da série Vaza Jato.
Em resposta, o vice-governador disse não ter tempo para comentar a denúncia de Pinheiro, por se tratar de “uma história sem pé nem cabeça”.
Ex-deputado federal e ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo e da Comissão de Transportes e Comunicações da casa, Garcia também foi acusado de receber propinas da Siemens, em 2013, num esquema para facilitar a compra e a manutenção de trens da CPTM.
No ano seguinte, o ministro do Superior Tribunal Federal, o STF, Marco Aurélio Mello viu indícios de envolvimento de parlamentares paulistas — entre eles, Garcia, no trensalão tucano.
Citado pelo delator Everton Rheinheimer, ex-diretor da Siemens, Garcia disse não existir, no despacho de Marco Aurélio, “qualquer outro indício ou prova” contra ele. Em 2018, a 2ª Turma do STF, por 4 votos a 1, decidiu arquivar a acusação contra o político.
Em 2019, em outra delação, o ex-diretor do Metrô, Sérgio Côrrea Brasil, também contou que teria repassado dinheiro de propina a vários políticos, entre eles, Garcia. O suborno, de acordo com ele, se referia a repasses que o ex-executivo recebeu pelas obras da Linha 2-Verde, do Metrô.
Na época, via assessoria de imprensa, o vice-governador respondeu que a acusação de Corrêa Brasil não tinha fundamento. “Rodrigo Garcia já foi inocentado no STF por falsas acusações referentes ao Metrô de São Paulo e lutará novamente contra essa injustiça”, informou.
Um dos líderes do DEM em São Paulo, Garcia abandonou o seu partido e se filiouao PSDB em 14 de maio. É cogitado como candidato de João Doria para concorrer ao governo de São Paulo e sucedê-lo em 2022.
Quem comanda a ViaQuatro?
Atualmente, a CCR é uma das empreiteiras mais próximas do governo tucano paulista. Detém várias concessões na área de mobilidade urbana na região metropolitana de São Paulo.
Além da Linha 4-Amarela, é responsável pelas linhas 5-Lilás e 17-Ouro, também em parceria com a RuasInvest. Em 2019, as empresas, unidas no consórcio ViaMobilidade, venceram o leilão da Linha 15-Prata. Mas o contrato foi anulado, e a pendência segue na justiça.
Maior operadora de concessões da América Latina, a CCR ainda opera a rodovia Presidente Dutra, a NovaDutra, o Rodoanel, a Via Oeste, a Bandeirantes e a Anhanguera, em São Paulo, e outras estradas no Rio, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Administra também o Metrô de Salvador, as barcas e os VLT no Rio de Janeiro e aeroportos — como os de Belo Horizonte, Quito, no Equador, Curaçao, nas Antilhas Holandesas, e San José, na Costa Rica.
Questionada sobre a indenização de R$ 1 bilhão, a CCR respondeu que “não comenta especulações”.
Imagem foi rebatida por internautas que perceberam faixas com “Fora Cunha” e “Fora Temer”
Deputado do PT publicou foto de ato de 2016 Foto: Reprodução
O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) usou fotos de manifestações de 2016 para “ilustrar” uma de suas postagens dos atos realizados no sábado (19). As imagens, que eram de manifestações feitas contra o ex-presidente Michel Temer (MDB) no dia da Independência do Brasil daquele ano, logo foram percebidas pelos internautas.
– Paulo Pimenta postando fotos da manifestação “Fora Temer” e “Fora Cunha” de 2016 representa a esquerda brasileira, quando não está roubando está mentindo – escreveu um internauta.
Paulo Pimenta publicou foto de 2016 como se fosse de 2021 Foto: Reprodução
Na postagem em questão, não era difícil perceber que as imagens não eram deste sábado. Um dos detalhes era de que as faixas nas mãos dos manifestantes traziam dizeres de “Fora Temer” e “Fora Cunha”. O ex-presidente da República encerrou seu mandato em 2018, e Cunha foi cassado ainda antes, no próprio mês de setembro de 2016.
Usuários do Twitter questionaram publicação do deputado petista Foto: Reprodução
Após a repercussão negativa da postagem, Pimenta removeu a publicação controversa de seu perfil, mas não fez qualquer referência ou deu qualquer explicação sobre o fato de ter postado uma foto fora de contexto dos atos de sábado.
Imunizante é para completar vacinação de grupos prioritários
O Ministério da Saúde começou a distribuir hoje (20) 7,6 milhões de doses da vacina da AstraZeneca para estados e o Distrito Federal. Produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as doses serão destinadas para completar a imunização de grupos prioritários com a segunda dose do imunizante contra a covid-19. O intervalo entre as duas doses é de 3 meses.
Segundo o ministério, a doses vão imunizar idosos entre 60 e 64 anos e profissionais que atuam na linha de frente de combate à pandemia, como trabalhadores da área da saúde eagentes de forças de segurança e das Forças Armadas. O envio deve ser concluído amanhã (21).
Com a remessa do novo carregamento, o ministério chega à marca de 120 milhões de doses enviadas aos estados. Mais de 86 milhões já foram aplicadas.
Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 90 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 36.604 curados da doença, índice que representa 82,8% dos casos confirmados. Enquanto isso, 127 exames foram negativos e 116 positivos. Os resultados positivos de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 06 e 16 de junho que estavam aguardando resultado do laboratório. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 141 pacientes internados no município e 7.072 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais quatro mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste domingo (20).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 20 de junho de 2021
Casos confirmados no dia: 116 Pacientes recuperados no dia: 90 Resultados negativos no dia: 127 Total de pacientes hospitalizados no município: 141 Óbitos comunicados no dia: 4
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 7.072 Total de casos confirmados no município: 44.177 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de junho de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 6.931 Total de recuperados no município: 36.604 Total de exames negativos: 58.139 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de junho de 2021) Aguardando resultado do exame: 967 Total de óbitos: 805
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 24.943 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de junho de 2021) Resultado positivo: 4.803 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de junho de 2021) Em isolamento domiciliar: 11 Resultado negativo: 20.140 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de junho de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
A fim de garantir o bom andamento e a qualidade dos serviços de revitalização do centro comercial, fiscais da Agência Reguladora de Feira de Santana realizaram visita técnica às obras do projeto Novo Centro.
“Estamos trabalhando com base nas normas técnicas para que a área central tenha os aspecto desejado. Também, cobraremos da empresa responsável pela obra as correções necessárias”, afirmou o presidente da Agência Reguladora, Marcus Carvalhal.
Ele estava acompanhado pelo diretor comercial da Associação Comercial de Feira de Santana (ACEFS), Nilton Oliveira Caribé Júnior.
O projeto Novo Centro resultará na requalificação de 432.707 metros quadrados de vias públicas, calçadas amplas, sinalização de ciclovias e quase 16 mil metros de rede de drenagem.
Algumas ruas terão piso intertravado e ecologicamente correto, calçadas amplas, ciclovias – nas avenidas Senhor dos Passos e Maria Quitéria – arborização, entre muitas outras intervenções no amplo conjunto de obras.
O Projeto ‘Novo Centro’ contempla, ainda, sistemas de iluminação pública com tecnologia LED, esgotamento sanitário e drenagem pluvial em profundidade.
No início da manhã de hoje, 20, a Prefeitura de Feira de Santana constatou, através da fiscalização da Secretaria de Transportes e Trânsito (SMTT), a retirada ilegal de 25 ônibus da concessionária Rosa, que compõem a frota do Sistema Integrado de Transporte (SIT) do município.
As primeiras medidas já estão sendo adotadas e a administração municipal notificará a empresa por descumprir unilateralmente o contrato de concessão.
A Procuradoria Geral do Município também vai intervir para preservar o direito da população ao transporte, cujo serviço é essencial. Além das medidas legais, a direção da Concessionária Rosa será convocada para prestar esclarecimentos ao prefeito Colbert Filho.
A aplicação da primeira dose contra a Covid-19, nesta segunda-feira, 21, será para as pessoas nascidas em 1971 e 1972. A vacinação acontece na UniFTC, avenida Artêmia Pires, das 10h às 17h. O fluxo da vacinação é realizado por ano de nascimento.
As pessoas nascidas em 1971 deverão ser vacinadas das 10h às 14h. Os nascidos em 1972 deverão se dirigir a UniFTC para serem imunizados, das 14h às 17h.
Também haverá aplicação da primeira dose nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 17h, seguindo o mesmo critério de idade. No entanto, nas UBSs o atendimento será realizado por ordem de chegada.
Para ser vacinado é necessário apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
Segunda dose
A imunização em segunda dose continua nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 17h, para aqueles que estão no período recomendado.
É preciso apresentar a caderneta de vacinação, comprovando que recebeu a primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
A Corregedoria da Polícia Militar da Bahia irá realizar, a partir das 14h deste domingo (20), a reprodução simulada dos fatos que resultaram no óbito do soldado da PM Wesley Soares de Góes, episódio ocorrido no dia 28 de março de 2021. O procedimento tem como objetivo esclarecer as circunstâncias através de parecer técnico, para garantir a lisura e dar suporte à instrução do IPM, informa.
Além da Corregedoria da PMBA, órgão responsável pela investigação do caso, o procedimento contará com a participação do efetivo do Comando de Policiamento Regional da Capital (CPRC)/Atlântico, da 11ª CIPM, do Esquadrão de Motociclistas Águia, efetuando o policiamento do local, bem como o Departamento de Comunicação Social da PMBA (DCS).
Todos os advogados constituídos nos autos do IPM, inclusive o representante da família da vítima, foram notificados para acompanhar o ato.
Um repórter da CNN Brasil protagonizou um momento, no mínimo, curioso, durante as manifestações realizadas por movimentos de esquerda na tarde e noite de sábado (19), em São Paulo, ao narrar os atos ao vivo durante a cobertura do canal de notícias. Durante a manifestação, o jornalista Tiago Américo afirmou que estava afastado do movimento pois fogos de artifício estavam sendo “jogados contra a equipe”. Na sequência, mesmo após o ataque, o repórter disse que o ato havia sido feito “por uma parte bem pequena” da manifestação que, segundo ele, seguia de forma “ordeira e pacífica”.
A narrativa usada pela cobertura da CNN durante o ato de esquerda foi criticada por políticos de direita, como o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). O parlamentar lembrou o episódio dos fogos de artifício usados no protesto contra o Supremo Tribunal Federal, em junho de 2020, em atos que foram chamados de antidemocráticos.
– Fogos de artifício lançados num fim de semana para cima do teto do STF vazio = atos antidemocráticos. Jornalistas da CNN são alvos de fogos de artifício, prática que já matou o câmera da Band, Santiago. E o repórter ainda tem a cara-de-pau de falar em ato pacífico e ordeiro – escreveu Eduardo.