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Vitória da mulher transgênero sobre as mulheres biológicas gerou críticas nas redes sociais

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Mulher trans Austin Killips vence mulheres biológicas no Tour of the Gila | Foto: Reprodução/Instagram/austin_trace

A mulher trans Austin Killips, 27 anos, ganhou uma competição de ciclismo feminino no Novo México, nos Estados Unidos. O jornal The Telegraph publicou a informação nesta terça-feira, 2.

Austin é a primeira mulher trans a vencer o Tour of the Gila, corrida que tem a chancela do órgão regulador mundial do ciclismo, o Union Cycliste Internationale (UCI).

“Foi o resultado mais significativo até agora para Killips, um homem biológico de Chicago, que também ganhou uma medalha no ciclocrossfeminino no Campeonato Nacional dos Estados Unidos e que agora está cotado para disputar uma vaga no Tour de France Femmes e nas Olimpíadas de Paris no próximo verão”, detalhou o The Telegraph.

A vitória de Austin sobre as mulheres gerou críticas nas redes sociais. “Se os homens forem excluídos da classificação feminina, Marcela Prieto é a vencedora feminina”, disse um usuário do Twitter, referindo-se à mulher que ficou em segundo lugar na competição.

https://twitter.com/i_heart__bikes/status/1652801769569755137?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1652801769569755137%7Ctwgr%5E04e126ebd37ed96bdd34f80d5676aa201644e48d%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fmundo%2Ftrans-vence-competicao-de-ciclismo-feminino-de-elite-nos-eua%2F

Campeã do ciclismo desiste do esporte por ter de competir com transgêneros

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Ciclista Hannah Arensman desiste do esporte por causa de transgêneros | Foto: Reprodução/YouTube/USA Cycling

O surgimento da trans Austin Killips nas competições foi a razão para Hannah Arensman, 35 vezes campeã no circuito nacional de ciclocross, ter se aposentado completamente do esporte, segundo a Fox News.

“Nasci em uma família de atletas”, contou Hannah. “Incentivada por meus pais e irmãos, competi no esporte desde muito jovem e segui os passos de minha irmã, subindo na classificação para me tornar uma ciclista de ciclocross de elite.”

E continuou. “Nos últimos anos, tive de competir diretamente com ciclistas masculinos em eventos femininos. À medida que isso se tornou mais uma realidade, ficou cada vez mais desanimador treinar tanto quanto eu apenas para perder para um homem com a vantagem injusta de um corpo androgenizado que intrinsecamente dá a ele uma vantagem óbvia sobre mim, não importa quanto eu treine.”

Informações Revista Oeste

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