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Coronavírus: Um novo estudo realizado por membros do Sistema de Saúde do EUA apresentou resultados positivos acerca do uso de hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com Covid-19. A pesquisa mostrou que o grupo que utilizou a droga teve a taxa de mortalidade reduzida pela metade. O método do estudo, no entanto, foi alvo de críticas no país.

A equipe analisou o quadro clínico de 2.541 pacientes. O médico chefe da divisão de doenças infecciosas do Sistema de Saúde americano revelou que 26% do grupo que não recebeu o tratamento faleceu. Já o grupo que utilizou a droga teve taxa de mortalidade de 13%. Foram analisados todos os pacientes tratados no sistema hospitalar desde o primeiro, ainda em março.

Os resultados vão em direção oposta às conclusões de estudos anteriores, que não encontraram benefícios no uso da droga, além de alertarem para o risco de seu uso em pessoas com problemas cardíacos. Após os estudos iniciais, a Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA retirou, no início de junho, a autorização para utilização do medicamento em casos emergenciais.

O chefe da divisão de doenças infecciosas afirmou que os pacientes analisados no estudo foram tratados precocemente. A equipe médica acredita que as descobertas podem salvar vidas, mas não descarta ou contradiz os resultados de estudos anteriores.

HIV – Um tratamento inédito desenvolvido por pesquisadores Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) conseguiu resultados promissores no tratamento de pacientes infectados com o vírus do HIV — e, em um dos casos, teria eliminado a doença.

A pesquisa, coordenada por Ricardo Sobhie Dias, que estuda o HIV desde os anos 1980, foi paralisada em função da pandemia do novo coronavírus, mas até o começo deste ano apresentou resultados que o médico considera históricos.

Os testes começaram com 30 pessoas divididas em seis grupos. Foram usadas combinações variadas de remédios além de uma vacina produzida com o DNA de cada paciente.

Dois grupos apresentaram boa resposta, mas um caso específico se destacou e chamou atenção. Após o tratamento, o vírus do HIV não foi mais localizado no paciente, mesmo nos testes com alta precisão de diagnóstico. Ele está com os testes negativos há um ano e meio.

O paciente que teve o resultado animador pediu para não ter sua identidade revelada, mas na primeira entrevista que deu a um veículo de comunicação contou à CNN ter descoberto que era soropositivo há 8 anos.

O paciente relatou que ficou desesperado ao descobrir que tinha sido infectado pela doença. Agora, ele diz que se sente uma liberdade que é até difícil de explicar.

Reportagem extraída do site CNN Brasil

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