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“São notícias falsas”, afirma o vereador Luiz da Feira (PROS) sobre especulações nos meios políticos de que ele teria se utilizado do cargo para beneficiar a familiares com boxes no Centro Comercial Popular. Em pronunciamento esta semana na Câmara Municipal, ele disse que jamais procurou o empresário Elias Tergilene, gestor do consórcio que comanda o empreendimento, ou do prefeito da cidade, para pedir vaga a quem quer que seja.

“Tenho familiares que são camelôs realmente. Minha família é de camelôs e eu mesmo fui um deles. Alguns não estão cadastrados para o Shopping Popular, mas não fui atrás de ninguém para pedir ponto para eles”.

Conhecido pelo engajamento na defesa dos direitos dos camelôs, Luiz da Feira voltou a criticar as cláusulas do contrato estabelecido na Parceria-Público-Privada entre a Prefeitura e o consórcio empresarial. Considera que os vendedores ambulantes estão sendo prejudicados com valores que não podem pagar. E defendeu um projeto de sua autoria, em tramitação na Câmara, que visa estabelecer uma parceria entre o Executivo e os pequenos comerciantes, visto que, na sua opinião, “as taxas previstas no contrato atual são muito altas e não condizem com a realidade do nosso segmento”.

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