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Nesta semana, comissão da CBF suspendeu Rogério da presidência até 2023

Foto: reprodução CBF TV
Foto: reprodução CBF TV

O Ministério Público do Trabalho ajuizou uma ação na qual cobra R$ 10 milhões da CBF, a título de dano moral coletivo, por causa da conduta do presidente afastado da entidade, Rogério Caboclo, acusado de assédio sexual e assédio moral por uma funcionária, um diretor e uma ex-funcionária.

A procuradoria também pede que a Justiça impeça Caboclo de entrar no prédio da CBF durante 21 meses, mesmo período pelo qual ele foi suspenso nesta semana, por decisão da Assembleia Geral da entidade, que ratificou punição sugerida pela Comissão de Ética.

O Ministério Público do Trabalho colheu depoimentos de testemunhas que corroboram o que as vítimas declaram ao longo do processo. Dois diretores – que não chegaram a fazer denúncias contra Caboclo – também afirmam ter sido vítimas de assédio moral.

Informações Bahia.ba

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