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Em meio a ameaças e provocações, o ditador venezuelano reafirmou seu discurso beligerante

Maduro, durante reunião em Caracas - 14/12/2024 | Foto: Leonardo Fernández Viloria/Reuters
As declarações de Maduro ocorrem em um contexto de crescente tensão entre os dois países | Foto: Leonardo Fernández Viloria/Reuters 

Em tom emotivo, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que seu governo tem “capacidade absoluta” para vencer os Estados Unidos e fazer triunfar a “causa da República”. Maduro deu a declaração em um vídeo publicado nas redes sociais, nesta sexta-feira 5.

“Temos capacidade absoluta de garantir o triunfo da República e da paz, em qualquer circunstância, com ou sem ameaças”, afirmou o ditador. “Este território é defendido pelo povo venezuelano. Seguimos firmes na batalha e na vitória.”

As declarações de Maduro ocorrem em meio a um contexto de crescente tensão entre os dois países. 

Recentemente, os EUA enviaram caças F-35 para Porto Rico e reforçaram sua presença militar no Caribe. Segundo o governo norte-americano, a medida tem como objetivo combater o narcotráfico na região. 

Em resposta, Maduro mobilizou 4,5 milhões de milicianos e anunciou a ativação de uma nova estrutura de defesa integrada por milicianos em todo o país

Maduro tem acusado o governo Trump de planejar uma intervenção militar sob o pretexto de operações antidrogas. Segundo o ditador, Washington busca promover uma “mudança de regime” em seu país. 

O ditador afirmou que declarará “luta armada” em defesa do território nacional se os EUA agredirem a Venezuela.

Amigo de Maduro, Lula minimiza tensão entre EUA e Venezuela

Em meio ao agravamento da crise entre EUA e Venezuela, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva minimizou o risco de um conflito armado. O petista também disse que o Brasil não tem “contencioso internacional” e ficará do “lado que sempre esteve, que é do lado da paz”.

Sem mencionar a ligação do ditador venezuelano Nicolás Maduro com o narcotráfico, Lula tratou a reação dos EUA como “divergência” e sugeriu que representantes dos dois países deveriam “sentar em uma mesa de negociação”. 

O presidente deu as declarações nesta sexta-feira 5, durante entrevista concedida ao SBT News.

Informações Revista Oeste

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