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A região Sul do Brasil deve ter um forte impacto com o fenômeno

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O fenômeno climático La Niña deve impactar a previsão do tempo no Brasil. A informação é do NOAA (sigla em inglês – National Oceanic and Atmospheric Administration).

De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), em anos do La Niña, observa-se a redução das chuvas na Região Sul do Brasil, tanto na quantidade, quanto na frequência, havendo possibilidade de alguns períodos longos sem precipitações.

A região Sul do Brasil deve ter um forte impacto com o fenômeno. Todo esse movimento que caracteriza o fenômeno nasce no Oceano Pacífico Equatorial e reverbera, de formas distintas, em diversas outras regiões.

Ainda segundo o Inmet, na faixa norte das regiões Norte e Nordeste do Brasil ocorre o inverso: o excesso de chuva, o que vem acontecendo atualmente em grande parte dessas áreas, com constantes avisos laranja de perigo para chuvas intensas.

Conforme o órgão, o aquecimento do Atlântico Tropical favorece a ocorrência de chuvas no Norte do Brasil, devido ao deslocamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais para o sul de sua posição climatológica.

Informações Bahia.ba

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  1. Prof João Bosco, 11 de Fevereiro de 2025

    O primeiro registro do fenômeno climático La Niña foi em 1892-1893.
    O La Niña é um resfriamento que influencia o clima global. Ocorre quando há uma persistência de anomalias por três meses consecutivos.
    Alguns episódios de La Niña já ocorreram nos seguintes anos:
    1903/1904, 1906/1907, 1908/1909, 1916/1917, 1920/1921, 1924/1925, 1928/1929, 1931/1932, 1938/1939, 1942/1943.
    O episódio mais recente do La Niña durou de julho de 2020 a fevereiro de 2023.
    Portanto, não tem nada a ver com “mudanças climáticas do globalismo”.