Empresário intensifica interações a favor de boicote à empresa que é acusada de propagar cultura woke

Quem acompanha o perfil do empresário Elon Musk no X, plataforma da qual ele é o proprietário, deve ter percebido uma mudança nos últimos dias. Em vez de foguetes e carros, Musk tem se dedicado sobretudo a mensagens em favor de uma ação de boicote à empresa de entretenimento Netflix.
As interações de Musk se associam a posts que criticam a empresa norte-americana por várias condutas. Uma delas seria abrigar funcionários que zombaram ou comemoraram o assassinato do jovem conservador Charlie Kirk. Da mesma forma, acusam o serviço de streaming de tentar influenciar famílias. A estratégia consistiria na divulgação da cultura woke embutida na grade de programação infantil.
Netflix: doutrinação no berçário
Um dos conteúdos refere-se a uma animação que explora a imagem da CoComelon. Trata-se de um dos maiores canais infantis do mundo no YouTube, assim como uma marca de entretenimento exclusiva para crianças em idade pré-escolar. O perfil @tomqrz, no Instagram, classifica a animação de “doutrinação no berçário”. Ele faz referência principalmente ao fato de que o canal é para crianças de 2 a 5 anos.
Em tom subliminar, o vídeo mostra imagens de pais do mesmo sexo. Da mesma forma, a melodia segue embalada por uma letra que sugere à criança a opção transgênera. “Pais no mundo inteiro confiam em marcas como CoComelon para ser um entretenimento seguro”, diz o influenciador. “A Netflix sequestrou essa confiança para servir de veículo à sua própria agenda política.”
Segundo o perfil com 220 mil seguidores, a Netflix está “usando o seu dinheiro para plantar as sementes da confusão de identidade nos seus filhos”.
Outro influenciador postou uma lista de programas que a Netflix estaria veiculando para, assim, servir de veículo à cultura woke. Elon Musk compartilhou o post com o comentário: “True” (“verdade”, em tradução livre).
Informações Revista Oeste
