O impacto da venda de 90% da SAF do Bahia ao Grupo City já pode ser observado por quem tem acompanhado o mercado de transferências do futebol brasileiro. O dinheiro aportado pelo conglomerado fez o Tricolor ser mais agressivo ao buscar reforços em outros clubes, uma postura nova para o Esquadrão no cenário nacional.
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Em meio a muitas especulações, até agora as únicas contratações anunciada pelo Bahia foram o zagueiro Marcos Victor, que custou R$ 3,9 milhões aos cofres tricolores, e o volante Nicolás Acevedo, que chega cedido por empréstimo pelo New York City FC, que também pertence ao Grupo City.
O montante gasto em reforços deve subir nos próximos dias, quando o clube confirmar a compra do atacante Biel, que vai custar R$ 10,5 milhões. Confira abaixo quem já acertou e quem está próximo de acertar com o Esquadrão.
- Marcos Victor – zagueiro ex-Ceará chega por R$ 3,9 milhões;
- Nicolás Acevedo – volante emprestado pelo New York City FC.
- Kanu – zagueiro do Botafogo vai defender o Bahia com vínculo de empréstimo e opção de compra de R$ 10 milhões;
- Marcos Felipe – goleiro do Fluminense vai defender o Bahia com vínculo de empréstimo;
- Diego Rosa – meia que já pertencia ao Grupo City vai defender o Bahia com vínculo de empréstimo;
- Kayky – Atacante que já pertencia ao Grupo City vai defender o Bahia com vínculo de empréstimo.
- Biel – Tricolor fez proposta de R$ 10,5 milhõespelo atacante do Fluminense;
- Tomás Molina – atacante da LDU de Quito;
- David Duarte – zagueiro do Fluminense.
Biel estava emprestado ao Grêmio e vai custar R$ 10,5 milhões ao Bahia — Foto: Lucas Uebel/Grêmio
Desembolsar grandes valores em contratações, até então, não fazia parte da rotina do Bahia. Neste ano, por exemplo, a maior parte dos atletas que desembarcaram na Cidade Tricolor estavam sem contrato ou chegaram ao clube cedidos por empréstimo.
De onde vem o dinheiro?
Na proposta de compra da SAF do Bahia, o Grupo City se comprometeu a aportar R$ 1 bilhão em até 15 anos. O dinheiro se divide em três finalidades:
- Mínimo de R$ 500 milhões para a compra de jogadores;
- R$ 300 milhões para o pagamento de dívidas;
- R$ 200 milhões para infraestrutura, categorias de base, capital de giro, entre outros – único item não obrigatório.
O City não divulgou como pretende fazer a divisão dos investimentos destinados à compra de atletas.
Informações GE
