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O impacto da venda de 90% da SAF do Bahia ao Grupo City já pode ser observado por quem tem acompanhado o mercado de transferências do futebol brasileiro. O dinheiro aportado pelo conglomerado fez o Tricolor ser mais agressivo ao buscar reforços em outros clubes, uma postura nova para o Esquadrão no cenário nacional. 

Marcos Victor durante treino do Bahia, na Cidade Tricolor; zagueiro custou R$ 3,9 milhões aos cofres do clube — Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia
Marcos Victor durante treino do Bahia, na Cidade Tricolor; zagueiro custou R$ 3,9 milhões aos cofres do clube — Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia 

Em meio a muitas especulações, até agora as únicas contratações anunciada pelo Bahia foram o zagueiro Marcos Victor, que custou R$ 3,9 milhões aos cofres tricolores, e o volante Nicolás Acevedo, que chega cedido por empréstimo pelo New York City FC, que também pertence ao Grupo City. 

O montante gasto em reforços deve subir nos próximos dias, quando o clube confirmar a compra do atacante Biel, que vai custar R$ 10,5 milhões. Confira abaixo quem já acertou e quem está próximo de acertar com o Esquadrão

Biel estava emprestado ao Grêmio e vai custar R$ 10,5 milhões ao Bahia — Foto: Lucas Uebel/Grêmio 

Desembolsar grandes valores em contratações, até então, não fazia parte da rotina do Bahia. Neste ano, por exemplo, a maior parte dos atletas que desembarcaram na Cidade Tricolor estavam sem contrato ou chegaram ao clube cedidos por empréstimo. 

De onde vem o dinheiro?

Na proposta de compra da SAF do Bahia, o Grupo City se comprometeu a aportar R$ 1 bilhão em até 15 anos. O dinheiro se divide em três finalidades: 

O City não divulgou como pretende fazer a divisão dos investimentos destinados à compra de atletas.

Informações GE

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